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Renata Frisson, mulher melão, frequenta a IURD há mais de dois anos

MELÃO NA UNIVERSAL

 

     Uma notícia publicada no site OMG do Yahoo diz que a dançarina e cantora Renata Frisson, mais conhecida como Mulher Melão, virou evangélica e que está pensando em trocar o refrão de uma de suas canções mais famosa para dar sentido religioso.
     As informações postadas no site teriam vindo da própria assessoria de Renata, que afirmou que há dois anos ela tem frequentado a Igreja Universal do Reino de Deus.
     Alguns amigos da Mulher Melão ficaram surpresos com a novidade, mas em outras entrevistas a dançarina disse que cresceu em lar evangélico e que deixou de frequentar a igreja de seus pais na adolescência, depois que ter sido expulsa do coral por ter beijado um menino.
     A assessoria não confirma, mas o site OMG diz que aos poucos Renata deve mudar suas roupas e também suas músicas, a começar pela “Você quer” que poderá ganhar um refrão assim: “Você quer, Você quer …. Jesus!”
     Em sua conta oficial do Twitter (@renatamelao) vemos que ela já está seguindo alguns canais da IURD, como o microblog do site Arca Universal, a conta da Igreja Universal do Recreio (RJ), o programa Fala que eu te escuto e até o rapper gospel Pregador Luo.

Data: 30/11/2012 08:32:28
Fonte: GospelPrime

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El arco iris gay llega al islam francés con una ‘mezquita rosa’

En París

 

El arco iris gay llega al islam francés con una ‘mezquita rosa’

Ludovic-Mohamed Zahed, frente a la mezquita

Se abre en París una mezquita para homosexuales, la primera en Francia y probablemente de Europa en su clase.

30 DE NOVIEMBRE DE 2012, PARÍS (FRANCIA)

La Asociación de Homosexuales musulmanes de Francia (HMF) inaugura la primera mezquita francesa destinada a «gays» y transexuales, subrayando que «las mujeres serán bienvenidas».
La primera mezquita para homosexuales musulmanes de Francia probablemente es la primera de este tipo en Europa. Sin embargo, ya existen varios millares de mezquitas de ese tipo en EE. UU., Canadá y África del Sur.
EL FUNDADOR
Ludovic-Mohamed Zahed, fundador de la HMF, es el primer musulmán francés que reivindica públicamente su homosexualidad, y también ha sido el inspirador del grupo de homosexuales que han conseguido fundar una mezquita propia.
Ludovic-Mohamed Zahed explica de este modo su reflexión personal sobre tales proyectos: «Hoy, la moral islámica oficial condena nuestra orientación sexual. Pero, en realidad, nada en el Corán prohíbe la homosexualidad. Durante siglos, los musulmanes consideraron la homosexualidad como una abominación. Los tiempos han cambiado. Y la homosexualidad ha entrado a formar parte de la vida de muchos musulmanes. De ahí nuestro deseo de fundar un lugar de culto donde los homosexuales musulmanes podamos reunirnos para compartir nuestra fe y la lectura del Corán».
Ludovic-Mohamed Zahed es un francés de origen argelino. Doctor en atropología social y psicología, está convencido que su iniciativa «tiene mucho futuro». «Hace apenas un año -comenta- éramos una centenar. Nuestra asociación tiene hoy más de quinientos miembros».
La primera mezquita para homosexuales se beneficia de un pequeño lugar de recogimiento y oración, prestado por un monje budista, presto a la «cohabitación» cultural y religiosa.
RESPUESTA DEL ISLAM FRANCÉS
La iniciativa de la HMF ha sido recibida con rechazo por representantes de la jerarquía religiosa musulmana.
Dalil Boubakeur, rector de la Gran Mezquita de París, defiende una muy visión tradicional islámica de la homosexualidad: «Estas prácticas están formalmente rechazadas por el Islam. Y están en contradicción total con la letra del Corán».

Fuentes: Reuters

Editado por: Protestante Digital 2012

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Homem faz vigília na porta de hospital com cartaz: ‘Jesus te ama, Cachoeira’

29/11/2012 16h11 – Atualizado em 29/11/2012 16h11

 

Empresário acha que bicheiro precisa ser evangelizado para ser salvo.
Contraventor está internado em instituto de Goiânia desde domingo (25).

Do G1 GO

Homem faz cartaz com mensagem de otimismo para Carlinhos Cachoeira, em Goiânia (Foto: Carolina Simiema/G1)Homem faz cartaz com mensagem de otimismo para Cachoeira, em Goiânia (Foto: Carolina Simiema/G1)

Na porta do hospital onde o contraventor Carlinhos Cachoeira, de 49 anos, está internado, em Goiânia, um homem segurava um banner, nesta quinta-feira (29), com a frase: “Jesus te
ama, Cachoeira”. Adélio Antunes de Barros, de 52 anos, diz que é microempresário e fez o cartaz pessoalmente. Ele acha que Cachoeira precisa ser evangelizado para
conseguir a salvação. “Depois que me converti, quero converter os outros. Saber o Evangelho é importante”, alega.
Para Barros, o contraventor está passando por “problemas de politicagem”, mas a solução, segundo ele, é ler a Bíblia: “Eu já até entreguei uma Bíblia para ele quando o vi na Polícia Federal. Se ele estiver lendo, tudo será resolvido”, acredita.

O contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, de 49 anos, apareceu, na manhã desta quinta-feira (29), na janela do hospital onde está internado, em Goiânia. (Foto: Zuhair Mohamad/O Popular/Estadão Conteúdo)

Contraventor acenou da janela do hospital (Foto:
Zuhair Mohamad/O Popular/Estadão Conteúdo)

Na manhã desta quinta-feira, Cachoeira apareceu na janela do hospital onde está internado. Tomando soro, ele sorriu, fez sinal de positivo e acenou para a imprensa que aguardava a divulgação do boletim médico sobre o seu estado de saúde. A previsão de alta é para a manhã de sexta-feira (30).

O hematologista Cesar Leite informou que Cachoeira está melhor, dormiu bem e se alimenta normalmente. A única parte que preocupa, segundo o especialista, é a psquiátrica. "O estresse é só o tempo que cura. Não conseguimos curar hoje e esse foi o maior mal dele", acredita. O contraventor foi internado no Instituto de Neurologia de Goiânia, na noite do último domingo (25), com diarreia, náuseas, insônia e estresse.

Para Cesar Leite, o ideal é que Carlinhos Cachoeira tenha, pelo menos, um mês de repouso. "Eu até falei para ele sair daqui e ir para um lugar mais tranquilo. Agora, ele vai ter de dar valor a si mesmo e descansar. É claro que ele precisa resolver todos os problemas dele, mas tem que desligar um pouco", diz.

Além do descanso, Cachoeira também continuará sendo medicado por três meses e receberá acompanhamento médico neste período. "Vamos devolvê-lo muito bem à família", afirma o médico.

Visitas
Desde o início da internação, as visitas a Carlinhos Cachoeira foram limitadas a pessoas da família. Mulher do bicheiro, Andressa Mendonça foi vista deixando o hospital por volta das 20h30 de segunda-feira (veja vídeo ao lado). Segundo informações de funcionários do hospital, que não quiseram se identificar, ela teria ido para casa descansar.

Andressa deixou a unidade levando uma bolsa vermelha, uma mala pequena de cor acobreada e uma sacola de papel de uma loja de roupas e acessórios de grife. Ela foi embora dirigindo o próprio carro.

 

Cachoeira está sendo atendido por um hematologista, um psiquiatra e por um cardiologista. “A situação orgânica, que são as náuseas e diarreia, nós conseguimos contornar. O que mais nos preocupa é a parte psiquiátrica. É uma situação comum em pessoas que ficam em regime prisional. Temos que observá-lo”, explicou Cesar Leite na segunda-feira.

De acordo com o médico, Cachoeira chegou bastante debilitado por causa dos 18 kg que perdeu no período em que esteve preso e está passando por uma bateria de exames. “Ele está muito fraco, emagreceu muito. O Cachoeira envelheceu 5 ou 6 anos em nove meses. Ele está passando por muita coisa, viu a mãe morta, está caindo a ficha dele”, argumenta o especialista.

Liberdade
Após quase nove meses preso, o contraventor deixou o complexo penitenciário da Papuda, na madrugada no último dia 21 deste mês. Condenado pela juíza da 5ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal a cinco anos de prisão em regime semiaberto pelos crimes de formação de quadrilha e tráfico de influência, por tentar fraudar o sistema de bilhetagem do transporte público de Brasília, ele foi solto porque tem o direito de recorrer da decisão em liberdade até o trânsito em julgado da ação (quando não há mais possibilidade de recurso).
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