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Pastor preso no interior de Goiás diz que seu órgão genital era ‘abençoado’

 

Por Cassiany de Paula | Repórter do The Christian Post

Um pastor chocou a comunidde evangélica no município de Aporé, Goiás. O pastor Valdecir Picanto Sobrinho foi preso em flagrante no município sob a acusação abusar sexualmente das mulheres, alegando ter o seu órgão genital abençoado.

  • Pastor é preso por agressão

    (Foto:Divulgação)

    “Ele nos convencia de que Deus só entraria em nossa vida pela boca e por isso nós deixávamos ele fazer o que fazia. Muitas vezes, após os cultos, o Pastor Valdecir nos levava para um terreno nos fundos da igreja e pedia para a gente fazer oral nele até o espírito santo aparecer por meio da ejaculação”, completa uma das jovens abusadas.

Valdecir, que também chegou a abusar sexualmente de algumas idosas que frequentavam a igreja, afirma que teve um encontro com Jesus em um bordel da cidade. Ele afirma que ele recebeu a missão de “distribuir o leite sagrado” por onde pregava o Evangelho, começando pela sua própria Assembléia de Aporé.

“Vocês estão prendendo um servo do Senhor e ainda se arrependerão disso. Espero poder continuar com meu belíssimo trabalho dentro da prisão”, diz Valdecir.

Segundo a delegada responsável pelo caso, Denise Pinheiro, o pastor foi pego em flagrante momentos antes em que o acusado passava seu órgão genital no rosto de uma comerciante local. No momento do flagra, Valdecir prometia à comerciante ter sucesso em seu negócio, isto é, se ela deixasse ser render pelo líquido divino.

“Quando autuamos o senhor Valdecir, ele não ofereceu resistência e ainda perguntou se eu queria fazer parte do reino dos céus durante o trajeto para a delegacia. Ele não tem vergonha de tais atos e acha tudo a coisa mais normal do mundo”, disse Denise.

 

O Pastor foi liberado após prestar depoimento.

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Ter fé, mas sem religião, eleva risco de transtornos

folha.com

DE SÃO PAULO

Pessoas espiritualizadas, mas que não seguem uma religião formal, são mais propensas a sofrerem de transtornos mentais do que ateus e religiosos "tradicionais".

O trabalho, feito pelo University College London e publicado no "British Journal of Psychiatry", entrevistou 7.400 pessoas na Inglaterra, das quais 35% seguiam uma religião, 19% eram espiritualizadas e 46% não eram uma coisa nem outra, ateus e agnósticos.

Os espiritualizados não religiosos tiveram um risco 77% maior de abusar de drogas. Eles também foram muito mais propensos a sofrer de transtornos alimentares, fobias e neuroses.

Os autores do artigo, liderados pelo professor Michael King, reconhecem que são necessários outros estudos para realmente destrinchar e explicar essa relação entre os espiritualizados e os transtornos mentais.

Eles, no entanto, sugerem uma explicação, mesmo que parcial, para o fenômeno: a falta da estrutura de uma religião formal na busca espiritual pode deixar os crentes mais vulneráveis aos problemas mentais.

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