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Pastores criticam bancada evangélica: “confundem Bíblia com Game of Thrones”

Reportagem da Carta Capital quer dividir evangélicos

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

Pastores criticam bancada evangélica

Publicado no canal do Youtube da revista esquerdista Carta Capital, o vídeo “Pastores criticam atuação da bancada evangélica” tem gerado repercussão entre os evangélicos nas redes sociais.
Embora o vídeo original não tenha chegado a 10 mil visualizações, no Facebook chega a quase 900 mil, o que o caracteriza como viral. Em pouco mais de um dia, o material foi compartilhado quase 30 mil vezes e gerou milhares de comentários.

Os pastores que aparecem no vídeo de 3 minutos, segundo a revista, “repudiaram a atuação dos evangélicos em Brasília”. O alvo é a bancada evangélica, que normalmente é vista com maus olhos pela mídia. Não é surpresa, portanto, que a Carta Capital, abertamente pró-PT utilize depoimentos para minar a credibilidade dos deputados com posturas religiosas claras, uma vez que eles têm constantemente contrariado os interesses do partido que governa o país.

“Eles estão confundindo a Bíblia com Game of Thrones, Jesus com Darth Vader”, é a frase que abre o vídeo. Dita por afirma Carlos Bezerra Jr. , pastor da igreja Comunidade da Graça e também deputado estadual (PSDB/SP). Depois de Bezerra, que recebe mais destaque, seguem depoimentos de Levi Correa e Ed René Kivitz, ambos da Igreja Batista da Água Branca (SP) e da pastora Ester Leite Lisboa, da Igreja Anglicana. Por fim, Tercio de Oliveira, que não é identificado como pastor, apenas membro da Rede Evangélica Nacional de Ação Social.

O tom é crítico, fazendo-se considerações sobre a necessidade de uma bancada para representar os “interesses dos evangélicos” e também insinuar que eles não possuiriam legitimidade para tal.
Chama atenção que a revista parece ignorar que os pastores que prestaram depoimento não representam os evangélicos como um todo. Seguidamente as críticas a declarações de Marco Feliciano e Silas Malafaia, são rejeitadas por muitos justamente por serem porta-vozes de um grupo minoritário.

Surge assim um paradoxo de representatividade. Talvez a imprensa ignore que, diferentemente dos católicos que tem na CNBB seu órgão de expressão política mais atuante, os cerca de 20% da população que se declaram evangélicos não possuem fórum similar. Ou seja, se nem os “direitistas” podem falar em nome dos evangélicos como um todo, tampouco podem os “esquerdistas”.
O direito de livre-expressão garante a qualquer cidadão brasileiro o direito de expor publicamente seus pensamentos. O que causa estranheza é que algumas vozes são ouvidas apenas quando interessa dividir a opinião pública.

Não há registro desses mesmos pastores fazendo declarações tão contundentes diante dos inúmeros problemas que se abatem sobre o país, causado pelo governo federal. Tampouco são tão veementes em suas posturas quando questões que atingem diretamente o que a Bíblia defende, como a família tradicional.

O vídeo da Carta Capital encerra com uma fala do pastor Ed René, onde o mesmo diz que um parlamentar não foi eleito para ficar defendendo os interesses particulares do setor da sociedade que o elegeu. Porém, a mesma lógica não se aplica quando a questão é vista daqueles que supostamente defendem as “minorias”. Esses, em geral, são tratados com destaque por suas lutas. Nesses casos, parece tornar-se justo o empenho, por exemplo, pela legalização do aborto, das drogas e do casamento gay.

O Brasil vive amplos debates na sociedade, como o da diminuição da maioridade penal, justamente um dos tópicos do vídeo. Resta o questionamento por que a reportagem da revista ignora o importante papel das igrejas no fortalecimento da família, que teria relação direta com a questão da delinquência juvenil.

Do outro lado, os pastores ouvidos parecem esquecer que embora existam posturas da bancada que podem ser polêmicas, a maioria dos deputados federais e senadores tem defendido pouco mais do que a si mesmo e as mudanças impostas pelo governo federal que tanto prejudicam o cidadão.

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Presbítero morre no púlpito durante culto

Ele tinha 43 anos, era diabético e descobriu um problema cardíaco

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime –

 

Presbítero morre no púlpito durante culto

O cantor Ozias Henrique faleceu na última terça-feira (16) durante um culto na igreja Assembleia de Deus do bairro Ulisses Guimarães, Zona Leste de Porto Velho (RO).

O cantor participava do culto de lançamento do 3° CD da dupla Gilberto e Gilmar e foi o responsável por fazer a apresentação da dupla. Segundo o site RondoCristão, em determinado momento Ozias Henrique caiu no chão.

Um vídeo gravado durante o culto mostra o exato momento em que o cantor desfalece, ele não havia concluído a apresentação da dupla, mas para brevemente de falar, dá um passo pra trás e cai já sem vida enquanto os fiéis e os pastores se desesperam para socorrê-lo.

Henrique tinha 43 anos, era presbítero no setor 24, casado, pai de três filhos. No vídeo é possível ouvir alguém gritando “papai”. Ele foi levado ao Pronto Socorro do bairro José Adelino, mas não respondeu aos procedimentos médicos de reanimação.

Ao que parece, Ozias Henrique sofria de diabetes e recentemente descobriu um problema no coração. Apesar das enfermidades, ele seguia realizando a Obra de Deus e se preparava para lançar um segundo CD.

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Governo ignora decisão do Congresso e tenta obrigar o ensino da ideologia de gênero nas escolas

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias – em 24 de junho de 2015 

Governo ignora decisão do Congresso e tenta obrigar o ensino da ideologia de gênero nas escolasA questão em torno da ideologia de gênero, uma das plataformas mais ousadas e importantes dos ativistas gays, foi recusada como política nacional de ensino em 2014 pelo Congresso Nacional, porém o Ministério da Educação (MEC) vem ignorando essa determinação e vem exigindo que os estados e municípios instituam essa matéria no currículo escolar.

A ideologia de gênero, em resumo, prega que a identidade sexual de uma pessoa seja construída a partir de suas experiências sociais, culturais e afetivas, e não a partir de sua constituição biológica. Na prática, isso significa dizer que, se implementada nas escolas, os alunos passariam a aprender que ser homem ou mulher é uma escolha pessoal, devendo assim, decidirem como querem ser tratados.

De acordo com denúncia feita pelo deputado federal Izalci Lucas Ferreira (PSDB-DF), o MEC vem exigindo que o ensino da ideologia de gênero seja implementado nas escolas municipais e estaduais até o fim de junho.

Em um discurso no plenário da Câmara, Izalci apresentou um requerimento, apoiado por outros 13 deputados, para cobrar explicações oficiais ao ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, a respeito de documentos elaborados pelo Fórum Nacional de Educação, que estão orientando a elaboração dos planos estaduais e municipais, com a afirmação de que a ideologia de gênero é obrigatória.

Essa postura do governo federal desobedece a determinação do Congresso Nacional em 2014, que retirou do Plano Nacional de Educação (PNE) todas as menções à ideologia de gênero como uma meta da educação brasileira. Na ocasião, ficou estabelecido que até o fim de junho de 2015, cada um dos 27 Estados, Distrito Federal e os 5.570 municípios aprovem planos próprios, seguindo as bases primárias definidas pelo PNE.

“A ideologia de gênero, contrariamente ao que dizem seus ativistas, não tem por finalidade combater a discriminação contra minorias. Ela tem origem no movimento marxista e tem por finalidade abolir a instituição familiar da estrutura social. É doutrina de Marx a noção de que a primeira de todas as opressões é constituída pela própria família, e que, sem a abolição da família, não poderá ser levada adiante a revolução comunista. Esta doutrina foi claramente exposta no último livro escrito por Marx, intitulado ‘A Origem da Família, da Propriedade e do Estado’, finalizado postumamente por [Friedrich] Engels”, afirmou o especialista Alberto Monteiro.

As críticas à proposta de ensino da ideologia de gênero nas escolas são abrangentes. A educadora Leonice da Paz, presidente da Associação Marchadoras de Jesus, afirmou que a educação sexual e a diversidade devem ser introduzidas pelos próprios pais, de acordo com suas culturas e crenças: “Não cabe à escola, apresentar este tema às crianças. Caso esta proposta seja aprovada, isto pode significar a violação de um direito que é, acima de tudo, da própria família. O perigo desta proposta está na possibilidade de fazer uma confusão muito grande na cabeça das crianças. Por trás desta proposta, há com certeza uma psicologia ativista servindo a uma agenda determinada, transformando crianças em cobaias”, pontuou, segundo informações do site Guia-me.

“O princípio de hierarquia das leis exige que, uma lei, para ser válida, retire essa validade de uma lei hierarquicamente superior. Uma lei federal não pode dizer mais ou menos do que a Constituição Federal já disse”, pontuou, reiterando que o Congresso Nacional excluiu a proposta da ideologia de gênero do PNE: “Por ser o Plano Nacional de Educação uma lei federal, vai oferecer subsídios para ser replicada nos estados e nos municípios pelos Planos Estaduais e Municipais de Educação. Vale dizer que, se o Plano Nacional de Educação, pelo Congresso Nacional, excluiu as expressões de ideologia de gênero, isto tem que ser também aplicado pelos planos estaduais e municipais”, frisou.