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Libro ‘Maldito Mundo’, Más de 2 Mil Descargas Desde Lanzamiento

 

Por Noti-Prensa.com|Colaboradores de Christian Post

El libro escrito por el joven pastor de origen dominicano, Fausto Liriano, lleva más de 2 mil bajadas desde su lanzamiento a principios de diciembre. Bajo la modalidad de Creative Commons (CC), una licencia no remunerativa que permite la distribución gratuita de los contenidos, Liriano desató el nudo y está generando una ola de comentarios en las redes sociales, como en el mismo site www.MalditoMundo.com.

  • mundo

El libro trata temáticas actuales acerca del cristianismo y en cierto sentido hasta de la separación o ‘divorcio’, para ponerlo en palabras del autor, entre el ser y el deber ser de los discípulos actuales de Jesucristo. Un libro diferente, con historias comunes y planteos normales que buscan la autoevaluación eclesiástica.

Algunas repercusiones no tardaron en llegar "Hermano, no se ni como escribirlo pero tu libro me ha sacudido y cambiado por completo la visión y la acción que tengo como creyente. ¡Cuánto anhelaba un libro critico y claro como este! Me encontré a mi mismo entre las líneas y me quitó la venda de una postura que no muchas veces deseamos despertar o criticar. Encontré mi propio enfoque de una ‘protesta subversiva’ Cristocéntrica. Desearía que hubieras abundado mas sobre el punto de ENSEÑARLES COMO CREER pero quizás sea un buen tema para otro libro. Gracias Fausto, es una bendición tu libro y volveré a leerlo." Leo (pastor de jóvenes en Santo Domingo).

El libro se encuentra en diferentes versiones pdf, iPad, Kindle y audiolibro, todas distribuidas de manera gratuita mediante el sitio en internet www.MalditoMundo.com. ¡Consíguelo ahora!

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Nigéria terá cúpula por segurança nacional após ataques a igrejas

 

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

O governo da Nigéria fará uma cúpula de segurança nacional no início de 2012 após a onda de ataques islâmicos contra igrejas católicas no Natal, que deixou pelo menos 40 pessoas mortas no domingo.

De acordo com o jornal nigeriano "Vanguard", o presidente Goodluck Jonathan tomou a decisão depois de se reunir com os chefes das forças de segurança e do Exército. Jonathan foi aconselhado a declarar 2012 como o "ano da segurança," para chamar a atenção para a necessidade urgente de conter a violência que, só neste mês, já custou 65 vidas em explosões e confrontos armados.

Ataques a bomba contra igrejas durante as celebrações de Natal mataram pelo menos 40 pessoas na Nigéria. A seita islamita Boko Haram reivindicou a autoria dos atentados, que consistiram em cinco explosões pelo país.

O presidente nigeriano condenou os ataques em um comunicado emitido ontem, garantindo que a matança de pessoas inocentes em um dia no qual milhões celebram o nascimento de Jesus Cristo é um ato que merece a rejeição brutal de todos os nigerianos de paz.

"Esses atos de violência contra pessoas inocentes é um ataque injustificado à nossa liberdade e à segurança coletiva", disse. "Os nigerianos devem se unir para condenar isso."

ATAQUES

O porta-voz da Nema (sigla em inglês para Agência de Gerenciamento de Emergências Nacional, em tradução livre), Yushau Shuaib, e o porta-voz da polícia local, Richard Oguche, afirmaram que a primeira explosão aconteceu na igreja de Saint Theresa, na cidade de Madalla, próxima à capital, Abuja.

Associated Press

Destroços perto de igreja católica de Santa Theresa, em Madalla, na Nigéria

Destroços perto de igreja católica de Santa Theresa, em Madalla, na Nigéria

Pouco tempo depois, uma segunda explosão foi relatada perto de uma igreja na cidade central de Jos. Mais três novas explosões foram registradas no nordeste da Nigéria: duas na cidade de Damaturu e uma terceira, no sábado à noite, contra uma igreja em Gadaka, segundo testemunhas.

Os ataques do Natal apontam o crescimento da ambição nacional da seita islâmica, que é responsável por ao menos 491 mortes em 2011, de acordo com um levantamento feito pela agência de notícias Associated Press.

O Boko Haram, cujo nome significa "a educação não islâmica é um pecado", luta para impor a Lei Islâmica (Sharia) na Nigéria, país de maioria muçulmana no norte e cristã no sul. O grupo, que já admitiu vínculos com a rede terrorista Al Qaeda, assumiu a autoria de vários ataques recentes no norte do país.

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Igreja que prega "cura de gays" na TV deve ser punida, diz Jean Wyllys

 

FÁBIO BRANDT
DE BRASÍLIA

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), ganhador do Big Brother de 2005, afirmou em entrevista ao UOL e à Folha que padres e pastores devem ser sancionados por atacarem homossexuais em seus programas de TV e rádio e por promoverem programas de "recuperação" ou "cura" da homossexualidade. Segundo ele, a punição deve ser estabelecida em lei.
"A afirmação de que homossexualidade é uma doença gera sofrimento psíquico para a pessoa homossexual e para a família dessa pessoa", disse.

Leia a transcrição da entrevista de Jean Wyllys
Veja fotos da entrevista de Jean Wyllys

"Eu acho que tem que haver uma sanção. Eu quero que a gente compare, simplesmente, com outros grupos vulneráveis para saber se é bacana. Alguém que chegue e incite violência contra mulheres e contra negros, ou contra crianças ne sse país… Vai ser bem aceito?".

Jean Wyllys falou sobre o assunto no programa "Poder e Política – Entrevista", conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha em Brasília. O projeto é uma parceria do UOL e da Folha.

O deputado afirmou que os religiosos "são livres para dizerem no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado". O problema seria o uso de concessões públicas para "demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual".

Wyllys também criticou mudanças feitas pela senadora Marta Suplicy (PT-SP) à ao Projeto de Lei 122 de 2006, que propõe tornar crime atitudes homofóbicas -como já ocorre com o racismo no Brasil. Segundo ele, o texto apresentado por Marta "foi redigido pelo senador Demóstenes Torres [DEM-GO], que não é homossexual e, muito pelo contrário, não tem muita simpatia pela comunidade homossexual".

A seguir, vídeo com a íntegra da entrevista de Jean Wyllys. A transcrição está disponívelem texto.