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Fim dos tempos: Sobe para 70 o número de mortos após terremoto em Mianmar

25/03/2011 – 07h18

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

Ao menos 70 pessoas morreram e 100 ficaram feridas em consequência do terremoto de magnitude 6,8 que atingiu na noite de quinta-feira o leste de Mianmar e foi sentido em toda a península da Indochina, informaram as autoridades do país, indicando que este número provavelmente deve aumentar nas próximas horas.

A maior parte das mortes aconteceu em aldeias situadas na região nordeste de Mianmar, próxima à Tailândia, de acordo com funcionários da cidade fronteiriça de Tachilek citados pela rádio estatal tailandesa.

Além de Tachilek, também houve vítimas e edifícios derrubados em Mong Lin, Mang Pyak e Tarlay.

Neste último povoado, próximo ao epicentro, 20 pessoas morreram e 45 edifícios desmoronaram, incluindo os mosteiros de Fonekha, Naamkham e Parhlaing.

Também houve relatos de edifícios parcialmente destruídos em Mong Lin (133) e Tachilek (130).

Fontes militares birmanesas, por sua vez, indicaram que há entre as vítimas fatais pelo menos 17 soldados e civis que estavam em alojamentos do Exército situados nos arredores de Tachilek, um das passagens fronteiriças com a Tailândia.

Cerca de 40 feridos foram atendidos no hospital de Tachilek, onde as autoridades birmanesas estabeleceram o centro de resgate e de ajuda aos desabrigados.

Além disso, outra mulher morreu na província tailandesa de Chiang Rai após uma parede de sua casa desmoronar enquanto ela dormia.

A Mianmar TV elevou a 7 graus a magnitude do tremor, que pôde ser sentido em Bancoc (Tailândia), Hanói (Vietnã) e cidades do sul da China, a várias centenas de quilômetros de distância.

Editoria de Arte/Folhapress

O forte sismo causou um blecaute temporário na cidade fronteiriça tailandesa de Mae Sai, e alguns turistas deixaram seus hotéis e dormiram ao relento por temer réplicas em outras comunidades do norte do país.

Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, que mede a atividade sísmica mundial, o epicentro foi localizado a dez quilômetros de profundidade e 82 quilômetros ao norte de Chiang Mai, a segunda maior cidade da Tailândia e um dos principais destinos turísticos.

O tremor ocorreu às 20h55 da hora local (10h55 de Brasília), 589 quilômetros ao nordeste da antiga capital birmanesa, Yangun, e 772 quilômetros ao norte de Bancoc.

O sismo ocorreu em uma região remota, montanhosa e pouco habitada que faz parte do chamado Triângulo de Ouro do tráfico de drogas, onde convergem as fronteiras de Mianmar, Laos e Tailândia.

Com Efe e France Presse

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O ataque ao aplicativo de iPhone

 

Chuck Colson

23 de março de 2011 (Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — A maior ameaça à liberdade religiosa e à liberdade de expressão nos Estados Unidos está atacando de novo. Não estou falando sobre o extremismo islâmico ou os novos ateus. Não, por mais perigosas que essas ideologias anticristãs sejam para nossas liberdades, elas ficam agora numa posição secundária diante dos ataques desumanos e metódicos perpetrados pelos grupos gays contra qualquer pessoa que discorde deles.

Permita-me explicar. No ano passado, você recordará que criamos um aplicativo de iPhone para a Declaração de Manhattan. O aplicativo permitiria que os usuários lessem, assinassem e divulgassem a Declaração de Manhattan e sua defesa da vida humana, casamento tradicional e liberdade religiosa. A Apple havia dito que o aplicativo “não tinha nenhum material desagradável”.

Mas quando um grupo que apoia o tão chamado “casamento gay” protestou que a Declaração estava promovendo “ódio” e “homofobia” e era “contra os homossexuais” (o que não é verdade), a Apple removeu o aplicativo de sua loja de iPhone.

Desde então venho alertando vocês que a Declaração de Manhattan foi apenas o primeiro alvo dos grupos gays. Agora eles têm outro: Exodus International, um ministério cristão que tem como objetivo livrar as pessoas da homossexualidade. Agora, a Apple removeu o aplicativo do Exodus International de sua loja de aplicativos.

Uma organização esquerdista chamada Change.org colocou enorme pressão na Apple para suspender o aplicativo do Exodus. Mas antes mesmo de chegar a essa fase, Change.org se engajou no que posso descrever como uma violenta campanha difamatória. Eis o que disseram, e eu cito: “A mensagem do Exodus é abominável e intolerante. Eles… usam táticas de medo, desinformação, estereótipos e distorções da vida LGBT para recrutar clientes”. Caso você não esteja acostumado com essa terminologia, LGBT significa lésbicas, gays, bissexuais e “transgêneros”.

Enquanto isso, um comentarista chamou o Exodus de “grupo fanático”. Outro disse que era “tão perigoso para o Cristianismo quanto a al-Qaeda é para o islamismo”. Esse tipo de calúnia seria motivo para rir se não fosse tão perigoso. Está muito longe do discurso cívico tolerante que todos temos sido incentivados a usar.

É óbvio que Change.org e grupos semelhantes não se importam com discurso civilizado e tolerante. Eles simplesmente querem erradicar qualquer discurso que critique seu modo de vida, por mais gentil e respeitosa que seja a crítica, e eles farão ou dirão quase qualquer coisa para impor a vontade deles — tudo no nome da tolerância!

E agora, aos olhos deles e ao que tudo indica também aos olhos da Apple, é proibido não só defender o casamento tradicional, mas também ajudar as pessoas que não mais querem viver um estilo de vida homossexual. Qual é o grito de guerra deles agora? “Quando alguém é gay, nós o faremos ficar gay para sempre”?

Alguns poderão dizer que a perda do aplicativo de iPhone para o Exodus International não é motivo para grande preocupação — exatamente como ocorreu quando a Apple baniu o aplicativo da Declaração de Manhattan!

Mas o problema não tem a ver apenas com aplicativos. Tem a ver com liberdade de expressão, a competência de participar na esfera pública das ideias. Os grupos gays estão mostrando seus dentes afiados. Obter vitórias nos tribunais ou nas assembleias legislativas não é suficiente para eles. Eles querem silenciar, sim, destruir aqueles que não concordam com sua agenda. Por isso, eles fazem os grupos cristãos e empresas americanas de alvos de seus ataques.

Há sinais claros de que algo muito ruim está para acontecer, gente. Por amor à liberdade religiosa e à liberdade de expressão, é nossa obrigação não ficar de boca fechada. Não nessa questão, ou em qualquer questão que ameace a liberdade de expressão e a liberdade religiosa.

Este artigo foi reproduzido com a permissão dewww.breakpoint.org

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Pesquisador prepara livro com “100 novas revelações” sobre Jesus

LITERATURA

 

Autor questiona os dogmas religiosos sobre a pessoa de Jesus que prevalecem há mais de 20 séculos

Novas revelações sobre a vida de Jesus virão à tona, segundo ele. Além de assegurar que Jesus foi casado e que Maria teve um segundo marido após José, o autor garante que Jesus também foi pai. Segundo pesquisa feita durante a preparação do livro Jesus, a Semente, ele alega ter encontrado fatos que revelam que quando Jesus foi crucificado, sua esposa estaria com três meses de gravidez.

Desde dezembro do ano passado, o escritor Soham Jñana vem anunciando uma série de revelações sobre a vida de Jesus. Eles nasceu em Portugal, mas ficou radicado na França, escolheu assinar suas obras com um pseudônimo curioso, usando palavras do sânscrito. Segundo ele, Soham significa “Aquele, Eu Sou” ou “Sou Aquele que é proveniente de Aquele que é igual”. Por sua vez, a palavra Jñana se refere à Palavra Perdida ou Sabedoria Perdida (aquela que não sabíamos que sabíamos).

Ao todo já foram feitas 14 revelações, mas até o lançamento do livro, anunciado para 12 de outubro deste ano, o autor promete chegar a 32 revelações. O autor passou seis anos pesquisando sobre a vida de Jesus e anuncia que anunciará verdades inéditas e baseadas em fatos comprovados por suas pesquisas em textos bíblicos e documentos diversos.

São cerca de 800 páginas com informações históricas sobre o nascimento, crescimento, casamento e morte de Jesus. Soham diz que chegar às respostas que colocam em xeque muitos dos mitos que cercam o Jesus da fé demandou muito dele:

“Fui confrontado com indagações de enorme amplitude, tendo tido, para inquirir respostas, de interrogar as fronteiras de conhecimento que a tradição institucional construiu. Qual não foi minha surpresa, com base na coerência investigativa, suportada na descoberta de laços e nexos, de relações e conexões até hoje ignoradas, ver aos poucos ser resgatado um inesperado homem Jesus. Essas descobertas desmistificam e questionam o discurso estabelecido por muitos historiadores, teólogos e pesquisadores cúmplices, em maior ou menor grau de consciência, do Jesus da fé, que até hoje prevalece sobre o homem Jesus”, afirma.

Para Soham, a trilogia vai permitir uma visão crítica dos acontecimentos que marcaram a vida de Jesus. “Antes de mais quero deixar claro que a trilogia fala sobre a vida e mensagem do Jesus homem, e não do Jesus da fé pessoal, porque os há tantos quantos crentes, nem do Jesus dos teólogos, fabricado para sustentar as verdades das igrejas, nem do Jesus dos historiadores que não se entendem sequer entre eles sobre uma biografia comum”, destacou.

Soham Jñana dedicou boa parte de sua vida aos estudos, tendo realizado várias palestras sobre temas religiosos na Europa. Todo seu aprendizado durante as pesquisas serão levadas ao conhecimento público com o lançamento de três livros. O primeiro, Jesus – a Semente será lançado em outubro. Na sequência, serão lançados os livros Jesus – a Árvore e Jesus – o Fruto.

Ele avisa que será uma edição limitada e que não pretende lucrar com isso. Seu site traz a seguinte explicação: “Todos os direitos autorais reverterão para uma fundação cujos fins sejam de promover uma nova espiritualidade, através da qual o homem possa se libertar de qualquer filiação ou dependência a sistemas dizimeiros ou diversamente mercantis de pensamentos ou crenças baseados em cultos, dogmas e ritos, por forma a permitir a todo o Ser um autêntico, verdadeiro, real e genuíno reencontro com o Divino nele”.

Data: 24/3/2011 09:17:46
Fonte: Pavanews