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Pastor é condenado a prisão por se negar a retirar cruz de igreja, na China

Por Folha Gospel – 14/01/20

 

Partido Comunista d uha China tem investido contra igrejas, removendo as cruzes de seus templos. (Foto: Bitter Winter)
Partido Comunista da China tem investido contra igrejas, removendo as cruzes de seus templos. (Foto: Bitter Winter)

Um pastor que tentou impedir a remoção da cruz de sua igreja, foi recentemente condenado a cinco anos de prisão na China.

O pastor Li Juncai lidera a Igreja Zhongxin, no condado de Xinxiang, província de Henan e além da pena a ser cumprida, também foi multado em 210.000 RMB (US $32.487).

O líder cristão foi detido pela primeira vez pelas autoridades locais no dia 20 de fevereiro de 2019, junto com três outros cristãos de sua igreja: Wu Raoyun, Bai Yun e Ma Yanfang, após ser acusado de interromper o serviço público.

Quando o governo de Henan removeu cruzes em toda a província, o pastor Li tentou impedir os oficiais do Partido Comunista de retirar a cruz da Igreja Zhongxin. Ele também se opôs à instalação de uma plataforma para hastear a bandeira chinesa em sua igreja e a substituição da placa com a inscrição “Ame a Deus, ame as pessoas” por “Ame seu país, ame sua religião”.

De acordo com a organização de ajuda a cristãos perseguidos, ‘China Aid’, o pastor Li foi condenado com uma série de acusações, como desfalque, obstrução da administração governamental e destruição de registros contábeis.

No entanto, Li Chao, filho do pastor Li Juncai, afirma que as autoridades do Partido Comunista Chinês forjaram todas as acusações contra seu pai em retaliação por ele ter se oposto à demolição da cruz da igreja pelo Partido Comunista Chinês e à supressão das igrejas domésticas pelo governo para aumentar o controle estatal sobre a religião.

Estima-se que a província de Henan tenha uma população cristã de milhões de pessoas. De acordo com a Fundação Amity, Henan ocupa quase um quarto da população cristã do país. Alguns comentaristas estrangeiros a chamam de “Galiléia da China”.

Desde de 2018, as autoridades da província têm reprimido as igrejas, na tentativa de reduzir significativamente o número de congregações e de cristãos.

Fonte: Guia-me com informações de International Christian Concern

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“El Infierno no Existe, es un invento de la Iglesia” afirma famoso Obispo

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Falso milagre na igreja Plenitude

Esposa do bispo Alex Kwiek, preso por venda de falso milagre, afirma que ele é inocente

Apesar de a esposa negar o envolvimento do marido, ele foi indiciado por formação de quadrilha e aguarda em liberdade o fim das investigações.

22 horas atrás

Bispo Alex e Bispa Lisa

A redação do Fuxico Gospel foi procurada na última semana pela bispa Lisa, esposa do bispo Alex Kwiek, ambos lideres da igreja Plenitude Place, localizada em Alphaville, bairro rico de São Paulo.O bispo Alex havia sido pauta do Fuxico Gospel, quando foi preso juntamente com o cantor gospel Tino e outros membros da família como: o pai e a mãe. Segundo as investigações, a quadrilha aplicou golpes superiores a R$ 50 milhões com a venda de falsos milagres. Em nota, a bispa Lisa contou que o marido foi citado injustamente no caso, e que foi vítima de preconceito por ser cigano. Ela também disse que o marido foi mencionado entre os suspeitos por ter o mesmo sobrenome, e que praticamente não tem contato com os parentes.

Apesar de Lisa negar o envolvimento do marido com o crime, ele foi indiciado por formação de quadrilha, e aguarda em liberdade o fim das investigações.

Leia na íntegra, a nota enviada pela bispa à nossa redaçāo:

“Em 08 de dezembro de 2020, foram encaminhados temporariamente à delegacia, no âmbito de uma investigação conduzida pelo 14º Distrito Policial.

Obtivemos cópias do procedimento policial e constatamos a existência de um grave equívoco. Embora as investigações sejam sigilosas, podemos atestar que o Alex Kwiek foi mencionado, porque alguns dos suspeitos têm o mesmo sobrenome que ele. São parentes que ele praticamente não tem contato.

Bispo Alex Sandro Kwiek e bispa Lisa, são referências com um trabalho sério e responsável há mais de 12 anos no bairro de Alphaville, e na cidade de Barueri, sempre agindo com a maior transparência e responsabilidade, seguindo os princípios da palavra de Deus.

São amigos de grande parte dos cantores e pregadores de referência no Brasil, sempre foram exemplos em ajudar as pessoas e de instruir à luz da palavra de Deus, mas como o racismo ainda é muito relevante no Brasil e no mundo, não só sobre os ciganos, também atacam os negros, índios, judeus, árabes etc… mas ainda bem que a verdade prevalece sobre toda acusação mentirosa.

Assim, foi prestado esclarecimentos ao responsável pela investigação, que entendeu que, efetivamente ele não tinha qualquer relação com os fatos, liberando de qualquer acusação, nem em toda a sua carreia ministerial e nem na sua vida particular, não tendo nada do que se envergonhar.

“A verdade prevalece e seguimos fortes e levamos as marcas de Cristo e não iremos regredir, entendemos que as pessoas que servem a Cristo serão perseguidas e caluniadas”, disse o Bispo Alex Kwiek.

Pois a nossa missão é amar pessoas e ajudar ao próximo, porque acreditamos que existe um Deus que nos justifica. A igreja segue cada vez mais unida e forte por um propósito: ajudar as pessoas que são rejeitadas pelo mundo.”