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Após encontro com Deus, médico deixa indústria do aborto

Hoje, Haywood Robison lidera grupo pró-vida

Haywood Robinson. (Foto: Reprodução / Facebook)

Antes de se tornar um ativista pró-vida, o médico Haywood Robinson realizou centenas de aborto, mas um encontro com Deus o fez mudar sua vida completamente e o levou para o time de defesa da vida.

Ao podcast “The Pure Flix”, Robinson revelou que desde criança desejou ser médico, quando iniciou a residência, ele aprendeu a fazer os procedimentos de dilatação e curetagem, utilizados em abortos.

Robinson foi treinado na década de 1970 depois de Roe v. Wade – o caso da Suprema Corte que legalizou o aborto em todo os Estados Unidos.

“As instalações de aborto estavam espalhadas por todo o sul da Califórnia”, disse Robinson. “Aprendi a fazer o procedimento em 1978 e passei três anos treinando em medicina de família”.

Robinson conheceu sua esposa, Noreen, durante seu treinamento em residência e os dois começaram a realizar abortos juntos.

Mas tudo mudou em 1986, quando o casal participou de um evento em uma igreja e o pregador fez uma ligação para quem quisesse “estar bem com Deus”. Até aquele momento, o médico nunca tinha ouvido falar do Evangelho ou no que significava ser cristão.

Foi ao se converterem que ele e sua esposa entenderam que o trabalho deles estava errado. “[Deus] abriu nossos olhos para o quão hedionda é essa guerra contra bebês e ele nos lançou em uma carreira pró-vida”, disse ele.

“Você fica dessensibilizado a ponto de o médico desumanizar o bebê dentro do útero e não ser mais algo sagrado – não é mais uma vida humana preciosa”, disse ele.

Ele acredita que Deus realmente o transformou – e ofereceu uma mensagem a qualquer pessoa que esteja procurando por uma mudança de vida.

“Jesus, ele entra e muda tudo. Nós nos tornamos uma nova criatura”, disse Robinson. “Ele transforma nossa mente e nos alinhamos à sua palavra pelo seu espírito, por isso é uma nova vida.”

Hoje o Robinson tem 66 anos e é diretor de assuntos médicos e educação do grupo pró-vida 40 Days for Life.

Trump manifesta-se contra o aborto: “Toda criança é um presente preciso de Deus”

“Aquele que disse ‘antes que formá-lo no ventre, eu o conheci’ também está ao seu lado”, garantiu o vice, Mike Pence.

          Trump manifesta-se contra aborto: “Toda criança é um presente de Deus”

Donald Trump completa um ano na presidência  dos Estados Unidos esta semana. Embora a mídia enfoque apenas nas declarações consideradas “impróprias”, ele fez um discurso histórico nesta sábado (19).

A Marcha ocorre anualmente em Washington. Ontem, enquanto os ativistas pró-vida participavam da 45ª edição do evento, a poucas quadras da Casa Branca, o republicano enviou um recado a eles, onde lembrou que um de seus atos mais recentes foi modificar a lei para garantir a liberdade religiosa e de consciência aos trabalhadores de serviços de saúde do país. Na contramão do que propunha Obama, médicos e enfermeiros cristãos que se opõem ao aborto, por exemplo, podem alegar isso para não participar da interrupção de gravidez, que ainda é legal nos EUA.

É a primeira vez que um presidente em exercício fala da Casa Branca com os participantes da Marcha pela Vida, o maior movimento anti-aborto dos EUA. Trump deu declarações fortes, lamentando que os Estados Unidos estejam entre os  países  que ainda permitem abortos voluntários depois de 20 semanas de gravidez.

“Toda criança é um presente precioso de Deus… Estamos querendo proteger a santidade da vida e da família, que é a base de nossa sociedade”, disse o presidente, que foi muito aplaudido pelos participantes. Também disse que pretende lutar contra as leis que legalizaram o aborto no país, embora reconheça que isso é difícil.

A postura de Trump, que mantém o discurso conservador de sua campanha, sempre tem grade repercussão entre os evangélicos, apontados pelos especialistas como a maior base de apoio do presidente. Devido aos cortes nos repasses de dinheiro público às clínicas de aborto, ele recebeu o prêmio de “Personalidade Pró-Vida de 2017“.

Quem também fez um breve discurso foi o vice Mike Pence. Abrindo o pronunciamento de Trump, ele citou indiretamente o texto de Jeremias 1:5 e garantiu: “O amor salva vidas… Suas orações estão salvando vidas. Os que são pró-vida nunca devem duvidar que nós estamos com vocês. Eu e o presidente estamos do seu lado. Aquele que disse ‘antes que formá-lo no ventre, eu o conheci’ também está ao seu lado”. Com informações de CBN

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Mulher atira coquetel molotov em cristãos que faziam vigília de oração contra prática de aborto

Publicado por Tiago Chagas em 27 de março de 2015

Mulher atira coquetel molotov em cristãos que faziam vigília de oração contra prática de abortoUm grupo de cristãos ativistas pró-vida sofreu um atentado enquanto orava em frente a uma clínica de abortos. Uma mulher acendeu e atirou um coquetel molotov no grupo de fiéis.

A Polícia prendeu a mulher sob acusação de agressão agravada por uso de arma mortal, e posteriormente a identificou como Melanie Toney, uma defensora do aborto.

“Ontem à noite, próximo ao final da vigília de oração diária, um transeunte jogou um objeto em chamas contra os voluntários de oração. Felizmente ninguém ficou ferido e as chamas foram apagadas rapidamente”, disse a entidade Central Texas Coalition for Life em um comunicado.

Segundo o Life News, um representante da entidade disse que é comum os cristãos ativistas pró-vida serem alvo de reações extremas: “Esta não é a primeira vez que as pessoas têm jogado objetos contra nós, mas claramente neste caso, foi uma ameaça mais direta, e nós sempre queremos ter cautela”, ponderou o porta-voz.

Segundo Ruth Allwein, uma das manifestantes contrárias ao aborto que estava no local, as pessoas se afastaram quando viram o coquetel molotov: “Parecia algum tipo de garrafa, e tinha um pavio aceso nela, por isso o meu primeiro instinto foi se afastar, disse a cristã à emissora local KVUE.

Segundo a imprensa de Austin, no Texas, a mulher “admitiu ter atirado uma garrafa para fora da janela com algum papel nele e disse que ‘pode’ ter sido aceso quando ela jogou”.

Os apoiadores do aborto, assim como ativistas ateus, têm adotado uma postura bastante agressiva contra cristãos conservadores nos Estados Unidos.

O país tem visto embates na Justiça e discussões sobre liberdade de expressão e crença em quase todos os estados, e os cristãos se queixam de terem seus direitos cerceados pelos que se opõem aos princípios bíblicos.