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Ass. de Deus dividida na ordenação feminina

 

Medida ganha força nas Convenções e aumenta pressão na CGADB

Por: Celso de Carvalho – Redação Creio

A Assembleia de Deus, conhecida por seu conservadorismo a cerca da consagração de pastoras, reconheceu o Ministério Pastoral feminino. Mas isto aconteceu na Convenção do Distrito Federal, considerada a última etapa para que o projeto fosse reconhecido nacionalmente. Outras convenções como a de Madureira já ordenam mulheres, mas isto não é reconhecido pela Covenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB). O avanço no Distrito Federal aumentou a pressão na entidade para homologação das pastoras.

O assunto ainda é considerado um tabu dentro do modelo proposto nas Igrejas Assembleias de Deus. Por serem autônomas, convenções regionais podem aprovar decisões, que são homologadas pela Convenção Geral das Assembleias de Deus. O Ministério Madureira, por exemplo, já consagrou pastoras, entre elas a cantora Cassiane.

A Convenção das Assembleia de Deus do Distrito Federal, que tem como presidente o pastor Sóstenes Apolos, decidiu em favor do ingresso no dia 1º de outubro. Depois de muito debate a resolução foi aprovada por 70% da assembleia composta com 1,5 mil correligionários. Em entrevista ao CREIO, pastor Sostenes Apólo, comemorou o avanço e lamenta que algumas entidades ainda cultivem ‘heranças machistas’.

“Que desculpa daria para não ordenar mulheres? Temos que fugir desta herança machista que temos que é resquício do catolicismo romano. A Assembleia de Deus em outros lugares como Estados Unidos, Europa, tem pastoras e até bispas em seus quadros. Vamos dar respaldo a estas mulheres que trabalham que fazem de fato e não por direito”, esclareceu.

Segundo o líder, cerca de 50 mulheres estão interessadas em ser consagradas, mas elas só devem ser avaliadas na próxima assembleia da entidade que acontece no mês de março de 2012. A grande dúvida é se a CGADB homologará o quadro. Nas convenções de 1983, ratificada em 2001, a entidade não reconheceu a ordenação feminina dentro dos quadros assembleianos.

Nesta terça-feira o CREIO tentou falar com representantes da entidade, mas não obteve retorno.

Data: 26/10/2011

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Pesquisa: Jovens Saem da Igreja Por Ser Lugar ‘Pouco Amigável’

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

Pesquisadores descobriram que a grande maioria, ou 59% dos jovens cristãos abandonam a igreja de forma permanente ou durante um longo período de tempo após completar 15 anos de idade.

A pesquisa foi realizada pelo Grupo Barna, revela que grande parte dos jovens vê a igreja como um lugar pouco amigável e cheio de julgamento, segundo o site Cristianos.

O estudo, que envolveu entrevistas com 1.296 jovens que são ou já foram membros de igrejas, é o resultado de um trabalho de cinco anos reunido no livro “You Lost Me: Why Young Christians are Leaving Church and Rethinking Faith” (Por que os jovens cristãos estão abandonando a Igreja e repensando a fé, em português), escrito pelo atual presidente do Grupo Barna, David Kinnaman.

Os resultados da enquete mostram também que na faixa dos 18 a 29 anos os jovens acreditam que “os Cristãos demonizam tudo que está fora da igreja”; e um terço deles simplesmente acha que “ir à igreja é chato”.

Um dos fatores que vem colaborando para o distanciamento entre os jovens e a igreja é o confronto entre as expectativas religiosas e a experiência sexual dos jovens. Um em cada seis jovens Cristãos afirmam que “cometeram erros e sentiram-se julgados pela igreja por causa deles”.

Enquanto isso, entre os entrevistados católicos, 40% dos jovens entre 18 e 29 anos acreditam que a doutrina de sua igreja em relação à sexualidade e ao controle de natalidade estão “desatualizados”.

Entre os principais fatores que distanciam os jovens da igreja, foram identificados: a atitude superprotetora e exclusivista da igreja, o fato de oferecer uma experiência cristã superficial, visão antagônica à ciência, um lugar em que o sexo é tratado de maneira errada, a não valorização de outros tipos de fé e espiritualidade e a hostilidade que a igreja trata quem não crê no que ela ensina.

De acordo com o site Cristianos, Kinnaman classifica essa evasão dos jovens da igreja como um problema que requer providências urgentes, já que normalmente os jovens saem de casa cedo, vão para a faculdade ou começam logo a trabalhar, casam e têm filhos antes dos 30 anos.

Segundo Kinnarman, as igrejas não estão preparadas para lidar com o ‘novo padrão’ vigente no mundo. “No entanto, o mundo está mudando de maneira significativa, como um acesso cada vez maior ao mundo e a diversas ideologias, em especial por conta da tecnologia, fazendo crescer seu ceticismo em relação a figuras externas de autoridade, incluindo o cristianismo e a Bíblia”, conclui.

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DEPOIS DO CD PIRATA, VEM O CLONADO

 

EXCLUSIVO: Gravadoras fazem campanha contra novo golpe no mercado

Por: Celso de Carvalho – Redação Creio

      Mais um golpe vem tirar o sono da indústria fonográfica cristã. Depois do CD pirata o novo problema são os CDs clonados. Durante a EXPOCRISTÃ, que aconteceu no mês de setembro, cinco gravadoras, junto com a Novo Disc, deram início a uma campanha de conscientização. A cobertura completa deste assunto você lerá na revista CONSUMIDOR CRISTÃO do mês de novembro.

Som Livre, Line Records, OniMusic, Novo Tempo e Sony Music aproveitaram o maior evento de produtos para cristãos da América Latina para alertar sobre o assunto. Com banner expuseram como este tipo de conduta atrapalha o setor e os artistas que dependem disto para sustentar seus ministérios.

Diferente de um CD pirateado, onde o consumidor final sabe o que está comprando, devido suas caracteristas inferiores, um CD clonado passa despercebido ao consumidor leigo. Isto porque no CD clonado, o código stamper – peça metálica que fica localizada na parte injetora no centro do CD-, é raspado, não podendo ser identificado de que prensa saiu o CD.

Durante a EXPOCRISTÃ, Alessandro Tostes, diretor da Novo Tempo disse que já foi vítima do golpe. “Já encontrei CD de nossos cantores clonados no Paraguai, Uruguai e até na Conde de Sarzedas”, frisa. Sérgio Lima, da Line Records estima que este tipo de pirataria atinja 50% de seus produtos. “Estamos nesta campanha alertando principalmente o público final que desconhece este tipo de golpe”, comenta. Renata Cenízio, da Som Livre, acredita que o povo de Deus tem que ser exemplo e não deve consumir este tipo de produto. “É triste o povo de Deus ser enganado. Isto prejudica muitos ministérios e estamos juntos nesta campanha.”

A campanha contra o CD clonado vai buscar medidas para coibir este tipo de ação que segundo relatos estaria lesando lojistas e distribuidores de São Paulo.

            A reportagem completa e exclusiva você lerá na revista CONSUMIDOR CRISTÃO no mês de novembro.

Data: 25/10/2011