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El pastor dentista y Asamblea de Dios: intrusismo profesional y espiritual en Cuatro TV

 

El  pastor dentista  y  Asamblea de Dios : intrusismo profesional y espiritual en Cuatro TV

La iglesia de un`pastor dentista´ detenido no tiene ninguna vinculación con las Asambleas de Dios de España, ni con ninguna entidad evangélica representativa.

14 de julio de 2011, MADRID

Hace más de dos meses "Diario de…" en Cuatro TV denunció la existencia de un dentista  ecuatoriano que trataba a sus pacientes en el interior de una "iglesia evangélica".  Formaba parte de un reportaje sobre varios casos de intrusismo profesional en el campo de la Odontología, que hace que los clientes corran el riesgo de recibir un tratamiento inadecuado e incluso peligroso.
En el caso mencionado, sin tener el título homologado en España, el "dentista" realizaba todo tipo de tratamientos odontológicos de manera clandestina.
INTRUSISTA DETENIDO
En la emisión del programa el pasado 11 de julio se descubre al mencionado intrusista ecuatoriano haciendo otra vez exactamente lo mismo, pero en otro lugar. En esta ocasión en el barrio madrileño de Vallecas en una iglesia con el nombre de “Asamblea de Dios”.
Cuando la periodista y presentadora del programa, la conocida Mercedes Milá, acude a la iglesia para pedirle explicaciones, es testigo de cómo la policía irrumpe en el local y detiene al "dentista" en plena consulta.
Los agentes le acusan de un delito contra la salud pública y de intrusismo y encuentran gran cantidad de material quirúrgico, prótesis y medicamentos que sin estar titulado como dentista es ilegal conseguir.
INTRUSISMO ESPIRITUAL
Es curioso que se denuncie el intrusismo profesional sanitario, pero no se preocupe nadie de Cuatro TV por saber si ese mismo intrusismo existe en su pretendida labor pastoral ; especialmente cuando este tipo de ética es reprobable no sólo desde la perspectiva sanitaria, sino también por la ética cristiana de cualquier iglesia evangélica que como tal se precie.
Tristemente ninguna entidad representativa evangélica fue consultada  sobre este aspecto. En este sentido, aclaramos que la mencionada iglesia no forma parte de ninguna entidad evangélica reconocida (como FEREDE, Consejo Evangélico de Madrid, o algún movimiento o denominación).
Por ello, cuando a la iglesia donde estaba este intrusista se la etiqueta como "Asamblea de Dios", se daña sin razón alguna un nombre que está históricamente vinculado a uno de las grandes movimientos evangélicos en España y el mundo entero, que en nuestro país está legalizado como "Federación Asambleas de Dios de España" (FADE).
Por ello, el Consejo Ejecutivo de FADE ha elaborado una nota  firmada por Javier Otero como Secretario del mismo. En la nota se manifiesta su disconformidad con esta manera de tratar el nombre de "Asambleas de Dios", a la vez que condena la práctica intrusista de la persona detenida.
COMUNICADO DE ASAMBLEAS DE DIOS (FADE)
Ante el informativo denuncia emitido por Cuatro TV en el día de ayer, en el que se denunciaba la práctica ilegal de la medicina dental en una "Iglesia Asamblea de Dios", en nombre del Consejo Ejecutivo de FADE, hago constar el siguiente manifiesto:
En primer lugar, por razón del uso del nombre "Asamblea de Dios", es pertinente aclarar que este local de culto no tienen en absoluto ninguna vinculación con la Federación de las Asambleas de Dios de España.
Al mismo tiempo, expresamos nuestra más enérgica repulsa al ejercicio de este tipo de prácticas bajo el amparo de un lugar de culto que no solo atenta contra la salud pública, sino que afecta el buen nombre de quienes se esmeran por ofrecer un testimonio digno de lo que ha de ser un Templo Evangélico.

© Protestante Digital 2011

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Israelenses e palestinos se unem em manifestação por independência palestina

 

Guila Flint

De Tel Aviv para a BBC Brasil

Atualizado em  15 de julho, 2011 – 11:02 (Brasília) 14:02 GMT

Manifestantes israelenses e palestinos em Jerusalém (Reuters)

Manifestação reuniu israelenses e palestinos em Jerusalém

Milhares de manifestantes israelenses e palestinos fizeram uma manifestação nesta sexta-feira em Jerusalém pela independência palestina, em um ato coordenado pelo grupo Solidariedade Sheikh Jerrach e comissões populares de palestinos de Jerusalém Oriental.

A manifestação reuniu cerca de 4 mil pessoas, começou no portão de Jaffa na Cidade de Velha e seguiu a linha divisória que separava Jerusalém ocidental da parte oriental da cidade antes da guerra de 1967.

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Os manifestantes exigem a criação de um Estado Palestino nas fronteiras pré-1967, com Jerusalém oriental como capital.

Do portão de Jaffa os manifestantes seguiram até o portão de Damasco, ao longo das muralhas da Cidade Velha. De lá, foram para o bairro palestino de Sheikh Jerrach, onde colonos israelenses instalaram um assentamento em casas confiscadas de moradores palestinos.

Os manifestantes levavam bandeiras palestinas e gritavam palavras de ordem, entre elas "judeus e árabes se recusam a ser inimigos".

A manifestação é considerada histórica, tanto pelo número sem precedentes de manifestantes dos dois lados como pela maneira como foi coordenada.

No passado já ocorreram manifestações conjuntas de ativistas israelenses e palestinos, mas o número de participantes não ultrapassou a casa dos centenas e os atos foram coordenados por lideranças pacifistas israelenses e lideranças palestinas.

Na manifestação desta sexta-feira a coordenação foi feita com comissões populares de moradores de Jerusalém Oriental;

Segundo os organizadores, "esta manifestação é um evento histórico na luta não-violenta para acabar com a ocupação".

"A manifestação prova que israelenses e palestinos são capazes de realizar juntos uma ação direta e não-violenta que terá um impacto importante nos eventos que acontecerão em setembro", afirmam porta-vozes dos ativistas, se referindo à reunião da Assembleia Geral da ONU.

Reconhecimento da ONU

O secretário da Liga Árabe, Nabil El Arabi, anunciou na quinta-feira que a organização irá pedir o reconhecimento da ONU ao Estado Palestino nas fronteiras de 1967.

O pedido será encaminhado ao Conselho de Segurança e à Assembleia Geral da ONU que deverá se reunir no próximo mês de setembro.

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, declarou que "ainda prefere obter o Estado por intermédio de negociações com Israel".

Segundo Abbas, como as negociações estão congeladas, "não resta aos palestinos outro caminho exceto recorrer à ONU".

Segundo porta-vozes palestinos, 117 países dos 192 membros da ONU já prometeram que irão apoiar o pedido de reconhecimento da Palestina.

Israel e os Estados Unidos já anunciaram que são contra o pedido, o qual qualificam como "unilateral".

Europa e EUA

Nos últimos meses tanto os líderes palestinos como os israelenses vêm tentando convencer os países europeus a apoiar sua posição.

Ainda não se sabe como os principais países da Europa irão votar na Assembleia Geral da ONU.

Os Estados Unidos já prometeram a Israel que irão utilizar seu direito ao veto no Conselho de Segurança, portanto o Estado da Palestina não poderá ser aceito como membro integral da ONU.

O ex-embaixador dos Estados Unidos na ONU, John Bolton, que está visitando Israel, disse nesta sexta-feira que o reconhecimento da Assembleia Geral da ONU ao Estado Palestino "significa praticamente nada".

De acordo com a avaliação de Bolton, a Assembleia Geral certamente reconhecerá o Estado Palestino mas o veto americano impedirá que esse reconhecimento tenha um resultado prático.

Bolton afirmou ainda que Israel e os Estados Unidos "não deveriam levar isso (o reconhecimento da Assembleia Geral) tão a sério".

No entanto, apesar do veto americano, o presidente Abbas afirmou que irá prosseguir com seus esforços para obter o reconhecimento da Assembleia Geral, pois, segundo ele, uma votação da maioria dos países em favor da independência palestina "conferirá aos palestinos uma posição diplomática mais forte para negociar com Israel".

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Mulher de Kaká lança CD e DVD na semana que vem

 

DE SÃO PAULO

Caroline Celico, mulher do jogador de futebol Kaká, lança oficialmente no próximo dia 19 seu CD e seu DVD de estreia por uma grande gravadora.

O trabalho foi gravado há mais de um ano e distribuido a amigos, mas acabou tendo mais de 1,3 milhão de downloads e atraiu as atenções da gravadora Universal. Caroline, no entanto, diz que não quer se lançar como cantora e não fará turnê.

"Minha prioridade é o Kaká, a família. Se a gente tiver que se mudar amanhã, vou correr para fazer as malas."

A informação é da coluna de Mônica Bergamo publicada nesta sexta-feira (15) na Folha e cuja íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

Caroline não explica seu rompimento com a igreja evangélica Renascer, mas afirma ter mudado sua relação com a religião nos últimos anos. "Fui entendendo Deus de uma forma diferente. Vi que algumas coisas em que eu acreditava, ou fui levada a acreditar, não estavam na Bíblia", confessa.

Eduardo Knapp/Folhapress

Caroline Celico

Caroline Celico lança CD e DVD de estreia pela gravadora Universal na semana que vem