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Alianza Evangélica al diario El País: Moon no era evangélico

 

Alianza Evangélica al diario El País: Moon no era evangélico

Pedro Tarquis, portavoz de la Alianza Evangélica Española, ha pedido a Tomás Delclós, Defensor del lector de El País, que aclare esta información errónea.

07 DE SEPTIEMBRE DE 2012, MADRID

El pasado 3 de septiembre en su sección de Sociedad publicaba el diario español El País la noticia del fallecimiento del fundador de la llamada Iglesia de la Unificación.
Nada extraño, ya que fue un hecho divulgado en todos los medios, aunque sí lo fue el titular de la misma: “ Obituario: Sun Myung Moon, líder evangélico coreano ”.
Ante esta errónea vinculación informativa de Sun Myung Moon con la fe cristiana evangélica, en un diario de la seriedad y gran difusión de El País, Pedro Tarquis contactó personalmente con Tomás Delclós, Defensor del lector del diario El País, como portavoz de la Alianza Evangélica Española.
Tras las explicaciones oportunas, Declós pidió a Tarquis que le enviase una carta aclarando este aspecto, y prometiendo que el diario que representa aclarará las matizaciones de la Alianza Evangélica acerca de que Moon no tenía vinculación con la iglesia evangélica.
CARTA A TOMÁS DELCLÓS
La carta, que ya ha sido enviada, expresa que “bajo ningún prisma (teológico o doctrinal, institucional, o histórico) Moon puede ser considerado evangélico (versus protestante)" . Explica Tarquis que "Quizás el concepto erróneo surja de la existencia de un gran número de evangélicos en Corea del Sur donde de niño Moon asistía a una iglesia metodista (una rama del cristianismo evangélico), a la que pertenecían sus padres. Pero repito que ni a Moon ni a su Iglesia ninguna entidad o movimiento evangélico los considera como tal bajo ningún aspecto”.
Se entiende, expresa Tarquis, que “en esta España culturalmente católica, donde el cristianismo evangélico o protestante es tan desconocido, lo `no católico´ tienda a mezclarse o confundirse".
Por otro lado, resalta la carta enviada que los principios de la reforma de Lutero -Sola fe, sola gracia, sola Escritura- son (junto al Credo cristiano, común con el catolicismo) las principales señas de identidad del protestantismo o cristianismo evangélico . “La Iglesia de la Unificación no cumple los mínimos para encajar en estas bases de la fe evangélica, comenzando por la idea de que Moon se consideraba un mesías, algo que choca frontalmente con una iglesia protestante que ni siquiera admite la figura de un Papa”.
Como marco de referencia, se explica que dentro de la diversidad y pluralidad que –“como cualquier iglesia, movimiento o institución social o religiosa”- caracteriza al cristianismo evangélico o protestante, “existe un claro consenso de quienes forman parte de su fe y de quienes no lo son, aunque siempre haya una frontera más o menos indefinida pero estrecha. En España entidades como la Alianza Evangélica Española  (representante de nuestro país en las Alianzas Evangélicas Europea y Mundial) o la Ferede  (Federación evangélica, interlocutora con el Estado con quien firmó unos acuerdos en 1992) son dos referencias que pueden servir de ayuda”.
Concluye la carta que “La Iglesia de la Unificación y Moon están con total seguridad en el espacio de quienes no forman parte del cristianismo evangélico”.

© Protestante Digital 2012

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STF decide que maçonaria não é religião e deve pagar IPTU

 

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a a maçonaria não é religião e rejeitou o recurso de uma loja maçônica do Rio Grande do Sul, sul do Brasil, de ter imunidade tributária, informou o Jornal do Brasil.

  • loja maçônica

    Loja maçônica Grande Oriente em Goiás.

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A organização maçônica Grande Oriente pretendia afastar a cobrança do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) pelo município de Porto Alegre. No recurso extraordinário, a entidade alegou que se enquadrava na previsão do artigo 150 da Constituição Federal, que veda a instituição de impostos sobre "templos de qualquer culto".

O julgamento foi iniciado em abril de 2010 e retomado nesta terça-feira com o voto-vista do ministro Marco Aurélio, mas foi vencido pelos votos de Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Ayres Britos.

O relator do recurso Ricardo Lewandowski já havia considerado que a maçonaria é uma “ideologia de vida, e não uma religião” e, assim, não poderia ser isenta do IPTU. Lewandowski justifica dizendo que a maçonaria não tem dogmas, não é um credo, “é uma grande família”.

“Nessa linha, penso que, quando a Constituição conferiu imunidade tributária aos ‘templos de qualquer culto’, este benefício fiscal está circunscrito aos cultos religiosos", disse o relator, segundo o Jornal do Brasil.

No site da loja maçônica lê-se o trecho “[a maçonaria] não é religião com teologia, mas adota templos onde desenvolve conjunto variável de cerimônias, que se assemelha a um culto, dando feições a diferentes ritos”.

Segundo Lewandowski, para que os templos tenham imunidades tributárias, o tratamento deve ser restrititivo. “Quando a Constituição conferiu imunidade tributária aos templos de qualquer culto, este benefício fiscal está circunscrito aos cultos religiosos”, afirmou.

Já, para o ministro Marco Aurélio a Constituição não restringiu a imunidade à prática de uma religião enquanto tal, mas a “templo de qualquer culto” e considera alguns elementos que permitem atribuir à maçonaria traços religiosos.

“Em um conceito menos rígido de religião, se pode classificar a maçonaria como uma corrente religiosa, que congrega física e metafísica. São práticas ritualísticas, que somente podem ser adequadamente compreendidas em um conceito mais abrangente de religiosidade”.

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‘Minha vida está entregue a Deus’, diz Hugo Chávez afirmando que se apegou a Cristo para vencer o câncer

 

Por Luana Santiago | Correspondente do The Christian Post

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou que se apegou à fé cristã para vencer o câncer. O presidente, que desde 2011 luta contra a doença, declarou nesta terça-feira que está se recuperado e que sua vida está nas mãos de Deus.

  • Presidente Hugo Chávez

    (Foto:Divulgação)

    Presidente Hugo Chávez

"Sinto bom ânimo, otimismo, confiança no que fazemos e no que iremos fazer da vida. Minha vida está entregue a Deus e ao povo, muito mais do que antes. Graças a Deus, estou recuperado e me cuidando muito", afirmou o presidente à emissora Fiesta 106.5.

Hugo Chávez, que foi diagnosticado com câncer em junho do ano passado, reconheceu que a doença o aproximou mais do Cristianismo. Ele chegou a declarar ainda não estar preparado para morrer e pediu a Deus para poupar sua vida.

“Desde então, me apeguei mais à Cristo, ao sangue de Cristo e tenho entregado minha vida a Cristo e aqui vou lutando”.

Depois de passar por uma intervenção cirúrgica em Cuba, ele foi submetido à quimioterapia como complemento do tratamento. Porém, em fevereiro, teve que ser operado novamente por reincidência da doença.

Após operado, o presidente venezuelano se submeteu à radioterapia e em julho se declarou curado da doença.

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Hugo Chávez está no poder desde 1998 e no dia 7 de outubro vai enfrentar o candidato Henrique Capriles nas eleições presidenciais.

Segundo a maior parte das pesquisas presidênciais divulgadas por empresas venezuelanas, Chávez lidera a corrida eleitoral contra o candidato da oposição.

O presidente anunciou também que nos próximos dias será lançado o livro Contos de Rouxinol, escrito por jornalistas cubanos que escutaram 148 transmissões do programa de rádio Alô Presidente, no qual ele é o âncora. Segundo ele, o livro reúne suas histórias contadas ao longo das várias transmissões que foram ao ar.

Em um dos programas, ele lembrou que sua avó Rosa Inés preparava e vendia aranhas para sobreviver e que, ainda menino, ajudava a avó nas vendas para manter a casa.