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Especial de Natal do Porta dos Fundos mostra Deus em prostíbulo

Em anos anteriores, o grupo humorístico também debochou da fé cristã e da Bíblia.
FONTE: GUIAME,
Cena do Especial de Natal “Te Prego Lá Fora”. (Foto: Reprodução / YouTube Porta dos Fundos).
Cena do Especial de Natal “Te Prego Lá Fora”. (Foto: Reprodução / YouTube Porta dos Fundos).

Intitulado “Te Prego Lá Fora”, a produtora Porta dos Fundos divulgou, nesta segunda-feira (6), mais um polêmico Especial de Natal, que desta vez mostrará Jesus adolescente, tendo que se adaptar à vida na escola.

O personagem consome pornografia, sofre bullying por parte dos colegas e encontra Deus, seu pai, em um prostíbulo. Na cena, Jesus comenta que “isso não é coisa de Deus”, ao que alguém responde: “na verdade, aquela ali é exclusiva de Deus”.

Em mais um ataque ao cristianismo, nesta produção o grupo humorístico usa recursos de desenho animado. A estreia está prevista para o próximo dia 15 de dezembro.

Outras figuras bíblicas farão parte do enredo: Maria, a mãe de Jesus, Lázaro, Barrabás e Maria Madalena, todos dublados pelo conhecido elenco do grupo integrado por Antônio Tabet, Gregório Duvivier e Fábio Porchat.

Em anos anteriores, o grupo debochou da fé cristã e da Bíblia. Em 2018, produziram “Se Beber, não ceie”; em 2019, O “Especial de Natal Porta dos Fundos – A Primeira Tentação de Cristo”, mostra Jesus gay.

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Suíça aprova cápsula em forma de caixão para suicídio assistido

A Sarco Suicide Pod permite ao usuário se suicidar por falta de oxigênio através de comandos internos.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE G1 E O GLOBO
A Sarco Suicide Pod permite ao usuário se suicidar com comandos internos. (Foto: Facebook/Philip Nitschke).

A Suíça aprovou o uso de uma cápsula para a realização de suicídio assistido, nesta segunda-feira (6). O dispositivo, impresso em 3D, tem o formato de um caixão portátil, que pode ser levado para o lugar em que o suicida deseja tirar a própria vida.

A máquina, chamada de Sarco Suicide Pod, pode ser acionada por dentro e funciona reduzindo o nível de oxigênio na cápsula até a um nível crítico em que a pessoa morre. O processo de eutanásia leva cerca de 30 segundos e o falecimento ocorre por hipóxia (falta de oxigênio nos órgãos) e hipocapnia (baixo teor de dióxido de carbono no sangue).

O Sarco foi projetado para ser levado ao local de preferência dos usuários. A cápsula é biodegradável e ainda pode se desprender da base para servir como um caixão. A autorização para o uso do equipamento foi concedida pelo Conselho de Medicina suíço e a previsão é que a máquina comece a ser usada no ano que vem.

O suicídio assitido é legalizado na Suiça para pessoas com doenças terminais ou quadros irreversíveis. Em 2020, cerca de 1.300 pessoas usaram os serviços das organizações de eutanásia, Dignitas e Exit International.

A “cápsula suicida” foi criada pelo Dr. Philip Nitschke, apelidado de “Dr. Morte”, que é diretor da Exit International. “Esperamos estar prontos para disponibilizar o Sarco para uso na Suíça no próximo ano. Tem sido um projeto muito caro até agora, mas achamos que estamos muito perto da implementação agora”, disse o Dr. Nitschke a mídia local, na semana passada.

A criação de Philip foi condenada por críticos da eutanásia, devido ao método utilizado. “O gás pode nunca ser um método aceitável para o suicídio assistido na Europa devido às conotações negativas do Holocausto. Alguns até disseram que é apenas uma câmara de gás glorificada”, disse o Dr. Nitschke ao The Independent, em uma entrevista de 2018.

A máquina também foi alvo de críticas por seu design futurista, que segundo alguns promove uma glamourização da morte.

 

Caso você esteja pensando em cometer suicídio, procure ajuda especializada como o CVV e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. 

O CVV (https://www.cvv.org.br/) funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.

 

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O nascimento de Jesus – Isaías 7:14 realmente é uma profecia messiânica?

Luke Wayne

Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel. Isaías 7:14 Os críticos muitas vezes afirmam que este versículo nunca se destinou a ser uma profecia messiânica.

Eles apontam que Isaías 7 descreve um encontro entre Isaías e o rei Acaz. O ‘sinal’ em Isaías 7:14 é oferecido ao rei para assegurar-lhe que Deus livrará Judá da sua coalizão de inimigos. O sinal de um Messias que nasceria muito tempo depois que o rei Acaz estava morto não parece cumprir o objetivo. Eles argumentam, portanto, que Isaías 7:14 só poderia estar falando sobre algo que aconteceu pouco depois que Isaías falou essas palavras e não tinha nada a ver com o Messias.

O problema com este argumento é que ele pressupõe que Isaías 7 foi escrito no vácuo. Assume que a história foi escrita sem conexão com o resto do livro de Isaías e para absolutamente nenhum propósito além de meramente registrar um evento.

O Livro de Isaías, no entanto, não é um livro de memórias ou uma obra de história. Há muito pouca narrativa em Isaías. Quando ele conta uma história, está utilizando essa história para fazer um ponto maior. Quando o autor do Novo Testamento citou Isaías 7:14 em referência a Jesus, não estava apenas “rasgando” o verso e atirando-o na página. Estava fazendo um caso maior de que Jesus era o cumprimento de uma série de profecias sobre um Filho Messiânico prometido em Isaías 7-12. Mateus aplicou diretamente o versículo a Jesus, dizendo: Artigos Relacionados Isaías 40:22 e a Forma da Terra Apologéticos A primeira parte de Isaías 40:22 diz: “É ele [isto é, Deus] quem se assenta acima do círculo da… Quem é o ‘Príncipe da Paz’ de Isaías 9: Jesus ou Ezequias? Uma Resposta ao Judaísmo.

O livro de Isaías contém uma profecia sobre uma impressionante criança em seu capítulo 9:…

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Estudos Diversos

1) ANO DO NASCIMENTO? Jesus não nasceu no ano zero (até porque não existe esse ano; 1 a.C. passa… Jesus: O Centro das Promessas do Antigo Testamento Judaísmo Jesus Cristo é o cumprimento das promessas e profecias do Antigo Testamento. Ele é a semente… Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz; Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco. Mateus 1:22-23

O evangelho de Lucas, no entanto, estabelece o ponto de forma mais holística. Enquanto Lucas não cita diretamente nenhum versículo, Lucas 1:31-33 liga diretamente o nascimento virginal com as profecias, como Isaías 9:7 sobre sentar no trono de Davi e governar um reino para sempre. Há também linguagem semelhante à de Isaías 10. Lucas não está apenas citando um texto-prova, mas aplica a ideia do Filho Davídico prometido em Isaías 7-12 como um todo a Jesus, começando com o nascimento virginal.

Da mesma forma, Mateus não cita apenas Isaías 7:14. Mateus 4:15-16 também aplica Isaías 9 a Jesus, e um caso pode ser feito de que Mateus 2:23 aplica Isaías 11 a Jesus também. Em outros lugares do Novo Testamento, Jesus é explicitamente identificado com a ‘raiz de Jessé’ de Isaías 11:10 (Romanos 15:12), bem como a ‘pedra do tropeço’ de Isaías 8:14-15 (Romanos 9:33 1 Pedro 2:8). Claramente, eles viram Isaías usando a história de seu encontro com o rei Acaz como parte de um ponto maior que Isaías estava fazendo para seus leitores naquela seção inteira de seu livro. Mas isso é realmente o que Isaías pretendia? Os detalhes certamente apontam nesse caminho: Em Isaías 7:3, quando Deus envia Isaías para falar com o rei, Deus diz a Isaías que leve seu filho Sear-Jasube.

A Bíblia diz especificamente que os filhos de Isaías são sinais do Senhor para Israel (Isaías 8:18) e, no próximo capítulo, somos informados de que Isaías nomeia outro de seus filhos como um sinal profético (Isaías 8:3-4). O fato ter sido dito a Isaías para trazer um filho específico pelo nome não é um acidente. É parte de sua mensagem.

O nome da criança, Sear-Jasube, significa ‘um remanescente retornará’. A conversa de Isaías com o rei é sobre Deus protegendo Judá, mas abaixo havia algo mais: uma promessa de que um remanescente retornaria. Retorno de onde? Do exílio, é claro. Todo o Livro de Isaías está lidando com o exílio vindouro e a promessa de retorno e restauração. Não era essa, no entanto, a preocupação do rei Acaz. Ele estava preocupado com seus inimigos naquele momento, e Deus prometeu protegê-lo contra esses inimigos. No entanto, Deus também falava claramente de algo maior do que isso, e Ele trouxe Isaías e com ele a mensagem de que ‘um remanescente retornará’. Se você lê Isaías 7-12 conjuntamente, esta mensagem é central e frequentemente repetida. É também uma futura esperança messiânica. Isaías está falando ao rei Acaz no singular, mas quando chegamos em 7:13, a gramática muda e ele está falando com a ‘casa de Davi’ no plural.

Embora seja difícil perceber no inglês, os pronomes mudam do singular ‘você’ para o plural ‘vocês’ [Nota do Tradutor: ambas as formas são You em inglês], e as formas verbais refletem um endereço plural. Isaías entregou sua profecia de forma a falar com um público mais amplo do que o rei apenas. Isaías 8:8 continua a referir-se a Emanuel como aquele a quem a terra pertence. Então, o filho prometido de Isaías 7:14 é trazido para o contexto maior, e não como um mero espectador. Isaías 9:6-7 descreve o Filho prometido que se sentará no trono de Davi e governará para sempre. Isaías 11 fala de um rebento do tronco de Jessé (o pai de Davi) que governará em justiça. A imagem é da casa de Davi como uma árvore que foi cortada até o toco, mas um novo rebento brota da árvore e produz nova vida. É uma imagem de restauração futura através de um novo rei davídico.

Há um tema consistente de um futuro Messias a nascer. Corre por toda a passagem e começa com Isaías 7:14 e a primeira promessa de Emanuel. A inclusão desta história no livro de Isaías mostra que ela continha uma mensagem para leitores posteriores e não apenas para o rei Acaz. Provavelmente havia uma criança nascida nos dias de Acaz que lhe serviu de sinal nessa situação, mas não nos é dito nada mais sobre ela porque não era esse o ponto nesta história contada.

Isaías contou esta história para apontar uma mensagem maior para seus leitores, a mensagem de julgamento e a promessa de restauração. Houve uma dupla realização desta profecia que foi concebida por Deus desde o início. Foi o que tornou esta história significativa até mesmo para os leitores originais de Isaías, que eles mesmos teriam lido este capítulo bem depois do Rei Acaz e da libertação de Jerusalém da ameaça imediata e temporária. As profecias de Isaías foram sobre o exílio vindouro e a posterior esperança de restauração sob o Messias. Isaías inclui a história porque continha essa mensagem, mesmo que o rei Acaz não a conhecesse.

A leitura estreita e superficial de Isaías 7 oferecida pelos céticos perde tudo isso e, portanto, perde a bela consistência que atravessa esses capítulos. Isaías está advertindo as pessoas que um julgamento violento está chegando, mas ele também promete uma esperança além desse julgamento. A esperança última de um reino eterno e um rei Messias que será ‘Deus conosco’ e que será chamado de ‘Deus poderoso’. Jesus é esse Messias divino. Traduzido por Fabricio Luís Lovato a partir de

Fonte: https://gracamaior.com.br/estudos/apologeticos/1249-profecia-messianica-isaias-7-14.html
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