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Igrejas evangélicas viram alvo de bandidos em SP

 

Igrejas evangélicas viraram alvos de ladrões, que levam não só dinheiro do dízimos como celulares, joias e carros.
Nos últimos seis meses foram pelo menos 11 roubos e 13 furtos, segundo levantamento da reportagem. Muitos com relatos de violência contra pastores e obreiros, alguns com bandidos se disfarçando de fiéis.
Assustados, responsáveis pelos templos já deixam as portas de vidro trancadas durante as orações e têm instalado câmeras de vigilância e grades nos portões e portas. "A gente fica atento e se tranca. Enquanto isso, ladrões ficam livres lá fora. É assim que funciona", diz o pastor Marcos, da Igreja Universal do Reino de Deus do Jaguaré, zona oeste de São Paulo.
A igreja foi assaltada em março depois que um ajudante foi rendido. Em julho, o portão principal da igreja foi reforçado e foram compradas câmeras que gravam toda a movimentação externa do prédio. "Temos alarme interno, mas aqui não passa viatura da Polícia Militar", lamenta Marcos.
Pânico. Em outro caso, no mesmo mês, um estudante de 18 anos que estava sentado na Universal do Reino de Deus da Estrada de Guarapiranga, na zona sul, viu-se obrigado a entregar o celular às 10 horas, após ser ameaçado com um revólver. Há casos em que os ladrões partem para agressão. Como ocorreu no Capão Redondo, zona sul.
O filho do pastor e dois seguranças que se revezam 24 horas por dia na porta do templo de uma unidade da Assembleia de Deus foram trancados no banheiro, em julho, e apanharam por quase meia hora. "Eu vi tudo, mas me escondi na cantina que tem a porta de aço", contou um funcionária. "Depois disso colocamos grade na porta e janela. Tá parecendo uma prisão" Por conta do crime, o templo agora também tem mais câmeras e um segurança a mais. Em outra Assembleia de Deus, no Cambuci, zona sul, religiosos foram rendidos por um grupo armado. Bandidos levaram celulares e um carro importado.
Para o bispo Carlos de Castro, presidente do Conselho dos Pastores do Estado de São Paulo, ainda é cedo para tomar alguma providência na cidade de São Paulo e os casos de roubos são ainda mais comuns fora da capital. Mais prevenido, o pastor David Sales, responsável pela Assembleia de Deus (Ministério Madureira) de Itapevi, na Grande São Paulo, modificou a estrutura de segurança de parte dos templos da região. Dos 40 existentes, cinco já teriam sido alvo de bandidos. "Colocaram alarmes internos e câmeras", contou. Na visão do pastor, o alvo nos templos são aparelhos de som. "Esses equipamentos depois são vendidos no mercado de usados."
Investigadores que trabalham nas regiões que registraram roubos em igrejas na capital disseram à reportagem que não se trata de uma quadrilha em atuação, mas sim grupo isolados que agem por oportunidade. No 51º Distrito Policial (Butantã), onde ocorreram dois casos este ano, a secretária do delegado se recusou a dar informações. E a Secretaria da Segurança Pública (SSP) também não respondeu ao pedido de informações sobre os casos do 51º DP.
Já a Polícia Militar informou, em nota, que não identificou um problema generalizado, mas casos pontuais em alguns bairros da cidade. Nesses locais, a prevenção é feita especialmente com radiopatrulhamento, policiamento comunitário e policiamento com motos (Rocam). É o caso do bairro do Jaguaré.
Números. Balanço feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2000 mostra que 1,66 milhão de moradores da capital se apresentaram como evangélicos. A assessoria do vereador Carlos Apolinário (DEM), que é evangélico, estima que na cidade existam cerca de 8 mil templos. A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras foi procurada e disse que a Secretaria de Finanças teria o número de igrejas. Mas a pasta alegou que não tem o controle de igrejas abertas, uma vez que elas não pagam impostos.
TRÊS PERGUNTAS PARA…
Nilton Migdal, ESPECIALISTA EM SEGURANÇA
1.Os crimes em igreja estão em evidência?
O bandido mudou a ideia de assalto, de roubo. Agora eles preferem onde tem gente para levar mais. Por exemplo, na praia, antes as casas vazias eram invadidas. Não é o que acontece agora.
2. O que as igrejas podem fazer para evitar ataques?
Usar cofre boca de lobo (com abertura só para a entrada de dinheiro) e colocar mais seguranças na porta quando tiver um grande evento. Eles podem verificar se alguém entra armado e são um fator de inibição.
3.E as orientações aos frequentadores?
As igrejas podem orientar que fiquem atentos e não ostentem muitas coisas de valor.

Data: 27/9/2010 08:36:48
Fonte: Estadão

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Psol dá apoio ao PT por causa de ataques de evangélicos

 

O candidato ao governo de Pernambuco, Edilson Silva (Psol) criticou manifestações de uma igreja que sugere que o PT tenta destruir o "patrimônio dos evangélicos".
O candidato ao governo de Pernambuco, Edilson Silva (Psol) utilizou parte do seu tempo no debate promovido pela Rede TV! e jornal Folha de S. Paulo, neste domingo, dia 26, para posicionar-se contra um movimento da igreja presbiteriana de Candeias, bairro de Jaboatão dos Guararapes, que sugere que o PT tenta destruir o "patrimônio dos evangélicos".
"Estas igrejas estão fazendo uma campanha contra projetos, como a união civil entre homossexuais e chegam a atacar a orientação sexual de Dilma Rousseff. Queria dizer que o Psol é um partido de esquerda, socialista. Não nos confundimos com esse tipo de crítica preconceituosa, nossa crítica é contra a política econômica e a ética do PT. Por isso, nesta segunda-feira, dia 27,às 15h vamos emitir uma nota em apoio ao PT", afirmou.
Os integrantes da igreja tentaram realizar uma caminhada no último sábado, dia 25,  para protestar e distribuir um "manifesto pela família", onde propõem a união das igrejas evangélicas para "vencer o inimigo comum à todas as denominações, as leis que destroem a família".
Publicado no site da igreja, o manifesto diz que o crescimento das igrejas evangélicas é "diretamente uma ameaça ao reino das trevas" (aludindo ao PT). O site também publica projetos de leis de deputados federais petistas, todos contra preconceitos ao homossexualismo.

Data: 27/9/2010 08:40:38

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Jovem se converte e pais processam o pastor

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Um seminarista do primeiro ano, sustentado pela Gospel for Asia, defendeu a si e a outro cristão local em um processo judicial provocado por seus próprios pais.
Harjit Yadav escolheu receber a Cristo após ouvir Jigar Khan, um cristão sustentado pela Gospel for Asia, falar do evangelho. Mesmo sendo um jovem cristão, sentiu o chamado do Senhor para ir ao seminário.
Quando os pais de Harjit deram conta de que seu filho dedicava sua vida a Jesus, enviaram um de seus irmãos para levá-lo à força para casa. No entanto, ele fugiu e voltou para o seminário.
No dia seguinte, 18 de julho, os pais frustrados de Harjit abriram um processo contra o pastor Jigar, acusando-o de subornar seu filho para se tornar um cristão. Muitos estados no Sul da Ásia têm o que é conhecido como leis de "liberdade religiosa". Estas leis anti-conversão tornam ilegal forçar alguém a mudar sua fé. Elas também tornam ilegal o suborno em troca de uma confissão de fé. As leis são usadas quase que exclusivamente contra pastores e obreiros.
Harjit foi a principal testemunha no processo judicial contra Jigar, e foi forçado a voltar para casa e comparecer em juízo. Durante o caso, ele afirmou claramente que fez a escolha de se tornar cristão por si próprio e que ninguém o obrigou.
Até o fechamento desta notícia, o tribunal local não tinha dado o veredito.
Harjit e Jigar compartilham pedidos de oração:
• Ore para que Harjit fique firme no Senhor, mesmo enquanto enfrenta oposição e seja capaz de retornar aos seus estudos.
• Ore para que o Senhor trabalhe no coração do líder da vila, e para que a situação se resolva em breve.
• Ore para que a família de Harjit seja atraída para Cristo.
• Ore para que mais pessoas experimentem o amor redentor de Cristo através do ministério de Jigar.

Data: 27/9/2010 08:55:00