Categorias
Cultos

Deputados do PT manifestam apoio ao Sínodo da Amazônia do Vaticano

Evento organizado pelo papa Francisco debate preservação da floresta.

Bombeiro trabalhando em incêndio na Amazônia. (Foto: AFP)

Uma audiência pública está sendo organizada por parlamentares do Partido dos Trabalhadores (PT) e deputados de outros partidos em apoio ao Sínodo da Amazônia, evento organizado pelo Vaticano.

A audiência pública será realizada na Câmara dos Deputados, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, e os deputados pretendem formular um documento sobre “Direitos Humanos na Amazônia e no Brasil”.

“Estamos prontos para contribuir com essa Assembleia tão importante, que está sendo retaliada pelo governo Bolsonaro, simplesmente porque o tema é a Amazônia que está sendo destruída e entregue ao capital estrangeiro. Todos que estão nesse apoio merecem nossos parabéns”, disse o deputado Frei Anastácio (PT-PB).

Os políticos pretendem enviar uma comitiva para participar do evento em Roma, que será realizado de 6 a 27 de outubro. O papa Francisco havia anunciado que vetaria participação de políticos no sínodo.

Participaram da reunião os deputado petistas Padre João (MG), Patrus Ananias (MG), Pedro Uczai (SC), Airton Faleiro (PA), Nilto Tatto (SP), Helder Salomão (ES), Marcon (RS), e Alessandro Molon (PSB-RJ).

Categorias
Cultos

A mentira e o ambientalismo como a nova “religião mundial”

A criação sacralizada sem referencia ao Criador.

Emmanuel Macron. (Foto: Francois Walschaerts / Reuters)

A questão dos incêndios no Brasil permite-me afirmar que a verdade está passando por maus bocados.

Estão tentando construir um New Deal Verde alicerçado sobre a mentira e o medo, não sobre fatos. Apresentam uma galeria de horrores.

Vamos pegar apenas um episódio. Sabe o que Macron, Gisele Bündchen, Leonardo Di Caprio, o filho de Will Smith, Cristiano Ronaldo, Lewis Hamilton, Daniel Alves, Luis Soarez, Djokovic, Madonna, Ricky Martin, BBC World News e tantos outros tem em comum?

Todos, sem exceção, mentiram. Todos berraram contra os incêndios publicando fotos falsas sobre o assunto. Isto deve nos lembrar que a verdade será sempre a salvaguarda contra o erro. Quer eles gostem ou não, a verdade é concordar com a realidade.

É por isto que cada vez mais se escuta pessoas afirmando “verdade ou não”… Isto não existe, o que temos é a verdade e ponto.

Cada vez mais acredito que o ambientalismo é uma nova ideologia que deve ter um principio central e unificador em torno do qual a sociedade mundial deverá se basear.

Ela cada vez mais se tangencia da verdade para satisfazer o coletivo e o individuo, e ser aceita tanto no Ocidente como no Oriente.

Ela se desvia da verdade para evitar qualquer sensibilidade religiosa ou filosófica e está realmente se tornando uma nova “religião mundial”.

Mas é a criação sacralizada sem referencia ao Criador. O homem apaga-se diante do imperativo da “gestão ambiental”.

Não é uma coisa estupida supor que nós, brasileiros, não queremos ao menos que nossos filhos possam herdar o colosso amazônico?

A maioria absoluta dos brasileiros está comprometida com um Brasil mais limpo e mais verde. E provamos não com retórica, mas com fatos.

Mas dizer a verdade hoje é entrar em uma luta. O que deveria ser motivo de aplauso, é de desconfiança. Estas celebridades e lideres precisam reaprender que a verdade é essencial para a civilização.

Seja aqui, ou seja onde eles moram. Onde não há verdade, não pode haver confiança, e onde não há confiança, não pode haver sociedade.

Categorias
Ciência

Misteriosas figuras geométricas no Brasil

Enquanto pesquisadores se esforçam para desvendar as misteriosas figuras geométricas encontradas na região Norte, o MPF cobra a proteção das estruturas

BRUNO CALIXTO

Diego Gurgel

SINAIS
Círculos e quadrados podem ser evidências de centros cerimoniais ou aldeias fortificada, datadas de séculos antes do descobrimento

No Norte do Brasil, na região em que a floresta amazônica está dando lugar ao pasto, algumas estranhas figuras geométricas podem ser vistas do alto. Círculos e quadrados de centenas de metros cravados no solo se espalham nos Estados do Acre, Rondônia e Amazonas. Não são construções modernas, muito menos sinais de seres de outros planetas, mas evidências de que sociedades complexas viveram na Amazônia muito antes da chegada dos portugueses à região.

As formas são chamadas de geoglifos, que significa, literalmente, “marcas na terra”. São desenhos feitos no chão, em morros ou terras planas. Na Amazônia, são principalmente formas geométricas. Muitas estavam “escondidas” pela cobertura florestal da Amazônia. A derrubada das árvores para a plantação de pastagens para gado começou a revelar essas estruturas há três décadas e, com sobrevoos e o uso de imagens de satélites como o Google Earth, são encontradas cada vez mais.

Depois de resistirem por mais de cinco séculos, os geoglifos agora podem ser destruídos antes de serem explicados. Além das dificuldades comuns para estudar vestígios tão antigos, os pesquisadores também têm que enfrentar outro problema: as estruturas estão ameaçadas por obras e proprietários desavisados. Alguns geoglifos, por exemplo, são cortados por estradas. Muitos estão em propriedades privadas, como fazendas de gado, e correm o risco de serem danificados por quem desconhece a existência de um sítio arqueológico em suas terras. Em um caso recente, a construção de linhas de transmissão quase destruiu um desses sítios. Em outro, um proprietário passou por cima de um geoglifo com tratores, danificando-o.

Para evitar que esse patrimônio seja destruído, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou, em 2007, o tombamento dessas áreas, mas até o momento nenhuma medida concreta foi tomada. Segundo o procurador da República no Acre, Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, as autoridades têm o dever de assumir a responsabilidade de proteger esse patrimônio. “Com o tombamento, o proprietário vai saber que tipo de medida concreta ele precisa tomar para preservação”, diz.

O Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão que promove o tombamento, acatou a recomendação do MPF em 2008, mas até o momento o procedimento não andou. O motivo dado pelo órgão são obstáculos burocráticos e a necessidade de mais estudos. O procurador diz que são alegações genéricas e que, enquanto as autoridades não tomam providências concretas, os geoglifos ficam desprotegidos.

A intenção do procurador é que os geoglifos possam ser considerados patrimônio da humanidade pela Unesco. O tombamento é o primeiro passo para isso. Com as estruturas preservadas, será possível, no futuro, estimular o turismo histórico e ecológico na região, além de criar as condições necessárias para que os pesquisadores enfim descubram a origem desses misteriosos círculos e quadrados pré-históricos.

O paleontólogo Alceu Ranzi, da Universidade Federal do Acre, viu as figuras pela primeira primeira vez há mais de três décadas, ao sobrevoar a área. “Vistos da janela de um avião, as imagens me remeteram para Nazca, no Peru. Lá do alto me ocorreu que poderiam ser geoglifos”, diz. Ranzi está envolvido na descoberta e estudos dos geoglifos desde 1977, quando o primeiro círculo foi encontrado pela equipe de arqueólogos liderada por Ondemar Dias. Na época, os pesquisadores encontraram estruturas de terras parecidas com trincheiras em sítios arqueológicos da região. Foi só com a vista aérea que ele pôde perceber a dimensão dessas figuras.

Os primeiros geoglifos foram encontrados com outros materiais de presença humana, como fragmentos de cerâmica e lâminas de machado.

Até o momento, já foram identificados mais de 300 geoglifos. Eles se concentram principalmente no Acre, mas também foram encontrados nos Estados do Amazonas e Rondônia – muitas dessas estruturas podem ser vistas ao percorrer a BR-317, estrada que liga Rio Branco à fronteira Brasil-Peru-Bolívia. Há estruturas de forma circular, quadrangular, oval, hexagonal e em forma de “U”, além de caminhos retos que se conectam.

Segundo Ranzi, faltam mais estudos para poder elaborar uma teoria sobre o motivo de essas formas terem sido produzidas. “A hipótese mais aceita é a de que os geoglifos seriam utilizados como centros cerimoniais ou locais de confraternização e festivais”, disse. As figuras apresentam geometria perfeita, o que sugere um caráter simbólico. Por isso, a teoria principal é de que sejam locais de importância espiritual.

Outra hipótese é que as figuras geométricas são remanescentes de assentamentos fortificados, e as estruturas seriam partes de construções defensivas. Se essa teoria for verdadeira, os geoglifos seriam evidência da existência de sociedades muito mais complexas do que se imagina, sugerindo inclusive conflitos armados entre os povos da região. De qualquer forma, ainda é cedo para saber, e a pesquisa precisa se desenvolver mais para que essas teorias sejam testadas e comprovadas.

Também foram feitas poucas estimativas de datas até o momento, e elas variam muito –alguns estudos chegaram a indicar que os geoglifos podem ter sido construídos há mais de 2 mil anos. A estimativa mais aceita é de que a maior parte das estruturas foram criadas entre os anos de 800 e 1300, ou seja, pelo menos dois séculos antes dos portugueses chegarem ao Brasil. Segundo Ranzi, se os geoglifos foram construídos num determinado período de tempo, isso implica que uma grande população viveu na Amazônia na época. “Possivelmente os povos construtores de geoglifos pertenceriam a um mesmo grupo e com uma cultura muito similar”, diz.

Diego Gurgel

PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE
Estrada cruza geoglifo no Acre. Tombamento é primeiro passo para que possam ser considerados patrimônio da humanidade pela Unesco

Fonte: revista época

27-5-16-a 006

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.