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A maior ameaça às mulheres? A lei islâmica

 

Diana West

Existe um fato: a segurança das mulheres na sociedade está sob ameaça, mas não pelas propostas ou cantadas indecorosas feitas por executivos esquisitos e ultrapassados. A segurança das mulheres está sob ameaça com a propagação do islamismo na sociedade ocidental, que está aceitando, sem questionar e nem mesmo fazer menção, a misoginia agressiva dessa religião. 

Raras são as notícias e casuais são os vídeos online que confirmem as agressões em massa contra meninas e mulheres que são diretamente atribuíveis às crescentes comunidades islâmicas, em grande parte na Europa.

O real problema não desaparece só porque os meios de comunicação estão de boca fechada. No começo deste ano, a NRK, a televisão estatal da Noruega, fez uma reportagem mostrando que 100 por cento dos estupros em Oslo em 2010, em que os criminosos puderam ser identificados, foram cometidos por “homens de origem não ocidental” — o eufemismo aleijado usado para designar homens muçulmanos na Noruega. Usando como base um estudo divulgado pela polícia de Oslo neste ano, a NRK também mostrou, em sua reportagem, que dos 86 estupros em Oslo contra meninas, moças e mulheres entre 2005 e 2010 em que os criminosos puderam ser identificados, 83 foram cometidos por “homens de aparência não ocidental”. As vítimas, por outro lado, eram predominantemente moças brancas — “norueguesas étnicas”. O que é chocante é que esse escândalo, que coloca em dúvida as políticas de asilo e imigração do governo que aterrorizam as mulheres da Noruega, raramente vai parar nas manchetes.

Até muito recentemente, o silêncio também pairava sobre um fenômeno que ocorre há décadas na Inglaterra: gangues de estupradores —predominantemente muçulmanos, predominantemente paquistaneses — que aliciam meninas muito novas, geralmente de sangue inglês, para se tornarem propriedade sexual para uso pessoal e para prostituição. A crise alcançou agora proporções epidêmicas. De acordo com a Secretaria dos Direitos das Crianças, um número elevado de 10.000 meninas menores de idade podem estar sendo vítimas.

E daí? De acordo com o jornal Telegraph, “depois que um estudo acadêmico revelou que é preciso fazer muito mais para proteger as crianças de exploração sexual”, o governo da Inglaterra decidiu lançar uma “investigação que vai levar dois anos”. Nada de tomar medidas agora para proteger as meninas.

Melhor seguir o exemplo de uma cidade da Sérvia de 6 mil habitantes, onde, depois que cinco muçulmanos afegãos estupraram brutalmente uma turista inglesa, a população da cidade recentemente iniciou uma campanha de protesto. Eles tiraram seus filhos da escola até que, conforme reportagem do jornal Austrian Times, o governo remova completamente 2.500 estrangeiros ilegais de um centro construído para abrigar 120.

Bem-vindo ao mundo, não pós 11 de setembro de 2001, mas pós Theo van Gogh. O assassinato ritualista de van Gogh ocorreu sete anos atrás, neste mesmo mês, bem no coração da Europa. Foi retribuição, disse o muçulmano que o assassinou, pelo filme “Submissão” de van Gogh. O filme retrata a situação difícil das mulheres que vivem debaixo da lei islâmica. Ayaan Hirsi Ali, que escreveu o roteiro do filme, tem vivido desde então sob ameaça de morte por parte de muçulmanos. Ela recentemente abandonou a ideia de fazer uma continuação do filme como “arriscada demais”.

Onde estão agora todas as mulheres para se manifestarem enquanto meninas, moças e mulheres sofrem estupros de homens muçulmanos e estão sob a ameaça da lei islâmica?

Tradução e edição: www.juliosevero.com

Fonte: WND

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Opressão feminista

 

Olavo de Carvalho

Hoje em dia, nos Estados Unidos, um pai de família pode ser expulso de casa, proibido de ver os filhos e obrigado a pagar quase todo o seu salário em pensão de alimentos, sem que haja uma só prova de que ele fez ou pensou em fazer qualquer coisa de errado. Basta que sua mulher diga à polícia — sem uma testemunha sequer — que ele ameaçou surrá-la ou abusar das crianças.

Quando o infeliz é avisado de que tem vinte e quatro horas para sair do pedaço e ver sua vida desfazer-se no ar como fumaça, ele vai ao delegado e reclama que não é justo ser condenado sem o mínimo direito de defesa. E a autoridade, com o ar mais tranquilizante do universo, responde: "Meu amigo, não há necessidade de defesa, pois o senhor não está sendo acusado de nada. É apenas uma medida cautelar — que pode, é verdade, ser renovada indefinidamente e durar pelo resto da sua porca vida. O senhor só será preso se violar a ordem, tentando encontrar-se com seus filhos fora dos horários prescritos (se algum há), passando perto da sua antiga casa num raio de, digamos, dois quilômetros, ou se metendo a besta caso a sua digníssima, liberta da sua opressiva presença, vá para a cama com um, dois ou quinze homens. Passe bem."

Cinquenta por cento das crianças americanas vivem sem um dos pais — quase sempre o pai. Uma das consequências diretas é o aumento exponencial dos casos de pedofilia doméstica, onde as estatísticas mostram que o culpado é quase que invariavelmente o namorado da mãe.

Nas universidades, os discípulos de Georg Lukács e Theodor Adorno esfregam as mãos, excitadíssimos, vendo cumprir-se sem maiores dificuldades, e com o comovido apoio do bom-mocismo protestante e católico, o projeto marxista de destruição da família, que seus mestres viam como condição indispensável ao triunfo do socialismo.

Tudo isso começou com os ares mais inofensivos que se pode imaginar, como campanha de proteção à mulher contra a "opressão machista". Quem, em sã consciência, seria contra uma coisa dessas? Pouco a pouco, à medida que adquire força de lei, a providência humanitária vai ampliando seu raio de alcance até transformar-se num pesadelo, num instrumento de opressão mil vezes pior do que os males que lhe serviram de pretexto, porque agora é oficial e se sustenta no poder da polícia, dos tribunais, do sistema educacional e da propaganda maciça que demoniza os acusados ao ponto de ninguém ter mais a coragem de dizer uma palavra em favor deles.

E os resultados sociais catastróficos? São explicados como efeitos de outras causas, que por sua vez dão motivo a novas medidas humanitárias, entregando cada vez mais a grupos ativistas cínicos o monopólio da autoridade moral e estendendo ilimitadamente o poder de intervenção da burocracia estatal na vida privada.

O problema é, por exemplo, a pedofilia? Acusa-se a educação católica (embora o número de pedófilos entre os padres seja menor do que em qualquer outro grupo de educadores) e, com um pouco de jeito, persuade-se até o Papa a se prosternar ante a mídia vociferante.

Os meninos criados sem um pai são inseguros, tímidos, fracos? Ótimo. Com alguma lábia, são levados a crer que são transexuais latentes, inadaptados, coitadinhos, no meio social machista. São turbulentos, anti-sociais? Melhor ainda. Eis a prova de que a sociedade capitalista é intrinsecamente violenta, geradora de brutalidades. E assim por diante.

Cada novo efeito maléfico da guerra cultural já traz preparada, de antemão, uma teoria engenhosa que lança as culpas sobre a família, a religião, a cultura, o capitalismo — sobre tudo e sobre todos, exceto os autores do efeito, os ativistas pagos com dinheiro dos contribuintes para planejar, nas universidades, a destruição meticulosa e sistemática da sociedade.

O restante do artigo está no Mídia Sem Máscara

Fonte: Mídia Sem Máscara

Divulgação: www.juliosevero.com

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Rodolfo reafirma sua fé em Jesus no programa Rock Estrada

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

O cantor evangélico Rodolfo Abrantes esteve no programa televisivo Rock Estrada, exibido pelo canal Multishow na última sexta-feira (23) e reafirmou sua fé em Jesus Cristo.

  • Rodolfo-Abrantes

    (Foto: Ministério Rodolfo Abrantes)

    Rodolfo Abrantes (ex-Raimundos) participou do CONFRA JOVEM 2011, congresso de jovens da Igreja Batista Lagoinha e falou sobre seu novo CD.

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O programa acompanhou o dia a dia do músico, pegando momentos de sua preparação antes de tocar, a tensão nos bastidores, e principlamente, o testemunho de fé do cantor.

Em seu testemunho, Rodolfo diz que “existe uma pressão para que eu volte a ser o personagem que eu era. Todo ano aparecem boatos na internet, de que eu estaria voltando… existe uma expectativa, ‘será que ele vai voltar?”, diz.

Mas Rodolfo reafirma sua mudança radical de vida, durante seus quase dez anos de convertido.

“Tenho descoberto uma liberdade inclusive na música, que jamais havia experimentado, tenho prazer em tocar hoje. Isso aconteceu quando coloquei o foco de que minha música iria servir para adorar a Deus, sem me importar o tanto de gente que estaria me ouvindo".

Rodolfo descreve que sua conversão como algo inusitado, pois ele tinha uma certa aversão aos crentes. Algumas irmãs de uma igreja procurada por sua esposa iam orar em sua casa todas as segundas-feiras. “Eu era maconheiro e tinha esquecido que eles iam em casa nesse dia, e acabei ficando”. Foi aí que Rodolfo fez uma oração entregando sua vida ao Senhor.

Segundo ele, a oração exerceu um grande poder, mesmo sem ele crer nem entender o que estava fazendo. Segundo Rodolfo, “começou um processo na minha vida, Deus começou a se mover em mim”.

O músico conta que o fato de fumar constantemente maconha o levava a uma passividade e uma falta de objetivos na vida. Hoje, ele diz que tem encontrado níveis de alegria e felicidade que nunca encontrou no dinheiro, nos discos de ouro, e nos festivais de música.

Em suas palavras, “não é fácil andar publicamente contra a corrente, na minha força não teria conseguido, mas Deus me deu graça nesses dez anos e Deus manifestou sua glória”. Ele acredita que não havia lugar melhor do que estar onde Deus queria que ele estivesse.

O programa acompanhou as viagens do músico e sua banda. Rodolfo diz que hoje seus fãs são diferentes, são mais tranquilos e frequentemente falam que gostavam de sua fase no Raimundos, mas após ouvirem suas músicas atuais, acabam gostando. “Veio para mim eu mando para Jesus”, conclui Rodolfo.