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| Catarina Migliorini faz leilão para perder a virgindade Foto: Reprodução |
Categoria: Noticias
Números comprovam a força do segmento na sociedade
por Jarbas Aragão
- GOSPELPRIME
Evangélicos abrem 14 mil igrejas por ano no BrasilO crescimento dos evangélicos no Brasil nas últimas décadas é confirmado pelo IBGE e pela crescente influência desse segmento na sociedade. Os números oficiais do governo apontam para 42,3 milhões de adeptos em 2010. De acordo com o ministério Servindo aos Pastores e Líderes (SEPAL) os evangélicos poderão ser mais da metade da população brasileira em 2020.
Alguns jornais publicaram esta semana uma análise do chamado “mercado gospel”, baseado em dados recentes levantados pela Receita Federal. Segundo a publicação, diariamente as igrejas do Brasil arrecadam R$ 60 milhões, num total de R$21,5 bilhões por ano.
O Correio Brasiliense divulgou a estimativa que sejam abertas 14 mil igrejas evangélicas no Brasil a cada ano. Embora seja difícil fazer tal estimativa, pode-se facilmente afirmar que a maioria são igrejas neopentecostais. Afinal, este é o movimento que mais cresce no país, onde aproximadamente 60% dos evangélicos são de linha pentecostal. É igualmente verdade que muitas igrejas não duram mais que alguns anos.
Estranhamente, o Correio não cita a fonte do número publicado. A grande maioria dessas igrejas não é devidamente registradas, com um CNPJ. Se considerarmos apenas as que fizeram o registro, em 2013 foram 4400. Ou seja, a média é de 12 igrejas novas por dia; uma a cada duas horas. Os dados são do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, que monitora a abertura de empresas de todos os tipos no país.
Existem outros números que mostram a força dos evangélicos. A exemplo de outros países, hoje a música gospel já conquistou seu espaço nas rádios seculares. O mesmo pode ser dito das publicações. Antes limitados às livrarias evangélicas, hoje CDs, DVDs e livros evangélicos são amplamente distribuídos nas grandes lojas e supermercados. Isso sem mencionar o espaço conquistado em alguns canais de TV.
O Correio afirma que são pelo menos 4,5 mil cantores e bandas gospel atuando no país. Existem cerca de 600 rádios registradas (fora as piratas) que tocam música gospel. Já são 157 gravadoras produzindo material e no mínimo 10 novos CDs do gênero são lançados todo mês.
Um dos segredos do seu sucesso é que seu material é menos suscetíveis à pirataria por conta dos princípios dos fiéis. “É uma economia da fé que desconhece crises e vai de vento em popa”, explica Luciana Mazza, que trabalha há mais de 10 anos somente no meio evangélico.
As editoras cristãs já são 150 no país, sendo 60 de grande porte. Em média são 3 mil novos títulos lançados anualmente. “O desejo por um crescimento espiritual impulsiona a divulgação da palavra de Deus, que, claro, envolve um grande mercado editorial”, ressalta Reiner Lorenz, diretor executivo da Associação dos Editores Cristãos (Asec).
Último capítulo da novela teve audiência de 44 pontos no ibope e 61% de share
Quase duas horas depois do início do capítulo final de Amor à Vida, Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso) protagonizaram o primeiro beijo gay em uma produção de teledramaturgia da Globo. Na cena em que o dono de restaurantes se desepede do vilão com um beijo no rosto, Félix o segura pelo braço e, em seguida, os dois se beijam.
A prévia de audiência divulgada poucos minutos após a cena informa que o capítulo marcou 44 pontos no Ibope e 61% de share (participação no total de TVs ligadas). Cada ponto equivale a 65 mil domicílios na Grande SP.
Na internet, havia uma torcida grande para que o beijo acontecesse. Na lista dos dez assuntos mais comentados no Twitter no Brasil estava a hashtag BeijaFélixeNiko, que chegou a ficar em primeiro lugar.
Na trama, César (Antonio Fagundes) continua a desaprovar a orientação sexual do filho, que passou a cuidar do pai em sua casa na praia. Quando o ex-diretor do fictício hospital San Magno recebeu a visita do neto, Jonathan (Thalles Cabral), que foi acompanhado pela namorada, o médico fez questão de alfinetar Félix. “Pelo menos você é macho. Eu estou engolindo essa situação aqui”, disse diante do casal gay.
Uma tentativa frustrada de beijo entre personagens do mesmo sexo em novela da Globo aconteceu em Mulheres Apaixonadas (2003), em que o casal de lésbicas vividas por Alinne Moraes e Paula Picarelli apenas encostavam os rostos. Em 2011, o SBT exibiu o beijo entre as personagens de Luciana Vendramini e Giselle Tigre na trama de épocaAmor e Revolução.

