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DEUS SE IMPORTA MUITO COM VOCÊ.

Por Leandro Borges

"Está provado que a dureza da pedra é quebrada pela liquidez da água. Insista em teus sonhos! Um dia, teu dia chega".

( Rev. Pedro Almeida – Escritor, Superintendente, Conferencista, e Pastor na Igreja do Evangelho Quadrangular ).

‎"Se você está procurando uma grande oportunidade, descubra um grande problema".

( Rev. Nilton Alves – Superintendente e Pastor na Igreja do Evangelho Quadrangular ).

O sentido desta matéria de mensagem e estudo, é mostrar de uma forma resumida, 2 observações:

1) O determinado propósito de Deus nas pequenas e nas grandes coisas…

2) Mostrar que verdadeiramente, Deus se importa com nossa vida…

“Será, então, que Deus não vai fazer justiça a favor do seu próprio povo, que grita por socorro dia e noite? Será que Ele vai demorar para ajudá-lo? Eu afirmo a vocês que ele julgará a favor do seu povo e fará isso bem depressa. Mas, quando o Filho do Homem vier, será que vai encontrar fé na terra?” (Lucas cap.18 vers.7,8).

Deus se importa e muito com a nossa vida, muito mais do que merecemos. Ele tem apreço por aquilo que é importante para nós, porque realmente nos ama. Portanto, quando temos decisões a tomar, Ele está pronto e totalmente alegre e disposto a direcionar-nos.

O bispo francês católico romano, Francis de Sales (21/08/1567 á 28/12/1622), nos mostra um profundo e prático conselho para aqueles que buscam a vontade de Deus. Esse cristão advertiu-nos contra a atitude de buscar e identificar a vontade do Senhor em todas as decisões de nossa vida diária e, então, ficarmos distraídos e não realizarmos o que devemos. Em vez disso, ele declarou que necessitamos procurar conhecer a vontade de Deus sobre os acontecimentos importantes. Observe abaixo a observação de Francis de Sales.

“Preciso adverti-los de uma tentação perigosa que geralmente cruza o caminho daqueles que têm um grande desejo de fazer o que estiver de acordo com a vontade do Senhor. À cada curva da estrada, o inimigo nos coloca em dúvida se é da vontade de Deus fazermos uma coisa ou outra. Por exemplo, se devemos fazer uma refeição com um amigo ou não, se devemos usar roupa cinza ou preta, se devemos jejuar na sexta ou no sábado. Enquando nos mantemos atarefados e ansiosos para descobrir a melhor opção, deixamos o tempo passar quando poderíamos estar fazendo muitas coisas boas para a glória de Deus.

Devemos considerar algumas coisas com cuidado. A escolha de uma vocação, um plano para realizar algum negócio importante, um trabalho que demanda bastante tempo, algum gasto bastante vultoso, uma mudança de residência, a escolha de amigos e coisas semelhantes devem ser avaliados com seriedade, para que possamos perceber o que realmente está de acordo com a vontade de Deus.

E mesmo em questões importantes, temos de aplicar bastante humildade e não achar que podemos encontrar o caminho de Deus pela força do pensamento e com a sutileza de argumentos. Em vez disso, devemos pedir a luz do Espírito Santo, dedicar-nos à busca por agradar a Deus, pedir conselhos ao nosso líder espiritual e, talvez, de 2 ou 3 cristãos maduros. Então, devemos determinar o que fazer em nome de Deus. Depois disto, não temos de questionar nossa decisão, mas com devoção, paz e firmeza buscá-la até o fim.

Embora as dificuldades, as tentações e várias circunstâncias que nos sobrevêm, enquanto procuramos levar a termo nossa decisão, possam fazer-nos duvidar de termos feito uma boa escolha, ainda assim devemos permanecer seguros e desconsiderar tudo isso. Devemos lembrar que, se fizéssemos outra escolha, poderia ter sido uma centena de vezes pior. Uma vez que a decisão correta tenha sido tomada, não devemos duvidar da santidade do ato de realizá-la; porque, se não fracassarmos, a tarefa não fracassará”.

Deus se importa mais com nosso caráter do que com nossa carreira. Se o buscarmos regularmente em oração, se temos sabedoria para tomarmos grandes decisões e se buscarmos ouvi-lo com um coração receptivo, Ele não permitirá que trilhemos o caminho errado.

O propósito de Deus para ti é que sejas servo Dele.

QUE DEUS TE ABENÇOE…

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A PAZ, O PERDÃO, O AMOR, E O PROPÓSITO.

Por Leandro Borges

“Minha confiança em Deus, deriva da experiência do Amor dEle por mim e

garante estabilidade em meio aos desafios da vida.”

( Rev. Mário de Oliveira – Presidente Nacional da Igreja do Evangelho Quadrangular ).

“Muitas vezes a SABEDORIA sai da frente da HONRA, para que ela seja dupla. DUPLA HONRA !”

( Rev. Rocco Digilio Filho – Presidente Estadual da Igreja Evangelho Quadrangular ).

“Que todo o meu ser louve o SENHOR, e que eu não esqueça nenhuma das suas bênçãos! O SENHOR perdoa todos os meus pecados e cura todas as minhas doenças; Ele me salva da morte e me abençoa com amor e bondade.

(Salmos cap.103 vers.2,3,4).

Existe uma incrível sensação de paz que fui com o perdão. A paz que Deus nos dá com seu perdão tem duas etapas. Na primeira, ficamos em paz com nós mesmos; na segunda, temos paz com Deus.

O pastor reformista sul-áfricano, Andrew Murray (1828 á 1917), lembrou os cristãos recém-convertidos da importância de viverem diariamente seguindo esse perdão:

“O perdão de nossos pecados é completo. Deus não nos perdoa por partes. Mesmo em nossos relacionamentos humanos não aceitamos um “meio perdão”. O amor de Deus é tão grande, e a redenção pelo do sangue de Jesus tão completa e poderosa, que o Senhor sempre nos perdoa completamente. Separe tempo para meditar na Palavra de Deus e dar-se conta de que culpa já foi anulada totalmente. O Senhor não se lembra mais de nossos pecados.

O perdão de nossos pecados nos restaura inteiramente ao amor de Deus. O Senhor nos livra não apenas da culpa do pecado – esta é uma das metades –, mas também nos dá a retidão de Cristo, para que, através dele, sejamos tão queridos de Deus como Jesus. Não apenas a ira divina afasta-se de nós, mas também a plenitude do amor agora descansa sobre nós. O perdão nos dá acesso à plenitude do amor de Deus e é a introdução para todas as outras bênçãos da redenção.

O perdão recebido nos dá coragem para encarar cada novo pecado e, com confiança, buscar o perdão divino. No entanto, devemos lembrar de uma coisa: a segurança do perdão não deve ser uma questão de lembrança ou de compreensão, mas sim o fruto de uma caminhada vida com o Pai e com Jesus, no qual temos o perdão: nossa vida no amor de Deus, a comunicação viva com Jesus Cristo através da fé – isto torna o perdão de pecados sempre novo e poderoso –, o gozo e a vida de nossa alma”.

Quanto mais tempo passarmos na presença de Deus, mais cientes estaremos de sua glória e de nossa falta de dignidade. Não deixemos que isto nos abale, mas permitamos que esta idéia estimule ações de graças em nosso íntimo. Deus nos resgata diariamente de nossos pecados e dá-nos nova vida por intermédio de Jesus Cristo.

O triunfo do bom propósito de Deus, ou seja, (a vontade de Deus), sempre é bom e opera para nosso maior bem. As bênçãos divinas, que ás vezes nos sobrevêm através de circunstâncias ruins, sempre são dignas e satisfatórias.

Por mais forte que seja a vontade, quer de anjos ou de homens, quer do bem ou do mal, quer seja idêntica à vontade de Deus ou oposta a ela, o desejo do Onipotente sempre prevalece. Seus propósitos nunca podem ser malignos, porque mesmo quando estes trazem o mal, ainda assim são justos; e, obviamente, o que é justo não pode ser maligno. Portanto, seja por sua piedade – Deus tem misericórdia de quem Ele quer –, ou por sua soberania – e endurece a quem Ele quer –, o Deus onipotente nunca faz nada, exceto o que deseja, e realiza tudo aquilo que é de sua vontade. Observe que em (Romanos cap.9 vers.18,19) diz: “Portanto, Deus tem misericórdia de quem Ele quer e endurece o coração de quem Ele quer. Alguns de vocês vai me dizer: “Se é assim, como é que Deus pode encontrar culpa nas pessoas? Quem pode ir contra a vontade de Deus?”

O fato de saber que a vontade de Deus sempre se cumpre, assusta aqueles que não experimentaram muito de seu amor. No entanto, pensemos novamente sobre Paulo. Ele desejava seguir a Deus mesmo diante dos perigos em Jerusalém. Sabia que o Senhor era um Deus de amor e de misericórdia. Deus o resgata dos judeus e fez um prisioneiro entre os romanos. Todavia, por meio disso tudo, o apóstolo teve a oportunidade de testemunhar aos governantes e imperadores, exatamente como Deus havia planejado.

Não pensemos que a oposição de outros em nossa vida é o fim de todas as coisas boas que Deus pode realizar. Ele é capaz de valer-se da autoridade de outras pessoas para realizar sua vontade, assim como pode tirar partido de nossa obediência. Não se desespere. Confie que Deus fará com que tudo tenha um resultado favorável para Ele – e para você !!!

Ele deseja todo o bem para nós,

Toda a graça, toda a glória;

Seu reino tendo início nesta terra.

Por que deveríamos ter receio de declarar,

“Sejam feitos sua vontade, sua justiça, seu amor”?

Annie Johnson Flint   ( 1866 á 1932 ).

QUE DEUS TE ABENÇOE…

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¿Qué hay tras la “Nueva Evangelización” católica?

Mario Escobar Golderos

¿Qué hay tras la “Nueva Evangelización” católica?

La Ciudad del Vaticano, en Roma

La Nueva Evangelización es en parte recuperar privilegios perdidos y luchar contra “sectas evangélicas”.

24 DE FEBRERO DE 2012

El mundo necesita un cambio de paradigma, la crisis actual y la situación de la sociedad en especial en occidente, nos muestran una humanidad sin valores y desorientada. La noticia de que la Iglesia Católica pretende hacer una “Nueva Evangelización” de Europa y los países occidentales en general no debería extrañarnos. Pero, ¿qué hay detrás de la Nueva Evangelización?
Los cristianos estamos muy familiarizados con el término evangelismo. La razón de ser de la iglesia es siempre anunciar las Buenas Nuevas de Salvación a los que no conocen a Cristo, por eso expresiones como Nueva Evangelización pueden llevarnos a confusión.
El término Nueva Evangelización fue acuñado por el propio Papa Benedicto XVI en un dicasterio de la Curia Romana el 28 de junio de 2010. El teólogo y prefecto de la Congregación para la Doctrina de la Fe (Inquisición se la denominaba en el siglo XVI), Joseph Aloisius Ratzinger, puede parecernos un Papa más moderno en algunos conceptos teológicos que su antecesor Juan Pablo II, pero su base doctrinar es exactamente la misma.
Benedicto XVI, al poco tiempo de recibir su cargo, tenía claro que era necesario terminar con la sangría de deserciones católicas en Europa y América.  Parecía que el Papa quería hacer una guerra al secularismo reinante y que su arma sería una Nueva Evangelización. Escuchemos lo que el mismo dijo sobre el tema:
“El proceso de secularización ha producido una grave crisis del sentido de la fe cristiana y el papel de la Iglesia”.
La pregunta ante esta afirmación no puede ser más clara: ¿Busca la Iglesia Católica recuperar fieles entre los agnósticos y ateos? ¿Su deseo es que aumente la práctica religiosa católica?
Las respuestas parecen obvias, claro que es uno de sus objetivos, pero veremos que no es el único y que a lo que ellos llaman Nueva Evangelización, nosotros podemos denominar recuperación de sus privilegios perdidos y lucha contra “sectas evangélicas” .
El Papa continuó con su plan y nombró al arzobispo Salvatore Fisichella, para dirigir está plan de “evangelización”. El arzobispo buscó apoyo enseguida en la parte más ultraconservadora de la Iglesia Católica, pero que más está creciendo hoy en día, los Neocatecomunales, conocidos vulgarmente como los “Kikos” . Este movimiento laico surgido entre las barriadas más pobres gracias a la labor de Kiko Argüelles, tiene formas y sistemas parecidos al protestantismo evangélico, aunque su base doctrinar es claramente conservadora y católica tradicional.
Para la secretaria de la Nueva Evangelizaciòn (PCPNE) fue nombrado un arzobispo colombiano llamado José Octavio Ruiz, muy vinculado al intento de frenar el crecimiento del protestantismo en América Latina.
Aunque tal vez la pregunta más importante es: ¿Cómo nace la idea? La idea surge de un sacerdote llamado Luigi Guissani, fundador del movimiento Comunión y Liberación. Ni que decir tiene que Luigi Guissani también fue uno de los más férreos luchadores contra los evangélicos en América Latina.  En su famoso libro La Conciencia religiosa en el Hombre Moderno, Guissani afirma cuál es para él el verdadero problema del cristianismo:
“A mí me parece que el cristianismo en nuestro tiempo se ha visto como angustiado, debilitado, entorpecido por una influencia que podríamos llamar protestante”.
El ideólogo de la Nueva Evangelización no oculta su animadversión al protestantismo, especialmente al evangélico.
La Nueva Evangelización tendría un programa bien definido: la recuperación de la influencia social y el freno de las “sectas” evangélicas. A pesar que en la constitución del CPPNE no se habla de este tema, en la XIII Asamblea General Ordinario, al tratarse el tema de la Nueva Evangelización se dice:
Por otra parte, en otras regiones del mundo se asiste a un prometedor renacimiento religioso. Tantos aspectos positivos del redescubrimiento de Dios y de lo sagrado en varias religiones se encuentran oscurecidos por fenómenos de fundamentalismo, que no pocas veces manipula la religión para justificar la violencia e incluso el terrorismo. Se trata de un grave abuso. «No se puede utilizar la violencia en nombre de Dios».[22] Además, la proliferación de sectas representa un desafío permanente .
Aunque el énfasis de la Nueva Evangelización como instrumento para frenar el crecimiento evangélico se pone de manifiesto en los documentos de la Iglesia Católica en Latinoamérica . El cardenal Norberto Rivera Carrera lo expresa con menos tapujos en su artículo La nueva evangelización en América Latina , del 24 de Febrero del 2012, casi ayer:
“Las sectas fundamentalistas impregnan el ambiente. La evangelización fundante sembró la fe sobre el mundo pagano. Y no hubo competencia. La Corona española, decididamente opuesta al protestantismo naciente, difunde el Evangelio sin más obstáculo que el paganismo. Ahora, sin embargo, nos encontramos con el protestantismo devaluado de las sectas fundamentalistas. Esta competencia en la labor evangelizadora está apoyada además por el capitalismo liberal, tanto en las concepciones culturales materialistas como en el apoyo económico y estratégico.”
Naturalmente no afirmamos que toda la Nueva Evangelización esté enfocada a parar el crecimiento protestante o evangélico, aunque la triste realidad es que en la base y desarrollo de la idea de la Nueva Evangelización si están esos principios .

Autores: Mario Escobar Golderos

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