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Igreja Batista ordena a um transexual que se sente uma mulher como “pastora”

 

Uma igreja batista que se reúne no campus da Universidade Wake Forest, em Winston-Salem, Carolina do Norte, criou uma mulher transgênero no último domingo

Erica Saunders chama a si mesma, e é premiada com o domínio da divindade em 2019 na Faculdade de Divindade da Universidade Wake Forest, começará a compartilhar as escrituras sagradas em um culto agendado às 16:00.

Saunders, 24 anos, será um dos pioneiros trans que foram criados pastoralmente por uma igreja batista nos Estados Unidos. A Igreja Batista do Calvário em Washington, DC, uma congregação na sua época considerou o mesmo destino para uma mulher trans, para o ministério evangélico em 2014.

Saunders, estagiário ministério em Wake Forest Baptist Church começou sua transição durante o seu primeiro ano de seminário, apresenta-se em redes sociais como “provavelmente a única trans senhora bi,, Batista pregador que sabe”.

“As pessoas trans existem”, publicou Saunders estes dias em sua rede social Twitter. “Deus nos criou como somos, e Deus nos chama bem. Infelizmente, ser trans significa que eu não sou bem-vindo na maioria das igrejas como visitante, para não mencionar um líder. Mas somos cristãos. Nos chamamos “.

Saunders disse que ele teve que discernir por um longo tempo se ele queria ir a público em sua carreira. “Espero que, compartilhando minha história, eu possa mostrar aos meus irmãos trans que Deus nos ama pelo que somos, não apesar disso”, ela escreveu.

Tweet tradução: Neste domingo, minha igreja @WakeForestBC me ordenará como ministro. Eu serei uma das primeiras mulheres abertamente trans a serem ordenadas na vida batista (até onde posso dizer, a segunda em minha denominação @alliancebaptist).

Wake Forest Baptist Church é uma congregação independente não afiliada à Wake Forest University, no entanto faz parte da escola historicamente batista. O campus original em Wake Forest, na Carolina do Norte, é traduzido como o local do Seminário Teológico Batista do Sudeste. Um dos 6 seminários pertencentes à Convenção Batista do Sul.

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Ministério Pastoral Feminino ?

  “ Machismo?”, 

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Muitas mulheres, mães, esposas que exercem ativamente o ministério pastoral feminino  declaram já terem sofrido algum tipo de preconceito e machismo nas suas atividades ministeriais,apesar de tudo se declaram felizes em cumprirem sua missão pastoral.   Para muitos, a discussão sobre a mulher exercer o ministério pastoral feminino marca um período de mudanças nas igrejas..

 

 Muito embora não exista ordenação feminina, na Bíblia, muitas denominações, desde que a mulher seja casada com pastores dão a elas o reconhecimento pastoral considerando serem marido e mulher uma só carne.

A ordenação do marido se estende também à esposa e dá a ela a condição de, juntamente com o marido, exercer o ministério pastoral. Algumas denominações tem ordenado pastoras solteiras, divorciadas, o que não tem respaldo bíblico para tal ato.

As pastoras, casadas com pastores ordenados podem livremente exercer o ministério de ensino em todas as faixas etárias, inclusive pregação. Podem ministrar a Santa Ceia, realizar batismos com seu marido e na ausência dele também. Devem ter comportamento irrepreensível e dar bom testemunho como todo pastor.

Como já disse a mulher solteira ou divorciada  ou ainda que tenha um marido que não é pastor, não tem como, biblicamente, exercer o ministério. muito embora vemos pelas igrejas mulheres nessas condições exercendo o ministério pastoral feminino contrariando.os ensinamentos paulinos.

 Ser pastor é um chamado  do Senhor e não um vaidoso título

À mulher, na igreja,tem à sua disposição muitas atividades tais como professora e superintendente de EBD, líder de jovens, líder de adolescentes, missões, aconselhamento, preparo para o casamento etc…

Não se pode querer o título de pastora por uma simples vaidade. Cada um tem seu chamado na igreja conforme apraz ao Espírito Santo e, conforme as regras existentes na Bíblia que não podem ser ignoradas, muitas são as titularidades de atividades femininas na igreja:: esposa de pastor, diaconato,  obreira, missionária, líder, e etc…. Você pode realizar um excelente trabalho sem ostentar título, tudo para a Glória do Senhor, Faça um excelente trabalho na igreja e seja reconhecida como obreira aprovada.

A mulher deve considerar o ensinamento do Apóstolo Paulo de que ela é suscetível a ser enganada pelo diabo, a obra de Deus é mais importante do que os títulos  A ordenação feminina é um assunto polêmico. .

As pessoas entendem o ser pastor ou pastora como status e não como um chamado vindo da parte do Senhor. As mulheres acham ser machismo a não ordenação pastora de mulheres,mas a Bíblia é clara sobre esse assunto e devemos nos apegar no que a Bíblia diz.

As mudanças estão sendo rápidas, novos entendimentos surgem, entretanto, ainda persiste a orientação de que  mulher pastora só ser for esposa de pastor.

06-06-16 013

 Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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As mulheres foram excluídas da história do cristianismo, afirma historiadora

Pesquisa de erudita cristã quer corrigir “erro histórico” sobre o papel das mulheres

por Jarbas Aragão

Gospel Prime

As mulheres foram excluídas da história do cristianismo, afirma historiadora
“As mulheres foram excluídas propositalmente da história do cristianismo”

A professora Kate Cooper, da Universidade de Manchester, é uma erudita em questões históricas do cristianismo. Ela está causando diversas reações no meio acadêmico com o lançamento de uma longa pesquisa. Material que foi reunido no livro Band of Angels: The Forgotten World of Early Christian Women [Hoste Angelical: O Mundo Esquecido das Mulheres do Início do Cristianismo], lançado este mês pela editora Atlantic.

Cooper identificou dezenas de mulheres cristãs que foram “esquecidas”, mesmo sendo muito influentes no primeiro e nosegundo século. Especialmente, por que naquele período o cristianismo era – em certos aspectos – mais progressista em relação às mulheres do que hoje.

Seu argumento é que as mulheres desempenharam um papel fundamental na divulgação da nova fé cristã através de redes familiares e de amizades. A autoridade delas nas comunidades cristãs foi conquistada no desempenho como líderes comunitárias ou pequenas empresárias. Além de passarem os princípios da nova fé aos seus filhos.

Uma das únicas mulheres mencionadas no livro de Atos é Lídia, a vendedora de púrpura. Ela foi uma das primeiras pessoas a patrocinarem o ministério de Paulo.

Também lembrada pela tradição cristã é Perpétua, que viveu em Cartago no final do segundo século. Seu testemunho de fé ficou famoso na época em que era grande a perseguição. Ela se recusou a negar a sua fé, indo contra a vontade de seu pai e acabou sendo martirizada. Seu diário, escrito enquanto aguardava a execução na prisão, seria considerado um documento radical demais para o mundo de hoje.

Isso demonstra o comprometimento dela e provaria, ao contrário das opiniões da maioria dos teólogos, o papel da mulher no início do cristianismo, esclarece a professora Cooper.

Um das mais influentes (e ignorada), segundo a historiadora, é Tecla de Icônio, quem os cristãos do segundo século acreditavam ter sido uma das discípulas do Apóstolo Paulo. Embora não se tenha muitos detalhes sobre ela, sua história era muito conhecida nos primeiros séculos de cristianismo. Existe um documento chamado de “Atos de Paulo e Tecla”, difundido na igreja primitiva, que mostrava como ela se rebelou contra sua família por recusar-se a casar; um ato impensável na época.

A influência de sua história durou muito tempo, tornando-se uma das responsáveis pela formação da teologia católica sobre a castidade e da virgindade. “Todo grande escritor cristão no século IV tinha uma irmã. Estas jovens foram encorajadas a seguir o exemplo de Tecla. Ao invés de criticá-la por ter desobedecido seus pais, a Igreja primitiva celebrava a sua coragem”, assevera Cooper.

“O cristianismo foi bastante revolucionário na forma como tratou suas mulheres, especialmente quando se percebe quanto o mundo antigo era machista… Essas santas mulheres tinham uma influência radical e poderosa na igreja primitiva. Pena que foram escondidas à vista de todos”, lamenta a historiadora.

“Muitas histórias dos Evangelhos, por exemplo, a de Marta e Maria no registo de Lucas, pode nos dizer muito mais sobre o papel da mulher se pararmos para prestar atenção. Isso é algo que os escritores do sexo masculino não teriam feito de forma natural… As fontes antigas sempre mencionam as mulheres, mas ao longo do tempo foi se dando cada vez menos atenção ao seu papel. Realmente, eles foram amplamente excluídas da história da Igreja”, enfatiza. Cooper ressalta que sua inspiração para o livro foi justamente por ser cristã e acreditar que esse equivoco histórico precisa ser corrigido.

As mulheres, defende a professora, pregavam o evangelho com regularidade nos dois primeiros séculos do cristianismo. Em algumas comunidades inclusive realizavam batismos.

Porém, após a conversão do imperador romano Constantino, no ano 313 d.C, a religião tornou-se institucionalizada. Os bispos passaram a ser as autoridades governamentais e as mulheres deixaram de ser vistas como figuras importantes, o que prevalece até hoje.

De tempos em tempos a Igreja católica discute a ordenação de mulheres ao sacerdócio, mas sem mudanças significativas. Em algumas denominações evangélicas elas vêm reconquistando o seu espaço, mas não sem gerar controvérsia e debates acirradosCom informações de History Extra e Daily Mail.