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Três versões da “arca de Noé” são feitas na China para esperar “fim do mundo”

 

Inventores usam dinheiro próprio para tentar sobreviver

por Jarbas Aragão

 

Três versões da “arca de Noé” são feitas na China para esperar “fim do mundo”Três versões da “arca de Noé” são feitas na China para esperar “fim do mundo”

O chinês Lu Zhenhai, morador da região autônoma de Xinjiang Uyghur, é um dos muitos habitantes do planeta que acredita no “fim do mundo” dentro de poucos dias. Com medo que sua casa acabasse tragada pelo mar, decidiu construir uma embarcação apelidada de “arca de Noé”.

Segundo o Huffington Post, ele investiu todo o dinheiro que possuía, cerca de 1 milhão de iuans (300 mil reais) na embarcação que possui cerca de 80 toneladas. “Tenho medo que o fim do mundo ocorra em 2012. As enchentes vão destruir minha casa. Por isso, investi todas minhas economias nessa construção. Quando chegar a hora certa, muitos poderão se refugiar”, explica Zhenhai. O barco mede 21 metros de comprimento, 15 de largura e 5 metros e meio de altura.

Mas Zhenhai não está sozinho. O também chinês Yang Zongfu, morador da província de Zhejiang, também criou sua embarcação para o apocalipse, batizada de “arca de Noé da China”. Trata-se de uma espécie de contêiner redondo, que pesa 6 toneladas e é capaz de resistir a calor, água e diferentes tipos de impacto.

arca de noe

Ele gastou cerca de 1,5 milhão de iuans (quase 500 mil reais). Também afirma que já fez uma série de testes e afirma que pode levar com segurança três pessoas e alimentos suficientes para um período de 10 meses.

A criação do agricultor chinês Liu Qiyan também é uma cápsula redonda. Ela foi criada para resistir a terremotos, tsunamis e outros fenômenos naturais. Trata-se de um esqueleto de aço recoberta por uma “casca” de fibra de vidro. A esfera pode abrigar até 14 pessoas e possui tanques de oxigênio e lugares com cinto de segurança.

Liu desenvolveu o invento no quintal de sua casa, depois de, segundo ele, pensar sobre o tsunami na Ásia de 2004 e em filmes como ’2012′.

Afirma que já construiu sete dessas cápsulas e espera vender a ideia para governo e organizações internacionais. Com informações de G1, Daily Mail e Global Times.

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Cristãos evangelizam frequentadores de restaurantes populares durante almoço

 

Por Luana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Igreja Batista da Lagoinha está promovendo evangelismo através da música em restaurantes populares na cidade de Belo Horizonte (MG). A ação faz parte da campanha ‘100 dias de Evangelismo’ promovido pela igreja.

  • Evangelismo em  restaurante

    (Foto: Lagoinha/Divulgação)

    Igreja Batista da Lagoinha promove Evangelismo em restaurante

A denominação realizou a diversas iniciativas através da campanha desde o dia 22 de setembro para alcançar vidas para Cristo.

Os projetos foram em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte e com apoio do Ministério Jesus no Coração da Cidade.

Em destaque está o projeto “Almoço Nobre” criado pela Rádio Super FM comandada pela denominação.

O projeto proporciona a frequentadores de restaurantes populares a oportunidade de ouvir músicas cristãs enquanto fazem a refeição do almoço.

De acordo com o pastor Eduardo Matheus Rodrigues, líder da Banda Azul, é possível ver pessoas chorarem durante as canções.

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Na apresentação em que participou na última sexta-feira (7), ele conta que um jovem chegou a pedir ajuda para “sair das drogas”.

“As músicas que cantamos em todo momento falam da Palavra de Deus. Não temos muito espaço para pregar, mas nos intervalos das apresentações aproveitamos a oportunidade para anunciar um pouco do Evangelho”.

O projeto que ocorre todas as sextas-feiras, segundo o site da igreja, alcança cerca de 2.800 pessoas. De acordo com o pastor Eduardo, o público agradece com palmas e sorrisos as ministrações e ainda fazem pedidos de música.

“Graças a Deus que todas as canções que pediram, nós conhecíamos. É bom ver que as pessoas gostam das músicas que falam de Jesus”.

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Site compara Google com Deus e gera polêmica, `O Google é meu Pastor; Nada me faltará`

 

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

“O Google é meu Pastor; Nada me faltará” é uma parte do Salmo da Era Digital feita por um blogueiro que compara Google com Deus.

  • google

    (Foto: Reuters)

    Foto da tela mostrando o Buscador do Google.

 

“Alimenta-me em seus verdes pastos; Guia-me com facilidade por lugares tranqüilos e inimagináveis,” continua o texto do blog de Levi Brozeado.

Levi descreve como o gigante das buscas pode saciar as necessidades humanas de forma virtual, dia e noite.

“Refrigera a minha alma, guia-me pelas veredas virtuais por amor de Sua sigla;
Ainda que eu ande pelo vale da ignorância e da insensatez não temerei mal algum; Porque Tu estás comigo diuturnamente; Os Teus links e os Teus arquivos me consolam.”

A comparação foi feita baseando-se no original “Google um Deus?”, um outro texto religioso na internet que questiona a elevação de Google à posição de Deus, devido a ele prover muitas respostas para as pessoas.

O blogueiro do tal texto sugere que a elevação é um sintoma da sociedade digital, em que as pessoas colocam suas esperanças em coisas palpáveis.

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“Vejo uma certa ‘deusificação’ do Google que está envolta em uma mítica, tudo que precisar saber o Google vai me mostrar’”, diz o autor do texto.

O autor menciona também a aparente onisciência e onipresença do gigante das buscas que transformou o mundo e criou novos espaços, novos mercados.

Entretanto, o artigo é uma crítica à comparação do Google com Deus. Segundo o autor, o grande buscador só consegue indexar 10% de todo o conhecimento na internet, sendo que a internet só possui 10% de todo o conhecimento da humanidade e que a Terra não é nem 10% de todo o Universo.

“Podemos dizer então que o Universo é o dízimo de Deus para a humanidade. Acredito que fica claro que a comparação do Google com Deus não é só idiota como também ridícula”, afirma o autor.