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AD do Paraná é acusada de desviar recursos para reforma particular

 

Associação Educacional das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus do Paraná não conseguiu comprovar aplicação correta de recursos públicos, que teriam sido usados para reforma de imóvel de particular.

A 2ª Câmara de Julgamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou, durante a sessão plenária desta quarta-feira (16), a devolução de R$ 110 mil reais por parte da Associação Educacional das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus do Paraná, mantenedora da Faculdade de Administração, Ciências, Educação e Letras (Facel). Ao aprovar, por unanimidade, os termos do voto do relator, conselheiro Caio Márcio Nogueira Soares, o colegiado determinou, também, a inclusão dos responsáveis pela entidade à época (José Polini e José Alves da Silva) na lista de gestores com contas irregulares.

A lista é encaminhada, oportunamente, ao Tribunal Regional Eleitoral, que a utiliza para fins de definição da inelegibilidade de candidatos a cargos eletivos. Além disso, o colegiado do TCE estabeleceu o pagamento de multa e encaminhamento das principais peças do processo (nº 266100/07) ao Ministério Público, para as providências necessárias.

Segundo consta dos autos, relativos à prestação de contas de convênio firmado, em 2006, entre a Associação e a Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia e Ensino Superior, a maior parte da verba foi utilizada para reformas, aquisição de mobiliário e equipamentos para a implantação do Centro de Psicologia Aplicada. O objetivo do projeto seria capacitação acadêmica e formação profissional, com a realização de estágios para o corpo discente praticar os conhecimentos teóricos, prestando serviço clínico-psicológico gratuito à comunidade.

No entanto, durante a instrução do processo, constatou-se que a reforma aconteceu em imóvel de terceiro. O local em que funcionaria o centro de atendimento clínico-psicológico, no centro da Capital do Estado, não é de propriedade da Associação ou da Faculdade, mas de terceiro locador.

Cabe recurso de revista ao Tribunal Pleno, com prazo de 15 dias a partir da publicação do acórdão no periódico eletrônico Atos Oficiais do Tribunal de Contas (Aotc), disponível em www.tce.pr.gov.br.

Data: 21/2/2011 08:39:52
Fonte: Tribunal de contas do Paraná

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Todo mundo tem uma religião – Robert Thoburn (inclusive os ateus)

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Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto (1)
Quando Paulo chegou à Atenas, deparou-se com filósofos epicureus e estóicos. Na visão deles, Paulo cria em “deuses estranhos”. Paulo notou as “devoções” desses filósofos gregos pagãos. Ele também comentou sobre o altar deles, que tinha a inscrição “AO DEUS DESCONHECIDO”. Ele se referiu a eles como sendo “muito religiosos” (Atos 17:22, NVI).
O que Paulo diria sobre os filósofos da escola pública de hoje? Penso que os consideraria muito religiosos, também. O problema com o mundo hoje não é uma falta de religião. O problema é o tipo errado de religião.
As pessoas são religiosas por natureza. Elas adoram alguém ou algo.
Elas têm uma fé. As escolas públicas não estão destituídas de religião. São muito religiosas! São baseadas sobre uma falsa religião. Essa religião é o humanismo secular. É a adoração do homem.
Um estudo de John Dewey revelará que a democracia era a sua religião.
Democracia é “o governo pelo povo”. Essa é uma forma de humanismo.
Dewey queria que as escolas públicas cressem no que é comum aos homens e à sociedade. Qualquer coisa que traga diferenças deve ser eliminada. O Cristianismo teve que sair porque traz divisão.
O humanismo secular resulta numa religião do mínimo denominador comum. Leva a uma nivelação do homem. A nivelação é realizada por constantemente abaixar os padrões, quer sejam eles religiosos, morais ou acadêmicos. O filósofo cristão Cornelius Van Til chamou isso de “integração para o vazio”.
Há abundância de evidência para mostrar que as escolas públicas são religiosas. R. J. Rushdoony, em seu estudo acadêmico The Messianic Character of American Education (1963), traça a filosofia educacional desde Horace Mann(2) até o presente. Como Rushdoony observa, os vários gurus da educação pública americana usam constantemente terminologia religiosa ao descrever os seus objetivos. Eles falam de salvar o homem. O professor do Estado preparando escolas é até mesmo chamado de “a vinda do Senhor”.
A evolução substituiu a criação como explicação para a origem da vida sobre a Terra. O Estado, como a mais poderosa instituição humana, se torna o deus evoluído das escolas públicas. Escolas são financiadas pelo Estado humanista e “neutro”; elas, portanto, servem às necessidades do Estado. As crianças são ensinadas a servir ao Estado. O Estado deve planejar e controlar o futuro. O Estado se torna a autoridade final e a fonte da lei. Como Rushdoony diz, seja qual for a fonte da lei numa sociedade, esse é o seu deus.
O humanismo secular se tornou a nova religião estabelecida nos Estados Unidos, e as escolas públicas se tornaram a igreja estabelecida. Os impostos são usados para sustentar essa igreja estabelecida. Os professores se tornaram os sacerdotes e sacerdotisas dessa nova igreja. Até mesmo a beca preta, associada a sacerdotes e juízes, têm sido apropriada pelas escolas para simbolizar suas reivindicações, embora vistam apenas no dia da graduação ou em ocasiões especiais.
Fonte: The Children Trap: The Biblical Blueprint for Education,
Robert L. Thoburn, Dominion Press, pg. 81-82.
1 E-mail para contato: [email protected]. Traduzido em outubro/2007.
2 “Horace Mann (1796-1859) foi um estadunidense educador e abolucionista”. (Nota do tradutor)
Monergismo.com – “Ao Senhor pertence a salvação” (Jonas 2:9)
http://www.monergismo.com/
Fonte: http://pedagogiareformada.blogspot.com/2010/10/todo-o-mundo-tem-uma-religiao-robert.html

POSTADO POR PROF. LUIS CAVALCANTE ÀS 5:38 PM

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Edir Macëdo confessa que bebe vinho e cerveja