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Coreia do Norte já fala em ‘batalha final’ contra Seul e EUA

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Em mais uma série de provocações que aumentam a tensão regional, a ditadura comunista confirmou a revogação do armistício com a Coreia do Sul, desligou linha telefônica de emergência e afirmou que uma guerra pode ser iminente

Manifestantes protestam em Seul contra exercícios militares entre Coreia do Sul e EUA

Manifestantes protestam em Seul contra exercícios militares entre Coreia do Sul e EUA  (Jung Yeon-je/AFP)

A Coreia do Norte confirmou nesta segunda-feira que considera "completamente nulo" o armistício que suspendeu a Guerra da Coreia (1950-1953) e garantiu, através do jornal Rodong Sinmun, tribuna oficial do comitê central do Partido dos Trabalhadores norte-coreano, que está se preparando para uma guerra iminente contra a Coreia do Sul e os Estados Unidos. "Agora é o momento da batalha final", afirmou a publicação em editorial. O texto ressalta que "ninguém pode prever" o que vai acontecer na região, onde a tensão permanece elevada apóssucessivas ameaças e provocações da Coreia do Norte.

Leia mais: Coreia do Norte ‘desaparecerá’ se usar arma nuclear, diz Seul

O jornal acrescentou que o regime de Pyongyang deixou seus mísseis estratégicos e os sistemas de lançamento múltiplo de foguetes de prontidão para um ataque. Além disso, afirmou que todos os cidadãos do país se transformaram em soldados, em uma nova advertência que chega após vários dias de ameaças do regime feitas em seus meios de comunicação, entre as quais destaca-se um "ataque nuclear preventivo" contra os EUA.

A vizinha Coreia do Sul, por meio do Ministério da Unificação, assegurou que o acordo de armistício não foi invalidado uma vez que, legalmente, sua anulação requer a conformidade das duas partes, como indica o texto assinado pelas duas Coreias no dia 27 de julho de 1953. "Consideramos que o armistício segue de pé e, portanto, descartamos tecnicamente a guerra com o Norte", disse um porta-voz do ministério de Seul, encarregado dos assuntos entre as duas Coreias.

Telefone – O novo capítulo na mais recente guerra de palavras na península coreana começou no início desta segunda-feira, quando o porta-voz sul-coreano confirmou que o regime do ditador Kim Jong-un suspendeu de forma unilateral a linha telefônica da aldeia fronteiriça de Panmunjom, a única via de comunicação oficial entre Seul e Pyongyang, geralmente usada para assuntos de urgência. O governo da Coreia do Sul tentou estabelecer uma conexão telefônica e não teve sucesso.

A manhã desta segunda também é marcada pelo início dos exercícios militares anuais entre Coreia do Sul e EUA.  As manobras conjuntas, que  no mesmo dia foram alvo de protestos populares em Seul, estão agendadas para até 21 de março. Os EUA mantêm 28.500 soldados no território sul-coreano para defendere seu aliado diante de um hipotético ataque do Norte. Em contrapartida, o governo norte-coreano também informou que colocou de prontidão suas forças militares e divulgou imagens de soldados praticando exercícios.

A nova ofensiva verbal é mais um degrau na campanha de ameaças do país comunista. Na quinta-feira passada, a ONU impôs novas sanções econômicas e comerciais por conta doteste nuclear realizado pela Coreia do Norte no mês passado, o terceiro do país após os realizados em 2006 e 2009. Pyongyang, em retaliação, declarou na sexta-feira que revogaria o armistício – o pacto de não agressão entre as Coreias já dura 60 anos. Os dois países continuam tecnicamente em guerra, pois nenhum acordo de paz foi formalizado desde então.

(Com agência EFE)

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‘Não foi roubo’, afirma fiel sobre a polêmica do cartão de crédito pedido por Marco Feliciano

 

Por Cassiany de Paula | Repórter do The Christian Post

Na última semana, o deputado federal e pastor, Marco Feliciano, teve uma grande repercussão nas internet, por conta de um vídeo, onde mostra o pastor questionando quem era o fiel que doou um cartão sem mandar a senha. Com a divulgação do vídeo na internet, o fiel, que fez a doação do cartão, resolveu explicar a polêmica.

  • Pastor Marco Feliciano

    (Foto: Reprodução/YouTube)

    Pastor Marco Feliciano durante o Congresso Gideões Missionários da Última Hora

 

Com o vídeo circulando na internet, Marco Feliciano começou a ser chamado por muitos de estelionatário.

Depois do ocorrido, Samuel Souza, fiel que fez a doação do cartão, procurou a assessoria do pastor para informar que não sofreu nenhum tipo de roubo e constrangimento.

“Na ocasião eu não tinha nenhum recurso para ofertar, mas meu desejo era muito grande de colaborar devido à necessidade de nossos missionários e crianças”, disse Samuel.

“Senti vontade de ofertar novamente, porem sem mais recursos disponíveis resolvi fazer um ato profético de consagrar simbolicamente a minha conta corrente, coloquei meu cartão nas salvas de oferta e com fé acreditei que isso abençoaria minhas finanças”, afirmou Samuel.

Apesar de não ter feito a doação, Samuel conseguiu atingir seus objetivos com muita fé.

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“Na época eu nem esperava em casar, nem pretendente tinha (risos), ganhava muito pouco como eletricista. Em um ano minha vida deu uma reviravolta, conheci uma pessoa maravilhosa, nos casamos, tenho uma linda casa toda mobiliada, não pago aluguel e consegui emprego como inspetor de manutenção elétrica”.

“Na época era apenas obreiro hoje sou diácono e sonho um dia ser um pastor usado como o Pr. Marco Feliciano para prega a palavra de Deus, acredito em atos proféticos feitos com muita fé”, finalizou Samuel.

O vídeo postado no YouTube que circula nas redes sociais e divulgado vários sites do país, mostra o pastor deputado federal, Marco Feliciano, indicado para presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, pedindo doações de fiéis em sua igreja. Na ocasião uma pessoa tinha feito a doação do cartão, mas não havia enviado a senha.

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Motorista embriagado pede a Deus resultado negativo no bafômetro

 

Caso aconteceu em Porto Alegre e motorista foi preso em flagrante

Por Giana Guterres | Correspondente do The Christian Post

Na manhã desta sexta-feira, oito de março, um incidente envolvendo um veículo aconteceu em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. O automóvel após sair do trajeto, bateu em uma árvore e em um muro, caindo em um barranco na sequencia. O fato aconteceu na zonal sul da cidade. De acordo com as novas regras da Lei Seca, o motorista recebeu uma multa e foi preso em flagrante.

  • Teste do Bafômetro

    (Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal)

    Policial realiza teste do bafômetro em rodovia do Paraná.

 

O motorista perdeu o controle do carro aproximadamente às 6h, na Avenida Vicente Monteggia, conforme noticiou o jornal Zero Hora. Durante o registro da ocorrência, os policiais solicitaram o teste do bafômetro. Ao comunicar o motorista, ele pediu ‘dois minutos’ para a equipe da Brigada Militar (BM).

Ao ter o pedido atendido, o motorista juntou as duas mãos, fazendo uma oração. Segundo a BM, o pedido da prece era que Deus o abençoasse para que “tudo ocorresse bem” no aparelho que verifica o nível alcoólico, o etilômetro.

O sopro no aparelho verificou 0,45 miligramas de álcool por litro de ar expelido. A quantidade é configurada como um crime de trânsito. Com a nova regulamentação da Lei Seca, o acusado de causar o acidente, recebeu ordem de prisão em flagrante.

A infração para casos com essa semelhança é uma multa aproximada de dois mil reais e suspensão do direito de dirigir por um ano. O crime de trânsito pode levar à prisão de seis meses a três anos.

O acidente deixou duas pessoas feridas. As vítimas foram encaminhadas para o Hospital de Pronto Socorro (HPS), com ferimentos leves. Rafael Webel Medeiros, de 21 anos, ao ser levado para o Departamento Estadual de Polícia Judiciária de Trânsito (DPTRAN), se recusou a pagar a fiança, fixada em três salários mínimos. Ele deverá ser encaminhado ao Presídio Central.