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Justin Bieber faz nova tatuagem: o rosto de Jesus Cristo

 

PorJussara Teixeira | Correspondente do The Christian Post

O cantor pop Justin Bieber, 17, apareceu em uma praia de Los Angeles com uma nova tatuagem, desta vez na perna esquerda. A tatuagem mostra o rosto de Jesus Cristo e ficou visível pois o astro teen estava de bermuda.

No verão passado, Bieber e seu pai também resolveram tatuar juntos a palavra ‘Yeshua’, que significa Jesus em hebraico.
O ídolo adolescente, que namora a atriz Selena Gomez, sempre fez questão de se posicionar como cristão.

Apesar de algumas críticas de setores evangélicos, que se declaram contra a utilização de tatuagens no corpo, outros mais liberais dizem que esta seria uma forma legítima de dizer que é seguidor de Jesus.

A influência da imagem tatuada de Bieber pode ser poderosa entre os jovens. Isso é o que acredita o pastor Kyle Steven Bonenberger da City Church em Anaheim, Califórnia, que emitiu sua opinião ao CP quando Bieber mostrou publicamente que fez sua segunda tatuagem, com o nome de Jesus em hebraico.

O líder religioso reconheceu que o argumento dos cristãos que são contra tatuagens é o versículo do livro de Levítico, que diz que as pessoas não podem marcar seus corpos.

Mas o pastor interpretou o texto como se referindo às práticas de seitas atuais. O próprio Bonenberger tem tatuado em seu corpo o logo de sua igreja.

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Segundo o pastor, Justin Bieber é hoje indiscutivelmente uma das maiores celebridades do mundo, e sua influência é enorme. “Penso que em seu caso, é uma maneira poderosa de dizer ‘eu sigo Jesus’”.

Segmentos de cristãos mais conservadores demonstram uma certa desconfiança com as atitudes de cristãos famosos. Para eles, a maneira de mostrar que seguem Jesus deve ser expressada por meio de suas próprias vidas.

Em 2010, Bieber fez sua primeira tatuagem, de um pássaro em seu quadril. Segundo informações da época, a atitude de realizar tinscrições e desenhos no corpo é uma tradição familiar e serviu para comemorar o 16º aniversário do cantor.

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Comediantes de Israel fazem paródia de Michel Teló com polêmica religiosa

 

Dupla usou hit para criticar ofensa de judeus ortodoxos a garota de 8 anos.
Vídeo recebeu mais de 75 mil visualizações em 24 horas.

Ana Carolina MorenoDo G1, em São Paulo

 

Yohay Sponder e Meni Malca, comediantes israelenses (Foto: Arquivo pessoal)

Yohay Sponder e Meni Malca, comediantes
israelenses (Foto: Arquivo pessoal)

Sem saber da repercussão no Brasil do vídeo em que soldados israelenses copiam a coreografia da música "Ai se eu te pego", do cantor Michel Teló, dois comediantes de Israel se surpreenderam com a velocidade com que uma paródia que fizeram da famosa canção chegou ao país da versão original.

Assista ao vídeo no YouTube

Yohay Sponder, de 29 anos, e Meni Malca, de 32, decidiram unir a popular música com uma polêmica que tem gerado conflitos entre judeus ortodoxos e não-praticantes em Israel. Em dezembro, autoridades receberam queixas de que algunsjudeus ortodoxos teriam cuspido e falado de forma "desrespeitosa" com alunas de uma escola primária. Há suspeitas de que radicais religiosos intimidam mulheres que eles considerem "exibidas".

O resultado foram mais de 75 mil visualizações em 24 horas do vídeo em que os dois humoristas, vestidos de judeus ortodoxos, rebolam ao lado de duas mulheres vestidas em trajes típicos do carnaval brasileiro. Publicada no YouTube na sexta-feira (6), a paródia já era compartilhada e comentada em perfis do Facebook no Brasil no dia seguinte.

saiba mais

"Como vocês acharam nosso vídeo tão rápido?", perguntou Sponder em entrevista concedida ao G1no domingo (8). Segundo ele, no fim de semana o vídeo se tornou um dos mais assistidos na categoria "religião" em Israel, com destaque na página inicial do site.

O comediante afirmou que a letra foi escrita em dois dias e o vídeo foi gravado em três horas e editado em 15. "Foi uma produção de amigos que custou cerca de US$ 115 [cerca de R$ 210]. Nós optamos por não lucrar com anúncios neste vídeo. Espero que ninguém cobre direitos autorais." As duas mulheres que dançam a coreografia de Teló vestidas como passistas de escola de samba são uma brasileira amiga da dupla e uma israelense descendente de iemenitas.

A dupla tem um canal bem sucedido no YouTube há menos de um ano. Seus vídeos recebem sempre mais de 100 mil visualizações e, além de paródias musicais, como uma feita a partir da canção "Empire State of Mind", dos artistas americanos Jay-Z e Alicia Keys.

Canal da dupla de comediantes israelenses no YouTube (Foto: Reprodução)Canal da dupla de comediantes israelenses no YouTube (Foto: Reprodução)

Como a "Macarena"
Sponder confirmou o reinado de Michel Teló em Israel, que inspirou até o grupo de 11 soldados do exército a gravar sua própria versão coreografada do videoclipe. "É incrível, está em toda a parte, até nas academias as pessoas imitam os passos de dança", afirmou ele. O comediante, que mantém um canal de paródias no YouTube e faz shows de stand-up no Camel Comedy Club, em Tel Aviv, não entendeu o sucesso no Brasil da reação de israelenses ao hit de Teló. "Fui a Bucareste, na Romênia, e lá também tocam a música em todo canto."

A canção tem uma batida muito boa. Eu gostei dela porque quando fui criar a minha própria letra foi muito fácil trabalhar"

Yohay Sponder, comediante

O humorista credita o êxito de "Ai se eu te pego" à letra facilmente memorizável e compara a canção à "Macarena", produção espanhola que se espalhou pelo mundo em meados da década de 90.

Pouco conhecedor da música brasileira, Sponder admite que não se lembra de muitos artistas, mas adora a canção "Garota de Ipanema". Ele se admirou ao descobrir que, um ano atrás, Michel Teló era pouco conhecido dentro do Brasil. "A canção tem uma batida muito boa. Eu gostei dela porque quando fui criar a minha própria letra foi muito fácil trabalhar."

Yohay Sponder e Meni Malca parodiaram música de Michel Teló (Foto: Reprodução)Yohay Sponder e Meni Malca parodiaram música de
Michel Teló (Foto: Reprodução)

Ortodoxos X não-praticantes
Segundo Sponder, a ideia de parodiar "Ai se eu te pego" foi de sua namorada. Ele decidiu abordar um episódio polêmico que aconteceu em dezembro na cidade de Beit Shemesh.

Na ocasião, um judeu ultra-ortodoxo ofendeu e cuspiu em uma menina de oito anos, filha de uma imigrante americana, que caminhava rumo à escola. A justificativa do homem era a falta de modéstia com a qual a garota se vestia.

"Nós ficamos muito bravos com isso. Achamos que você não pode falar que uma menina não se veste bem, porque ela é só uma menina. Em uma mulher, você consegue ver seus seios ou suas pernas, mas quando se trata de uma menina de oito anos, então esse tipo de coisa fala algo sobre o homem", explicou Sponder.

A dupla já havia feito um vídeo sobre o tema antes. Vestidos como judeus ortodoxos, saíram às ruas ensinando de maneira bem humorada como as pessoas deveriam vestir seus bebês e cachorros. A paródia de Michel Teló, porém, tem tido mais repercussão.

Nós só fizemos uma paródia sobre algo que achamos errado. É a nossa maneira de lidar com o assunto"

Yohay Sponder, comediante

Batizada de "Canção da Shiksa", palavra usada para se referir a mulheres por comportamentos reprováveis do ponto de vista religioso, a nova versão israelense de "Ai se eu te pego" também mostra um homem falando com uma mulher. Mas, segundo explicou Sponder, nesse caso se trata de um homem "saudável" e trabalhador que critica uma "mulher de oito anos" por se comportar como uma "prostituta sem respeito" e "não se envergonhar" por isso.

Ele afirma que a profissão da dupla, como comediantes, é tratar de temas sérios com humor, e assegura que não tem nada contra judeus ultra-ortodoxos. "Nós temos recebido ofensas em nosso canal, de gente nos chamamos de nazistas e dizendo que odiamos eles. Não é isso, nós só fizemos uma paródia sobre algo que achamos errado. É a nossa maneira de lidar com o assunto."

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Nigeria : Nueva masacre de cristianos en funeral por las últimas víctimas

Nueva masacre de cristianos en funeral por las últimas víctimas

Musulmanes de Boko Haram asesinaron a otros 20 cristianos en Nigeria, mientras enterraban a las víctimas del último atentado terrorista.

08 DE ENERO DE 2012, NIGERIA

Más de 20 cristianos nigerianos han sido asesinados el pasado viernes 6 de enero por musulmanes que gritaban “Alá es grande”. La matanza se produjo en Mubi, en el Estado de Adamawa, cuando se celebraban los funerales de tres cristianos que perdieron la vida en un ataque anterior, el jueves 5 de enero.

  Se trata de los primeros atentados que sufre el Estado de Adamawa tras el inicio de la campaña de terror de Boko Haram el pasado año en el norte de Nigeria, de mayoría musulmana.

  Cuando los cristianos se encontraban reunidos en el Ayuntamiento de la localidad de Mubi, donde se celebraba el funeral por tres cristianos asesinados el pasado jueves, un número indeterminado de musulmanes, presumiblemente miembros de Boko Haram, asaltaron el lugar armados con rifles Kalashnikov, cuchillos y machetes, dando muerte a más de 20 de los asistentes al acto e hiriendo de gravedad a otros 15.

  Los atacantes actuaron con inusitada brutalidad, sin hacer distinciones de edad ni sexo mientras masacraban a sus víctimas.

  Los terroristas musulmanes de Boko Haram  habían dado a los cristianos un plazo 3 días para que abandonaran el norte de Nigeria o se atuvieran a las consecuencias. Y al expirar el ultimátum el jueves 5 de enero, la amenaza se ha cumplido en diversos ataques, del que éste es el último que hay que lamentar.

UNA OLLA A PRESIÓN

  Boko Haram, que significa “la educación occidental es pecado”, atentó en Navidad contra varios “objetivos” cristianos (protestantes y católicos) dejando un saldo de 49 víctimas mortales, siendo la mayor parte de ellos feligreses católicos que salían de una iglesia.

  El grupo islámico, que en agosto de 2011 atacó una sede de Naciones Unidas en Abuja provocando la muerte a 25 personas, está creciendo en influencia, su actividad criminal es cada vez más mortífera y no acepta que de los nigerianos hayan elegido democráticamente a un cristiano como presidente del país.

  Pero los islamistas de Boko Haram no están solos en sus sangrientos desvaríos, puesto que cuentan con la complicidad de soldados y mandos militares que les han prestado auxilio en sus depredaciones anticristianas, lo que hace presagiar una notable conflictividad institucional de previsibles consecuencias.

Fuentes: Minuto digital

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