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Iremos morar no céu?

Para onde vamos segundo a Bíblia? 📖✨

1A resposta depende do “momento” que a Bíblia descreve:

  • Logo após a morte: Muitas passagens sugerem um estado de repouso ou presença imediata com Deus (o “Paraíso”).
  • O destino final: O livro de Apocalipse (cap. 21) diz que o plano final não é a gente morar no céu, mas o Céu descer para a Terra. Deus criaria um “Novo Céu e uma Nova Terra” restaurados, sem dor ou morte.
  • Ressurreição: A promessa bíblica principal é a ressurreição do corpo; ou seja, voltaríamos a ter uma vida plena e física, mas em um mundo perfeito.
    Resumo: O céu é visto por muitos como uma “morada temporária”, enquanto o projeto final de Deus é habitar com a humanidade aqui mesmo, em uma Terra renovada.
  1. ↩︎

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Deus, segundo Nikolas Tesla.

Antes de morrer, Nikola Tesla teria dito algo que poucos compreenderam na época: que Deus é frequência… e que o corpo humano é uma antena.
A mesma lei que faz um átomo vibrar quando outro, na mesma frequência, se aproxima — não é mágica. É física. Não é fé cega. É mecânica. É ressonância.
Ao longo do tempo, estudiosos de diferentes tradições perceberam algo em comum: quando o corpo entra em um determinado estado, a realidade responde. Não como um favor concedido, mas como um reflexo natural dessa sintonia.
A religião ensinou muitos a pedir, como se Deus estivesse distante, sentado em um trono, decidindo quem é digno. Mas além das estruturas e dos rituais, há uma percepção mais profunda: Deus não decide… Deus ressoa.
A religião pode ser um caminho para acessar esse estado — mas não é o único. Há quem encontre com ela, há quem encontre sem ela… e há quem nunca encontre, mesmo dentro dela. Porque o acesso não está no sistema de crenças, mas na frequência do corpo.
Você não precisa encontrar Deus. Precisa encontrar a frequência em que Ele já está te respondendo. Sempre esteve. A antena é o seu corpo — só estava fora de sintonia.
A questão nunca foi se Deus existe. A verdadeira pergunta é: em que frequência você está?
A oração que funciona não é a que tem as palavras certas. É a que coloca o corpo no estado certo.
O monge em silêncio, a mãe em oração, o xamã no tambor, o sufi girando… práticas diferentes, mas o mesmo estado. A mesma frequência. A mesma resposta do campo.
No fim, não importa no que você acredita. O campo não reage à crença — responde à vibração.
E talvez seja isso que muda tudo: não é sobre convencer o céu… é sobre alinhar o que você é.

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O adultério leva a miséria, segundo o Rei Salomão

A citação reflete a essência dos provérbios e ensinamentos atribuídos ao Rei Salomão, especialmente no livro bíblico de Provérbios. Neles, a “miséria” não é descrita apenas como a falta de dinheiro, mas como uma falência múltipla em diversas áreas da vida.

Vejamos:

1. A Miséria Moral e da Alma

Para Salomão, o adultério é visto como uma falta de conhecimento e de juízo. Ele afirma que quem o pratica “destrói a sua própria alma”.

• Perda de Autorespeito: O indivíduo perde sua integridade e passa a viver sob o peso da culpa e do engano.

• Vazio Interior: A satisfação momentânea é substituída por uma angústia profunda, uma forma de “miséria espiritual” onde a paz de espírito deixa de existir.

2. A perda da Reputação (Miséria Social)

Na sabedoria de Salomão o nome de uma pessoa vale mais do que riquezas. O adultério traz uma marca que “não se apagará”.

• Desonra: O indivíduo perde a confiança da família, dos amigos e da comunidade.

• Vergonha Pública: A exposição do ato perante a sociedade será difícil de reverter, o que é uma forma de pobreza relacional.

3. Consequências: pobreza material.

A Bíblia alerta que a imoralidade pode levar literalmente à pobreza material.

• Desperdício de Recursos: Salomão menciona que o envolvimento com pessoas de má conduta pode reduzir um homem “a um pedaço de pão”.

• Conflitos Legais e Perdas: No contexto da época (e ainda hoje), o adultério gera destruição de lares, o que envolve divisões de bens, gastos com processos e a perda da estabilidade financeira que uma família unida costuma construir.

4. O “Fogo no Peito”

Salomão usa uma metáfora muito clara: “Pode alguém caminhar sobre brasas sem queimar os pés?” (Provérbios 6:28).

Em resumo: Salomão ensina que a traição é um “mau negócio”. O lucro é passageiro, mas o custo — pago com a paz, com o dinheiro, com a família e com a honra — leva a pessoa a um estado de escassez em tudo o que realmente importa para uma vida plena.

Ele explica que as consequências são inevitáveis. A miséria, nesse sentido, é o resultado de uma escolha que quebra a confiança básica da sociedade (o casamento).

Pr. Ângelo Medrado