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Ex-Cabo Bruno sai da cadeia após 27 anos para fazer a obra de Deus: ‘Sou pastor evangélico’

 

"Deus me preparou nesses 20 anos exatamente para isso"

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

O ex-PM Florisvaldo de Oliveira, condenado a 117 anos de prisão e com mais de 50 assassinatos, saiu da penitenciária na tarde desta quinta-feira, e afirmou que vai fazer a “obra de Deus” de agora em diante, segundo relatou a Folha de S.P.

  • Florisvaldo de Oliveira

    (Foto: Divulgação)

    Ex-PM Florisvaldo de Oliveira, cabo Bruno, saiu da cadeia nesta quinta-feira,23 de agosto de 2012, após 27 anos de prisão.

"Sou pastor evangélico. Minha família é evangélica. Deus me preparou nesses 20 anos exatamente para isso", disse ele à publicação.

Bruno pretende virar pastor e atuar ao lado de sua esposa, a também pastora evangélica e cantora gospel, Dayse da Silva Oliveira. Dayse está no momento afastada das reuniões de sua igreja, a Igreja Pentecostal Refúgio em Cristo, na vizinha Taubaté, para evitar o assédio da imprensa e curiosos.

Bruno foi acusado de cometer o homicídio de mais de 50 pessoas na zona sul de São Paulo, nos anos 1980. Ele conseguiu a liberdade a partir de um decreto da presidente Dilma Rousseff, que perdoa os presos que tenham tido comportamento exemplar na cadeia por 20 anos ininterruptos. Cabo Bruno teria fugido da cadeia por três vezes até 1991, mas depois disso não cometeu nenhuma falta indisciplinar.

Com uma renda não suficiente a princípio como pastor, Bruno informou que poderia fazer trabalho como artista plástico e planeja também fazer um curso profissionalizante “para o caso de emergência”.

“Embora eu tenha uma idade já meio avançada, Deus me deu saúde, sabedoria, uma mente boa, preservou minha mente", afirmou.

Livre, Bruno afirma que ficou com trauma da imprensa e prefere não mostrar o rosto. “Quanto mais eu puder evitar [ser exposto] é melhor”, afirmou.
Hoje, Bruno é querido pastor pelos colegas na prisão, de fala mansa e, segundo Deyse, “é um homem transformado”.

Bruno saiu de maneira discreta da penitenciária, escondido no banco de trás de um carro da Funap (Fundação de Amparo ao Preso), driblando os jornalistas.

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Os Illuminati e a Igreja

 

 

Todos nós sabemos que desde os tempos antigos existiram imperadores, muitos dos quais foram homens tomados de uma ambição desumana que extrapolou toda e qualquer sensibilidade ou compaixão. Vivendo e sendo guiados pela ânsia nua e crua de poder, esmagaram os povos que se opuseram a eles: Alexandre, o Grande; os Césares; Gengis Khan; Napoleão. E até aqueles que, sem ser imperadores, agiram como tal, a exemplo de Adolf Hitler. Esses estadistas ceifaram a vida de multidões como grama para alcançar seus objetivos de poder, em grande parte insanos. A gana por ter nas suas mãos o destino dos povos assegurou a muitos deles um lugar de infâmia na História do mundo.

Ambição é uma constante humana. Em todos os tempos, e em todos os níveis, houve quem quisesse agregar para si poder sobre os outros. Esse poder confere a quem o detém quase que o status de semideus, pois projeta o sentimento do ambicioso para além da condição de mero mortal.

Mas o tempo de ditadores já passou, claro. Vivemos num planeta mais civilizado. Bem… será? Será que não sobrou quem queira dominar o mundo? Será que esse impulso satânico deixou de existir? Afinal, será que todos já aprenderam que querer domínio global é uma ambição fadada ao fracasso e à destruição? Claro que homens da laia de Hitler são coisa do passado! Claro que não existem mais figuras como essas! Na realidade, infelizmente não é bem assim. Sabemos que há líderes tribais na África que sequestram crianças, forçando-as a se tornarem assassinas – até da sua própria família. De metralhadoras nas mãos, e com apenas 11 ou 12 anos de idade, são transformadas em monstros. Liderando essas milícias há homens desprovidos de qualquer noção de humanidade. Não só na África, mas entre as FARC e, por que não dizer, nas favelas dos centros urbanos da nossa própria nação.

Sabemos mais: há companhias que produzem alimentos que sabidamente contêm elementos cancerígenos. Coincidentemente (ou não?), são as mesmas companhias que fabricam os medicamentos que tratam os cânceres que esses aditivos provocam. “Mas isso é loucura!”, poderíamos pensar. “É fruto de um devaneio doentio. Imagine se alguém seria tão cruel e desumano ao ponto de causar doenças só para aumentar a sua fortuna pessoal. Não! Pessoas assim não existem”.

Histórias dessa linha, as que falam de conspirações, cartéis, Illuminati, barões em castelos tramando contra a humanidade… são obras de ficção. Bobagem! O mundo está um caos, isso sim. Está tudo uma grande bagunça. Claro que existe um diabo que quer matar e destruir, mas isso não acontece em larga escala. No máximo ele quer que eu traia a minha esposa ou que eu perca os meus filhos para uma vida de pecado. O resto foi inventado para servir de roteiro em Hollywood. Sim, podemos pensar tudo isso.

Todavia, revoluções criadas pelo mercado do petróleo, experiências com novos remédios em vilarejos inteiros na África, cartéis de tráfico de diamantes que escravizam populações, crédito bancário que mantém os trabalhadores deste mundo num estado perpétuo de escravidão, seres humanos mantidos em regime escravo, tráfico de drogas, safras transgênicas, conspirações de revolução social mundial… essas coisas existem. Por trás de cada uma delas há pessoas que tomam decisões. Que têm noção do que estão fazendo. Há gananciosos que não enxergam o custo em vidas humanas como algo que importa. O seu interesse é tão cruel como o de um Hitler ou um Gengis Khan. Não usam espadas para esquartejar as suas vítimas. Usam computadores. Números. Marqueteiros e fundações. Mas seus métodos são tão cruéis como. Só que os tais não aparecem. Pois temos sido doutrinados a aceitar tudo isso como absolutamente “normal”.

Assisti ao filme Super Size Me – A dieta do palhaço, sobre um homem que decidiu viver por trinta dias alimentando-se apenas de fast food. De manhã, à tarde e à noite, ele consumiu apenas os hambúrgueres, as batatas fritas e os refrigerantes de uma conhecida cadeia internacional de lanchonetes. O filme mostra que ele quase morreu. Provou que fast food é veneno. Só que, em vez de causar uma debandada geral deste hábito tão “normal”, o filme virou cult – algo para ser visto por excêntricos que acreditam nessas “bobagens” de conspiração. Afinal, ninguém nos prejudicaria e, certamente, o governo não permitiria que nos fizessem mal assim, não é?  O pior que os nossos governantes fazem é roubar um pouco do nosso dinheiro. Jamais nos fariam mal. Será?

Porque… e se for verdade? Que sentido tem a vida? O que estamos fazendo aqui? Qual é o papel da Igreja face a todo esse mal sistêmico? Vamos mudar o mundo? Empunhar cartazes? Defender uma alimentação macrobiótica? Deixar de consumir comida industrializada? Mudar para o campo e sobreviver comendo broto de feijão e tecendo a nossa própria roupa?

Certamente o caminho não é esse. Mas a verdade é que a Igreja vive enamorada pelo mundo. Curtimos ver dois brutamontes entrarem numa jaula (no eufemismo, o “octógono”) e se surrarem até que um caia ensanguentado e semiconsciente. “É esporte”, defendem os adeptos. Consumimos a crédito hipotecando nossos futuros e fazendo com que nossa força vital seja sugada por bancos. Escravos do sistema, nos fazemos amigos do mundo. O próprio “evangelho” tem se oferecido a serviço deste mundo. Com promessas de prosperidade e alegria, vivemos numa “festa da virada”. Afinal, Deus nos fez cabeça e não cauda. Vamos às compras. Vamos ao shopping. Vamos fazer um evangelismozinho de vez em quando, porque, afinal, “Jesus merece”. Mas não sejamos radicais. Pega leve. Deus nos criou para gozar das coisas boas da vida.

E, como a grama, nossa saúde, nosso futuro, nossa mente, tudo é ceifado pelos que lucram às custas do mar da humanidade. Pior: há quem esteja servindo este mundo em nome de Deus. Sim, pois há os que, para saciar sua ânsia por poder, satisfazem os anseios do povo e oferecem a versão “gospel” de tudo o que o mundo já oferece na sua versão “ímpia”. Só que não importa o nome que damos a um copo de água poluída, aquilo continua a ser nocivo. Não importa o nome que damos à indústria de entretenimento, ainda assim consumirá nossa mente e nosso tempo.

Paulo disse: “Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor.” (Ef 5.15-17)

Os dias são maus? Você realmente acredita nisto? Ah, meu caro, minha cara, como são! Não estamos em festa. A realidade é outra. Os bárbaros põem a mesa com sangue humano. Devoram os fracos. Agregam poder. E a Igreja? Embriagada pelo “vinho” desta geração, anda dissoluta, perdida, e sua fé é inoperante e infrutífera. Os anjos choram. As trevas avançam. Quem levantará os olhos para o único que pode nos salvar? Quantos vão parar e começar a pensar, orar e estudar as Escrituras? Quem se habilita a ser luz entre as trevas?

Na paz,
+W

Bispo Walter Mcalister

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A Aliança com Deus e seus Efeitos

 

Avatar de ariana horsaiPor ariana horsai em 24 de agosto de 2012

A Aliança com Deus e seus Efeitos

Este cálice é a nova aliança no meu sangue
1Corintios 11:25b

A palavra aliança é muito conhecida na bíblia e aparece 299 vezes entre o velho e novo testamento. O velho testamento retrata a aliança que Deus fez com seu povo através da Lei e o novo testamento retrata a aliança que Deus fez com pessoas individualmente através de Jesus Cristo. Falamos que aliança simboliza acordo, tratado, contrato, união entre duas partes. O que em geral não falamos é que aliança na verdade é apenas a casca, a exterioridade, a parte de fora, a fidelidade é a essência. Aliança é a maneira de materializarmos sentimentos, convicções, e se observarmos de um modo geral, a aliança é a maneira materializarmos a fidelidade que temos para com Deus e que ele tem para conosco.
A aliança só existe quando há fidelidade a Deus. Por isso que não podemos resumir nossa aliança com Deus através apenas de exterioridade: discursos, serviços ou atividade. A aliança é ter uma vida santa diante de Deus.
Para entendermos exatamente o que significa uma aliança com Deus em sua essência, é importante verificarmos o que o velho testamento diz, pois desde aquela época Deus já manifestava a necessidade de uma aliança e tentou estabelecer uma aliança com o povo.

O PRINCÍPIO DE UMA ALIANÇA COM DEUS

Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel. Então, o povo respondeu à uma: Tudo o que o SENHOR falou faremos. E Moisés relatou ao SENHOR as palavras do povo.Êxodo 19:5,6,8

Deus fala algo maravilhoso sobre a aliança, seu povo que a guardar será transformado em:
A Propriedade peculiar de Deus – A palavra hebraica sugere algo muito precioso que alguém reserva para si com um carinho especial;

O Povo especial – “dentre todos os povos”;

O Reino de sacerdotes – demonstra a idéia de Deus já naquela época de que todos tivéssemos acesso direto a Deus através de Jesus Cristo;

A Nação santa – a idéia de santo no velho testamento é de algo separado do uso comum e profano, algo exclusivo para Deus.
Deus constituiu uma aliança porque através dela queria transformar um povo. No novo testamento a idéia é a mesma.

Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz
1 Pedro 2:9

A aliança que Deus faz é para nos transformarmos em povo de Deus, raça eleita por Deus, nação santa, Deus quer fazer uma aliança contigo para te abençoar.
Temos algumas outras características sobre esta aliança:

A ALIANÇA SIGNIFICA QUE NÓS PODEMOS CONTAR SEMPRE COM DEUS

Quando estiveres em angústia, e todas estas coisas te sobrevierem nos últimos dias, e te voltares para o SENHOR, teu Deus, e lhe atenderes a voz, então, o SENHOR, teu Deus, não te desamparará, porquanto é Deus misericordioso, nem te destruirá, nem se esquecerá da aliança que jurou a teus pais.
Deuteronômio 4:30,31

A ALIANÇA IMPLICA EM RELACIONAMENTO COM O SENHOR

Porque tu és povo santo ao SENHOR, teu Deus; o SENHOR, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. Não vos teve o SENHOR afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o SENHOR vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito. Saberás, pois, que o SENHOR, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e cumprem os seus mandamentos.
Deuteronômio 7:6-9

Deus recorda verdades para conosco:

Ele nos escolheu;

Ele nos amou;

Ele cumpriu suas promessas libertando seu povo;

Ele é fiel.

Em todos os casos notamos algo importante: Deus faz a sua parte em sua aliança. E nós? Fomos exortados a voltarmos para Deus, escutarmos sua voz, obedecermos. O que Deus espera de nós? O que faremos em relação a sua aliança?

Então, o povo respondeu à uma: Tudo o que o SENHOR falou faremos. E Moisés relatou ao SENHOR as palavras do povo.
Êxodo 19:8

Que haja hoje em seu coração a vontade e decisão de obedecer a Deus e assim cumprir a sua aliança.

Mais no meu blog http://filhosdosenhoraltissimo.blogspot.com.br/