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GLOBO ELOGIA E RECORD CRITICA

 

No embate dos grupos sobrou até para Ana Paula Valadão

Por: Redação Creio

Se durante muitos anos a Rede Globo foi vista como inimiga dos evangélicos e a Record como porta voz do grupo, estes posicionamentos, depois da noite deste domingo, dia 13, se inverteram com o tempo. Enquanto o grupo O Globo, trouxe uma extensa reportagem em seu jornal sobre crescimento da música gospel entre as mulheres, a Rede Record não poupou esforços na TV para criticar as manifestações do Espírito e atacar o grupo Diante do Trono. Um terceiro elemento irá se somar a este cenário nos próximos dias: Silas Malafaia, que já prometeu no twitter que responderá a Edir Macedo.

O programa “Domingo Espetacular” que foi ao ar neste domingo, 13, falou sobre o “cair no espírito” prática bastante frequente em igrejas pentecostais que é condenada pelo bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da TV Record. “Música, agitação e tombos no meio de um culto religioso”, narra o apresentador Paulo Henrique Amorim que diz que os repórteres do programa foram conhecer de perto o que eles chamam de “fenômeno do cair no espírito” e explica que ele “faz com que as pessoas fiquem como se estivessem em transe”.Edir Macedo já mostrou em programas da IURD TV e também em seu blog que não concorda e não acredita nos dons do espírito da forma como são pregados nas igrejas pentecostais. Bispos da IURD também falaram em programas da madrugada que esse ato é demoníaco e chegou a mostrar a cantora Ana Paula Valadão caindo ao ser ungida.

No jornal O Globo deste domingo, a revista do jornal deu destaque as novas vozes da musica gospel. Citou o sucesso de Mariana Valadão, Bruna Karla, Arianne, Brenda, entre outras.

Com informações do Portal DT

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Feminismo tornando impossível que as mulheres se dediquem à família

 

Comentário de Julio Severo: A primeira vez que a serpente veio até a mulher, a bandeja trazia o fruto proibido. Hoje, são carreiras fora do lar, de modo que a mulher possa ser tudo, menos aquilo para o qual Deus a criou para ser:

“E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei umaajudadora idônea para ele.” (Gênesis 2:18 ACF)

O artigo secular abaixo mostra que a bandeja hoje, para as mulheres, está vindo muito mais tentadora, mas não menos mortal, para elas, para seu chamado dado por Deus e para suas famílias, deixando, num plano muito bem elaborado pela ONU, o homem na posição invertida daquilo que Deus planejou.

Por que, à medida que as mulheres se destacam na escola e no mercado de trabalho, cada vez mais mulheres inteligentes estão tendo que se casar com homens com menos formação e piores condições financeiras

As mulheres estão ultrapassando os homens na formação acadêmica e no mercado de trabalho, disse ontem um ministro do governo britânico, criando uma nova geração de pais “donos de casa”.

David Willetts, Ministro das Universidades e Ciência, previu que os relacionamentos e a estrutura familiar tradicional se transformariam, com a maior igualdade de poderes entre os sexos, e que as mulheres iriam ganhar mais do que seus parceiros.

Mulheres bem sucedidas terão que se casar com homens menos qualificados do que elas, e cada vez mais, terão que escolher seus maridos com base em quão compreensivos eles serão com as carreiras delas, em vez da sua capacidade de dar suporte financeiro.

Procurando o amor: Pesquisa sugere que mulheres estão tendo mais dificuldades em achar homens de status social parecido.

E os especialistas dizem que as mulheres irão com mais frequência se tornar as provedoras, com cada vez mais homens ficando em casa para cuidar das crianças.

O Ministro Willetts afirma que há evidências claras das escolas de que os garotos estão ficando para trás, sendo ultrapassados por estudantes do sexo feminino nas universidades.

Willetts afirma: “Não sou contra as mulheres terem mais vantagens, mas agora existe uma lacuna enorme se você considerar as estatísticas, em que parece que cerca de 50% das mulheres estão se formando na universidade quando elas completam 30 anos de idade, enquanto só cerca de 40% dos homens estão se formando”.

Ele acrescenta: “Isso pode causar mudanças nos padrões de vida das famílias. Então há questões bastante profundas”.

O estudo do Pew Research Centre da Filadélfia, publicado na revista The Atlantic, sugere que as mulheres que se formam nas universidades se encontram em situação similar à que enfrentam, durante algum tempo, as mulheres negras.

Os tempos estão mudando: À medida que elas se destacam, cada vez menos conseguem encontrar o marido ideal

Nos Estados Unidos, 70% das mulheres negras são solteiras, e o número de mulheres negras com diploma universitário é o dobro do de homens negros.

Na Inglaterra, muitas mulheres acreditam que há uma escassez de maridos tradicionais.

Claire Davis, de 33 anos, que trabalha com serviços financeiros e mora no sul de Londres, disse ao jornal The Times o seguinte: “Tenho um bom emprego, meu próprio apartamento e posso fazer tudo o que quero, mas muitos dos homens com os quais me deparo não estão à altura de mim. Se eu levar em conta os meus colegas de faculdade, os homens tendem a não se sair tão bem quanto as mulheres".

De acordo as últimas estimativas, 50% das mulheres estão se formando em curso superior. Em comparação, só 40% dos homens chegam a esse nível.

Em entrevista para Dermot Murnaghan, da agência Sky News, o Ministro Wiletts disse que essa tendência pode levar a uma mudança na vida das famílias.

Willetts afirma: “Existe agora uma lacuna enorme se você considerar as estatísticas, em que parece que cerca de 50% das mulheres estão se formando na universidade quando elas completam 30 anos de idade, enquanto só cerca de 40% dos homens estão se formando.”

“É aqui que entram os sociólogos, e as pessoas refletem sobre as consequências disso, mas nós temos uma lacuna no desempenho acadêmico aqui que vai desde as escolas às universidades, e eu quero ver uma melhora nas oportunidades educacionais para homens e mulheres, porque parece que o desafio hoje na nossa sociedade é evitar que os meninos fiquem para trás”.

“Isso pode, por sua vez, inverter a diferença salarial entre homens e mulheres, pois isso tem relação com o que eu estava dizendo antes, de que em geral os mais qualificados ganham mais”.

“Isso pode levar a mudanças nos padrões de vida das famílias, então há questões bastante profundas aqui, e eu acho que são essas as questões nas quais nós, como sociedade, deveríamos focar”.

Traduzido por: Luis Gustavo Gentil

Título Original: Why more and more intelligent women are being forced to ‘marry down’ and find a less-educated man as females win out at work and school

Fonte em português: www.juliosevero.com

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Prática do ‘Cair no Espírito’ Gera Controvérsias, ‘É um Fenômeno Natural’ Diz Apologista

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

A prática de “cair no espírito”, presente em diversas igrejas evangélicas no Brasil e no mundo, descrita na série “Grandes Reportagens” do programa Domingo Espetacular, da Record provoca controvérsias entre os próprios evangélicos.

evangélicos

(Foto: noticias.r7.com)

Foto de tela do vídeo da Grande Reportagem sobre o "Cair no Espírito" transmitido pela Rede Record.

Enquanto alguns apoiam a iniciativa, justificando o “cair” como maneira de ficar em plena comunhão com o divino, outros condenam a prática, classificando-a como modismo teológico.

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De acordo com o apologista Johnny T. Bernardo, fundador do Instituto de Pesquisas religiosas (INPR Brasil), a prática não é aceita de forma unânime nas igrejas adeptas do fenômeno e mesmo nas igrejas petencostais. “São características esporádicas, presentes em igrejas de pouca formação teológica e que supervalorizam o ‘místico’ e o ‘sobrenatural’”, diz.

Segundo o estudioso, muitas pessoas, tanto latinas como de origem anglo-saxônica são facilmente atraídas por modismos teológicos e religiões de poder. “São características individuais e que variam de igreja para igreja e de país para país”.

é possível encontrar por, exemplo, igrejas em Nova York que induzem seus membros ao “cair no espírito”, mas também outras que optam por uma liturgia mais leve, com ministração de louvor e estudo bíblico. “Trata-se, pois, de um fenômeno global, e não apenas regional”.

História

O “cair no espírito” é uma prática adaptada pelas igrejas em célula e sua origem está na visão de Bogotá (G12).

Segundo Bernardo, o fenômeno passou a ser visto também como uma demonstração de que o crente está em plena comunhão com o divino.

Uma das igrejas pioneiras na prática é a Comunidade Cristã do Aeroporto, de Toronto, Canadá que, além do “cair no espírito”, tornou-se mundialmente conhecida pela “unção do riso” – experiência segundo a qual o crente começa a rir descontroladamente, seguido pelo “cair no espírito”. Outro “fenômeno” é o dente de ouro, prática comum em algumas igrejas pentecostais brasileiras, durante a década de 80.

A unção de Toronto passou a ser usada nas chamadas “ministrações”, reuniões de êxtase “espiritual” induzida por ministradores – pastores ou líderes de células – em ocasião de congressos e encontros.

Um dos primeiros a introduzir a prática no Brasil foi o casal César e Cláudia Castelhanos, autores e líderes internacionais da igreja em células. Presentes no 1º Congresso Nacional de Igrejas em Células no Modelo dos 12, realizado em junho de 2000, em Sumaré, SP, o casal ministrou a unção de Toronto, diante dos quais diversas pessoas, entre pastores e líderes, foram ao chão.

O crescimento exponencial do Protestantismo, que chega atualmente a cerca em torno de 590 milhões de seguidores, produziu uma igreja com diversas faces e formas de atuação, explica o apologista.

“é um fenômeno natural, mas que precisa de acompanhamento bíblico e eclesiástico. Os casos de Paulo e João que subiram ao céu por meio de um arrebatamento são fatos bíblicos que comprovam a atuação divina sobre o homem.”, diz Bernardo.

O estudioso acredita que a forma como algumas igrejas interpretam tal fenômeno foge à reta ortodoxia e constitui-se num prejuízo ao Evangelho.

“A virtude do Espírito é dada à Igreja como uma forma de “dunamis” (poder, impulso) para que esta realize a obra de Deus (Atos 1.8). é mais um sinal interno do que externo.”, conclui Bernardo.