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O NATAL, A LUZ, E A ESCURIDÃO.

Por Leandro Borges

"Dispõe-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor nasce sobre ti. Porque eis que as trevas cobrem a terra, e a escuridão, os povos; mas sobre ti aparece resplendente o Senhor, e a sua glória se vê sobre ti." (Isaías cap.60 vers.1,2).

A palavra "luz" é destacada pelo profeta Isaías. O que é a "luz" ??? Todos sabemos que a luz é a ausência de trevas, mas devemos entender que a questão aqui é a separação entre a luz e as trevas. Logo no início ba Bíblia em (Gênesis cap.1 vers.4), lemos: "…e (Deus) fez separação entre a luz e as trevas". Observe que Deus não eliminou as trevas, Ele as separou da luz. Portanto, uma segunda palavra-chave que devemos lembrar é "separação".

A vinda de Jesus significa exatamente isso: separação !!! Ou você crê e aceita que Jesus Cristo veio em carne, viveu uma vida sem pecado e sacrificou a si mesmo, derramando Seu sangue na cruz do Calvário pelos seus pecados, e que assim você tornou-se um filho da luz; ou você rejeita essa verdade eterna e continua sendo um filho das trevas.

O versículo inicial não diz apenas "eis que as trevas cobrem a terra", mas prossegue: "e a escuridão, os povos". Essa é a realidade em nosso mundo. Por exemplo, dificilmente podemos imaginar a terrível escuridão em que viviam os terroristas-suicidas islâmicos que seqüestraram os aviões de passageiros no dia 11 de setembro de 2001 e os lançaram contra edifícios ocupados por milhares de pessoas inocentes. Por que eles fizeram isso ??? Sem dúvida, eles estavam convencidos de que seu ato era justificado; para eles, essa era a coisa certa a fazer. Eles criam firmemente que, no momento da morte, seriam trasladados para a glória do paraíso. Entretanto, tal convicção religiosa não é baseada na verdade; ela tem seu fundamento na imaginação do coração maligno dos homens seduzidos pelas "trevas".

As Escrituras, entretanto, não dizem que apenas as pessoas que cometem tais crimes horrendos vivem nas trevas, pois lemos: "…a escuridão [cobre] os povos". Isso significa que todos os povos do mundo vivem em trevas.

A escuridão é algo terrível, porque ela impede que vejamos qualquer coisa. Por exemplo, se você entrar no porão de uma casa ou em outro lugar escuro durante a noite, sem dispor de uma luz, correrá sério perigo de se machucar. É isso que a Bíblia nos comunica: todas as pessoas na terra estão em sério perigo, não apenas em sua vida presente, mas também quanto à eternidade. Portanto, é extremamente importante que você se chegue à luz.

Quando Jesus, a luz do mundo, o Verbo (a Palavra) de Deus, fez-se carne e habitou entre nós, Ele ofereceu a luz a todos, dizendo: "Eu sou a luz do mundo" (João cap.8 vers.12), João, porém, declarou: "E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam" (João cap.1 vers.5). Por que as trevas não a compreendem ???

Encontramos a resposta para essa importante questão em (João cap.3 vers.19-20): "O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem argüídas as suas obras".

O nascimento de Cristo, ou seja, o Natal, somente pode tornar-se efetivo em sua vida, se você sair das trevas e vier para a luz. Sem isso, o Natal será apenas como uma peça teatral tradicional – na verdade, tola e comercial.

Observe que as palavras de (Isaías cap.60 vers.1,2) são dirigidas a Israel. A luz era e é Jesus Cristo, o Filho de Deus, o Messias de Israel e Salvador do mundo. A oferta da luz e da separação foi feita inicialmente aos judeus. Ela era destinada a Israel, que, entretanto, rejeitou a Jesus. Assim, Ele voltou-se para os gentios. Isso torna-se bem evidente no versículo 3: "As nações (os gentios) se encaminham para a tua luz…" Portanto, as palavras do versículo 2b ainda aguardam seu cumprimento final: "mas sobre ti (Israel) aparece resplendente o Senhor, e a sua glória se vê sobre ti". Isso ainda não ocorreu com Israel, de modo que deverá cumprir-se no futuro.

No mesmo capítulo, o profeta Isaías proclama: "Também virão a ti, inclinando-se, os filhos dos que te oprimiram; prostar-se-ão até às plantas dos teus pés todos os que te desdenharam e chamar-te-ão Cidade do Senhor, a Sião do Santo de Israel" (Isaías cap.60 vers.14). Atualmente, acontece o contrário: Israel continua odiado e oprimido. Os árabes têm um só objetivo: a destruição do Estado judeu. Eles dizem que o sionismo deve ser eliminado. Entretanto, isso não acontecerá. No final, todos os povos chamarão Jerusalém de "Cidade do Senhor, a Sião do Santo de Israel".

Finalmente, o profeta afirma: "Nunca mais se ouvirá de violência na tua terra, de desolação ou ruínas, nos teus limites…". Virá o tempo em que Israel será a nação dedicada ao Senhor, exatamente como está registrado nas Escrituras. Israel será um louvor a Deus em meio a todos os povos da terra. Somente então a verdadeira paz prevalecerá em todo o globo. O Príncipe da Paz governará "com cetro de ferro" (Apocalipse cap.19 vers.15) e não irá tolerar qualquer rebelião. Todos os povos estarão sujeitos à autoridade do Senhor dos senhores e Rei dos reis, Jesus, o Crucificado. Então, finalmente, Lucas 2.14 será uma realidade mundial: "…paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem".

Esse tipo de Natal continua inimaginável nos dias em que vivemos, porque o mundo inteiro jaz nas trevas. Entretanto, existe uma excessão: a paz interior individual e pessoal que você pode experimentar agora mesmo. Mesmo nestes tempos turbulentos, essa paz que "excede todo o entendimento" está disponível para você. Tenha uma verdadeira experiência natalina neste ano! Jesus disse: "Assim também agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar". (João cap.16 vers.22).

QUE DEUS TE ABENÇOE…

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Cristianos sosos, iglesias sin luz

Juan Simarro Fernández

 
Y se escandalizaban de Él (XIV)

Cristianos sosos, iglesias sin luz

No debemos convertir el cristianismo en una religión cómoda que a nadie interpela en forma de reto y de servicio, que a nadie ofende ni cuestiona.

19 DE DICIEMBRE DE 2011

Cuando titulo esta reflexión como “Cristianos sosos, iglesias son luz”, tampoco es mi propósito hacer una crítica a la iglesia y al pueblo cristiano en general, sino hacer una reflexión sobre la vida desalada que, a veces, podemos llevar los creyentes dejando al mundo sin sabor, sin luz.
Creo que la reflexión merece la pena. Espero que no os escandalicéis ni de las palabras de Jesús ni de esta reflexión. Jesús nos tuvo que decir: “Vosotros sois la sal de la tierra; pero si la sal se desvaneciere, ¿con qué será salada”… Vosotros sois la luz del mundo… No se enciende una luz y se pone debajo de un celemín… para que vean vuestras buenas obras…”. Mateo 5:13-16 .
En todo caso, sin pretender ninguna crítica que escandalice, sería una crítica a la vivencia del cristianismo de forma no comprometida, light, sosa, cómoda… irresponsable, para llevar a una reflexión en búsqueda de un compromiso lleno de sabor, de luz, de fuerza… de gracia . No debemos convertir el cristianismo en una religión cómoda que a nadie interpela en forma de reto y de servicio, que a nadie ofende ni cuestiona.
Cuando no vivimos en profundidad y con coherencia la projimidad, el servicio, el compromiso con el mundo, con los valores del reino y con la radicalidad de las enseñanzas de Jesús, convertimos nuestra vivencia de la espiritualidad cristiana en algo insaboro, inodoro, lleno de indiferencia, irresponsablemente cómodo y falto de compromiso… no hay sal, no hay luz. Nos convertimos en un grupo que intenta mirar al cielo o que nos miramos a nosotros mismos, pero un grupo al que le falta sal, especies, picante… vida.
Cuando esto es así, nuestra presencia cristiana en el mundo, sólo sirve para que nos pisoteen como algo vano y sin valor, que nos echen a los contenedores de la basura porque hemos perdido todo principio que nos motiva a la vivencia de una vida cristiana que da sal y luz al mundo.
Así, cuando somos cristianos sosos o iglesias sin luz, podemos hablar desde el pesebre hasta la cruz, haciéndonos cómodos rincones para adormilarnos al olor de los animales o de las imágenes de lo que llamamos un belén, o para recostarnos buscando goces insolidarios en los brazos de la cruz. Todo nos sirve para sestear e intentar vivir goces insolidarios que son vanos y que no sirven para nada. Vapores adormideros de conciencias.  Búsquedas de seguridades que huelen a insolidaridad y egoísmo pernicioso. Vapores religiosos que no nos comprometen, como nos pide la definición bíblica de religión, ni con los huérfanos, ni con las viudas, ni con ningún otro colectivo sufriente del mundo.
Es entonces cuando hemos caído en la sosería, en lo insípido, en lo no motivante ni liberador para el mundo. Estamos metidos debajo del almud, del celemín, de las cuatro paredes de la iglesia sin que la luz y la sal lleguen al mundo que nos necesita.
Cuando perdemos el contacto con el mundo y nuestra vivencia del cristianismo transmite vaciedad y oscuridad, hemos perdido el contacto con el Dios de la vida , con el Dios que es luz y sal para el mundo. Hemos perdido el reflejo que de lo divino debe haber en los seguidores de Jesús.
Cuando no somos sal y luz, cuando hemos dejado de hacer del cristianismo vida que esparce sal y luz por el mundo, es cuando convertimos la vivencia de lo espiritual en ritual, en doctrinas y tradiciones que no nos hacen caminar por el mundo como “vivos entre los muertos”, no andamos como vivos que van salando el mundo, vivos que son una ráfaga permanente de luz. Caminamos como cadáveres que han perdido la esencia de la vida cristiana, el sabor y la luminosidad. Somos cuerpos opacos que caminamos por el mundo ante la indiferencia de todos.
Cuando no vamos esparciendo sal y luz, ya no somos testigos del Evangelio . Hacemos para nosotros mismos un evangelio de autoconsumo que no nos reta ni nos convierte en las manos y los pies del Señor que se mueven en medio de un mundo de dolor esparciendo la sal y la luz que debe convertirse en el consuelo, la práctica de la misericordia, la acción social cristiana comprometida con los débiles del mundo, los estilos de vida y las prioridades en la línea de los ejemplos que nos dejó Jesús.
Cuando vivimos un cristianismo inoperante que no esparce ni la sal ni la luz que el mundo necesita, estamos convirtiendo nuestra fe en algo mortecino, que no actúa, que no tiene obras… las obras de la fe, las obras del amor. Es por eso que el texto concluye que debemos ser sal y luz para que se puedan ver nuestras buenas obras, nuestros hechos, nuestros compromisos prácticos de ayuda solidaria a los sufrientes del mundo: “Así alumbre vuestra luz delante de los hombres, para que vean vuestras buenas obras, y glorifiquen a vuestro padre que está en los cielos”.
Los cristianos que huyen de lo insípido, de lo soso, de lo inoperante, no tienen más remedio que vivir su fe de forma que ésta actúe a través del amor . El Apóstol Pablo, que lo vemos como el defensor de la salvación por fe, y es cierto, tiene que darnos esta frase que convierte la fe en algo activo, operativo, con obras, actuando a través del amor… las obras de la fe: Lo importante es “la fe que actúa por el amor”. Las obras que hacen que los cristianos puedan ser sal y luz, un fermento de compromiso que puede liberar al mundo, que lo puede cambiar, que puede acercar a todos sus rincones los valores del reino que son valores solidarios, restauradores de los sufrientes del mundo y que trae a la luz a aquellos que han sido relegados a los últimos lugares de forma inmisericorde.
Es entonces cuando ya no vamos a buscar el rincón cómodo o romántico del pesebre, ni vamos a sestear más acurrucados en los brazos de la cruz. Tanto el pesebre como la cruz van a ser nuestra fuerza, lo que nos impulsa a salir al mundo para sazonarlo con el sabor de la sal e iluminarlo con la lumbre de la vida . Cuando miramos con compromiso hacia el pesebre o hacia la cruz, es cuando nos damos cuenta que nos queda un camino estrecho que recorrer siguiendo al maestro. Es cuando nos haremos testigos vivientes y visibles de Cristo, fuerza divina humanizadora, liberadora, solidaria… Se necesita más sal, sal de la tierra y luz del mundo, para dejar de sestear y que mundo pueda ver nuestras buenas obras… Si no, ¿cómo van a glorificar a Dios?

Autores: Juan Simarro Fernández

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