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KAKÁ E RENASCER DE BEM COM A VIDA

 

Jogador elogia antiga denominação e fala sobre seu futuro

No final do ano os corações ficam mais solidários e alguns perdões são liberados. No caso de Kaká as declarações dadas a Jorge Kajuru nesta quarta-feira, dia 20, demonstram que mesmo fora da igreja Renascer em Cristo, não há mágoas a seus líderes Estevam e Sônia Hernandes. Mas quem pense que o jogador do Real Madrid voltará para a denominação é bom não se animar, pelo menos por enquanto.

O jogador que em 2011 sofreu com lesões afirmou que pensaria em se aposentar caso o São Paulo não o quisesse de volta no futuro.  “Se o São Paulo não me quisesse, eu pararia. Sou muito vinculado, foram 13 anos de clube. Não é que eu passei pelo São Paulo, eu cresci e vivi lá, então a prioridade será sempre deles”, explicou o atleta, que já foi apontado como alvo do Corinthians.

  O brasileiro também aproveitou a oportunidade para defender o companheiro de equipe Cristiano Ronaldo. Para Kaká, o astro português é um jogador decisivo e evitou comparações entre ele e o argentino Lionel Messi.

  Sobre sua saída da Igreja Renascer em Cristo, o jogador afirmou que mantém um vínculo próximo com Estevam e Sônia Hernandes, fundadores da instituição, e que saiu por motivos particulares. Kaká desmentiu que brigou com os bispos.  “Eu nem tenho acesso a esse tipo de informação. Só achei que fosse hora de deixar a instituição Igreja Renascer em Cristo”, esquivou-se.

Data: 22/12/2011
Fonte: Com UOL Esporte

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De Cada 12 Cristãos no Mundo, Um É Brasileiro, Aponta Pesquisa

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

De cada 12 cristãos no mundo, um é brasileiro, segundo um estudo realizado pelo Centro Pew de Pesquisa dos Estados Unidos. O estudo apontou que um terço da população abraça o Cristianismo, isso significa 2,18 bilhões de cristãos – 31,7% da população mundial, que é de 6,9 bilhões.

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"Os cristãos também se expandiram duo ponto de vista geográfico, estando tão distantes uns dos outros de fato que nenhum continente ou região pode presumir ser o centro do cristianismo mundial", diz a apresentação do estudo, em seu site.

O estudo aponta ainda que, ao longo do tempo, os cristãos foram se espalhando pelas regiões do mundo. Há um século, os cristãos representam uma proporção significativa da população mundial, mas enquanto, em 1910, dois terços estavam na Europa, atualmente estão dispersos amplamente em termos mundiais.

A distribuição geográfica, de acordo com a pesquisa, mostra quase 34% dos cristãos estão na América do Norte e do Sul; 26% na Europa, enquanto que 23,6% vivem na áfrica subsaariana e 13,1% na região ásia-Pacífico. Apenas 0,6% está no Oriente Médio e norte da áfrica.

Estados Unidos, Brasil e México lideram a lista de nações com maior população cristã. Em um contexto global, a metade de todos os cristãos são católicos, enquanto 36,7% são protestantes e 11,9%, ortodoxos, segundo o estudo.

O Brasil já reúne 175 milhões de cristãos, configurando-se a maior população cristã fora dos Estados Unidos. Na comparação, o Brasil tem mais que o dobro de cristãos do que Nigéria e cerca de três vezes mais do que na Alemanha. O estudo levantou que de cada 12 cristãos no mundo, um é brasileiro. Além disso, a esmagadora maioria dos brasileiros – 90% – se identifica como cristão.

A predominância do catolicismo no Brasil tem raízes históricas que remonta à colonização portuguesa. Hoje, há uma diversidade de segmentos cristãos entre a população. Em 1940, apenas 2,6% da população do Brasil era protestante, e hoje esse percentual está em 21% da população.

O pentecostalismo é predominante entre os protestantes. Segundo a pesquisa do Fórum Pew, 72% dos entrevistados indicaram que eram pentecostais.

As crenças pentecostais e suas práticas também estão mudando a maneira de muitos católicos do Brasil de vivenciarem sua fé. O levantamento de 2006 do Pew Forum descobriu que mais da metade dos católicos brasileiros se identificam com o movimento carismático, que inclui a prática de doutrinas associadas com pentecostalismo, tais como cura divina e fala em línguas.

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Sentença obriga pastor a pagar indenização a outro pastor

JUSTIÇA

 

  A Justiça de Paranaguá (PR) condenou o Pastor Anderson da Luz a pagar ao Pastor João Luiz Rocha, vereador por Maceió, indenização por danos morais, no valor de R$ 20 mil. Segundo a sentença do juiz Hélio Arabori, da Primeira Vara Cível da comarca da cidade, Anderson “demonstrou o intuito doloso de agredir a dignidade do autor e violou o segredo de justiça de um processo que tramita naquele Juízo contra ele, impetrado pelo próprio vereador João Luiz.

  O processo criminal ajuizado pelo Pastor João Luiz contra Anderson é de 2010, depois que o religioso denunciou, em 15 de abril de 2009, ao Conselho Estadual de Pastores no Estado do Paraná, estar sendo vítima de perseguição, extorsão e chantagem por parte de Anderson da Luz. Segundo o Conselho Nacional de Pastores, ao qual a instituição estadual encaminhou a avaliação da questão, nada se provou contra a “conduta ética e lícita” do Pastor João Luiz no Estado do Paraná.

Por conta da posição de líder religioso da Igreja do Evangelho Quadrangular e de ser um homem público, vereador por Maceió há vários mandatos, a ação judicial do Pastor João Luiz contra Anderson tramitava em segredo de Justiça até outubro deste ano, quando o acusado procurou um veículo de comunicação de Alagoas para “inverter as versões”, segundo os advogados de João Luiz. “O réu no processo é Anderson e não o Pastor João Luiz”, esclareceu à época o advogado Eduardo Henrique Monteiro Rego.

Na sentença que condena Anderson, o juiz cita que o réu “ofende a dignidade do autor, afrontando a sua auto-estima, não só perante a sociedade em geral, mas principalmente no seio da instituição religiosa onde exerce o ‘múnus’ de pastor”. Diz ainda o despacho:

“A alegação desconstitutiva sustentada pelo réu de que apenas agiu de conformidade com o exercício regular de um direito, não convence o Juízo, porquanto, para se beneficiar (desse direito) do que dispõe o artigo 188, inciso I, do Código Civil, deveria o mesmo ter procurado os meios legais contra o autor. Assim não agindo e os fatos vindo à tona por declarações prestadas pelo réu e não em decorrência de procedimento legal, com acusações contra o autor, principalmente junto à comunidade religiosa em que frequenta, dúvida não tenho de que houve pelo réu prática de ilícito, de vez que o ato violador do direito de outrem é o ato ilícito”.

O valor atribuído pelo magistrado como pagamento da indenização (20 mil reais), é por conta da “aparente situação de fragilidade econômica/financeira do réu e da demonstração de que o autor não visa o valor financeiro, mas e principalmente uma satisfação judicial”, diz o juiz Hélio Arabori na sentença. Para a defesa do Pastor João Luiz, o mais importante é que “a verdade dos fatos prevaleceu, embora os danos causados à vida pública do religioso estão longe de ser sanados”.