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Um cântico ao Senhor

 

Imagem do avatarPor Joao Maria Soares (perfil no G+ Social) em 21 de abril de 2011
Fonte G+

UM CÂNTICO AO SENHOR (Salmo 40)
Este Salmo é uma demonstração do poder de Deus na vida de quem o reconhece e o busca, o resultado das bênçãos recebidas é um cântico elevado ao SENHOR
1 Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.. 2 Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos. 3 E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR.

Depois de um longo período de espera o salmista foi ouvido e livrado de grande problema( enfermidade ou outro problema que lhe levaria a morte). Depois do estresse da iminência da morte e o livramento de Deus o salmista Davi cantou este Salmo de confiança em Deus, salientando sua bondade e misericórdia.
Estes Três primeiros versos mostram o que Deus faz para quem nele espera: Deus o ergue da lama do pecado, ou da doença, Deus o purifica dessa lama, Deus o estabelece, Deus o sustenta e harmoniza em Salmo de alegria
4 Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança, e que não respeita os soberbos nem os que se desviam para a mentira.
5 Muitas são, SENHOR meu Deus, as maravilhas que tens operado para conosco, e os teus pensamentos não se podem contar diante de ti; se eu os quisera anunciar, e deles falar, são mais do que se podem contar.
As maravilhas que Deus opera é grande demais para serem descritos e numerosos demais para serem contados. Só conhecemos as migalhas das maravilhas de Deus e estas são mais do que pudemos suportar é feliz aquele que confia no Senhor

6 Sacrifício e oferta não quiseste; os meus ouvidos abriste; holocausto e expiação pelo pecado não reclamaste. 7 Então disse: Eis aqui venho; no rolo do livro de mim está escrito. 8 Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração. 9 Preguei a justiça na grande congregação; eis que não retive os meus lábios, SENHOR, tu o sabes. 10 Não escondi a tua justiça dentro do meu coração; apregoei a tua fidelidade e a tua salvação. Não escondi da grande congregação a tua benignidade e a tua verdade. 11 Não retires de mim, SENHOR, as tuas misericórdias; guardem-me continuamente a tua benignidade e a tua verdade.
Davi olha além do sistema sacrifical, ainda operante nos seus dias, colocando como inaceitáveis os quatro sacrifícios básicos enuncias no verso seis( Sacrifício de oferta, holocaustos e expiação), para apresentação da verdadeira gratidão e louvor, Hebreus 10. 5.7 apresentam esse trecho para mostrar que Cristo é a única solução para salvar o pecador definitivamente, daí a expressão de louvor do salmista, olhando o futuro.
É esta bondade de Deus que motiva a nossa gratidão, que se expressa não somente em obras, como também em palavras, em primeiro lugar Deus pede-nos a obediência e só depois nosso sacrifício (I Sm. 15.22-23). O exemplo supremo dessa obediência é o Senhor Jesus Cristo, a quem a epistola Aos Hebreus relaciona estes versículos (Hb.10.5-9). Devemos praticar a retidão, antes de exigir que outras pessoas sejam retas. Nota-se o tema dos sermões de Davi: tua justiça; tua fidelidade; tua salvação; tua graça; tua verdade

12 Porque males sem número me têm rodeado; as minhas iniqüidades me prenderam de modo que não posso olhar para cima. São mais numerosas do que os cabelos da minha cabeça; assim desfalece o meu coração.
13 Digna-te, SENHOR, livrar-me: SENHOR, apressa-te em meu auxílio.
14 Sejam à uma confundidos e envergonhados os que buscam a minha vida para destruí-la; tornem atrás e confundam-se os que me querem mal.
15 Desolados sejam em pago da sua afronta os que me dizem: Ah! Ah!
16 Folguem e alegrem-se em ti os que te buscam; digam constantemente os que amam a tua salvação: Magnificado seja o SENHOR.
17 Mas eu sou pobre e necessitado; contudo o Senhor cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu Deus.

O tema dos versos 12 á 17 muda em relação aos anteriores, dando a impressão que é outro poema que por motivo desconhecido foi anexado ao outro, este é um pedido de auxilio9 urgente, pois o salmista encontra-se em aperto, o importante daqui é que ele reconhece sua incapacidade e limitações, mas que está sob os cuidados do Senhor, ele afirma que o SENHOR é o seu auxilio e libertador
Em qualquer circunstância, sob qualquer pressão, devemos estar confiantes de que DEUS não nos perde de vista em nenhum momento.

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A Páscoa Judaica e a Páscoa Cristã

Páscoa Judaica e Páscoa Cristã

Por vezes temos o costume de dizer que a Páscoa é o Pessach da tradição judaica, mas estamos a confundir as coisas, porquanto o nome de “Páscoa”, apesar de ser a tradução do original “Pessach”, que veio a ser adaptado para as celebrações da Páscoa cristã, suscita alguma confusão.

Este nome veio a ser adaptado porque os novos Cristãos também eram descendentes de judeus tal como acontecia com Cristo, sendo esta uma forma de a tradição judaica ser mantida.

Os judeus celebravam este grande evento da religião judaica e o mesmo acabou por fazer a Igreja Católica, à posteriori, pois tornou na maior celebração do catolicismo a associação da morte e ressurreição de Jesus Cristo com o Pessach, ou seja, associou a morte e ressurreição, de acordo com a cultura cristã, do primogênito de Deus, à celebração da passagem do Mar Vermelho na fuga da escravidão do Egito.

Hipotéticamente, a morte de Jesus Cristo terá acontecido em 14 de Nissan, que é o dia do início de Pessach. Será que a última ceia de Cristo teria sido um Seder de Pessach? Não há provas que o fosse.

A pascoa é a celebração judaica que recorda a morte dos primogénitos do Egito e a libertação e êxodo dos Israelitas para a Terra Prometida. O nome deriva da palavra hebraica que significa “a passagem do anjo exterminador, sendo poupadas as habitações dos israelitas, cujas portas hajam sido aspergidas com o sangue do cordeiro pascal (Ex.12:11-27)”

Designa-se como a “páscoa do Senhor”, a “festa dos pães asmos – ou ázimos “(Lv.23:6,Lc.22:1), os dias dos “pães asmos” (At.12:3,20:6). A palavra “páscoa” é aplicada não apenas à festa no seu todo, mas também ao cordeiro pascal, e à refeição preparada para essa ocasião solene. (Lc.22:7,1; Co. 5:7; Mt. 26:18-19; Hb.11:28).

Quanto à sua instituição, a melhor maneira para se observar a Páscoa é a seguinte: – o mês de saida do Egito (nisã-abibe) deveria ser o primeiro mês do ano sagrado ou eclesiástico; e no 14º. dia desse mês, entre a declinação do sol e o seu ocaso, os israelitas deviam matar o cordeiro pascal e abster-se de pão fermentado. No dia seguinte, o 15°, contado a partir das 6 horas do dia anterior, principiava a grande festa da pascoa, com a duração de 7 dias, mas apenas o 1° e o 7° dias eram solenizados de forma particular.

O cordeiro morto não podia ter defeito, tinha de ser um macho de 1° ano. Quando não fosse encontrado o cordeiro, os israelitas podiam matar um cabrito. Naquela mesma noite o cordeiro, tinha de ser comido assado, acompanhado de pão asmo e de uma salada de ervas armagas. Não devem ser quebrados os ossos. Se ficava alguma coisa para o dia seguinte, era queimada. Aqueles que comiam a páscoa deviam estar na posição de viajantes, cingidos os lombos, com os pés calçados, ter os cajados na mão e alimentarem-se apressadamente.

Durante os 8 dias da páscoa não se comia pão levedado, embora fosse permitido preparar a comida, que só era proibido fazer-se no dia de Sábado. (Ex.12).

A páscoa era uma das 3 festas em que todos os varões tinham de “aparecer diante do Senhor” (Ex.26:14-17). Era tão rigorosa a obrigação de se guardar a páscoa, que todo aquele que a não cumprisse era condenado a morte (Nm.9:13); mas aqueles que tinham qualquer impedimento légitimo, como seriam a jornada, a doença ou a impureza, tinham de adiar a celebração até ao 2º. mês do ano eclesiastico, o 14° dia do mês iyyar (Abril e Maio) .

Fonte www.estudosgospel.com.br