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Imagens de religioso e namorada nus em hotel vazam na internet

FARRA DO PADRE

 

Um polonês e uma brasileira iniciam um relacionamento e passam férias no Rio de Janeiro. Visitam o Cristo Redentor, uma escola de samba, vão à praia, andam abraçados e desfrutam da intimidade num hotel voltado para o mar. Tudo não passaria de mais uma história tipo lua-de-mel no litoral na lembrança dos dois caso o tal polonês não fosse o pároco numa cidade do interior mato-grossense e não fossem divulgadas na internet fotos em que o casal aparece, entre outras, só com flores cobrindo as genitálias no espelho do hotel, no estilo Adão & Eva.

A história inusitada envolvendo o padre Dominik Jaroslaw Czerwinski, há cerca de seis anos na Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Peixoto de Azevedo (a 691 km de Cuiabá), surpreendeu a comunidade católica da cidade. “Não tem como não ficar sabendo, né? O pessoal está com o pé atrás agora”, ironiza Pedro Dias da Silva, que trabalha numa farmácia, sobre a repercussão entre os pouco mais de 30 mil habitantes.

De férias no Rio, Dominik tomou a liberdade de levar a representante de sex-shop identificada apenas como “Nelma”. Os dois registraram o passeio em fotos armazenadas no computador do padre, que teria sido furtado.

Primeiro, a notícia de que ele havia aproveitado a folga ao lado de uma mulher era apenas boato em Peixoto de Azevedo. Poucos haviam visto o vídeo postado no dia 13 de julho no portal Youtube.com, no qual Nelma e o padre se descontraem numa festa de escola de samba. O vídeo foi nomeado “farra do padre”.

O boato virou escândalo depois da postagem, no dia 19, de “farra do padre 2”. O vídeo foi postado pelo usuário “MrPadresafado”. Trata-se meramente da filmagem de um monitor de computador com as fotos tiradas pelo casal no Rio com uma trilha instrumental romântica. Começa com imagens no Cristo Redentor. Na seqüência, Nelma aparece comendo uma banana, posando na praia e mostrando uma aliança no dedo. Dominik aparece com uma latinha na mão em frente ao mar e segurando Nelma nos braços. No trecho mais “íntimo”, Nelma segura um buquê de flores no quarto de hotel em plena orla, depois se exibe só de roupa íntima. Os dois então tiram uma foto na frente do espelho, exibindo-se nus com champanhe e o buquê de flores estrategicamente posicionado em frente às genitálias. Por fim, há mais cenas na praia e Dominik posa na escola de samba do Salgueiro com uma mulata e de braços abertos.

O Diário tentou contato com o padre, mas a Casa Paroquial informou que ele, emprestado do Rio Grande do Sul, voltou na quarta-feira por decisão do bispo de Sinop, Dom Gentil Delazari, que confirmou o afastamento em nota. Especula-se que Dominik voltará para a Polônia e o próprio bispo rezará as missas amanhã e domingo. Porém, a mesma equipe de TV que tentou falar com Nelma conseguiu ouvi-lo em off e o padre afirmou não se importar com a repercussão negativa. Entre outras coisas, disse que, em férias, teria direito de fazer o que quisesse e viajar com quem lhe aprouvesse. A reportagem ouviu por telefone uma representante da Congregação das Irmãs Servas da Imaculada Conceição Virgem Maria em Peixoto. Segundo ela, todos se surpreenderam com o comportamento do padre e a comunidade católica ficou chocada com a indiferença mostrada por ele na reportagem televisiva. “É a fraqueza humana”, resumiu.

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Fingindo loucamente

 

Olavo de Carvalho

       Mesmo sem contar os eventos paralelos que a acompanharam em dezenas ou centenas de cidades menores, a Marcha para Jesus 2011, em São Paulo, foi de longe a maior manifestação de massas já registrada ao longo de toda a História nacional, pondo no chinelo a “Diretas Já”, os protestos estudantis do tempo da ditadura e tudo o mais que a mídia chique enaltece e badala como expressão histórica e paradigmática da vontade popular. Com a diferença adicional de que foi preparada sem nenhuma ajuda de jornais, canais de TV, partidos políticos, fundações bilionárias e outras entidades que injetaram toneladas de hormônio publicitário naquelas efusões de esquerdismo cívico.

        Com toda a evidência, a elite opinante tem seu próprio “povo brasileiro”, moldado à sua imagem e conveniência, que não coincide em nada com aquele que vemos nas ruas, nas praças, nas igrejas e nas casas.

        Se fosse preciso mais uma prova do abismo que separa o Brasil real do Brasil politicamente correto dos bem-pensantes, a Marcha demonstrou que esse abismo não foi cavado só pela ignorância e incompetência dos chamados “formadores de opinião”, mas pelo ódio mortal e intolerante que votam a tudo quanto o povo ama, respeita e venera.

        O Brasil oficial de hoje é, de alto a baixo, criação de um grupo de professores ativistas uspianos, semicultos e presunçosos, que se acreditavam o cume da inteligência humana e o tribunal de última instância para o julgamento de tudo. Num horizonte mental circunscrito pelas “ciências sociais” com viés entre marxista e positivista, não se ouvia nesse tribunal nem a voz dos clássicos da religião e da espiritualidade, nem a da alma popular brasileira, ali substituída pelo estereótipo prêt-à-porter da militância sindical.

        Os profissionais que hoje dominam as redações tiveram sua mentalidade formada por essa gente, não sendo de espantar que ainda tomem os mitos esquerdistas dos anos 60-70 como medida máxima de aferição da realidade, nem que, por isso mesmo, se sintam atônitos e enraivecidos quando um Brasil cuja existência negavam faz ouvir o seu protesto contra aquilo que tomavam como valores certos, definitivos e universalmente aprovados.

        Nem espanta que, sem saber o que dizer, apelem aos artifícios verbais mais bobos para salvar o que podem de uma fantasia autolisonjeira impiedosamente despedaçada pelos fatos. Num paroxismo de fingimento, o Sr. Gilberto Dimenstein, por exemplo, nega a realidade do protesto multitudinário, jurando, contra os números, que a cidade de São Paulo é ainda “mais gay do que evangélica”. Prova? A Parada Gay, diz ele, é alegre e festiva, enquanto o protesto evangélico é “raivoso”. O argumento é doido em si, já que o tom emocional das manifestações não constitui medida de aferição de sua respectiva popularidade ou impopularidade. Se assim fosse, as “Diretas Já”, espumando de indignação cívica, teriam sido menos populares que qualquer festinha de aniversário. Mas o julgamento ético aí subentendido é de um cinismo pérfido, ao insinuar que a índole lúdico-carnavalesca das paradas gays é prova de superioridade moral e o protesto indignado dos evangélicos um indício de maus instintos. De um lado, é claro que julgamento similar jamais ocorreu ou ocorreria a Dimenstein ante explosões de ódio esquerdista ao capitalismo, à religião, a George W. Bush ou ao que quer que fosse. De outro, é preciso ter galgado os últimos degraus da hipocrisia para olhar só a expressão material dos sentimentos sem ter em conta os motivos que os geraram. Afinal, gays em parada saltitam pela cidade, cobertos de batom e rouge, vestidos de freiras ou trajes de sex shop, celebrando os favores estatais concedidos à sua modalidade especial de satisfação sexual. Quem não estouraria de felicidade triunfante ao ver seus caprichos eróticos elevados à condição de méritos oficiais? Bem diversa é a motivação dos evangélicos, que saíram às ruas para precaver-se contra autoridades insanas que ameaçam levá-los à cadeia por delito de opinião. Deveriam fazê-lo em tom de festa, para não posar de malvados na coluna de Gilberto Dimenstein? Ele finge imaginar que sim. Mas quem acredita em Gilberto Dimenstein? Nem ele mesmo, é claro.

Publicado com permissão.

Fonte: www.juliosevero.com

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La `gen-ética´ a la luz de la Biblia

Antonio Cruz Suárez

 

Manipulación genética (y 11)

La `gen-ética´ a la luz de la Biblia

Algunos autores alemanes se han referido de manera ingeniosa a las cuestiones éticas relacionadas con la biología, realizando un juego de palabras y empleando el término “gen-ética” para indicar la “ética del gen” o la reflexión en torno a las consecuencias humanas, ecológicas, económicas, políticas y sociales que pueden derivarse de la manipulación genética.

24 de julio de 2011

Es obvio que las investigaciones para descubrir los misterios de la creación, siempre que se realicen responsablemente, están respaldadas por las enseñanzas bíblicas. El Dios creador que se revela en el Génesis no es, ni mucho menos, una divinidad celosa que pretenda esconder para sí parcelas privadas, en las que el hombre no pueda penetrar. Descubrir los secretos más íntimos de la materia o de la vida no es profanar algún santuario especial o prohibido de Dios. La ciencia humana no comete ningún tipo de sacrilegio cuando descifra o manipula el ADN.
La orden primigenia dada a la primera criatura humana: “…llenad la tierra, y sojuzgadla, y señoread en los peces del mar, en las aves de los cielos, y en todas las bestias que se mueven sobre la tierra” ( Gn. 1:28 ) autoriza e invita al hombre para que colabore y actúe sabiamente en el mundo. Dominar, someter, labrar y cuidar la tierra y a los seres vivos que la habitan son los verbos que reflejan el eterno deseo de Dios para el ser humano. Cuando todo esto se hace de manera equilibrada y teniendo en cuenta las posibles consecuencias para el presente y para el futuro de la humanidad, se está cumpliendo con la voluntad del Creador. Hoy no sería sabio pretender limitar el progreso o intentar volver a los tiempos pasados y querer vivir de espaldas a los avances biotecnológicos del mundo de hoy. La Palabra de Dios permite aquellas investigaciones en la naturaleza que respetan la vida humana y contribuyen a eliminar el sufrimiento y el hambre en el mundo.
La biología moderna ha descubierto que la estructura molecular básica del cuerpo humano es muy similar a la del resto de las criaturas vivas que habitan el planeta. Las sustancias bioquímicas que constituyen a los organismos son notablemente parecidas. Nuestros ácidos nucleicos comparten un elevado tanto por ciento de su secuencia nucleotídica con la de bastantes animales. Dios nos diseñó en su infinita sabiduría para que todas las criaturas fuesen similares en lo más íntimo de su organización interna. Por medio de los mismos materiales construyó el complejo entramado de la vida. ¿Qué mensaje puede tener esto para el hombre del tercer milenio?
El hecho de que nuestras bases genéticas tengan tanto en común con los demás seres vivos, incluso con organismos tan distintos como pueden ser las bacterias, ¿no nos sugiere acaso la solidaridad y responsabilidad que debemos tener hacia el resto de la biosfera? No sólo formamos parte de ella sino que también estamos constituidos físicamente por las mismas sustancias que ella.
Quizá hoy debamos darle más importancia al verbo “guardar” que al “dominar”. Es posible que en la actualidad, más que pretender dominar una naturaleza salvaje que se muestra hostil y contraria frente a un hombre insignificante, tengamos la responsabilidad de guardar y conservar la tierra ( Gn. 2:15 ) porque el desarrollo tecnológico humano la ha puesto en peligro, volviéndola frágil y débil.
El hombre se ha tornado de repente poderoso, mientras que el planeta y la vida están amenazados de muerte. Por tanto, la única solución sólo puede venir de una actitud de amor y respeto hacia lo creado y de la convicción de que el ser humano debe volver a ser como aquél primer guardián protector del huerto de Edén: un nuevo Adán.

Autores: Antonio Cruz Suárez

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