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Pastor Iraní se Niega a Dejar Fe en Cristo a Cambio de Libertad

 

PorKatherine Weber | Reportera de Christian Post Traductor Joel Suarez

En otra violación de la libertad religiosa, Irán ha solicitado nuevamente al pastor cristiano Youcef Nadarkhani mientras se encuentra en la cárcel, que renuncie a su fe en Cristo y acepte al profeta Mahoma como su salvador, con la promesa de su liberación. Nadarkhani se ha negado.

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    (Foto: Cortesia de ACLJ.org)

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La Agencia Cristiana Internacional de noticias BosNewsLife afirma haber recibido información del Organismo de vigilancia de la persecución Christian Solidarity Worldwide el viernes, confirmando que Nadarkhani había rechazado una oferta de ser liberado de la prisión a cambio de su reconocimiento público del profeta Mahoma como "un mensajero enviado por Dios", creencia de los partidarios del Islam.

"El último intento de presión al Pastor Youcef para que reconozca a Mahoma como un mensajero de Dios viola tanto la Constitución iraní como varios principios del derecho internacional, que Irán está obligado a respetar," Tiffany Barrans, director legal internacional en el Centro Americano para la Ley y la Justicia , dijo a The Christian Post.

"En lugar de cumplir con sus obligaciones legales bajo el imperio de la ley, que le exige liberar al Pastor Youcef y permitirle la práctica pacífica del cristianismo, Irán una vez más destruye cualquier credibilidad que pudiera tener con la comunidad internacional", añadió Barrans.

Nadarkhani, un pastor evangélico, ha permanecido en la prisión iraní desde octubre de 2009. Él fue arrestado originalmente por protestar contra la enseñanza del Islam en las escuelas de sus hijos. Sus cargos fueron cambiados posteriormente a apostasía y el intento de evangelizar a los musulmanes. Fue condenado a muerte, a menos que renuncien a su fe cristiana, y Nadarkhani sigue manteniendo fuerte su creencia en Jesús.

Irán recibió una gran cantidad de críticas internacionales por la violación del pacto internacional de derechos civiles y políticos en el caso de Nadarkhani. Intensa presión finalmente causó que funcionarios iraníes pasaran el caso de Nadarkhani a Ayatolá Alí Jamenei para su revisión final, donde el caso se encuentra ahora, en espera de un veredicto.

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La secretaria de Estado de EE.UU. Hillary Clinton, la Unión Europa, 89 miembros del Congreso, Francia, Gran Bretaña y México, han condenado a Irán, exigiendo la liberación de Nadarkhani.

La comunidad internacional se indignó una vez más cuando a mediados de diciembre, un comunicado emitido por Present Truth Ministries indicó que la corte de Irán pospuso el veredicto Nadarkhani por lo menos durante cuatro meses.

"Si el poder judicial iraní desea algún respeto en el futuro de la comunidad internacional debe adherirse al imperio de la ley e inmediatamente emitir un fallo por escrito liberando incondicionalmente al Pastor Youcef", dijo Barrans en el momento.

Nadarkhani continúa a la espera de su veredicto en una prisión iraní, mientras que su esposa y sus dos hijos siguen esperando por su liberación.

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Vídeo ‘Porque eu odeio a religião, mas amo Jesus’ torna-se viral e causa controvérsias entre cristãos e não-cristãos

 

PorJussara Teixeira | Correspondente do The Christian Post

O jovem Jefferson Bethke, da igreja Mars Hill Church produziu um filme com o tema “Why I Hate Religion, But Love Jesus” – “Porque eu odeio a religião, mas amo Jesus” e postou em seu canal no You Tube. O vídeo, que traz sua mensagem em versos cadenciados, muito semelhante a um rap, está causando controvérsias entre diversos grupos de cristãos e não-cristãos.

Jefferson-Bethke

(Foto: Youtube)

Vídeo no Youtube de Jefferson Bethke, “Why I Hate Religion, But Love Jesus” – “Porque eu odeio a religião, mas amo Jesus” causa polêmica e se torna viral.

O conteúdo do vídeo fala sobre temas como legalismo, aparência cristã e o verdadeiro sentido do cristianismo, chamando atenção ao tema de que Jesus supera a religião. O vídeo já gerou mais de 12 milhões de visualizações desde sua publicação, em 10 de janeiro, e mais de 30 mil comentários e vários outros vídeos reposta.

O criador do vídeo baseou-se em sua própria experiência para dizer, em seus versos, que “Jesus e religião estão em lados opostos”, quando a mensagem de Cristo não é praticada pelos que dizem conhecer e professá-la.

“Se a religião é tão grande, por que ela começou tantas guerras? Construiu tantas igrejas, mas não para alimentar os pobres", diz um verso.

Um vídeo em resposta ao de Bethke dizia:

“Por que religião traz o ódio, hipocrisia e guerra? Porque somos infectados com pecado. Mas Deus vai julgá-los. Pessoas sem religião, aqueles que somente tem a Bíblia. Eles ainda sabem como recarregar e matar um ao outro com armas”.

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Nos comentários, pessoas criticavam o autor Jefferson Bethke entendendo que ele estava atacando a igreja.

“Eu amo minha igreja e todos nós somos parte dela. Não podemos deixar que essa era radical acabe com isso. Deus nos quer unidos, nós somos igreja”, opinou diagonza612, usuário do Youtube
.
“Porque é que discutem entre si se todos afirmam conhecer o Senhor. Isto faz-me questionar se as pessoas criticando o poema ainda não são salvas porque se você realmente teve um relacionamento com Deus, você entenderia o que ele está falando. Agora, eu não estou condenando ninguém, tudo que eu estou dizendo é que se nós, que acreditamos que Jesus é Senhor e que ele é a verdade única, não podemos nos unir uns com os outros em vez de atacar uns aos outros?” respondeu Joe Cook.

O autor do vídeo se defendeu no Facebook dizendo que ele não estava usando o vídeo para ‘bater’ na igreja, mas sim mostrar o legalismo e a hipocrisia. “Minha intenção não era de forma nenhuma fazer isso. Em meu coração, eu queria apenas expor o legalismo e a hipocrisia. A igreja é a noiva de Jesus e por isso tenha cuidado na forma como você fada dela.”

E ele esclarece dizendo que “a igreja é a forma para chegar a uma palavra perdida, um hospital para pecadores. Dizer que você ama Jesus, mas odeia a Igreja, é como um noivo dizendo que ama a sua futura noiva, mas odeia crianças. Estamos todos debaixo da graça”.

You Tube

O vídeo recebeu milhares de avaliações, mas o número de pessoas que disseram gostar da mensagem superou os que mostraram não gostar. Até o momento, foram 216.464 likes e 29.725 dislikes.

 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ngEudEAt8vU

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Christians, Muslims Unite to Fight Terror Group Boko Haram in Nigeria

 

By Matthew Cortina | Christian Post Contributor

As Nigeria continues to deal with prolonged violence from terror sect Boko Haram, persecuted Christian and Muslim communities are beginning to work together to root out the terrorist group and curb its mounting influence and destruction in their country.

Thousands of Christians and Muslims protected each other from possible terror attacks while taking prayer breaks during a protest of high fuel prices this weekend (as seen below).

Muslims pray while Christians form a protective human chain around them during a protest against the elimination of a popular fuel subsidy that has doubled the price of gas in Nigeria's capital Abuja, Jan. 10, 2012.

(Photo: Reuters/Afolabi Sotunde)

Muslims pray while Christians form a protective human chain around them during a protest against the elimination of a popular fuel subsidy that has doubled the price of gas in Nigeria’s capital Abuja, Jan. 10, 2012.

The unifying events at the protest coincide with a new initiative from the Nigerian Muslim group, Concerned Citizens of Kano State, that puts Muslims in Christian churches to ease any misdirected tensions between the two religious groups.

The group’s coordinator, Bashir Is’haq Bashir, said the program seeks to eliminate the confusion that Boko Haram has created, while affirming that Muslim-Christian relations in the country have been – and can continue to be – strong.

"It is indeed known to all that Christians have wronged Muslims in Nigeria and also Muslims have wronged Christians, but this is not a time to apportion blames," Bashir told reporters. "This is a time for reconciliation and forgiveness; a time for us to join hands together for our common good in fighting our common enemies."

Fears of civil war escalated following Christmas Day violence last month. When Boko Haram killed dozens in attacks on churches throughout the country, several Christian groups responded with attacks on Muslim institutions.

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Drawing the two sides into a civil war is exactly the chaos Boko Haram wants, experts say.

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Jerry Dykstra, Media Relations Director at Open Doors USA, said Muslim and Christian cooperation, particularly between youths in both religions, is a good start to rooting out the violence, but that work needs to be done to fight the problem at its source.

"As far as Christians and Muslims working together, there has been increased tensions for Christians to take revenge, with attacks on houses and churches," Dykstra told The Christian Post. "The pastors there have tried to quiet that especially among the young people. Unfortunately, Christians have retaliated [to attacks]; I guess it’s a matter of what would you do if your church was attacked and your family was murdered?"

Open Doors, a group that fights Christian persecution worldwide, listed Nigeria 13th on its list of nations in which Christians are most persecuted. A solution to the problem may start with Muslim-Christian cooperation, Dykstra says, but the sect won’t be removed from the country until President Goodluck Jonathan’s government takes greater control of the situation.

"I think Goodluck Jonathan is feeling the pressure and the heat and [Christians should] pray for him to make decisions so that this doesn’t turn into a major civil war," Dykstra said.

Dykstra added that the successful eradication of Boko Haram in Nigeria will lead to greater security for Christians elsewhere, particularly in Africa.

"Boko Haram is fueled by other terrorist organizations in Africa," Dykstra said. "They know it’s such a key spot in Africa for Christianity. I think Christians now are really frustrated that they’re not getting protection from the government. They’re worried there’s no protection and the government and military is slow to react."

President Jonathan is facing two national crises as thousands continue to boycott high gas prices in Africa’s oil rich and most populous nation.

The greatest threat to Nigerian security, however, is Boko Haram, whose attacks have killed hundreds of people over the last two years in its quest to implement Shariah law throughout Nigeria.

To date, Jonathan has deployed scores of troops throughout the country and introduced security measures in its major cities, but violence continues to affect many communities – particularly those in the north – where Boko Haram makes its headquarters.

Dykstra echoes the thoughts of many international advocacy groups who say the violence is likely to continue if immediate, significant action is not taken – whether that will actually happen is the source of some consternation.

"It’s a tense situation and there’s no easy answers," Dysktra said.

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