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LATINO : Depois de Festa no Apê, cantor cogita ingressar em carreira gospel

‘Não quero me tornar evangélico, mas sei que posso falar de Deus’, disse o cantor.

 

Festejando 18 anos de carreira, Latino – que tem 38 anos de idade – foi presenteado com uma festa que aconteceu na noite desta quarta-feira, 11, em uma mansão localizada no bairro do Jardim Botânico, Zona Sul do Rio. Depois de falar sobre a importância da data, o cantor revelou que tem planos de ingressar no universo da música gospel.

“Isso ainda é um projeto para daqui a dois ou três anos talvez, mas estou com muita vontade de juntar essa galera gospel e fazer um trabalho bacana. Não quero me tornar evangélico, mas sei que posso falar de Deus de uma maneira ousada e jovial”, comentou.

Para o projeto, que ainda não foi batizado, Latino pretende reunir grandes cantores do estilo evangélico: “Precisamos ficar de olho no mercado musical e sempre buscar novas inspirações. Eu mesmo quero compor as músicas que falem de Deus de uma forma bem alegre, com romantismo também. Vou trabalhar muito para me consolidar também nesse meio”, explicou.

Latino – versão empresário

O que muitos não sabem é que Latino não vive somente de seus shows. Atualmente, ele comanda uma empresa que produz jingles – mensagens publicitárias, para campanhas no Brasil. “É um lado meu que pouca gente conhece mesmo. Tive que abrir uma empresa para produzir esse tipo de material e estamos indo muito bem. Só com a minha voz temos vários jingles soltos na praça.”

Na empresa, Latino deixa bem claro que o patrão também trabalha: “Eu recebo a sinopse do produto e a ideia do cliente. A partir de então criamos a letra e buscamos a inspiração para a melodia no próprio produto. Equanto isso, vou seguindo a minha carreira artística nos palcos".

Data: 12/5/2011 09:02:43
Fonte: EGO

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Travesti usa criança para se proteger de traficantes e acaba morto


publicado em 12/05/2011 às 07h05:

 

A menina de dois anos foi atingida na cabeça e está em estado gravíssimo

Três pessoas foram baleadas por supostos traficantes na madrugada desta quinta-feira (12) em Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). Entre as vítimas, uma criança de dois anos que foi usada como escudo pelo alvo dos criminosos.
Segundo a Polícia Militar, um travesti estava em casa e foi chamado por dois homens. Ao chegar no portão, o jovem de 18 anos percebeu que a dupla queria matá-lo.

Ele correu para a residência e tentou usar uma menina de dois anos para se proteger. Os criminosos ignoraram a presença da criança e deram vários tiros. O jovem foi atingido duas vezes na cabeça e morreu na hora.
A menina também levou um tiro no cabeça e está em estado gravíssimo. A avó dela foi baleada de raspão na perna esquerda. As duas foram levadas à Santa Casa de Lagoa Santa e depois transferidas ao Hospital de Pronto Socorro João 23.
Os criminosos fugiram em uma moto e não foram encontrados. O pai do travesti afirmou que ele tinha envolvimento com o tráfico de drogas. Os militares já haviam recebido uma denúncia de que a casa era um ponto de venda de entorpecentes. Após buscas na residência, foram encontradas pedras de crack em um quarto.

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Tumulto segue adiamento de votação de PLC 122

 

Texto do Senado Federal

Uma discussão entre a senadora Marinor Brito (PSOL-PA) e o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) marcou a reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado nesta quinta-feira (12). Os dois estão em lados opostos no debate sobre o projeto (PLC 122/06) que pune a discriminação a homossexuais.

PLC 122 causa tumulto no Senado

A fim de que as negociações em torno do projeto avancem, a relatora, senadora Marta Suplicy (PT-SP), decidiu retirá-lo de pauta. A votação do texto na comissão estava prevista para acontecer nesta quinta. Com o projeto fora da pauta, o debate foi suspenso, mas continuou do lado de fora, no corredor das comissões, e de forma acalorada. O presidente da CDH teve de mandar fechar a porta do auditório, para que o exame de outras matérias seguisse sem perturbação.

Ao justificar a retirada da matéria, Marta disse que, no começo, assustou-se com a rejeição por parte de igrejas cristãs com relação ao projeto, mas que ao entender o temor de que ele poderia restringir as liberdades de culto e de expressão, decidiu resguardá-las em seu substitutivo. Como ainda persistem resistências ao projeto, ela se disse disposta a ouvir e prosseguir o debate.

— A sociedade está caminhando para uma maior tolerância. Esse projeto tem a ver com tolerância, respeito, cidadania — disse

O senador Magno Malta (PR-ES), contrário ao projeto, manifestou seu agrado com a retirada do projeto de pauta e a possibilidade de discussão mais aprofundada sobre a matéria.

O debate na CDH foi acompanhado por militantes dos movimentos de defesa dos direitos dos homossexuais e por representantes de entidades contrárias ao projeto. Deputados federais também estiveram presentes. Um deles, Jair Bolsonaro, tem se notabilizado por polêmica oposição ao movimentos de grupos homossexuais.

O resto do texto encontra-se no site do Senado.

Magno Malta defende debate com a sociedade sobre projeto que criminaliza homofobia

Texto do Senado

O senador Magno Malta (PR-ES) defendeu a realização de audiências públicas para debater o projeto de lei da Câmara (PLC 122/2006) que criminaliza a homofobia. Ele apresentou requerimento com esse propósito logo após a relatora da matéria, senadora Marta Suplicy (PT-SP), ter pedido a retirada da proposta da pauta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação participativa (CDH).

Para o senador, não se trata de um debate entre evangélicos e homossexuais, mas que deve envolver todos os segmentos da sociedade que querem se manifestar sobre o assunto, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), os religiosos (católicos e evangélicos), os homossexuais.

Magno Malta lembrou que a matéria já poderia ter sido votada na CDH no ano passado, quando era relatora a então senadora Fátima Cleide. Na ocasião, observou, os senadores contrários ao projeto eram maioria na comissão. Mas ele pediu o adiamento da votação, defendendo o debate com a sociedade.

Na opinião do senador, o projeto da ex-deputada Iara Bernardi é eivado de inconstitucionalidade e vai contra a família.

— O projeto de Iara Bernardi arrumava cadeia pra todo mundo; criminalizava a sociedade como um todo. Se não alugar imóvel, tá preso, se não admitir, tá preso. – afirmou, alegando ainda que a proposição poderia criar "um império homossexual" no Brasil, com uma série de privilégios para essa categoria.

Fonte: Senado Federal