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Ex-secretaria de estado dos EUA participa da Global Leadership Summit no Brasil (18 de outubro)

 

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Começa no dia 18 de outubro o grande evento nacional sobre liderança cristã “The Global LeadershipSummit” que acontecerá em 34 locais em 27 cidades brasileiras.

  • global leadership summit 2012

    (Foto: http://www.willowcreeksa.co.za/)

    Conferência cristã Global Leadership Summit.

 

O evento, que dará início em São Paulo, foi idealizado em Chicago por Bill Hybells, fundador e pastor sênior da Willow Creek Community Church Association.

Líderes renomados internacionais como a ex-secretária de Estado dos EUA, a Condoleeza Rice; Craig Groeschel, pastor sênior do LiveChurch.tv e o próprio Bill Hybels, serão os preletores do evento.

O Summit acontece no Brasil em parceria com a Servindo aos Pastores e Líderecom SEPAL. A SEPAL Brasil é uma organização membro da OC Global Alliance que possui uma missão interdenominacional, com diversos ministérios focados em liderança e com atuação internacional.

Segundo a assessoria de imprensa do evento, o objetivo é auxiliar na capacitação da liderança através de conhecimento, direcionamento e aperfeiçoamento com o máximo de excelência para quem já tem o dom de ser líder, mas que precisa atualizar seus métodos ou aprender novos.

O Summit no Brasil transmitirá as mesmas palestras das sessões que aconteceram em Chicago este ano. Após cada palestra em vídeo, um facilitador repassa os princípios dados e propõe atividades e reflexões sobre os temas. Com isso, os participantes têm a oportunidade de aplicar os conteúdos apresentados à sua realidade, refletindo sobre como colocar em prática o que foi abordado.

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Outros preletores com vasto conhecimento na área corporativa incluem: Jim Collins, autor e pensador de negócios; John Ortberg, pastor sênior da Menlo Park Presbyterian Church; Patrick Lencioni, fundador e presidente do The Table Group; Pranitha Timothy, diretora de cuidados pós-resgate da International Justice Mission; Willian L. Ury, co-fundador da Harvard University’s Program e Carly Fiorina, ex-presidente e diretora executiva da HP.

Maiores informações podem ser obtidas no site www.summitbrasil.org e em sua página do Facebook.

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Discriminação contra os cristãos na Europa

 

Heitor Buchaul

O título em epigrafe foi tema de um seminário, realizado no dia 2 de outubro, no Parlamento Europeu em Bruxelas por iniciativa da COMECE (Comissão dos Episcopados da União Europeia) em cooperação com alguns membros dos Grupos parlamentares EPP e ECR.

A atualidade do assunto atraiu grande assistência, que ouviu atenta e estarrecida os relatos dos inúmeros tipos de perseguições a que os cristãos estão sujeitos no continente europeu.

O representante do Observatório sobre Intolerância e Discriminação contra os Cristãos na Europa citou surpreendentes estatísticas: “84% do vandalismo na França em 2010 foram dirigidos contra lugares cristãos; em 2006, 48% do clero no Reino Unido sofreram alguma forma de violência”. E acrescentou: “Os cristãos do Reino Unido sentem-se mais marginalizados do que nunca; 74% dizem que há mais discriminação contra os cristãos do que contra qualquer outro crente; mais de 60% acreditam que a marginalização aumenta no governo, no local de trabalho e na vida publica”.

Dr. Javier Borrego

A perseguição aos cristãos é um fato também nas instâncias da Comunidade Europeia e, como acontece em outros países, é perpetrada em grande medida pelo Poder Judiciário. Coube ao Dr. Javier Borrego, antigo juiz daCorte Europeia de Direitos Humanos, discorrer sobre este tema.

O jurista espanhol começou seu discurso fazendo o Sinal da Cruz, comentando em seguida: “Ter feito este sinal pode espantar a muitos, embora não causasse surpresa se fosse um muçulmano dizendo uma oração em árabe”. Segundo o magistrado, o tribunal europeu está ficando cada vez mais ideologizado, emitindo sentenças frívolas e propondo-se “o grande legislador da Europa; criando direito e fazendo engenharia social, algo que não é de sua atribuição”. Ele citou o famoso caso dos crucifixos na Itália, onde nenhuma autoridade nacional italiana foi ouvida, tendo mesmo alguns juízes europeus declarado com ironia: “Não se preocupem, em um ano não haverá mais crucifixos em lugares públicos da Europa”. No entanto, isso gerou uma saudável reação popular.

Por sua vez, chamou a atenção o discurso do jovem Mons. Florian Kolfhaus, da Secretaria de Estado da Santa Sé, salientando a enorme propaganda midiática contra a Santa Igreja e comparando-a com o caso muçulmano: “Há enorme rebuliço se desrespeitam a figura de Maomé, mas o que fazem quando o desrespeito é contra os católicos, contra Nosso Senhor ou o Santo Padre?”. E acrescentou: “Para nós, cristãos, não basta termos o direito de existir; temos que poder nos dirigir livre e abertamente a Nosso Senhor Jesus Cristo e dizer que Ele é a único Salvador. […] Nos Estados Unidos, para se ganhar a eleição, é necessário falar em Deus. Algo não anda bem na sociedade europeia”.

Houve também outras interessantes intervenções de deputados europeus, como a da deputada lituana Laima Liucija Andrikiene: “Os feriados cristãos desapareceram dos calendários enquanto subsistem as festas muçulmanas e judaicas. Para onde vamos? Qual deverá ser a nossa posição? O que devemos fazer para defender os nossos valores? […] Os católicos têm o direito de protestar. A liberdade de expressão, alegada em casos que ofendem os cristãos, tem de ter limite. Os lituanos estão perplexos, pois a perseguição antes soviética agora se apresenta com face mais humana”.

O deputado Charles Tannock, do Reino-Unido, não poupou críticas à União Europeia: “A perseguição pela UE é maior contra os cristãos. A discriminação dos cristãos é um tabu no Parlamento Europeu”. E mais adiante: “Duas mulheres no Reino Unido foram demitidas de seus empregos por portarem crucifixos, mas isso não ocorre com judeus ou muçulmanos”.

No mesmo sentido foi o discurso da deputada eslovaca Anna Zaborska: “É bom que os cristãos se mobilizem, a liberdade religiosa não é a mesma para todos e não é respeitada em todo o mundo. Há um desequilíbrio da União, da Comissão e do Parlamento [europeus] sobre a perseguição em relação aos muçulmanos e aos cristãos. A perseguição pode ser feita de maneira sutil. Por exemplo, este ano o Parlamento suprimiu de seu calendário a Assunção e Pentecostes; são pequenas coisas que se acumulam e que são símbolos de perseguição”.

Quanto às intervenções do público, merece destaque a de uma professora belga, que foi agredida mais de uma vez por muçulmanos em seu próprio país, por portar o Crucifixo.

O seminário foi concluído com as palavras do Mons. Piotr Mazurkiewicz, secretário-geral da COMECE, que salientou o problema do laicismo, uma verdadeira religião da não-religião: “Não se pode considerar como neutra uma decisão de retirar os crucifixos. Isto também significa uma tomada de posição religiosa […] a ação dos deputados faz-se necessária”

Fonte IPCO

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‘Confiamos em Deus’, diz família de Andrelina desaparecida há 1 ano em MT

 

PorLuana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Neste dia das crianças, data que para muitos é de comemoração, para Adão Marques, de 39 anos e Alexandra Lima, de 36 anos pais de Andrelina Lima Marques, de 11 anos, desaparecidaum ano, será uma data marcada por saudades, fé em Deus e esperança.

  • Andrelina Lima Marques

    (Foto:Arquivo pessoal/Divulgação)

    Andrelina Lima Marques desaparecida no dia das crianças de 2011

 

Há cerca de um ano, no dia das crianças de 2011, Andrelina que é a caçula dos quatro filhos do casal saiu de casa para convidar duas amigas para assistir a um show de humor infantil. O show ocorreria em seu bairro em comemoração ao Dia das Crianças.

Segundo os pais, a caçula da família não costumava sair sozinha e só teve permissão para ir até a casa da vizinha porque a residência fica na rua de trás de onde eles moravam no bairro Jardim Boa Esperança.

Andrelina chegou a falar com suas amigas, porém as crianças disseram que iriam mais tarde e depois disso ela não foi mais vista na cidade.

De acordo com publicação G1, a família tem esperança que voltará a ver Andrelina. “A gente tem fé e confia demais em Deus. Não acreditávamos que isso poderia acontecer conosco, só víamos isso em reportagens da televisão”, contou o pai da menina.

A família comenta que recebeu informações de que a garota teria sido vista na rodoviária da cidade de Nova Mutum, a 269 km da capital. No entanto ao ir até ao município vizinho para procurar Andrelina, nada foi confirmado sobre o paradeiro dela.

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A Polícia Civil ouviu testemunhas e alguns investigadores vasculharam regiões da cidade, mas nada foi encontrado.

A família que ainda não superou a falta da caçula comenta que se mudaram de casa para tentar ‘amenizar’ a saudade.

“É muito doloroso pra quem é pai e mãe. Minha esposa começou a trabalhar recentemente para tentar se distrair, pois em casa ela só ficava chorando e quase entrou em depressão”, explicou.

“O Dia das Crianças está chegando novamente e o pessoal da usina distribui brinquedos, doces e sorvetes para as crianças. É difícil pensar nisso pois minha filha não estará lá para aproveitar”, disse Adão.

Um ano depois, a polícia Civil ainda não tem informações sobre a garota. No entanto, ainda de acordo com a polícia, as investigações continuam a tentar localizar Andrelina.