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The Lubavitcher Rebbe Talks 21 Yrs Before Osama Bin Laden’s Death About Those Who Try to Harm Jews

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Fiéis acusam o programa Fala Que Eu Te Escuto, da Igreja Universal de defender a homossexualidade

 

O programa conduzido por pastores da denominação focalizou-se no tema: “A cada 36 horas, um homossexual é assassinado no Brasil: reflexo da crescente intolerância, da falta de segurança ou pura crueldade?”, foi a pergunta tema.

Os telespectadores que ligavam para o programa emitiam suas opiniões e em seguida eram inquiridos pelos apresentadores a responderem se o assassinato de homossexuais está relacionadas à crescente intolerância, à falta de segurança ou por pura crueldade. Para falar sobre homofobia, o programa convidou personalidades do mundo artístico assumidamente homossexuais, ativistas gays e travestis, mas não realizou entrevistas com autoridades policiais para que falassem sobre inquéritos a respeito das mortes ou perseguição a homossexuais.

A edição do Fala Que Eu Te Escuto gerou intensas críticas de telespectadores que não gostaram da direção do programa, eles reclamaram que a pergunta principal não tinham outras opções, como por exemplo, se um dos motivos dos assassinatos pudessem estar relacionados a crimes passionais ou envolvimento com drogas. Os telespectadores também reclamara do relatório apresentado como prova das mortes já que o usado pelo programa foi feito pelo Grupo Gay da Bahia e não por um orgão oficial do governo, além dele não ter detalhes sobre a causa mortis dos vitimados e se elas relacionavam-se ao ódio ou ao preconceito contra gays. O relatório apenas lista mortes por tiros, facadas, canivetes, tesouras, dentre outras.

O programa evangelístico da Igreja Universal também exibiu imagens da Parada Gay, onde era possível ver alguns homossexuais se beijando e trocando carícias na avenida Paulista. Os travestis (homens que se vestem de mulher) eram citados com o pronome feminino.

O programa Fala Que Eu Te Escuto foi ao ar no dia que se iniciou o julgamento sobre o reconhecimento e equiparamento da união estável gay à união heterossexual. Para alguns o programa foi uma defesa ao homossexualismo devido a Igreja Universal ser ligada ao governo PT, partido de Marta Suplicy.

Vídeo: Fala Que Eu Te Escuto sobre homosseuxualidade

Fonte G+

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O cristianismo como objeto de consumo .

 

Imagem do avatarPor Luis Cappeletti (perfil no G+ Social) em 6 de maio de 2011

O cristianismo como objeto de consumo .

Segundo uma pesquisa, mostra que o brasileiro está tratando a religião como objeto de consumo: adere a uma igreja segundo necessidades de momento, podendo mudar de crença de acordo com suas contingências.

Há dos fatores que devem ser levados em conta aqui. Uma é o tipo de oração que fazemos hoje. Cada vez mais oramos por motivos egoístas e consumistas e, não, por virtudes e vitória sobre a tentação. Embora o problema venha desde os tempos apostólicos, todos estão enxergando a generalização e o agravamento da questão. Pregadores de grandes auditórios e uma boa quantidade de livros estimulam essa prática, enquanto Tiago afirma categoricamente: “Quando [vocês] pedem, não recebem porque pedem mal, pedem coisas para usá-las para os seus próprios prazeres” (Tg 4.3). Nunca se orou tanto como hoje, inclusive no Brasil. Todavia uma boa parte dessas orações são como as orações dos pagãos a seus deuses. Não pedimos a Deus coisas que nos fariam luz do mundo e sal da terra, como amor, paciência, espírito de perdão, sabedoria, humildade, pureza, ousadia, generosidade, mansidão, fé e poder espiritual. Essas são, na verdade, as nossas maiores necessidades. E, além do lucro pessoal, essas virtudes ajudam a trazer o reino de Deus a terra.

O outro fator é a assustadora evidência da paganização do cristianismo e a busca de “santuários poderosos”. Se num centro espírita consigo me comunicar com os mortos e se ali obtenho cura para minha enfermidade, nada me impede de trocar o catolicismo pelo espiritismo. Se em Aparecida consigo uma graça mui desejada e até hoje negada em outros lugares de peregrinação, daqui para frente irei sempre a Aparecida.
Se numa igreja carismática pentecostal me livro de meus pesares, por que não deixar a igreja tradicional?
Se na Igreja Neopentecostal há mais milagres do que na Igreja Pentecostal, por que não me transferir para lá?
E se a Igreja Pentecostal tornar-se mais poderosa que a Igreja Neopentecostal, o que me impede de voltar para a lá?
A igreja que oferece mais será a minha igreja — argumentam muitos novos e alguns velhos cristãos hoje em dia.
É o cristianismo como objeto de consumo !

Orkut

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Por Luis Cappeletti (perfil no G+ Social)

Nasci em P.Alegre,estudei eletrotecnica Escoal Parobé,Trabalhei nas Lojas Renner,JH SAntos,Arapuã,Bom Lar,Banco Sulbrasileiro,Livraria Concordia,Livraria Juerp,Livraria Luz e Vida. Ordenado pastor em 1998, Igreja Biblia Aberta. Atualmente Pastor titular da Igreja do Nazareno em Jardim Algarve e editor do Jornal Emanuel