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Governo do Irã confisca Bíblias e destrói igrejas declarando guerra ao cristianismo

 

Por Dan Martins em 1 de dezembro de 2011

 

Mais de 6.500 Bíblias foram confiscadas, sites foram fechados e igrejas foram destruídas por autoridades iranianas em uma ofensiva do governo contra o crescimento do cristianismo no país.

Segundo a agência oficial de notícias Mehr, a ação se justifica por que “os missionários cristãos têm feito uma campanha milionária, com publicidade enganosa para que a opinião pública e a juventude se afastem dos ensinamentos do Islã”.

O aiatolá Hadi Jahangosha manifestou sua preocupação com a “expansão do cristianismo entre os jovens”, e culpou os meios eletrônicos de comunicação e a facilidade de acesso a literatura cristão pela expansão: “É responsabilidade de todos os cidadãos do Irã que façam algo sobre isso e cumpram seu papel na difusão do Islã puro, lutando contra as culturas falsas e distorcidas do Ocidente” disse o líder islâmico.

Segundo a agência cristã iraniana Mohabat News, um assessor do comitê de assuntos sociais do Parlamento do Irã confirmou que a maioria das milhares de Bíblias confiscadas veio das cidades de Zanjan e Abhar, Estado de Zanjan.

“O importante neste assunto é que a polícia, os juízes e os líderes religiosos devem estar cientes que os cristãos estão se fortalecendo para enfrentar o Islã, caso contrário, qual o sentido de terem produzido este grande número de Bíblias?” disse um representante do governo sobre as Bíblias confiscadas, que segundo ele “foram produzidas com uma melhor qualidade de papel, em tamanho de livro de bolso.”

Além do confisco de Bíblias o temor dos líderes cristãos no país é de que o governo destrua igrejas no país como aconteceu na cidade de Kerman onde uma das principais igrejas foi destruída por autoridades locais.

Além do confisco de Bíblias, o que preocupa a liderança cristã no país é a destruição de igrejas, como aconteceu na cidade de Kerman, onde uma das principais igrejas da cidade foi destruída por autoridades islâmicas locais. A liderança afirma também que o governo Mahmoud Ahmadinejad está preocupado com o grande número de muçulmanos que estão se convertendo ao cristianismo. Segundo eles o país já tem pelo menos 100.000 cristãos.

Outro alvo de ataque do regime iraniano são os sites em língua persa com conteúdo cristão, entre eles a agência Mohabat News. Muitos sites foram tirados do ar com ataques que sobrecarregam os servidores, um tipo de ataque cibernético, conhecido como DDoS, que está se tornando muito comum para retirar sites do ar.

E o governo não se preocupa em esconder seus atos, o Ministério da Segurança do Irã anuncia ter eliminado uma rede de Internet que, segundo as autoridades, “fazia propaganda antirreligiosa no ciberespaço”. O ministério anunciou também a prisão de várias pessoas envolvidas com esses sites e criou um comitê regulatório para monitorar os usuários de internet no país.

Fonte: Gospel+

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Billy Graham Staying Positive, Recovering in Hospital

 

By Allison Summers | Christian Post Reporter

Evangelist Billy Graham is keeping a positive attitude during his hospitalization for respiratory problems.

  • Billy Graham

    (Photo: AP Images / Nell Redmond)

    In this Dec. 20, 2010 file photo, evangelist Billy Graham, 92, is interviewed at the Billy Graham Evangelistic Association headquarters in Charlotte, N.C.

Billy Graham's Health Remains Stable

Billy Graham’s Health Remains Stable

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A. Larry Ross, a spokesman for the 93-year-old evangelist, tweeted early this morning that Graham "remains in good spirits after a time of Bible reading and prayer with daughter, Gigi, last nite."

Graham currently remains at Mission Hospital in Asheville, N.C., where he was admitted late Wednesday morning "suffering from congestion, a cough and a slight fever," according to AP. He is being tested for pneumonia, which he was previously treated for in May.

The hospital said that he was "alert, smiling and waving at hospital staff" when he was admitted and that "while no date has been set for discharge, Mr. Graham is looking forward to returning home to spend the upcoming Christmas holidays with his family."

Many Christians took to Twitter to express their well wishes.

"Praying for Dr. Billy Graham, taken into hospital in Asheville, NC for evaluation and lung treatment," tweeted Sheila Walsh. "What a hero of the faith."

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Founding pastor of the Fellowship Church Ed Young tweeted, "Praying for Billy Graham as he’s in the hospital. One of the greatest men God has used to reach millions! Get well, Dr, Graham!!"

Graham is one of the most renowned Christian preachers of the century who, according to the Cincinnati Post, has personally preached the Gospel to more people than anyone else in history. Graham rose to fame during the post-World War II period during which he spoke out against communism and helped unite the country by bringing Christianity back to the forefront. He is most well-known for his heartfelt and compelling sermons.

Graham’s 30th book, Nearing Home: Life, Faith, and Finishing Well, in which he shares personal reflections and wisdom on growing old, was released in October.

"All my life I was taught how to die as a Christian, but no one ever taught me how I ought to live in my latter years," the greatly admired evangelist wrote. "I wanted to share some of the things I have learned about this stage in life with others, as the aging process is something most of us will experience."

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Mulher presa por adultério é solta após aceitar casar com estuprador

Afeganistão

 

O marido desconfiou da traição quando percebeu que ela estava grávida

Mulher afegã caminha em viela

Mulher afegã caminha em viela (Aref Karimi/AFP)

O presidente afegão, Hamid Karzai, perdoou uma vítima de estupro presa por adultério depois que ela concordou em se casar com seu agressor. Ela era casada na época do crime, e seu marido desconfiou da traição ao notar que a mulher estava grávida – ela deu à luz na prisão. O estuprador é primo dele. Gulnaz, como é chamada a mulher, foi condenada a dois anos de detenção por adultério. "Quando eu decidi recorrer, a pena foi aumentada para 12 anos. Eu não fiz nada, por que devia receber uma sentença tão grande?", questionou. Após a apelação, a pena foi reduzida para sete anos e, depois, para três.

O caso chegou ao palácio presidencial e passou a ser analisado por uma comissão judiciária afegã, que divulgou um comunicado no qual afirmava que "os dois lados" (Gulnaz e o estuprador) haviam concordado em se casar segundo a lei islâmica. Em seguida, Karzai ordenou que a mulher fosse libertada. A advogada de defesa, porém, disse que Gulnaz tinha a esperança de casar com quem quisesse após sair da prisão. "Nas minhas conversas com Gulnaz, ela me contou que se tivesse a liberdade de escolher, não se casaria com o homem que a estuprou", disse Kimberley Motley.

Crimes de gênero – O caso de Gulnaz atraiu atenção internacional para a situação de muitas mulheres afegãs. Organizações de direitos humanos afirmam que centenas de mulheres presas no Afeganistão são vítimas de estupro ou violência. Entre março de 2010 e março de 2011, a Comissão Afegã de Direitos Humanos registrou 2.299 casos de violência contra a mulher que podem ser definidos como crimes, segundo a Lei sobre Eliminação da Violência contra as Mulheres no Afeganistão, criada há dois anos para punir os casos de violência de gênero.
A Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (Unama) afirmou há poucos dias que "ainda há um longo caminho a ser percorrido" na aplicação da legislação que protege as mulheres afegãs contra a violência de gênero. De acordo com a entidade, as leis no Afeganistão se chocam com práticas socialmente aceitas, como a compra e venda de mulheres para o casamento, uniões forçadas ou com crianças, estupros e o ‘baad’ (o hábito de dar uma mulher de presente para resolver um conflito familiar).

(Com agência EFE)