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Pastor afirma ter lutado contra espírito maligno das chuvas

A guerra espiritual teria acontecido em 2007 quando a região de Oklahoma foi castigada por inundações que deixaram 22 mortos

por Leiliane Roberta Lopes

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Pastor afirma ter lutado contra espírito maligno das chuvas
Pastor afirma ter lutado contra espírito maligno das chuvas

O pastor John Benefiel, da Church on the Rock do Oklahoma (Estados Unidos), está dizendo que enfrentou uma guerra espiritual contra Baal para poder parar as fortes chuvas que castigaram a região onde vive em 2007.

Na verdade Benefiel chegou a dizer que as chuvas eram frutos de suas orações diante da seca que os Estados Unidos enfrentou antes do período de chuva.

Mas depois ele viu que as águas não eram provisão divina, mas uma atuação de Baal, um espírito maligno que em sua teologia é príncipe dos demônios e que seria uma “falsificação de Jesus”.

As inundações causaram vários danos para a região, deixando milhares de casas destruídas e 22 pessoas mortas.

Para poder se livrar desse demônio o pastor passou a realizar diversos eventos de exorcismos em diferentes locais do país, incluindo Kansas, Texas e Missouri.

Benefiel aproveitou essa guerra espiritual para blindar Oklahoma contra os efeitos da recessão econômica de 2008 e ainda fez um alerta sobre outras áreas onde Baal atua: perversão sexual, homossexualidade, culto a vampiros, movimento gótico, cultura da morte, bruxaria e espíritos ocultos.

Dizendo que a luta contra o mal ainda não acabou, o pastor fez um pedido para que outros cristãos de Oklahoma se unam a ele.

“Desde aquele momento, o caminho do Senhor nos trouxe uma jornada incrível que nos conduz a ficar mais perto de enxergar todo o Oklahoma, o coração e toda a terra do homem vermelho totalmente salvo e transformados. Conforme o Senhor continua a nos mostrar como ver Sua vontade cumprida aqui na terra como no céu, nós convidamos você a se juntar a nós nesta aventura verdadeiramente maravilhosa”, diz ele.Com informações do The Christian Post.

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Origem do dia da mentira está ligada a um decreto do Papa

Saiba como surgiu esse costume de 1º de abril

por Jarbas Aragão

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Origem do dia da mentira está ligada a um decreto do Papa
Origem do dia da mentira está ligada a um decreto do Papa

Dia 1º de abril, chamado de “dia da mentira” ou “dia dos bobos” não é um feriado religioso, mas muita gente ignora que a tradição surgiu por causa de um papa.

Até o século XVI, o ano-novo era comemorado junto com a chegada da primavera, no dia 25 de março. As festas tradicionais incluíam troca de presentes e bailes noturnos. Duravam uma semana, acabando em 1º de abril.

Contudo, em 1582, papa Gregório XIII (1502-1585) estabeleceu o decreto que mudaria o calendário e seria válido para todos os cristãos. Em sua homenagem foi denominado “calendário gregoriano”, o mesmo que é usado até hoje.

A partir de então o ano-novo passou a ser o 1º de janeiro. A França só passou a seguir o decreto papal dois anos depois. Os franceses que resistiram à mudança, ou simplesmente a ignoraram continuavam comemorando na antiga data.

Surgiu então o costume de certas pessoas em ridicularizar esse apego ao antigo calendário. Os “bobos de abril” recebiam convites para festas que não existiam. Com o passar do tempo, virou uma tradição pregar peças em todo o país, acabou se espalhando para a vizinha Inglaterra e posteriormente por todo o mundo.

Popular no Brasil, o primeiro de abril passou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou o periódico A Mentira. Lançado em 1º de abril de 1828, trazia a (falsa) notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A última edição de A Mentira saiu em 14 de setembro de 1849, convidando todos os seus credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte em um endereço que não existia.

Para muitos fazer “pegadinhas” e contar mentiras neste dia é algo inofensivo. Contudo, muitos segmentos evangélicos fazem campanhas contra o hábito, lembrando que, segundo a Bíblia, a mentira tem sua origem no Diabo, que é chamado de seu “pai”. Com informações Religion News.

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Historiadores afirmam ter encontrado cálice usado por Jesus na última ceia

Igreja recebe multidões que desejam ver o objeto considerado sagrado

por Jarbas Aragão

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Historiadores afirmam ter encontrado cálice usado por Jesus na última ceia
Historiadores afirmam ter recuperado “Santo Graal”

Durante séculos especulou-se sobre as “relíquias sagradas”, objetos que teriam pertencido a Jesus e aqueles considerados santos pela Igreja Católica.  Uma das mais conhecidas é o “santo graal”, taça usada por Jesus Cristo durante a última ceia.

Especialmente durante a Idade Média, a busca por ele foi objeto de ampla especulação. Na Europa, existem mais de 200 objetos que seriam o Santo Graal, mas nenhum oferece prova de sua autenticidade. Contudo, dois historiadores espanhóis causaram alvoroço ao revelarem terem encontrado. A descoberta é descrita em seu livro, “Reis do Graal”, publicado na semana passada.

Margarita Torres, especialista em história medieval e José Manuel Ortega del Rio, historiador de arte, afirmam que dois pergaminhos egípcios encontrados em 2011 na Universidade de al-Azhar, no Cairo, forneceram pistas para uma investigação que durou três anos.

Segundo eles, trata-se de uma peça feita em ágata, ouro e ônix, adornada com pedras preciosas. Ela é formada por dois cálices, um deles voltado para cima e outro para baixo. Teria chegado a Espanha pelas mãos de Fernando 1º, rei de León entre 1037 e 1065. Segundo Torres foi nessa época que ganhou os detalhes em ouro e pedras preciosas.

A raça se encontra desde o século 11 na Basílica de Santo Isidoro de León, localizada em León, no norte da Espanha. O cálice teria sido recebido pelo rei Fernando como uma “oferta de paz” do emir de um reino muçulmano.

Nos pergaminhos pesquisados por eles, conta-se como os muçulmanos tomaram o cálice sagrado da comunidade cristã do Cairo. Uma análise científica estima que a taça de fato foi feita no primeiro século.

Os pesquisadores dizem que rebateram muitas teorias e comprovam historicamente a origem do cálice em seu livro. “Esta é uma descoberta muito importante porque ajuda a resolver um grande quebra-cabeça”, afirmou Torres.

A Igreja Católica não emitiu um comunicado oficial sobre o assunto, mas a descoberta do cálice atraiu uma verdadeira multidão de fiéis e curiosos para a igreja espanhola nos últimos dias.  Diante da possibilidade de um tumulto, o objeto histórico foi retirado da vista do público.

Raquel Jaén, diretora do museu da Basílica de San Isidoro, retirou o cálice de exibição nesta última sexta-feira (28), enquanto os curadores procuram um espaço maior para sua exibição. Eles acreditam que milhares de pessoas serão atraídas para o local nos próximos meses. Com informações Daily Mail e NY Post.