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A outra face da Graça

 

Rubinho Pirola

Aprendemos desde pequenos, que graça é um favor imerecido.

Correto. Mas ainda não de todo.

Tratando-se da Graça de Deus, trazida a nós no seu culminar – no favor de Cristo, na plenitude dos tempos, na entrega do Unigênito Filho de Deus para resolver a nossa questão – existe algo a mais na sua definição.

Se graça fosse somente um favor ofertado a quem não merece, o diabo e seus demônios estariam igualmente debaixo de graça, mas isso não é verdade.

Pensemos bem: Se Deus pode destruir o inimigo, o aproveitador, o acusador das nossas almas e mentes, e não o faz, quer dizer que Ele não o está premiando, beneficiando-o de maneira nenhuma. Há um plano que às vezes nos escapa à razão. Deus que não tem absolutamente no diabo e seus anjos, inimigos à Sua altura, não destruindo-os, não põe-nos debaixo de um favor imerecido, como premia aos Seus filhos. Se assim fosse, teríamos de os expulsar pedindo um favor aos "colegas" ou aos irmãos.

Já pensou?

"Desculpem, xarás, será que me podiam dar a gentileza de irem um pouco pra lá, saindo deste corpo que não lhes pertence? Se fazem favor, companheiros da graça…"

A graça aplicada a eles, não teria um caráter de favorecimento, de beneficiá-los. Ela os poupa sim, para que se cumpra o propósito de Deus. Ela deve trazer a eles o medo, o pavor, certos que devem estar, do final que lhes está preparado.

A graça de Cristo em nós vai além. A graça em nós aponta para o amor, para a identidade que temos em Deus. Não é o que fizemos ou possamos fazer, nem o que não fizemos, ou atos nossos de merecimento, mas o que Ele fez por graça, revelando-nos outra possibilidade de vida, outra identidade; antes forasteiros, afastados, agora, um com Ele, estranhos feito filhos por adoção por graça, um benefício Dele para cada um de nós. A graça nos livra da lei perversa da meritocracia, do toma-lá-dá-cá (como aliás pregam os que querem assassinar tamanha verdade e doutrina). Ela sempre revela o amor de quem a deu e incentiva o amor e a gratidão àquele que dela se beneficia.

E mais: tem ainda um caráter ensinador.

É pela graça que o Espírito Santo trabalha em nós, edificando em cada um que dela bebe, o caráter de Cristo, despertando em nós a gratidão – que nos constrange, que nos força, que nos obriga (2 Coríntios 5:14) a servirmos a Ele – não há outro caminho a seguir.

É o que afirma Paulo a Tito:

“Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos no presente século, sensata, justa e piedosamente.” (Tito 2.11-12)

É isso. Deus age em nós perdoando-nos, não levando em conta os nossos erros, não porque tolera a bagunça, o erro… deixando o barco correr frouxo. Mas assim age, porque tem um propósito maior – o nosso crescimento.

E não para que habitemos o céu amanhã, mas vivamos hoje, de maneira sensata, justa e pia (da maneira de Deus!).

Amém! Trabalhe em mim, Senhor! Deixe a Sua graça agir em mim.

Rubinho Pirola conspira no Genizah

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Noticias

Ala da Assembleia de Deus combate Russomanno

 

NATUZA NERY
DE BRASÍLIA
CATIA SEABRA
DE SÃO PAULO

A Assembleia de Deus de Madureira, braço da maior denominação evangélica do país, entrou em campo contra o candidato Celso Russomanno (PRB).

Em uma recente pregação a obreiros, pastores e dirigentes encarregados de levar "a palavra" aos mais de 520 mil seguidores da igreja em São Paulo, um dos mais importantes líderes da Assembleia provocou: "Vocês dariam a tesouraria da Prefeitura de São Paulo à [igreja] Universal?", bradou o pastor Samuel Ferreira, de 44 anos.

Karime Xavier/Folhapress

O pastor Samuel Ferreira, líder da Assembleia de Deus

O pastor Samuel Ferreira, líder da Assembleia de Deus

O ato foi em 16 de setembro, domingo à tarde, durante um culto no imponente prédio de um quarteirão na Avenida Ceslo Garcia, Brás. Na plateia também estava o candidato do PMDB, Gabriel Chalita, apoiado por Ferreira.

O discurso foi relatado por duas testemunhas. Questionado sobre a frase, Ferreira respondeu: "Não vai ficar [nas mãos da Universal], vai? Não me recordo".

Russomanno, que se intitula católico, é apoiado pela Igreja Universal, comandada pelo bispo Edir Macedo, também dono da Record. A campanha é coordenada por dirigentes da Universal e ex-executivos da TV, entre outros.

No culto da Assembleia, Ferreira completou: "Eles têm um projeto político".

À Folha ele minimizou o apoio da Universal e uma eventual ascendência da igreja sobre Russomanno. Segundo ele, estão supervalorizando o tema: "Nenhuma igreja elege sozinho o prefeito".

"Será que você, enquanto cidadã, aceitaria isso? Acho que nenhum de nós aceita. O Russomanno não governaria São Paulo com a Igreja Universal. Nem ele aceitaria isso. Mas você deve perguntar ao Russomanno", disse.

Procurado pelo candidato do PRB, Ferreira ainda não o encontrou. Além de seu apoiado, Chalita, o pastor já esteve com José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT).

Segundo o Censo de 2010, a Universal tem 126 mil seguidores em São Paulo, mas vem perdendo espaço.

Com mais de 520 mil fieis, a Assembleia, em ascensão, é dividida em dois grandes troncos institucionais: o Ministério Madureira (chamada de Brás na capital) e o Ministério Belém, de José Welington Costa, que apoia Serra.

A Igreja Católica (6,5 milhões de adeptos) já se manifestou contra Russomanno.

Isso ocorreu após a circulação de um artigo do presidente do PRB, o bispo licenciado Marcos Pereira, que a vinculava a uma cartilha contra a homofobia que o governo federal planejava distribuir em escolas. O material foi vetado.

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Tribunal determina fechamento de mesquitas em São Paulo. Dilma condena na ONU perseguição islâmica aos cristãos

 

Julio Severo

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou nesta terça-feira, 25, o fechamento de todas as mesquitas em São Paulo pelo fato de que os seguidores da religião muçulmana têm sistematicamente perseguido, torturado e assassinado anualmente milhares de cristãos em países islâmicos. Horas antes, a presidente Dilma Rousseff condenou a violenta perseguição muçulmana aos seguidores de Cristo no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Nessa altura, você deve estar se beliscando e dizendo: “Uau! Será que estou bêbado e não estou lendo direito?” Ou: “Será que o Julio Severo bebeu?”

De fato, conhecendo o comportamento da Justiça brasileira e da presidente com histórico de terrorista, é impossível imaginá-los agindo contra sua própria natureza.

A verdade é: O Tribunal de Justiça de São Paulo nunca reconheceu a perseguição aos cristãos em países islâmicos. Portanto, no que depender desse nobre tribunal, os islâmicos terão total liberdade para propagar no Brasil suas ideias doces e angelicais. Quanto aos cristãos nos países islâmicos, talvez os nobres juízes pensem: por que é que eles não aceitam as “ideias doces e angelicais” do “profeta” Maomé?

Quanto ao islamismo, houve realmente uma ação dos nobres juízes, conforme noticiou o jornalEstadão: “O Tribunal de Justiça de São Paulo proibiu nesta terça-feira, 25, o site YouTube de exibir o trailer do filme ‘Inocência dos Muçulmanos’, que é ofensivo ao islamismo”.

O título do artigo do Estadão é ainda mais interessante: “Justiça proíbe exibição no Brasil de filme que ofende Maomé”.

Agora é eu que digo: “UAU!” Já pensou esse mesmo jornal dizendo: “Justiça proíbe exibição no Brasil de filmes que ofendem Jesus Cristo”. Ou: “Justiça proíbe exibição nas paradas gays de imagens que ofendem Jesus Cristo”.

Mas não. Como se não bastassem agir como se fossem adoradores do homossexualismo, agora querem também impor que um Estado laico é um Estado sem Cristianismo, mas que se prostra diante do nome de Maomé.

A senhora Dilma Rousseff realmente esteve na ONU. Como representante máxima do maior país católico do mundo, ela tinha a obrigação moral (ainda mais que seu governo é obcecado por direitos humanos até para formigas e adoradores do ânus) de pelo menos condenar a perseguição, tortura e martírio de católicos em países islâmicos. Mas, para ser fiel ao seu passado de terrorismo e comunismo, ela preferiu agir conforme sua própria natureza. O jornal Estadão, na mesma matéria, anuncia: “A presidente Dilma Rousseff condenou a islamofobia no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas”.

Na ONU, Dilma condena o preconceito ao islamismo

Na ONU, diante de todas as nações, a preocupação mais importante da presidente do Brasil é a islamofobia — isto é, o “preconceito” ao islamismo como “religião de paz e amor”!

Lição de moral do Tribunal de Justiça de São Paulo e de Dilma: Nunca condene, critique ou ofenda os opressores, perseguidores, torturadores, estupradores e martirizadores islâmicos de cristãos!

Se muçulmanos estivessem sendo perseguidos, estuprados e mortos aos milhares por ano em países católicos e evangélicos, faria sentido Dilma condenar a “islamofobia”. Mas está ocorrendo exatamente o contrário: homens, mulheres e crianças estão sendo presas fáceis de violências, estupros e assassinatos apenas por dizerem que acreditam que Jesus Cristo é o Filho de Deus. E os EUA, o maior país evangélico do mundo, e o Brasil, o maior país católico do mundo, não bocejam uma simples palavra de condenação aos governos islâmicos assassinos.

Pelo menos, os seguidores de Maomé têm muito mais coerência. Os presidentes de países islâmicos defendem os muçulmanos e sua religião com unhas e dentes — enquanto outros muçulmanos os defendem com bombas e matanças. O presidente islâmico do Irã, Arábia Saudita, Egito ou Líbia jamais apareceria na ONU para condenar a “catolicofobia” ou a “cristianofobia”.

Já Dilma Rousseff, presidente do maior país católico do mundo, está pronta para condenar a “islamofobia” e jogar os católicos na arena dos leões homossexuais e islâmicos.

Se enquanto islâmicos perseguem, estupram e matam cristãos, Dona Dilma prefere aparecer na ONU para condenar a “islamofobia”, fico pensando: O que ela faria se os católicos começassem a dar o troco para todos os muçulmanos do Brasil, perseguindo-os, torturando-os e matando-os? Será que Dona Dilma apareceria na ONU para condenar a “catolicofobia”?

Acho que a esquizofrenia ideológica dela tem outra explicação: com seu passado terrorista, ela só pode apoiar a maior força motivadora do terrorismo internacional moderno — que é exatamente o islamismo.

Daí, tanto faz Dona Dilma condenar na ONU a “islamofobia” ou o “terrorismofobia”.

Fonte: www.juliosevero.com