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Ex-Presidente da UCC Divulga Divórcio em Andamento e Novo Relacionamento

 

Por Joshua A. Goldberg|Christian Post Reporter
Traduzido por Nelson Azevedo

O ex-presidente da Igreja Unida de Cristo informou líderes da comunidade religiosa que ele e a sua esposa estão no processo de se divorciar. O reverendo John H. Thomas também admitiu que ele já possui uma relação com outra mulher, com a qual ele trabalhou em Cleveland, aonde o escritório nacional da UCC é localizado.

"Enquanto não é apropriado discutir detalhes desta questão publicamente, é importante que, como oficiais da igreja, respondamos com a verdade e esclarecimento quando perguntas ou preocupações são feitas," informou o Colegial de Oficiais da UCC esta semana depois que notícia do estado conjugal de Thomas se espalhou.

Com isso dito, o corpo de liderança de cinco pessoas expôs as responsabilidades de seus escritórios em circunstâncias que involvem o clero da UCC e garantem revisão situacional ou eclesiástica. A Associação Reserva Ocidental da Igreja e o Departamento de Ministério, por exemplo, examinariam as preocupações e revisariam a situação para determinar se o clero em questão deve ser autorizado no ministério. Os aspectos de emprego da UCC, entretanto, são manejados pelo escritório dos Serviços Comuns dos Recursos Humanos da UCC e depois pelos executivos e corpos governantes do empregador.

Enquanto o colegial – o qual dá liderança à UCC – disse que "eles apoiam os processos em andamento dentro da comunidade se e quando as circunstâncias garantem revisão situacional ou eclesiástica," mas não disse claramente qual tipo de revisão Thomas enfrentaria, se houver alguma.

Eles falaram, no entanto, que Thomas havia informado ao Departamento da Igreja e Ministério sobre o assunto com urgência.

Enquanto os colegiais não disseram quase nada, uma associação conservadora dentro da denominação não hesitou ao dizer que o antigo líder da UCC tinha de fato pecado e disse a ele que "se arrependesse e procurasse restauração."

A Associação da Testemunha Bíblica, um movimento dentro da UCC que procura a renovação e reformação da denominação, disse que ficaram entristecidos pela notícia do "relacionamento adúltero" de Thomas e a sua decisão de romper seu "pacto de casamento."

"Suas ações aprofundam a crise de integridade na UCC com consequências bem além da dissolução trágica da sua própria família," declarou a associação.

"A Igreja inteira é profundamente machucada quando nossos líderes falham em manter seus votos e se envolvem nessa forma de duplicidade," adicionaram eles. "Isso compromete a testemunha de todos nós no corpo de Cristo."

Thomas, que deixou sua posição no fim do seu termo em setembro de 2009, tinha servido durante 10 anos como ministro geral e presidente.

Durante o tempo de Thomas na direção, a UCC se tornou a primeira maior comunidade religiosa Cristã dos Estados Unidos à apoiar oficialmente casamentos do mesmo sexo. A sociedade da Igreja também testemunhou um "grande sagramento" no número de membros, o qual caiu de mais 6,000 em 2000 para mais ou menos 5,320 Igrejas em 2008 – o qual é o ano que têm o relatório anual mais recente.

"O Dr. Thomas era um campeão da legitimação religiosa à licença sexual e da redefinição do casamento," comentou a Associação da Testemunha Bíblica. "Agora parece que a sua agenda pode ter sido guiada por uma justificativa pessoal de seu próprio comportamento invés de qualquer convicção autêntica."

Depois de deixar sua posição setembro passado, Thomas arranjou um trabalho como professor visitando ministérios de Igreja e também virou um assistente especial do presidente do Seminário Teológico de Chicago, o qual é relacionado à UCC e onde ele ainda trabalha.

Devido às limitações presidenciais do termo, Thomas era inelegível para procurar reeleição no ano passado.

O presidente atual da comunidade religiosa e ministro geral é Reverendo Geoffrey A. Preto. O novo presidente tomou seu cargo abril passado – nove meses depois que foi eleito como líder da Igreja de 1.1 milhões de membros.

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Jogador do Atletico PR, Madson exige oração para salvar clube

COISA DE FUTEBOL

 

Considerado o melhor jogador do Atlético-PR, no empate sem gols com o Avaí, sábado à noite, o meia Madson não usou de meias-palavras para avaliar a situação do time no Brasileiro. Para ele, a falta de gols já está exigindo a intervenção de “um pastor” e não dá mais para pedir paciência porque ela já esgotou.

“Tem que trazer um pastor para orar aí porque falta de oportunidade não foi. A capacidade do nosso time é alta. O Atlético tentou e a bola não entrou. Não vou falar em paciência, porque já esgotou. Ninguém quer ficar nessa situação e jogar em casa com a pressão da torcida”, disse o meia.

Depois mais um resultado negativo, o time rubro-negro segue na lanterna do campeonato, exibindo um péssimo aproveitamento: nenhuma vitória, em nove jogos, apenas dois gols marcados e somente dois pontos somados.

Segundo Madson, a situação desesperadora no time na competição contribui para que os gols não saiam. “A equipe foi bem, trocamos passes, fizemos tudo direitinho. Na hora de fazer o gol bate a ansiedade, aquela coisa de ter que fazer o gol e a bola acaba não entrando”, declarou.

Apesar da dura avaliação, o jogador mostra-se otimista com o futuro do time. “Achei que o time está de parabéns, se continuarmos assim uma hora a bola vai ter que entrar e começaremos a conquistar as vitórias”, comentou.

Data: 11/7/2011 08:25:00
Fonte: Pavablog

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Manoel Ferreira é acusado de usar laranja para abrir faculdade

DENÚNCIA NA AD

 

O bispo Manoel Ferreira, ex-deputado pelo PR e presidente da Convenção Nacional das Assembleias de Deus (Conamad), teria invertido essa lógica. Lançando mão de expedientes pouco republicanos, teria recrutado laranjas, assinado contratos de gaveta e se tornado proprietário de um lucrativo negócio: a Faculdade Evangélica de Brasília.

Ferreira também teria demitido funcionários sem pagar direitos trabalhistas, sonegado milhões de reais em impostos federais e dado um golpe nos próprios sócios. Um desses sócios, o pastor Donizetti Francisco Pereira, resolveu quebrar o pacto de silêncio imposto por Ferreira em sua Igreja e procurou  a revista Isto É para denunciar o caso. “Fui apunhalado pelas costas”, afirma Pereira. Sem dinheiro, impedido de trabalhar e com o nome sujo no SPC e no Serasa, ele tenta há meses contatar o bispo para negociar um acordo. “Não sou a única vítima dele, só que os outros sócios e professores têm medo de represálias”, diz.

Formado em teologia e administração, Donizetti entrou para a Conamad no início da década de 1990. Em 1999, chegou a vice-presidente da Faculdade de Teologia e dava aulas como voluntário. Em 2003, foi convocado a fundar, junto a outros pastores, a Faculdade Evangélica de Brasília Ltda, que só funcionaria dois anos mais tarde.

Com a entrada do dinheiro das mensalidades, começaram os desentendimentos entre os sócios. Teriam sido feitas, então, quatro alterações contratuais, sendo que a última estabelecia a divisão societária entre três pessoas: o pastor Eduardo Sampaio de Oliveira, com 20% das cotas, e os empresários Ricardo Luis Pereira e Ronaldo José Pires, dono do Salão do Automóvel de Brasília, ambos com 40%.

Entretanto, em 25 de julho de 2007, os sócios realizaram uma assembléia extraordinária que determinou a divisão da sociedade apenas entre dois sócios, Ricardo Pereira (47,5%) e a Conamad (52,5%). A ata da reunião, uma espécie de contrato de gaveta, foi assinada por todos os sócios, inclusive pelo bispo Manoel Ferreira, que passou então a figurar como sócio oculto da empresa.

A maracutaia é admitida pelo próprio pastor-laranja Eduardo Sampaio de Oliveira, que virou alvo de dezenas de ações de execução trabalhistas movidas por ex-funcionários contra a Faculdade Evangélica.

Para tentar evitar o bloqueio de seus bens, o advogado de Oliveira interpôs na Justiça do Trabalho recurso alegando que seu cliente “nunca foi sócio” da instituição de ensino. “No que pese 20% das cotas da Faculdade Evangélica de Brasília constarem do contrato social, a rigor este percentual nunca lhe pertenceu. A bem da verdade, as cotas são de propriedade da Conamad (Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil – Ministério Madureira), presidida pelo Bispo Manoel Ferreira”, escreve o advogado Raimundo Pereira, o advogado de Sampaio.

O próprio advogado reconhece que a Conamad, por ser entidade religiosa sem fim lucrativo, “não pode figurar como sócia em contrato social de empresa comercial”. E conclui como seu cliente virou laranja do bispo: “Por determinação do bispo Manoel Ferreira, ele foi designado para figurar no contrato, ficando a Conamad na condição de sócia oculta”. Uma verdadeira confissão de culpa.

Pelo que sugerem os documentos reunidos pelo pastor Donizetti Pereira, a tentativa de dar uma fachada de legalidade para o negócio é apenas um dos muitos pecados do bispo Manoel Ferreira. Após seis anos de existência, a Faculdade Evangélica está afundada em dívidas, é alvo de 140 ações trabalhistas, 18 ações de execução judiciais que superam R$ 1,6 milhão, além de pendências no Serasa e 108 protestos.

A faculdade também emitiu nada menos que 89 cheques sem fundo, de valores que variam R$ 45 a R$ 50 mil. “Eu recebi quatro cheques de R$ 50 mil por conta da venda das minhas cotas na sociedade. Quando fui sacar, eles sustaram os cheques”, afirma o pastor Donizetti Ferreira, que retirava mensalmente um pró-labore de R$ 3 mil. Ele conta que, além dos sócios que tomaram calote, há dezenas de professores, demitidos sem receber seus direitos trabalhistas. “Alguns sequer tiveram seus salários depositados no mês em que saíram da Faculdade”, afirma. A par da gestão temerária da instituição, o pastor revela que a Faculdade Evangélica não depositou o FGTS e o INSS dos funcionários, e recentemente foi multada pela Receita Federal em cerca de R$ 2 milhões por sonegação.

Consultados por ISTOÉ, o bispo Manoel Ferreira e o pastor Eduardo Sampaio não retornaram o contato. Resta saber que explicação eles darão a seus fiéis e à Justiça.

Data: 11/7/2011 08:31:18
Fonte: Revista Istó É