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A Utilidade das Escrituras

Preletor: Wayne Mack

Que instrumentos Deus utiliza neste processo interno de transformação, neste sentido mais amplo da salvação?

A palavra salvação é utilizada em vários sentidos na Bíblia. Com freqüência, salvação é empregada no sentido restrito de ser salvo da penalidade de nosso pecado e de nossa alienação para com Deus (Cl 1.21-23). Todavia, existe um sentido mais amplo em que as Escrituras utilizam este vocábulo. A palavra salvação, derivada do vocábulo grego soteria, inclui a idéia de tornar inteiro, completo ou sadio. Na salvação, Deus não somente nos livra da penalidade de nosso pecado (ou seja, de nossa alienação para com Ele) — o inferno. Deus também quer nos salvar da corrupção de nosso pecado, ou seja, Ele quer nos transformar tanto em nosso interior quanto em nosso exterior. Deus quer mudar nossa condição interna, bem como nossa posição legal diante dEle mesmo — nossa condição e nossa posição, nosso estado e nossa postura.
Nas palavras do apóstolo Paulo, encontradas em outra passagem bíblica, na salvação Deus nos conforma à imagem de Cristo (Rm 8.29; 2 Co 3.18). O propósito de Deus na salvação é tornar-nos perfeitos em Cristo (Cl 1.28). Deus tenciona agir dessa maneira em nós, a fim de que “cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Ef 4.15). Afirmando de outra maneira, podemos dizer que “tão grande salvação” (Hb 2.3) inclui a santificação (ser tornado santo em nosso coração e em nossa conduta) e a justificação (ser declarado justo em nossa posição diante do Deus santo, por meio da justiça de Cristo). Do ponto de vista de Deus, a salvação inclui ser feito semelhante a Cristo e ser declarado legalmente justo em Cristo.
Esta é a maneira como o vocábulo salvação foi utilizado em 1 Timóteo 4.16, onde Paulo fala a respeito de assegurar a salvação de Timóteo e dos membros da igreja de Éfeso. Com certeza, Paulo não estava, nesta passagem bíblica, questionando se Timóteo ou outros crentes estavam em um relacionamento correto com Deus, se eles já haviam sido justificados, se os seus pecados haviam sido perdoados. Paulo estava falando sobre salvação no sentido de crescer mais e mais na semelhança de Cris- to; esta semelhança é o objetivo de Deus em nos justificar.
Na salvação, Deus não está apenas interessado em nos salvar da condenação do inferno; tampouco Ele está somente preocupado em nos levar ao céu. Além destes propósitos da salvação, Deus também quer nos mudar em nosso íntimo, de modo que nossos pensamentos, afeições, desejos, sentimentos, atitudes, aspirações e todos os aspectos de nosso ser tornem-se semelhantes a Cristo. Deus tenciona que nossa vida, tal como a de nosso Senhor Jesus Cristo, seja cheia com o fruto do Espírito — amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio (Gl 5.22,23). Isto é salvação em seu sentido mais completo. E esta é a razão por que ser tornado sábio para a salvação é um aspecto tão importante, proveitoso e crítico em resolver tanto os problemas da vida presente quanto os problemas referentes à eternidade.
Que instrumentos Deus utiliza neste processo interno de transformação, neste sentido mais amplo da salvação? O mesmo instrumento que Ele utiliza para nos tornar sábios para a salvação no sentido de mudar nosso relacionamento para com Ele. Deus utiliza as Escrituras para nos mudar em nosso íntimo e nos transformar à imagem de Cristo. “Todos nós… contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados,
de glória em glória, na sua própria imagem” (2 Co 3.18). “Santifica-os [torna-os santos e justos em seu coração e em sua conduta] na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). “Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra” (Ef 5.25,26).
Muitos anos atrás, Thomas Chisholm expressou, nas seguintes palavras, aquilo que deve ser o clamor do coração de todo crente: “Oh! Que eu seja semelhante a Ti, bendito Redentor! Este é o meu anelo e a minha oração constante! Ó Jesus, eu renunciarei, com alegria, todos os tesouros desta vida, a fim de vestir-me de tua perfeita semelhança. Oh! Que eu seja semelhante a Ti, cheio de compaixão, amor, perdão, ternura e bondade, ajudando o desamparado, confortando os desanimados, procurando encontrar os pecadores errantes! Oh! Que eu seja semelhante a Ti! Enquanto eu estou clamando, derrama o teu Espírito; enche-me com teu amor, faze de mim um templo adequado para a tua habitação. Prepara-me para a vida e para a habitação celestial. Oh! Que eu seja semelhante a Ti, bendito Redentor, puro como Tu és! Vem em tua amabilidade, em tua plenitude, estampa a tua própria imagem no mais íntimo de meu coração”.
O constante clamor do coração de todo crente deveria ser: “Senhor Jesus, eu quero ser semelhante a Ti. Por favor, age em mim, transformando-me, mudando meu ser e fazendo-me semelhante a Ti”. Eu afirmo que essas palavras deveriam constituir nosso anelo e nossa oração permanentes. E esta é a boa notícia: à medida que nos tornarmos mais semelhantes a Cristo e que tal semelhança se torne mais real em nosso viver, desfrutaremos do maior bem que uma pessoa pode experimentar. A coisa mais benéfica e proveitosa que pode acontecer é alguém tornar-se crescentemente mais semelhante a Cristo, à maneira bíblica; e isso é descrito pelo poema de Thomas Chisholm. Imagine com o que a nossa vida pareceria, o que aconteceria em nossos relacionamentos com as outras pessoas e em nossas famílias; com o que seriam semelhantes nossas igrejas e qual seria o nosso impacto no mundo, se fôssemos mais semelhantes a Cristo.
Pense sobre o impacto que nós, os crentes, causaríamos em favor da causa de Cristo, se, à semelhança dEle, fôssemos cheios de compaixão, amor, ternura e bondade; se, à semelhança dEle, fôssemos mais dedicados em ajudar os desamparados, confortar os desanimados e procurar os errantes. Que maravilha! Isso é algo pelo que temos de nos sentir estimulados e anelar muito! A boa notícia é que tornar-se semelhante a Cristo não é uma idéia impraticável. Para todos nós que temos experimentado a salvação no sentido de justificação dos pecados, experimentar a salvação no sentido de crescer mais e mais na semelhança de Cristo é algo que pode constituir nossa experiência contínua aqui e agora. Nós podemos mudar! Podemos ser diferentes! Podemos resolver nossos problemas relacionados ao pecado! Podemos nos tornar mais semelhantes a Jesus! Como? Por meio do estudo regular, diligente, fiel, sério e fervoroso da Palavra de Deus; é a única maneira pela qual essa semelhança pode acontecer. E ser mais semelhante a Cristo pode acontecer porque as Escrituras, inspiradas por Deus, são úteis para nos tornar sábios para a salvação nos dois sentidos discutidos neste artigo.

Data: 24/6/2011 11:41:50

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Asteroide do tamanho de uma casa passará perto da Terra

24/06/2011 – 12h22

 

DE SÃO PAULO

O asteroide 2011 MD vai passar a apenas 12 mil quilômetros da superfície da Terra na segunda-feira (27). A aproximação está prevista para as 10h30 (horário de Brasília).

De acordo com o centro planetário da Universidade de Harvard (EUA), o objeto não está classificado como potencialmente perigoso e nem vai atingir o planeta.

Em sua passagem, o ponto mais próximo entre o asteroide e a Terra será no extremo sul, mais precisamente no oceano Atlântico.

O 2011 MD é o dobro do tamanho de outros asteroides que foram observados e passaram perto da Terra.

A descoberta, na quarta-feira (22), é de autoria de uma equipe do programa Linear que trabalha em Socorro, no Novo México. O Linear observa objetos que se aproximam da Terra e, ao longo de seu trabalho, já identificou mais de 2.000 itens.

Por causa do seu brilho intenso, ele provavelvemente será visível por telescópios comuns

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Al Gore promove controle populacional como resposta à mudança climática

 

Patrick B. Craine

NOVA IORQUE, EUA, 23 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — O esforço para frear a mudança climática exige que “mudemos o tamanho da população”, de acordo com Al Gore, ex-vice-presidente dos EUA.

Al Gore

Falando no Festival de Jogos para Mudança na cidade de Nova Iorque na segunda-feira, o principal ativista ambientalista reiterou sua reivindicação de que haja uma “supervisão da fertilidade” entre os pobres para reduzir a população do mundo.

“Um dos principais meios de [modificar o tamanho da população] é dar mais direitos para as meninas e mulheres e lhes dar educação”, disse ele, conforme foi noticiado pelo jornal Daily Caller. “É necessário que a supervisão da fertilidade esteja disponível em todos os lugares de modo que as mulheres possam escolher quantos filhos ter e o espaçamento dos filhos”.

“Temos de elevar os índices de sobrevivência de filhos de modo que os pais se sintam a vontade para ter famílias pequenas e, o mais importante, temos de educar as meninas e dar mais direitos às mulheres”, continuou ele. “E esse é o fator mais poderoso para influenciar toda essa situação, e quando isso acontece, então o tamanho da população começa a ser modificado e as sociedades começam a fazer melhores escolhas e escolhas mais equilibradas”.

Embora a questão de se a mudança climática é de fato feita pelo homem seja uma questão controversa entre os cientistas, tem apesar disso sido usada como estratégia de mobilização para o movimento internacional de controle populacional, inclusive os principais fornecedores internacionais de aborto como a Federação Internacional de Planejamento Familiar e Marie Stopes.

O próprio Gore defende medidas de “planejamento familiar”, inclusive aborto, para conter a população como meio de proteger o meio-ambiente por pelo menos cinquenta anos.

Embora a “educação” em “supervisão da fertilidade” que Gore está promovendo seja tecnicamente voluntária, os críticos apontam para o fato de que tais métodos são muitas vezes promovidos por meio de medidas que forçam as mulheres pobres a aceitar a contracepção, quando na realidade elas prefeririam ter ajuda para ter filhos com segurança.

O Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP) afirma que mais de 200 milhões de mulheres têm uma “necessidade não atendida” de contracepção. Mas, de acordo com Steven Mosher, presidente do Instituto de Pesquisa de População (IPP), quando essa estatística foi fomentada, as mulheres eram consideradas como tendo uma “necessidade não atendida” com base simplesmente no fato de que elas haviam tido um bebê nos últimos dois anos e não estavam naquele momento esterilizadas ou usando contracepção.

Além do mais, as pesquisas do IPP em países como Quênia, Gana, Serra Leoa e México revelaram em todos os casos que a “saúde reprodutiva” estava no ponto mais baixo na lista de prioridades de saúde das mulheres.