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Telepredicador islámico tortura hasta la muerte a su hija de 5 años

Arabia Saudita

 

Telepredicador islámico tortura hasta la muerte a su hija de 5 años

Una imagen reciente de Lamaa.

Faihan al-Gameri predicaba su religión en la televisión por satélite a todo el mundo árabe.

13 DE NOVIEMBRE DE 2012, RIAD (ARABIA SAUDÍ)

Ha sido detenido, bajo la acusación de haber torturado hasta la muerte a su hija de 5 años, el famoso predicador saudita Faihan al-Gameri.
Se trata de un conocido personaje de la televisión cuyos sermones se han transmitido a través de las emisiones vía satélite a todo el mundo árabe.
Ha sido el portavoz de Relaciones Exteriores en Riad, Saad al-Qahtani, quien ha informado de lo ocurrido explicando en declaraciones al diario saudita “Okaz” que la niña, de nombre Lamaa "murió de una hemorragia interna en la Unidad de Cuidados Intensivos" de un hospital cercano a la capital del reino del conocido país del Golfo Árabe.
UNA MADRE CONMOCIONADA
Lamaa, según ha relatado su madre, fue hospitalizada debido a una fractura de cráneo y diversas lesiones que le fueron causadas por su padre. "Él torturó a Lamaa de todas las formas", pudo decir la mujer, que estaba divorciada de su marido.
La chica, según relata Okaz, en las últimas semanas había pasado una larga temporada con su padre  debido a un acuerdo entre sus padres, pero nunca llegó a regresar con su madre que era quien tenía la custodia legal de la menor.
En vez de ello, la mujer supo que su hija había sido ingresada en el hospital Shamisi, ubicado en la ciudad de Hotat Bani Tamim, a unos 160 km al sur de Riad.
Pero lo peor es lo que refiere el informe médico , que detalla que Lamaa fue torturada con un látigo, descargas eléctricas y un hierro al rojo vivo. "Estoy conmocionada, no podía creer lo que le ha hecho a Lamaa cuando he visto su cuerpo. No puedo creer que exista esta crueldad en el corazón de una persona”, dijo su madre, sumamente afectada.

Fuentes: Buonanotizia

Editado por: Protestante Digital 2012

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Procuradoria pede retirada do termo ‘Deus seja louvado’ das cédulas de real

DE SÃO PAULO

O Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública nesta segunda-feira (12) em que pede que as novas cédulas de real passem a ser impressas sem a expressão "Deus seja louvado".

O pedido, feito pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, diz que a existência da frase nas notas fere os princípios de laicidade do Estado e de liberdade religiosa.

BC lança moeda comemorativa com homenagem a Goiás

Reprodução

Cédula de real com a inscrição "Deus seja louvado"

Cédula de real com a inscrição "Deus seja louvado"

"A manutenção da expressão ‘Deus seja louvado’ […] configura uma predileção pelas religiões adoradoras de Deus como divindade suprema, fato que, sem dúvida, impede a coexistência em condições igualitárias de todas as religiões cultuadas em solo brasileiro", afirma trecho da ação, assinada pelo procurador Jefferson Aparecido Dias.

"Imaginemos a cédula de real com as seguintes expressões: ‘Alá seja louvado’, ‘Buda seja louvado’, ‘Salve Oxossi’, ‘Salve Lord Ganesha’, ‘Deus não existe’. Com certeza haveria agitação na sociedade brasileira em razão do constrangimento sofrido pelos cidadãos crentes em Deus", segue o texto.

O Banco Central, consultado pela Procuradoria, emitiu um parecer jurídico em que diz que, como na cédula não há referência a uma "religião específica", é "perfeitamente lícito" que a nota mantenha a expressão.

"O Estado, por não ser ateu, anticlerical ou antirreligioso, pode legitimamente fazer referência à existência de uma entidade superior, de uma divindade, desde que, assim agindo, não faça alusão a uma específica doutrina religiosa", diz o parecer do BC.

O texto do BC cita ainda posicionamento do especialista Ives Gandra Martins, em que afirma que a " Constituição foi promulgada, como consta do seu preâmbulo, ‘sob a proteção de Deus’, o que significa que o Estado que se organiza e estrutura mediante sua lei maior reconhece um fundamento metafísico anterior e superior ao direito positivo".

Segundo o texto do BC, a expressão apareceu pela primeira vez na moeda nacional em 1986, nas cédulas de cruzados, por orientação do então presidente, José Sarney, e foi mantida nas notas de real por determinação de Fernando Henrique Cardoso, então ministro da Fazenda.

O responsável pelas características das cédulas é o Conselho Monetário Nacional, que tem entre seus membros o presidente do BC.

A Procuradoria pede que a União comece a imprimir as cédulas sem a frase em até 120 dias. Pede ainda que haja uma multa simbólica de R$ 1 por dia de descumprimento.

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Bordel dentro de uma Igreja

Polícia da Rússia encontra bordel dentro de uma igreja

PorLuana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Esta semana foi encontrado pela polícia da capital russa, um bordel funcionando nas instalações do Monastério Sretensky, um dos mais antigos de Moscou.

  • cross

    (Foto: Reuters / Andrew Burton)

    Nesta foto de arquivo, Frank Simmonds, do bairro do Brooklyn Bay Ridge, segura uma cruz no City Hall Park durante a 16 cerimônia anual ‘Way of the Cross Over the Brooklyn Bridge Ceremony,’ em Nova York, em 22 de abril de 2011.

 

O lugar que recebeu o nome de “hotel dos amantes” estava sendo usado para prostituição oferecendo serviços sexuais oferecidos a 1750 rublos (aproximadamente 115 reais) a hora.

De acordo com publicação 180graus, uma funcionária da igreja informou que "tudo não passou de um mal-entendido". Segunda ela, o mosteiro havia alugado algumas instalações temporariamente, “mas agora não há absolutamente nenhuma conexão entre o bordel e o templo".

Porém segundo a Life News, o prédio onde o bordel foi encontrado pertence ao monastério.

O sacerdote Tikhon, tido por muitos como o conselheiro espiritual do presidente Vladimir Putin, saiu em defesa da igreja e criticou a imprensa pela polêmica.

"A tempestade criada pela mídia é apenas um exemplo de como as pessoas estão dispostas a divulgar qualquer calúnia e fazer piadas vulgares, tudo para atacar a Igreja", disse o abade.

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Este é mais um dos escândalos envolvendo a Igreja Ortodoxa. Em abril deste ano, uma foto do líder máximo da igreja, Kirill I usando um relógio de ouro avaliado em mais de 60 mil reais causou muita polêmica.

Em junho, a Associação de Direitos dos Consumidores da Rússia recebeu uma reclamação de que a Catedral Cristo Salvador, em Moscou, estaria realizando comércio de produtos sem o cumprimento da legislação.

A Catedral Cristo Salvador é a igreja onde as integrantes do grupo Pussy Riot cantaram em março deste ano uma oração pedindo que a Virgem Maria tirasse Vladimir Putin do poder.