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Chefe de Quadrilha de corruptos no país critica atos contra corrupção

Dirceu critica ‘luta moralista contra corrupção’

Ele foi homenageado em congresso da Juventude do PT com uma camiseta em que aparece sua imagem e a palavra ‘inocente’

13 de novembro de 2011 | 14h 18

Eduardo Bresciani, do Estadão.com.br

Discursando para uma plateia de centenas de militantes no 2º Congresso da Juventude do PT, em Brasília, o ex-ministro da Casa Civil, deputado cassado e réu no processo do mensalão José Dirceu criticou o que chamou de "luta moralista contra a corrupção". Ele foi homenageado pelos organizadores com uma camiseta em que aparece sua imagem, a frase "contra o golpe das elites" e a palavra "inocente". O julgamento do processo do mensalão pode acontecer no próximo ano.

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Para criticar os movimentos que tem cobrado combate à corrupção, o ex-ministro afirmou que ações semelhantes levaram às eleições de Jânio Quadros e Fernando Collor para a presidência da República. "Nossa luta tem que remontar o passado. Nas duas vezes em que houve lutas moralistas contra a corrupção deu no Jânio e no Collor, um renunciou e o outro sofreu impeachment".

Para ele, a intenção das denúncias é somente atacar o governo. "Nesse momento o que pretende construir é isso, a pretexto de combater a corrupção". Na visão de Dirceu, a pressão que é feita sobre os ministros não é a mesma em relação a escândalos em São Paulo, onde o PSDB está a frente da administração. "Quando dizem que tem de responsabilizar o ministro e o partido por problemas no ministério, então tem que se responsabilizar o PSDB, o Geraldo Alckmin e o José Serra pelo escândalo das emendas em São Paulo".

Logo no início de sua exposição, de cerca de 30 minutos, Dirceu falou do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está em tratamento de um câncer na laringe. "Vamos enviar energia e força para o companheiro Lula para que ele saiba que estamos ao lado dele e ele está conosco".

O ex-ministro valorizou as ações do governo Dilma Rousseff como a aprovação da Comissão da Verdade e do fim do sigilo eterno de documentos, mas destacou que é preciso avançar nas áreas de transporte público, cultura e educação. "Enquanto professores e professoras ganharem R$ 1,2 mil de salário, alguma coisa está muito errada no Brasil". Segundo ele, as eleições ganhas pelo PT foram "sem o apoio das elites e dos meios de comunicação". Afirmou que cabe ao PT discutir a regulamentação da mídia e as reformas políticas e tributárias. Disse ainda que os que reclamam da política de alianças do governo precisam trabalhar para fortalecer os partidos de esquerda no país.

Já no fim de sua fala, Dirceu fez questão de mencionar o ex-ministro do Esporte Orlando Silva, que deixou a função em meio a denúncias de desvios de recursos na pasta. Enviou uma mensagem de "ânimo, força e afeto" ao ex-ministro que, na visão de Dirceu, representava muito bem a juventude no governo

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Culto da Assembleia de Deus reúne Carvalho, Serra, Alckmin e Kassab

 

 

ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER
DE SÃO PAULO

Com um público de 30 mil, abaixo dos 40 mil fiéis esperados, a igreja Assembleia de Deus realizou nesta terça-feira (15) megaculto no estádio do Pacaembu (SP), em comemoração ao centenário daquele que virou o maior grupo pentecostal do Brasil.

O evento contou com a participação de políticos como o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), o prefeito Gilberto Kassab (PSD), o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o ex-governador José Serra (PSDB). Eles sentaram todos juntos.

Carvalho estava lá para representar a presidente Dilma Rousseff e seu "grande reconhecimento" pela história da Assembleia.

"Presente de Deus": assim o ministro definiu a igreja centenária. Ele comparou "Belém de Judá", terra "do salvador Jesus Cristo", a "Belém do Pará", manjedoura da Assembleia.

Carvalho ressaltou, ainda, que o programa Brasil Sem Miséria conta com o apoio da igreja. Ele fez ainda um pedido ao público: orem pela saúde do ex-presidente Lula, que está com tumor na laringe.

Questionado pela Folha sobre o pastor que liderou o culto, José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção-Geral da Assembleia de Deus, que estrelou a campanha de Serra à Presidência, o ministro afirmou que "não podemos olhar a posição eleitoral".

Kassab compartilhou da mesma opinião, ao dizer que "não se mistura religião e política".

Já Alckmin, católico fervoroso, chamou de "semente em terra fértil" a fundação da primeira Assembleia, em 1911, por dois missionários suecos.

Entre cantoria e pregação, o evento no Pacaembu contou com a presença de muitos jovens, além de convidados internacionais, como o pastor americano George Wood, líder do Comitê Mundial das Assembleias de Deus.

A Assembleia de Deus estima que, sob sua aba, estejam 22 milhões de fiéis –11,5% da população brasileira. Na Câmara, o grupo arrebanhou 23 dos 513 deputados.

Rivaldo Gomes/Folhapress

Evangélicos da Assembleia de Deus se reúnem para comemorar os 100 anos de fundação da igreja

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Un demonio, ocho siglos oculto en una iglesia de Asís

Italia

 

Un demonio, ocho siglos oculto en una iglesia de Asís

En un cuadro del Medievo, pintado por Giotto de Bondone.

15 DE NOVIEMBRE DE 2011, ROMA

Hace falta un poco de imaginación para ver la imagen, pero el fraile franciscano Enzo Fortunato ha hecho conocer que, tras ocho siglos de existencia, ha salido a la luz el rostro de un demonio oculto entre las nubes de uno de los frescos de Giotto de Bondone. Se trata de una de las pinturas que adornan la basílica superior de Asís.
Fortunato ha afirmado que la importancia del curioso detalle recién descubierto radica en que estaba allí desde hace 800 años, "siempre presente desde entonces, sin que nadie se hubiese dado cuenta".
La cara del demonio, para algunos “perfectamente visible por sus cuernos negros”, se encuentra en un ángulo en la vigésima escena de la vida de San Francisco, un fresco pintado por Giotto de Bondone (1267-1337) en 1290 para la basílica superior de Asís, en Perugia, Italia.
NUBES ALTERADAS
La medievalista y experta en la orden franciscana Chiara Frugoni se percató de su existencia mientras estudiaba todos los frescos de la basílica, proceso que le permitió sacar a la luz algunas inscripciones en los mismos hace algo más de un año.
La experta ha comentado que "el significado del descubrimiento está aún por profundizar". Sin embargo, el padre Fortunato ha adelantado una posible hipótesis: "En el Medievo se tenía la creencia de que en el cielo habitaban indistintamente ángeles y demonios. Los primeros, llevaban las almas de los justos al Paraíso; los segundos, atraían las de los condenados".
"Hasta ahora, se pensaba que el primer pintor que alteraba las nubes era Andrea Mantegna, que en su ‘San Sebastián’ de 1460 -conservado hoy en Viena- había mostrado en el fondo del cielo a un caballero que surge de una nube. Ahora, esta primacía de Mantegna ya no es tal", ha escrito la historiadora en un artículo citado por la página web del convento.

Fuentes: Efe

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