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Presidente da África do Sul quer “volta temporária” de Jesus à terra para purificar pecados

Avatar de Dan MartinsPor Dan Martins em 2 de setembro de 2014
Presidente da África do Sul quer “volta temporária” de Jesus à terra para purificar pecadosO presidente da África do Sul, Jacob Zuma, falou recentemente durante uma reunião na capital do país que deseja por uma volta “temporária” de Jesus Cristo à terra antes de sua segunda vinda, para que ele possa purificar as pessoas de seus pecados.

A fala do presidente sul-africano aconteceu durante uma reunião com os embaixadores e comissários em Pretória, capital do país. Afirmando que quando Jesus voltar para buscar os cristãos a maioria das pessoas vai ficar para trás, ele pede por um retorno de Cristo “apenas” para purificar os pecados.

– Eu sei que eles dizem que Jesus vai voltar para nos buscar, mas eu não sei quantos vão ficar para trás… Talvez a maioria – justificou o presidente, segundo a News 24.

Zuma afirmou que os bispos e pastores estão em condições de pedir a Deus para mandar seu filho novamente, e explicou que seu desejo é que Jesus desça por alguns anos e “limpe” as pessoas de seus pecados antes de voltar totalmente.

Explicada com detalhes diferentes entre as várias tradições cristãs, a segunda vinda de Cristo é comumente descrita como a “volta gloriosa de Jesus Cristo, no fim dos tempos, para presidir o Juízo Final”. Apesar de diferentes linhas teológicas discordarem da forma com que essa vinda irá ocorrer, é consenso entre as diferentes interpretações Bíblicas que a segunda vinda será um retorno visível de Jesus Cristo do Céu para julgar a humanidade e estabelecer o Reino de Deus.

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Dilma agrada e ameaça evangélicos ao mesmo tempo

PT tenta atrair “voto evangélico”

por Jarbas Aragão – gospelprime

Dilma agrada e ameaça evangélicos ao mesmo tempo
Dilma agrada e ameaça evangélicos ao mesmo tempo

Quando o pastor Silas Malafaia começou a comentar a campanha presidencial deste ano, por várias vezes disse que o PT e os aliados de Dilma tentariam enganar os evangélicos de novo, como fizeram em 2010.

Com o crescimento do nome de Marina Silva (PSB) nas pesquisas, os apoiadores de reeleição de Dilma Rousseffdecidiram novamente tentar conquistar o chamado “voto evangélico”, considerado decisivo em caso de segundo turno.

Depois de montar seu fracassado “comitê evangélico”, os petistas agora apelam para a estratégia comum em tempo de campanha de contentar a todos.

Ao mesmo tempo que critica Marina, tentando colocar nela o rótulo de “fundamentalista” por ela ser evangélica, o PT agora quer defender uma antiga luta dos evangélicos no Congresso, a chamada Lei Geral das Religiões.

Trata-se de um projeto de 2009 que já foi aprovado pela Câmara e está há mais de um ano parado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Se até agora Dilma não dera sinais que tinha interesse no assunto, tudo mudou quando decidiu começar a atacar frontalmente Marina Silva. Por isso, está pedindo urgência à proposta, que possivelmente ganhará prioridade de votação ainda antes das eleições.

A Lei Geral basicamente concede às igrejas evangélicas os mesmos benefícios concedidos pelo governo à Igreja Católica desde a assinatura de um acordo feito com o Vaticano em 2008. Inclui diversos benefícios tributários a instituições religiosas que tiverem conhecida ação social.  Ao mesmo tempo oferece proteção especial para as igrejas, pois os fiéis que trabalharem voluntariamente não poderiam alegar vínculo empregatício e entrar com ações trabalhistas. Também evitaria processos de desapropriação e penhora dos bens das igrejas.

Se o PT espera agradar as lideranças evangélicas, que em sua maioria estão divididas em seu apoio entre pastor Everaldo e Marina, cai em contradição ao tentar acelerar outra lei. Com o recuo de Marina na questão do casamento gay, Dilma partiu para o ataque e passou a defender a criminalização da homofobia. “Sou contra qualquer forma de violência contra pessoas. No caso especifico da homofobia, eu acho que é uma ofensa ao Brasil… Acho que a gente tem que criminalizar a homofobia, que não é algo com o que a gente pode conviver”.

Ou seja, de uma forma dúbia, Dilma tenta afagar os evangélicos de um lado, enquanto procura a aprovação de forma velada da PL 122, que é amplamente combatida pela bancada evangélica em Brasília há anos.

No ano passado, o próprio PT (autor do projeto) o engavetou temendo perder o apoio dos evangélicos na eleição este ano. Caso venha a ser aprovado, na prática, qualquer evangélico ou igreja que ensinar que homossexualidade é pecado ou fazer críticas a esse estilo de vida será responsabilizado juridicamente e poderá inclusive ser preso.

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Radicais do Boko Haram invadem igreja, decapitam fiéis e estupram mulheres durante culto

Avatar de Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas em 1 de setembro de 2014

Um atentado terrorista dos extremistas islâmicos do Boko Haram matou fiéis cristãos que estavam numa igreja de Attagara, em Gwoza, na Nigéria, no dia 24 de agosto.

O grupo de muçulmanos tinha aproximadamente 100 homens, e de acordo com informações do ministério Voz dos Mártires, após invadir o local durante um culto, os terroristas mataram homens, mulheres e crianças.

Os relatos do ataque são estarrecedores e dão conta de que as execuções aconteceram de forma cruel, com muitos homens sendo decapitados e muitas mulheres sendo estupradas pelos radicais.

Segundo moradores da aldeia Attagara, muitas mulheres foram sequestradas e obrigadas a se casarem com os terroristas. Sawaltha Wandala, 55 anos, chegava ao culto quando viu um menino de seis anos ser morto e jogado numa vala.

Escondido, o senhor encontrou outra criança ainda viva e saiu com ela para o hospital, em busca de ajuda. Porém, cinco extremistas foram atrás dele e tomaram a criança, decapitando-a na sua frente. Wandala foi agredido com paus e pedras, e quando desmaiou, foi deixado para trás porque os extremistas presumiram que ele estava morto.

Outro fiel que sobreviveu ao ataque também relatou os momentos de terror que passou na mão dos extremistas. John Yakubu escapou do ataque à igreja em Attagara e se dirigiu com a família em direção à fronteira com Camarões.

Precisando dos documentos, retornou à aldeia e quando chegou em casa, foi surpreendido por um grupo de radicais do Boko Haram, que deram a ele a opção de se converter ao islamismo ou morrer. Fiel, Yakubu negou a oferta, e foi amarrado a uma árvore e torturado, enquanto ouvia ofertas de conversão dos muçulmanos.

Com os cortes feitos em seu corpo, Yakubu perdeu muito sangue e desmaiou. Os terroristas acharam que ele havia morrido e o deixaram para trás. Socorrido, foi internado em coma e ao recobrar a consciência, disse que não havia mágoa em seu coração em relação aos agressores: “Eu perdoei os muçulmanos. Eles não sabem o que estão fazendo”.