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MACEDO E MALAFAIA TROCAM FARPAS

 

Líder da AD responderá bispo da Universal. Desafeto é antigo

foto - Edir e Silas

O desafeto é histórico. Edir Macedo e Silas Malafaia por diversas vezes trocaram farpas na TV. De novo, a história se repete. Por declarar que os cantores evangélicos são endemoniados e comparar Igrejas com Centros de Macumba, Malafaia tomou as dores e disse no dia 16, através do twitter, que responderá o bispo da Igreja Universal.

“Responderei à cúpula da Ig. Universal sobre cantores evangélicos e comparação da Igreja Pentecostal com centro de macumba no programa de 16 de setembro″, escreveu o pastor.

Não é a primeira vez que antigos aliados se estranham. Em 2010 bispo Macedo criticou Silas Malafaia por apoiar José Serra à presidência da República. O líder da AD Vitória em Cristo, logo depois, rebateu com a falta de apoio de Macedo, a Marcha da Família.

O desafeto é antigo e pelo andar da carruagem vai durar por muito tempo.

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Visão esquerdista de Darwin é incapaz de evoluir

 

Ann Coulter

Dentre as chacotas ao candidato republicano à Casa Branca Rick Perry por dizer que havia "furos" na teoria da evolução, a evidência mais forte de darwinismo presente nesses ditos racionalistas foi uma citação de um garoto de 9 anos no New York Times.

Depois que sua mãe o empurrou na frente de Perry durante a campanha e o fez perguntar-lhe se ele acreditava na evolução, a foquinha adestrada abriu um grande sorriso para a megera da sua mãe, dizendo “Evolução, eu acho, é correto!”

Essa foi a mais longa discussão sobre a teoria de Darwin que apareceu na mídia chapa branca em um quarto de século. Há mais pessoas que conhecem os preceitos da cabala do que os elementos básicos do darwinismo.

Mas há uma razão para o culto a Darwin preferir apupadas a argumentos, mesmo com um garoto de nove anos sendo lider o grupo de debate.

A teoria de Darwin é a de que processos de mutação aleatórios, acasalamento e morte, que permitiram que o “mais forte” sobrevivesse e se reproduzisse e o mais fraco morresse sem se reproduzir, iriam, no decorrer de bilhões de anos, produzir milhões de espécies oriundas de uma inerte sopa primordial.

A grande maioria das mutações é nociva ao organismo, de maneira que se realmente elas são aleatórias, então para toda mutação que fosse desejável, haveria um número assombroso de mutações indesejáveis.

Ou então as mutações não são aleatórias, mas deliberadas – e aí você entra naquela embromação toda de “design inteligente” e começa logo a falar em línguas e a frequentar corridas da NASCAR.

Também deveríamos encontrar um número enorme de organismos transicionais nos registros de fósseis – por exemplo, um esquilo em vias de se tornar um morcego, ou um urso se transformando em baleia (essas são afirmações darwinistas de verdade).

Mas não é isso que mostra o registro fóssil. Não há fósseis de quaisquer criaturas intermediárias no processo de evolução para algo melhor. É por essa razão que o finado Stephen Jay Gould de Harvard se referia à ausência de fósseis transicionais como o “segredo comercial" da paleontologia (muitas reais teorias científicas possuem “segredos”).

Se as suas fontes de informação são a mídia americana, você vai se surpreender ao saber que quando Darwin publicou pela primeira vez A Origem das Espécies em 1859, seus adversários mais virulentos não eram fundamentalistas cristãos; eram paleontologistas.

Diferente de tantos professores de ensino médio que mentem para nossos filhos sobre a evolução, Darwin pelo menos estava ciente do que o registro fóssil deveria mostrar, caso sua teoria fosse correta. Ele disse que deveria haver “inúmeras variedades ligando todas as formas de vida existentes e extintas por estágios graduais dos mais detalhados”.

Mas longe de mostrar mudanças graduais, com espécies lentamente desenvolvendo novas características e eventualmente se transformando em novas espécies, como foi conjeturado por Darwin, o registro fóssil mostrou um grande número de novas espécies subitamente aparecendo do nada, mantendo-se em grande parte inalteradas por milhões de anos, e depois desaparecendo.

A saída de Darwin foi dizer: “Procurem melhor!” Ele culpou o registro fóssil que refutava sua teoria como “a extrema imperfeição dos registros geológicos”.

Cento e cinquenta anos depois, esse registro está bem mais completo. Agora temos fósseis de cerca de 250 mil espécies.

Mas as coisas só pioraram para Darwin.

Trinta anos atrás (antes de se tornar ilegal questionar o darwinismo), o Dr. David Raup, geólogo do Museu de História Natural de Chicago, disse que apesar da vasta expansão do registro fóssil: “A situação não mudou muito”.

Ao contrário, as descobertas de fósseis desde os tempos de Darwin forçaram os paleontólogos a recuar nas evidências da evolução. “Alguns dos casos clássicos de mudanças darwinistas no registro fóssil”, disse Raup “como a da evolução do cavalo na América do Norte, tiveram que ser descartadas ou modificadas com o aparecimento de informações mais detalhadas”.

O escasso registro fóssil nos tempos de Darwin foi simplesmente rearranjado para mostrar uma progressão darwinista, mas à medida que mais fósseis foram descobertos, a verdadeira sequência se mostrou não sendo darwinista de forma alguma.

Mais ainda assim, mais de um século depois, os tietes de Darwin não desenvolveram um argumento melhor para a falta de evidências fósseis.

Como desculpa para a explosão de plantas e animais durante o Período Câmbrico, há mais de 500 milhões de anos atrás, os "darwimaniacos" insistem, sem provas, que deve ter havido um número enorme de criaturas invertebradas evoluindo antes dessa época, não deixando registros de fósseis por causa dos seus corpos moles e microscópicos.

Então em 1984 também caiu por terra essa desculpa de “o cachorro comeu nossos fósseis”. Em uma descoberta chamada pelo New York Times de “uma das mais espetaculares do século”, paleontologistas chineses descobriram fósseis que precediam o Período Câmbrico.

Apesar de serem criaturas microscópicas e invertebradas, precisamente o tipo de animal que o culto evolucionista afirmava não fossilizar e, portanto, lhes privar de provas essenciais, descobriu-se que a fossilização não era apenas possível na era pré-câmbrica, mas possivelmente ideal.

E, no entanto, a única coisa que os paleontólogos encontraram formam alguns vermes. Ou seja, durante 3 bilhões de anos, não havia nada a não ser bactérias e vermes, e de repente todos os filos da vida animal surgiram em um curto intervalo de 5 a 10 milhões de anos.

Até mesmo os órgãos da visão se materializaram de repente, completamente formados, nos registros fósseis pré-Câmbricos.

Jan Bergstrom, um paleontólogo que examinou os fósseis chineses, disse que o Período Câmbrico não foi uma “evolução”, mas uma “revolução”.

Então os “darwimaniacos” fingem que não compraram jornal naquele dia.

Os cientistas que defendem o design inteligente examinam as evidências e desenvolvem suas teorias; já os darwinistas começam com uma teoria para então rearranjarem as evidências.

Eles não são cientistas. São fanáticos religiosos para quem a evolução precisa ser verdade para que eles possam explicar para si mesmos por que estão aqui, sem Deus (foi um acidente!).

Para quaisquer provas que contradizem a religião primitiva do darwinismo — incluindo, por exemplo, todo o registro fóssil — eles inventam desculpas não científicas tais como “o cachorro comeu nossos fósseis”.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil especialmente para o Blog Julio Severo:www.juliosevero.com

Título original: Liberals’ view of Darwin unable to evolve

Fonte: WND

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Mel Gibson planea rodar la historia de Judas Macabeo

 

Mel Gibson planea rodar la historia de Judas Macabeo

La historia del liberador judío `según Gibson´ no ha gustado en sectores judíos que le acusan de antisemita.

15 DE SEPTIEMBRE DE 2011, LOS ANGELES (EE UU)

Después de William Wallace, el patriota americano, Jesucristo y un guerrero indígena, el director Mel Gibson volverá a plasmar en la pantalla a una figura heroica. Se trata de  Judas Macabeo, el líder de la revolución judía contra Antioco Epifanes en el siglo II antes de Cristo,  un acontecimiento de gran importancia para la comunidad judía que se recuerda cada año con la celebración de Janucá.
Como en Braveheart  y El patriota , se trata de una historia de guerrillas, rebelión e independencia contra un poder tiránico abusivo. La rebelión acaba con éxito, aunque Judas Macabeo, que murió en combate en el 160 a.C. no llegó a ver la victoria definitiva sobre los seleúcidas, que consiguió su hermano Simón en el 141 a.C. La familia de los Macabeos dio origen así a un potente Estado judío independiente, aliado de Roma frente a los griegos, gobernado por la dinastía Asmonea, hasta que el romano Pompeyo conquista Jerusalén en el año 63 a.C.
La historia de como las guerrillas de los Macabeos lograron vencer y expulsar a los ejércitos griegos seleúcidas (paganos y politeístas) es el origen de la fiesta judía de la Janucá (“La fiesta de las luces”) y durante la época de Jesús animaba a que grupos como los zelotes optaran por la acción armada y violenta.
Tanto la Primera Guerra Judío-romana (66 a 70 d.C, con la destrucción del Templo) como la Segunda (113 d.C, en Cirene, Alejandría y Chipre) como la Tercera (la rebelión de Bar Kohba, del 132 al 135 d.C, tras la que se arrasó toda Jerusalén) animaron a los judíos a alzarse contra el Imperio Romano inspirándose en la gesta de los macabeos, que con guerrillas vencieron a un imperio. Todas esas guerras fueron un desastre para los judíos.
PRODUCTOR Y PROBABLE DIRECTOR
La noticia sobre la película la adelanta como segura la publicación especializada en cine Deadline, aunque ya hace un año o más que se sabía que Mel Gibson se planteaba esta historia. El film sería producido por Gibson, que puede que sea también el director. No se sabe si participará como actor.
La distribuidora sería la Warner Bros., que colaboró durante mucho tiempo con Mel Gibson, antes de que éste entrara en una época de excesos alcohólicos y verbales, un segundo matrimonio y divorcio desastroso, malos tratos, insultos a policías, comentarios groseros contra los judíos (estando borracho) y escándalos variados.
El hecho de que dirija la cinta ha suscitado todo tipo de reacciones . Entre el público más afín y admirador del trabajo de Gibson se espera con ansia, ya que el director norteamericano se ha especializado en estos retratos heroicos de lucha del hombre contra un sistema enemigo , un tema que se repite en todos sus trabajos como director.
Por otra parte,  en la comunidad judía se han levantado voces contrarias  a que sea Gibson quien lleve a la pantalla la importante figura histórica de Judas Macabeo, según cuenta Hollywood Reporter. “Judas Macabeo merece algo mejor. Es un héroe para los judíos y un héroe universal en la lucha por la libertad religiosa. Sería una farsa que su historia fuera contada por alguien que no tiene respeto ni sensibilidad por las creencias de otra gente”, dijo Abraham Foxman, director de la organización judía Anti Defamation League.
El fundador del Museo de la Tolerancia en Los Ángeles, el rabino Marvin Hier, aseguró que Gibson “solo ha mostrado falta de respeto por los judíos” y calificó su implicación en el filme como un “insulto para los judíos”.
UN CATÓLICO FIRMA EL GUIÓN
El caso es que la realización de la película parece imparable. Para el guión, Gibson ha trabajado con Joe Eszterhas,  escritor y guionista cuyos mayores éxitos han sido el texto de Instinto Básico  y Showgirls , películas que poco tienen que ver con la historia del Macabeo.
Pero Esztherhas no es el mismo que firmó thrillers eróticos en los noventa. El guionista pasó por una fuerte experiencia de conversión al catolicismo hace pocos años. La describe en su libro-testimonio Crossbearer: A memoir of faith .
El escritor, nacido en 1944, creció en campos de refugiados en Hungría después de la Segunda Guerra Mundial hasta que llegó con su familia a Cleveland, Estados Unidos. Trabajó como reportero de temas policiales. Sostiene en su libro que su vida era muy oscura, llena de crímenes y caos, lo que afirma que marcó su posterior carrera de guionista.
En el verano del año 2001, Eszterhas fue diagnosticado con cáncer de garganta. Eszterhas, que tenía entonces 56 años, y estaba acostumbrado al lujo, la bebida y el tabaco que ahora el médico le pedía dejar, se sintió hundido.Un día paseando por la calle, ansiando alcohol y tabaco, se sentó en el suelo, empezó a llorar y, de repente, comenzó a orar: “Por favor, Dios, ayúdame”, dijo.
En ese momento, se dio cuenta de que no rezaba desde niño. “No podía creer lo que había dicho. No supe por qué lo había dicho. Nunca antes lo había dicho”, rememora. Inmediatamente, Eszterhas se sintió sobrecogido por un sentimiento de paz y se acabaron sus temblores. Afirma que vio “una luz brillante, deslumbrante, casi cegadora que me hizo cubrir mis ojos con las manos”. Ya no volvió a necesitar beber ni fumar.
La experiencia de fe de Eszterhas tiene semejanzas con la de Mel Gibson, aunque en el caso del director estadounidense, su vida ha pasado por altibajos que han servido para que Gibson sea una de las víctimas preferidas de la prensa amarillista. Algunos se aventuran a predecir una nueva “reconciliación” de Gibson con el mundo tras la producción de esta película, después de que su imagen en los últimos años haya quedado dañada tras varios escándalos personales.

Fuentes: Efe, ReL

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