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DNA de cão será usado para identificar donos que não recolherem cocô

 

Moradores de um condomínio em Miami decidiram contratar uma empresa para arquivar o DNA dos cachorros do local, que usarão um colar com identificação

30 de junho de 2011 | 14h 58

MIAMI – A associação de moradores de um condomínio da Flórida (EUA) realizará exames de DNA nos excrementos de cachorros para identificar os donos que não recolherem o cocô de seus animais de estimação em áreas comuns, informa nesta quarta-feira o jornal "The Palm Beach Post".

Vivi Zanatta/AE

Vivi Zanatta/AE

No Brasil também é comum encontrar donos de cães que não limpam os dejetos de seus animais

A partir do dia 1º de agosto, os moradores deste condomínio de 485 casas pagarão uma taxa inicial de US$ 200 à empresa DNA Pet World Registry para arquivar o DNA dos cães, que usarão um colar com identificação.

Uma vez armazenada a informação, as amostras de excrementos encontrados nas áreas comuns serão enviadas a esta companhia, com sede no estado do Tennessee (EUA), para serem comparadas.

A associação de moradores Village of Abacoa, na cidade de Jupiter (costa leste da Flórida), ameaça impor uma multa de US$ 1 mil aos donos dos cães cujo DNA, extraído da saliva, coincidir com o das amostras de excrementos não recolhidos.

Segundo a associação, as despesas anuais de limpeza desses excrementos variam entre US$ 10 mil e US$ 12 mil.

Em caso de reincidência na infração, aqueles que não recolherem os dejetos de seus cães podem até mesmo perder a guarda dos animais.

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Cultos

Camboja termina reconstrução `quebra-cabeças’ de templo de Angkor

 

A reconstrução do templo de Baphuon, que teve seus 300 mil blocos retirados e recolocados, começou nos anos 60.

03 de julho de 2011 | 16h 36

O antigo templo de Baphuon, em Angkor, no Camboja, foi reaberto após uma reconstrução que durou décadas – uma tarefa descrita como o maior quebra-cabeças do mundo.

O trabalho incluiu retirar 300 mil blocos de arenito do templo e colocá-los de volta nos mesmos lugares onde estavam antes.

O projeto de reconstrução começou na década de 60, mas foi interrompido pela guerra civil do Camboja e retomado em meados da década de 90.

O templo de Baphuon, construído no século 11, é uma torre de três níveis que faz parte do complexo de Angkor, que atrai dois milhões de turistas por ano.

A região de Angkor era a sede do império Khmer medieval.

Blocos numerados

A reabertura do templo foi marcada por uma cerimônia, da qual participaram o líder cambojano, rei Norodom Sihamoni, e o primeiro-ministro francês, François Fillon.

"O trabalho em Baphuon foi excepcional", disse Fillon, durante a solenidade.

O rei Sihamoni expressou "profunda gratidão à França" por financiar o projeto de 10 milhões de euros (R$ 22 milhões) no país.

O correspondente da BBC em Phnom Penh, Guy De Launey, diz que Baphuon já esteve entre os grandes monumentos de Angkor, mas estava à beira do colapso nos anos 1950.

De acordo com De Launey, uma equipe de arqueólogos franceses decidiu, nos anos 60, que a única maneira de salvar o templo era desmontá-lo.

Por isso, eles retiraram cada parte do monumento, colocando todos os blocos de arenito na floresta nos arredores do templo.

Números correspondentes ao lugar das peças no planejamento geral foram pintados em cada bloco, para que a torre pudesse ser reconstruída.

No entanto, o trabalho foi interrompido pela guerra civil e os registros necessários para a reconstrução foram destruídos pelo Khmer Vermelho, regime comunista que tomou o poder no país em 1975. A projeto só foi retomado em 1995.

No entanto, o correspondente da BBC diz que algumas peças, mais de 10 mil – ainda estão espalhadas pelo chão da floresta que circunda o templo. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.



Foto - Templo budista

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Artigos

Restaurante de SP ensina receita de lagosta servida em festival

 

DE SÃO PAULO

LAGOSTA AO CHAMPANHE

INGREDIENTES

– 1 kg de lagosta
– 1 l de vinho branco
– Pimenta branca moída a gosto
– Sal a gosto
– 2 cenouras
– 1 ramo de ervas para peixe (é possível comprar a seleção ou escolher, a gosto)
– 1 l de água
– "Hondashi" (concentrado oriental de peixe) a gosto
– 2 cebolas grandes
– 1 dente de alho
– 1 talo de aipo
– Azeite extravirgem a gosto
– Manteiga a gosto
– Cogumelo-de-paris a gosto
– Aspargos frescos a gosto
– 1 a 2 copos de champanhe
– Creme de leite fresco a gosto

Divulgação

Restaurante Le Bistrot Marcel, de São Paulo, ensina receita de lagosta ao champanhe servida em festival

Restaurante Le Bistrot Marcel, de São Paulo, ensina receita de lagosta ao champanhe servida em festival

PREPARO

– Em uma panela, marine a lagosta por 5 minutos no vinho branco. Retire-a da casca inteira, limpe e corte em medalhões. Tempere com a pimenta e o sal. Reserve. Recoloque as cascas e a cabeça na panela com o mesmo vinho branco, acrescente ½ cenoura, o ramo de ervas, a água e o "hondashi". Cozinhe com a panela tampada, em fogo brando, durante 1 hora e meia, juntando mais água se necessário. Coe o líquido e reserve

– Refogue a cebola, o alho e o aipo, picados, numa frigideira grande, com azeite e manteiga até suar. Acrescente os cogumelos e os aspargos, junte os medalhões de lagosta e frite durante menos de 1 minuto em fogo muito forte. Separe a lagosta e reserve. Despeje champanhe sobre o refogado e mexa até o álcool evaporar

– Diminua a temperatura e vá colocando o caldo da cozedura das cascas e da cabeça. Reequilibre os temperos, junte os medalhões de lagosta acompanhados desse molho, acrescente um toque de creme de leite fresco e sirva com arroz branco

Receita do festival de lagosta do restaurante paulistano Le Bistrot Marcel, que vai até 13/8; preço é de R$ 98 por pessoa (inclui entrada e prato principal)