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Christian in Pakistan Denied Bail in Blasphemy Case, Judge Fears Religious Extremists

Pakistani Christians

By Setrige Crawford | Christian Post Contributor

A Christian man in Pakistan has been charged with blasphemy for allegedly desecrating the Quran and ajudge is skeptical on granting him bail, due to pressure from the religious community.

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Khuram Masih was arrested in a town near Lahore in Pakistan, early in December after his landlord, Zulfiqar Ali, told the police that Masih burned pages of the Quran to prepare tea.

According to Charisma News, willful desecration of the Quran or use of an extract in a derogatory manner is punishable with life in prison.

Despite his lawyers, Muhammad Farhad Tirmizi and Liaquat John, petitioning for his bail, Masih remains in jail. The judge in the case, Judge Anjum Raza Syed, is refusing to grant bail because the case was "very sensitive, and bail to the accused would fan religious sentiments and cause a great mishap," according to Charisma News.

In their request for bail, the lawyers stated police had registered a false case against Masih, based on word of mouth. They said that the police had not found any incriminating evidence against Masih.

Asif Aqeel, executive director of the Community Development Initiative, said that the lawyers for Masih asked for his bail too soon.

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"There’s no use moving for bail in the trial court, because the lower courts cannot sustain pressure in such cases," Aqeel said. "The judges in trial court are under extreme pressure from religious quarters and simply cannot set a blasphemy accused free on bail after just a month of the incident."

Aqeel also said that most blasphemy cases receive a guilty verdict due to pressure from Muslims.

"It is very unfortunate for those accused of blasphemy, but this is how the legal system of Pakistan operates," Aqeel added. "The accused have to spend several months, even years, in jail without bail, just because the judges are unwilling to put their own lives at risk from religious extremists.

Ali told police that he and other neighbors tried to stop Masih from burning pages of the Quran, but he refused and fled his home when Ali arrived. Masih’s lawyers claim that charges against him were made up and baseless because Ali never witnessed the incident.

Masih has said that charges are fabricated and stem from an earlier argument with Ali over rent, according to the Persecution Times.

"The charges are completely fabricated," Masih said. "Ali has accused me of burning pages of a quranic booklet that had been [later] placed in a cavity in the wall [to keep them from touching the floor]."

Masih claims that the walls in his room are cemented and there’s no hole or cavity where the burnt pages could have been placed.

One of Masih’s neighbors told Ali that he had seen Masih and his wife burning pages of the Quran to make tea. He reportedly spread the news to other Muslims in the neighborhood, according to a First Information Report.

This led to a crowd of Muslims gathering outside Masih’s house, shouting slanders towards Christians. Muslim leaders also made announcements from mosques, asking for severe punishment of the Christians.

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Casal de missionários americanos é assassinado no México

 

 

DA EFE

Dois missionários americanos foram estrangulados com cordas no município mexicano de Santiago, estado de Nuevo León, segundo informaram fontes oficiais nesta quarta-feira.

Wanda Casias, de 67 anos, e John Frank Casias, de 76, originais do Colorado e que viviam há 25 anos no México, foram localizados por seu filho em um rancho de Nuevo León, disse à Agência Efe um porta-voz da Agência Estatal de Investigações.

Os corpos dos dois missionários da Primeira Igreja Batista Fundamental Independente foram encontrados na tarde de terça-feira.

Por enquanto, as autoridades mexicanas tratam o crime como roubo seguido de morte, já que faltavam na casa aparelhos eletrônicos, uma caminhonete e outros objetos de valor.

O município de Santiago é conhecido por suas atrações turísticas, mas há dois anos um grupo de pistoleiros da organização criminosa Los Zetas assassinou o então prefeito, Edelmiro Cavazos, para controlar a localidade.

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Judiciário sofre para esclarecer direito e dever em meio a religião

 

Nos tribunais trabalhistas do Brasil há um ponto cego, onde a Consolidação das Leis do Trabalho e a Constituição Federal entram em desacordo: a livre associação religiosa. Não há consenso quando se tratra da demissão de um trabalhador que se converteu a religião que o impede de cumprir o horário de trabalho acordado com o empregador.

Há decisões que classificam a dispensa do funcionário como atitude discriminatória, em decorrência do livre exercício dos cultos religiosos previsto na Constituição. Outros juízes, porém, tratam a falta de um funcionário em dias não acordados no contrato como falta injustificada, geradora da demissão por justa causa.

A questão só é conflituosa para trabalhadores que se converteram durante a vigência do contrato de trabalho, explica a advogada trabalhista Sônia Mascaro. Quando o funcionário já tem uma restrição de horários por motivos religiosos antes de ser contratado, "isso deverá constar no contrato de trabalho e, se for ocultado pelo funcionário, serve como razão para demissão".

O sócio do Fragata e Antunes Advogados Francisco Antonio Fragata Jr. afirma que a questão passa pelo domínio da religião católica nos costumes brasileiros. "É um país que prima pela liberdade religiosa, mas, como todos os países, adota os princípios da religião dominante", o que pode gerar desconforto para quem segue outra crença. Para o advogado, deve prevalecer a tolerância, com negociações de novos horários.

O ministro Lelio Bentes Corrêa, presidente da 1ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, concorda. Para ele, "as liberdades de expressão e religiosa são centrais à Constituição, enquanto o contrato é vivo e pode ser alterado". O ministro coloca, porém, que há de se comprovar a boa-fé do funcionário que adota uma nova religião.

"Por motivos de consciência ou religião [conhecido como objeção de consciência], posso não me submeter à regra do alistamento militar obrigatório. É válido. Não há motivo para que isso não seja válido no contrato de emprego", explica Corrêa. O que não pode, afirma, é que todos os empregados se convertam para não participar da escala de plantão, porque aí estarão agindo de má-fé.

Para Sônia Mascaro, o que se deve fazer, caso não seja possível negociar novos horários com o funcionamento do negócio, é demitir o funcionário indenizando-o, sem justa causa.

Data: 1/2/2012 08:39:29
Fonte: Conjur