Eclética - Ad Majorem Dei Gloriam -Shema Yisrael Adonai Eloheinu Adonai Ejad, = "Ouve Israel! O Senhor é Nosso Deus e Senhor, o Senhor único." PIX: 61986080227
Embora a Bíblia não use termos científicos modernos, ela descreve esses conceitos através de princípios espirituais: 🔹 A VOZ COMO FREQUÊNCIA: Em Gênesis, Deus cria o mundo pelo som (“E disse Deus…”). O som é vibração e frequência. A criação foi “sintonizada” pela Palavra.
🔹 LUZ É ENERGIA: “Deus é Luz” (1 João 1:5). A Bíblia descreve a essência divina como a forma mais pura de energia, que sustenta a vida e dissipa as trevas.
🔹 PODER DINÂMICO: No grego original, a palavra para poder é Dynamis (origem de “dinâmico”). É a energia ativa do Espírito Santo que transforma o ambiente e as pessoas.
🔹 SINTONIA MENTAL: Filipenses 4:8 nos orienta a focar em coisas boas. Na prática, é um convite para ajustar nossa “frequência” mental e emocional para vibrar na paz e na gratidão.
📖 Conclusão: Para a Bíblia, a maior energia é o Amor e a frequência que nos conecta ao Criador é a Fé.
Ouvi a palavra do SENHOR, vós, filhos de Israel, porque o SENHOR tem uma contenda com os habitantes da terra, porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus. (Os 4.1) Você precisa se preocupar com teologia? Ou teologia é “coisa” só para seminaristas e pastores? Quem é o verdadeiro teólogo? Aquele que é mestre ou doutor em teologia, ou qualquer que tenha opinião formada sobre Deus? Aliás, porque se preocupar com isso? Não seria a experiência com Deus mais importante do que o conhecimento de Deus?
Muitas pessoas, em sua ignorância, acabam achando mesmo que teologia é coisa só para poucos. Na verdade, todos são teólogos, visto que todos sempre têm uma palavra para emitir sobre a pessoa de Deus. Sempre que alguém diz: “Para mim, Deus é…”, ou, “para mim, Deus não existe”, tais pessoas estão emitindo opiniões sobre Deus.
Querendo ou não, todos são teólogos. Teologia é o estudo sobre Deus, ou seja, teologia tem a ver com o “conhecimento de Deus”. Agora, voltando às perguntas (pois elas são a melhor forma de se ensinar algo), seria o conhecimento de Deus algo importante? É importante conhecer a Deus? Por que é importante conhecer a Deus (antes de morrer)?
Teologia = Conhecimento de Deus. Alguém que diz que não gosta de teologia é alguém que não gosta de…? Isso: conhecer a Deus. A verdadeira teologia é aquela que é feita na Sagrada Escritura, pois é ela que ensina sobre a obra e pessoas da Santíssima Trindade.
É sempre na ausência do “conhecimento de Deus” que o povo de Deus acaba se perdendo ou sendo destruído:
O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. (Os 4.6a)
Desde cedo, pessoas na Bíblia se preocupavam em transmitir às futuras gerações o “conhecimento de Deus” que possuíam. A falha nisso causou verdadeiras tragédias espirituais e nacionais em Israel. A “chave” para a “vitória” em Israel estava em transmitir o “conhecimento de Deus” que possuíam e serem fiéis em obedecer tais ensinamentos. Isso, e só isso, traria “vitória” para Israel, em tudo o que fizessem.
Não apenas reis, sacerdotes e profetas se importavam com isso, mas pais também. Eram os pais os principais responsáveis pela transmissão da Verdade de Deus para seus filhos. Ninguém deveria ser negligente ou preguiçoso em sua busca por “conhecimento de Deus”. Um claro exemplo disso são as palavras de Salomão ao seu filho:
”Filho meu, se aceitares as minhas palavras e esconderes contigo os meus mandamentos, para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido e para inclinares o coração ao entendimento, e, se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a voz, se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus.” (Pv 2.1–5)
Note o conselho do Espírito Santo a todos nós através dos conselhos de Salomão ao seu filho. Deus deseja que: a) aceitemos Sua Palavra; b) decoremos (esconder) Sua Palavra; c) prestemos atenção a tudo que diz respeito à Bíblia; d) amemos com todo coração o “entendimento” que vem da Palavra; e) depois de tudo isso, clamarmos por mais inteligência (emocional e espiritual); e, finalmente, f) nos interessarmos e investirmos naquilo que tem a ver com o “conhecimento de Deus”.
A promessa é que, se fizermos tudo isso com zelo e carinho, que começaremos a conhecer realmente quem é Deus. Veja, eu disse “começaremos a conhecer”. Teologia não é algo feito em um mês ou quatro anos. Não é algo que se aprende em um livro técnico sobre determinada doutrina. Teologia se obtém no labor associado à oração e à leitura. Todos devemos ler a Bíblia, e todos devemos orar a Deus.
É no exercício dessas práticas que começamos a obter “conhecimento de Deus”. O segundo passo é introduzirmos leituras relacionadas a Deus, ou seja, livros de teologia, livros sobre doutrinas da Bíblia. Estes livros, quando bem escolhidos, servem para nos ajudar a conhecer melhor a Deus. Se determinado livro não lhe servir no crescimento de seu conhecimento de Deus, verdadeiramente este livro não lhe serve para coisa alguma além de mera diversão (ou distração).
Livros não trazem conhecimento de Deus. A Bíblia traz. Livros só nos ajudam quando firmemente alicerçados sobre a Escritura ou quando encharcados pela cosmovisão bíblica.
Voltando à pergunta inicial, por que se importar com teologia? Porque é a teologia que lhe ajudará a conhecer melhor a Deus. E este é o desejo de Deus revelado em Oséias 4.1, escrito bem abaixo do título acima. Segundo o texto, Deus possuía uma contenda com os moradores da Terra. Esta tristeza e insatisfação se deu pelo fato de não haver amor entre os homens; e, qual a razão da falta desse amor? Não havia verdade, muito menos o conhecimento de Deus.
Assim, teologia não é coisa apenas de seminarista. R. C. Sproul, citado por Dave Harvey em seu livro Quanto pecadores dizem ‘sim’ (Editora Fiel), afirma que:
“Todo cristão é um teólogo. Ele pode não ser um teólogo no sentido técnico ou profissional, mas ainda é um teólogo. A questão não é ser ou não ser um teólogo, mas se somos bons ou maus teólogos”.
Quer você tenha pouco conhecimento de Deus ou muito, por causa disso você possui uma “teologia” em sua mente, um “conhecimento de Deus” guardado em si. O que Deus claramente espera em Sua Palavra é que você cresça e amadureça este conhecimento que você possui sobre Ele. Não permaneça ignorante a respeito da Palavra de Deus e do Deus da Palavra. Ignorância é pecado. Falta de conhecimento de Deus é pecado. É desobedecer sua Palavra que diz:
Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; (Os 6.3a)
Obedeçamos a Palavra de Deus. Seja onde for, seja quando for, sempre tenhamos a Palavra de Deus e um bom livro sobre Deus à mão. Temos tão pouco tempo para viver… Que tal se vivermos intensamente na busca do “conhecimento de Deus”? W. Porte
Como um dos piores desastres ambientais da região se tornou uma atração turística popular.
Caminhantes passam por uma enorme dolina nas margens do Mar Morto, perto de Ein Gedi.( crédito da foto : Menachem Kahana )Por Ruth Marks Eglash27 DE JANEIRO DE 2026 12:26Atualizado :30 DE JANEIRO DE 2026 04:19
Ao raiar do dia numa sexta-feira recente, uma dúzia de pessoas se reuniu no ar frio da manhã, no ponto mais baixo da Terra.
Agasalhados com suéteres quentes e calçados com botas de caminhada, o pequeno grupo conversou e riu antes de partir para uma aventura em um dos piores desastres ambientais da região: explorar as margens do Mar Morto, que está encolhendo rapidamente.
Seguindo de perto Sergey Andreyev, um guia experiente e proprietário da Wild Adventures , a primeira parada do grupo foi o estacionamento, agora tomado pelo mato, da outrora mundialmente famosa praia e ponto turístico do lado israelense do mar: Ein Gedi .
“Fiquem perto de mim e não se desviem para a direita nem para a esquerda. Se precisarem ir ao banheiro, me avisem”, instruiu Andreyev, guiando o grupo por cima de uma grade de metal desgastada e passando por uma placa com os dizeres “Perigo. Não entre”.Anúncio
Ele lidera esses grupos desde 2019, então sabe onde é seguro ir e onde pode ser perigoso. As pessoas que o seguiam, de todas as idades e de todas as partes de Israel, estavam lá para ver o que aconteceu com o icônico lago salgado e seus arredores.
Nova atração
Se a imagem do turista bronzeado, de chapéu de aba larga, flutuando nas águas tranquilas enquanto lê um jornal já foi sinônimo do Mar Morto , o litoral cada vez mais exposto, com seus enormes sumidouros – alguns cheios de água natural morna –, curiosas formações de sal, massas cristalinas e uma variedade de estalactites e estalagmites deslumbrantes, criou agora um novo tipo de atração turística.
Ao longo dos meses de inverno, de novembro a março, pessoas de todo o país acorrem para ver as mudanças ambientais e ecológicas – algumas resultantes de processos naturais e outras causadas pela intervenção humana – que aqui se instalaram.
Relaxando nas piscinas de água doce ao lado do Mar Morto. (crédito: Menachem Kahana)
Ao fazer sua primeira parada, Andreyev esclareceu o motivo de todos os avisos. De pé sobre um pequeno trecho de asfalto preto rachado que antes fazia parte da Rodovia 90, a mais longa de Israel, que liga Metula, na fronteira norte, até Eilat, a cidade mais ao sul do país, ele explicou o óbvio: este trecho da rodovia não está mais em uso, depois que enormes crateras se abriram na superfície da estrada há alguns anos.
Apesar de anos de esforços de engenharia – incluindo o preenchimento repetido das crateras e o reforço da estrada – para salvar a área e mantê-la em uso, incluindo a praia pública, a natureza tinha outros planos.
“A natureza é muito mais forte que as pessoas”, brincou um dos participantes da excursão enquanto o grupo olhava nervosamente para um buraco enorme no meio da estrada agora afundada.
Nas proximidades, outrora majestosas tamareiras desabaram sobre si mesmas, e um conjunto de edifícios dilapidados e cercas de metal retorcidas são tudo o que resta do que já foi uma praia muito popular e um ponto de parada à beira da estrada no trecho sinuoso da rodovia.
Como parte da visita guiada, Andreyev descreveu o complexo processo ecológico – e as decisões humanas – que causaram essa devastação em massa, levando a melhor sobre a humanidade e superando sua tecnologia.
Processo ambiental
Com o aquecimento do clima da Terra, as águas particularmente salgadas do Mar Morto, que fica em um local onde as temperaturas de verão podem chegar a mais de 50 graus Celsius (122 graus Fahrenheit), têm evaporado constantemente.
O processo foi agravado por décadas de desvios de água da principal fonte do mar, o Rio Jordão . Os desvios nas nascentes do rio, no Líbano e na Síria, bem como os projetos hídricos agrícolas e nacionais ao longo de seu curso em Israel e na Jordânia, também reduziram o fluxo de água.
A isso se soma a água bombeada por fábricas locais em Israel e na Jordânia para extrair os minerais naturais únicos do Mar Morto – potássio, bromo, cloreto de sódio, magnésia, cloreto de magnésio e magnésio metálico – e o nível do mar, já o mais baixo da Terra, tem diminuído cerca de um metro por ano nas últimas décadas.
Limitado por Israel, Jordânia e Cisjordânia, o Mar Morto também está no centro de tensões geopolíticas, o que significa que, em nível global, os perigos ambientais do desaparecimento do Mar Morto, uma das maravilhas naturais do mundo, não foram adequadamente abordados pelas partes que poderiam ajudar.
Ecoturistas observam uma enorme cratera que destruiu a rodovia mais longa de Israel, a Rodovia 90, ao lado do Mar Morto. (crédito: Menachem Kahana)
Com o ressecamento das águas salgadas, alguns processos ecológicos incomuns tomaram forma aqui. As águas naturais desceram das montanhas circundantes, intensificadas pelas chuvas de inverno em áreas mais afastadas, criando rios de água doce caudalosa que fluem sob a superfície da Terra.
Essa fonte de água doce erodiu as camadas de sal deixadas pelo recuo do mar, afrouxando o solo e levando ao surgimento de milhares de dolinas. Um estudo de 2017 da Universidade Ben-Gurion do Negev contabilizou cerca de 5.500, mas o número continua aumentando. Vista de cima, a costa do Mar Morto agora se assemelha à superfície do planeta Marte.
“Faço isso há sete anos e conheço cada uma dessas crateras intimamente”, disse Andreyev, descrevendo como cada uma continua a crescer em tamanho, enquanto novas surgem o tempo todo.
“Não fiquem muito perto da beira, porque ela vai desabar”, alertou ele ao grupo enquanto nos guiava pelo abandonado ponto turístico de Ein Gedi, descendo uma escadaria de tijolos sinuosa e perigosa, passando por guarda-sóis enferrujados e um posto de salva-vidas em ruínas, até chegarmos ao mar.
A praia de Ein Gedi está fechada ao público há quase uma década, principalmente devido aos buracos que se alastram e aos perigos que representam, mas também porque o recuo acentuado do nível do mar torna difícil chegar à beira-mar.
Mas esse grupo não veio para dar um mergulho no Mar Morto ou para aproveitar seus conhecidos poderes terapêuticos. Eles estavam lá para vivenciar algumas das novas maravilhas ambientais que surgiram e para aprender mais sobre o desastre ambiental.
“Eu não fazia ideia de que essa era a situação aqui”, disse Ohad Wagner, que participava do passeio com cinco amigos como parte de uma excursão de aniversário para sua namorada, Sarai Marom, ao The Jerusalem Report .
“É aniversário dela e ela queria fazer algo especial. Era o sonho dela fazer esse passeio”, disse ele, descrevendo como o casal e seus amigos se hospedaram em um acampamento de luxo próximo e transformaram a experiência em uma viagem de dois dias.
Um casal e seu cachorro aproveitam as piscinas naturais que se formaram dentro de dolinas ao lado do Mar Morto. (crédito: Menachem Kahana)
Marom, que disse estar prestes a completar 38 anos, declarou ao jornal : “Eu queria fazer algo especial e tirar todo mundo da bolha de Tel Aviv, levando-os para a natureza.”
Apesar de alguns desafios na caminhada de quatro quilômetros, ela disse que achava que seus amigos estavam gostando.
atração selvagem
“Todos têm a mesma reação quando vêm para esta excursão”, disse Andreyev, admitindo: “Você pode ver as mesmas coisas na área do hotel, mas lá as pessoas não estão prestando atenção porque estão ocupadas com as férias”.
Ele se referia a Ein Bokek , um local de férias a poucos quilômetros ao sul de Ein Gedi, onde vários grandes hotéis ficam à beira de uma experiência mais “higienizada” do Mar Morto, onde a água do mar foi purificada e areia fina foi colocada ao redor da orla.
Em contraste, a paisagem aqui é toda natural, até mesmo selvagem e um tanto surreal.
De fato, ao longo de toda a Estrada 90, que corre paralela à costa do Mar Morto, carros estavam estacionados aleatoriamente em acostamentos improvisados. Esses locais indicam o início de trilhas rústicas que levam a uádis escondidos, onde a água doce desce das montanhas para dolinas, criando piscinas naturais de água quente.
Desafiando os avisos, caminhantes curiosos em busca de uma aventura relaxante percorreram o terreno rochoso – rezando para que a terra não se abrisse sob seus pés – e tentaram alcançar alguns dos novos fenômenos naturais que cercam este lago singular.
Ao norte de Ein Gedi, famílias e grupos de amigos se divertiam nas piscinas termais, aproveitando a água oleosa e o sol de inverno antes de retornarem à montanha para seus carros. Mesmo com o Mar Morto de águas turquesa ao alcance, as pessoas estavam claramente ali pelas piscinas de água doce.
Cristais e tesouros
Ao guiar seu grupo da Wild Adventures para longe da praia abandonada de Ein Gedi, Andreyev também compartilhou conosco algumas das novas maravilhas da região.
Na primeira praia, ele recolheu grânulos de sal perfeitamente arredondados que pareciam minúsculos cristais. Na segunda, separou grandes aglomerados da famosa lama rica em minerais do Mar Morto, revelando quadrados de sal brilhantes como diamantes.
Entre uma coisa e outra, ele apontou várias dolinas, algumas cheias de água doce convidativamente tranquila, e contou ao grupo sobre o surgimento da primeira dolina – ou pelo menos a primeira a ser notada pelos humanos – em 1987. Ele também falou sobre como as pessoas agora vêm nadar nessas novas poças de água em vez de no mar.
“Comecei a ver todas essas fotos incríveis do Mar Morto no meu feed do Facebook – ilhas de sal, cogumelos gigantes de sal – e simplesmente me apaixonei pela ideia de visitar o local”, disse Liat Milrod, que se juntou à viagem com o marido, que também estava comemorando aniversário.
“Eu amo a natureza e nunca viria a esses lugares sozinha, então decidi me inscrever nesta viagem”, explicou Milrod, que mora na cidade de Be’er Ya’acov, na região central do país. “É tão bonito aqui, e fica a apenas uma hora e meia da minha casa; é muito perto.”
Formações de sal em formato de diamante são deixadas pelo recuo do Mar Morto. (crédito: Menachem Kahana)
Lizi Tadela, amiga de Marom, concordou que a paisagem era linda e o passeio foi “interessante”.
“Havia tanta coisa que eu não sabia sobre essa região”, disse ela, acrescentando que agora estava “muito curiosa para aprender mais”, especialmente sobre o desastre ambiental que está acontecendo lá e o que poderia ser feito para melhorar a situação.
Para finalizar a visita, Andreyev ofereceu algumas palavras de conforto àqueles que haviam expressado alarme com a possibilidade de o Mar Morto acabar desaparecendo completamente.
Ele destacou as medidas tomadas nos últimos anos pelas autoridades israelenses para restaurar parte do fluxo do Rio Jordão, a principal fonte natural de água do Mar Morto. Em 2022, o governo aprovou um plano de recuperação para o Baixo Rio Jordão que inclui o aumento da liberação de água doce do Lago Kinneret, ao sul de Tiberíades, em dezenas de milhões de metros cúbicos anualmente, juntamente com esforços para reduzir a poluição e a salinidade.
Embora a água adicional ainda não tenha chegado ao Mar Morto, especialistas ambientais esperam que a medida marque uma mudança significativa após décadas em que o rio foi amplamente esvaziado por desvios e projetos de infraestrutura.
Andreyev também citou um estudo do Instituto Weizmann que determinou que é improvável que o Mar Morto desapareça completamente, porque, em algum momento, a natureza prevalecerá novamente e “um novo equilíbrio provavelmente será alcançado em cerca de 400 anos, após uma diminuição do nível da água de 100 a 150 metros”.
“Enquanto nada mudar drasticamente por aqui, o mar não desaparecerá completamente”, assegurou Andreyev ao grupo, enquanto nos guiava de volta pela encosta da montanha para encerrar o passeio.