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Billy Graham Staying Positive, Recovering in Hospital

 

By Allison Summers | Christian Post Reporter

Evangelist Billy Graham is keeping a positive attitude during his hospitalization for respiratory problems.

  • Billy Graham

    (Photo: AP Images / Nell Redmond)

    In this Dec. 20, 2010 file photo, evangelist Billy Graham, 92, is interviewed at the Billy Graham Evangelistic Association headquarters in Charlotte, N.C.

Billy Graham's Health Remains Stable

Billy Graham’s Health Remains Stable

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A. Larry Ross, a spokesman for the 93-year-old evangelist, tweeted early this morning that Graham "remains in good spirits after a time of Bible reading and prayer with daughter, Gigi, last nite."

Graham currently remains at Mission Hospital in Asheville, N.C., where he was admitted late Wednesday morning "suffering from congestion, a cough and a slight fever," according to AP. He is being tested for pneumonia, which he was previously treated for in May.

The hospital said that he was "alert, smiling and waving at hospital staff" when he was admitted and that "while no date has been set for discharge, Mr. Graham is looking forward to returning home to spend the upcoming Christmas holidays with his family."

Many Christians took to Twitter to express their well wishes.

"Praying for Dr. Billy Graham, taken into hospital in Asheville, NC for evaluation and lung treatment," tweeted Sheila Walsh. "What a hero of the faith."

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Founding pastor of the Fellowship Church Ed Young tweeted, "Praying for Billy Graham as he’s in the hospital. One of the greatest men God has used to reach millions! Get well, Dr, Graham!!"

Graham is one of the most renowned Christian preachers of the century who, according to the Cincinnati Post, has personally preached the Gospel to more people than anyone else in history. Graham rose to fame during the post-World War II period during which he spoke out against communism and helped unite the country by bringing Christianity back to the forefront. He is most well-known for his heartfelt and compelling sermons.

Graham’s 30th book, Nearing Home: Life, Faith, and Finishing Well, in which he shares personal reflections and wisdom on growing old, was released in October.

"All my life I was taught how to die as a Christian, but no one ever taught me how I ought to live in my latter years," the greatly admired evangelist wrote. "I wanted to share some of the things I have learned about this stage in life with others, as the aging process is something most of us will experience."

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Mulher presa por adultério é solta após aceitar casar com estuprador

Afeganistão

 

O marido desconfiou da traição quando percebeu que ela estava grávida

Mulher afegã caminha em viela

Mulher afegã caminha em viela (Aref Karimi/AFP)

O presidente afegão, Hamid Karzai, perdoou uma vítima de estupro presa por adultério depois que ela concordou em se casar com seu agressor. Ela era casada na época do crime, e seu marido desconfiou da traição ao notar que a mulher estava grávida – ela deu à luz na prisão. O estuprador é primo dele. Gulnaz, como é chamada a mulher, foi condenada a dois anos de detenção por adultério. "Quando eu decidi recorrer, a pena foi aumentada para 12 anos. Eu não fiz nada, por que devia receber uma sentença tão grande?", questionou. Após a apelação, a pena foi reduzida para sete anos e, depois, para três.

O caso chegou ao palácio presidencial e passou a ser analisado por uma comissão judiciária afegã, que divulgou um comunicado no qual afirmava que "os dois lados" (Gulnaz e o estuprador) haviam concordado em se casar segundo a lei islâmica. Em seguida, Karzai ordenou que a mulher fosse libertada. A advogada de defesa, porém, disse que Gulnaz tinha a esperança de casar com quem quisesse após sair da prisão. "Nas minhas conversas com Gulnaz, ela me contou que se tivesse a liberdade de escolher, não se casaria com o homem que a estuprou", disse Kimberley Motley.

Crimes de gênero – O caso de Gulnaz atraiu atenção internacional para a situação de muitas mulheres afegãs. Organizações de direitos humanos afirmam que centenas de mulheres presas no Afeganistão são vítimas de estupro ou violência. Entre março de 2010 e março de 2011, a Comissão Afegã de Direitos Humanos registrou 2.299 casos de violência contra a mulher que podem ser definidos como crimes, segundo a Lei sobre Eliminação da Violência contra as Mulheres no Afeganistão, criada há dois anos para punir os casos de violência de gênero.
A Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (Unama) afirmou há poucos dias que "ainda há um longo caminho a ser percorrido" na aplicação da legislação que protege as mulheres afegãs contra a violência de gênero. De acordo com a entidade, as leis no Afeganistão se chocam com práticas socialmente aceitas, como a compra e venda de mulheres para o casamento, uniões forçadas ou com crianças, estupros e o ‘baad’ (o hábito de dar uma mulher de presente para resolver um conflito familiar).

(Com agência EFE)

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Silas Malafaia Responde à Polêmica Sobre Eliane Brum

 

Por Ana Araújo|Repórter do The Christian Post

O pastor Silas Malafaia, da Igreja Vitória em Cristo, concedeu uma entrevista ao jornal norte-americano New York Times, durante a qual usou um termo “inapropriado”, chamando a jornalista Eliane Brum de "vagabunda". A polêmica que causou acabou ofuscando os elogios que recebeu do jornal, como ele mesmo lamentou.

A situação começou quando Eliane Brum escreveu um artigo sobre a intolerância dos evangélicos com pessoas de outras religiões ou ateus, publicada pela Revista época, no último dia 14, com o título “A dura vida dos ateus em um Brasil cada vez mais evangélico”.

Termos usados por ela como “disputa cada vez mais agressiva por féis”, e a ironização com o nome das igrejas e ações como da Sarah Sheeva que, segundo ela, “passou a pastorear mulheres virgens – ou com vontade de voltar a ser – em busca de príncipes encantados”, desencadeou várias ações de reprovação por parte dos religiosos.

Falando sobre este assunto na entrevista, Malafaia referiu-se à jornalista com a palavra “tramp” (vagabunda, em português), e foi considerado “agressivo” em seu discurso publicado pelo NYTimes.

Insatisfeito com a repercussão negativa de sua imagem, o líder religioso publicou em sua página pessoal no Facebook que lamenta ter usado o termo, mas que não teve a intenção de ferir a honra da jornalista.

“Há uma semana concedi por três horas uma longa entrevista para o jornal The New York Times. […] Na verdade, mencionei a palavra “vagabunda” para qualificar o caráter do artigo escrito por ela. De forma nenhuma me referi ao caráter da jornalista,” escreveu.

Segundo ele, após o mal entendido, ele enviou um e-mail à Eliane pedindo desculpas. “Afinal, errar é totalmente humano, e nunca deixei de reconhecer meus erros por vaidade pessoal. Quando erro, costumo pedir desculpas”.

“é lamentável que, após uma entrevista que rendeu quase uma página no The New York Times, algo raríssimo de acontecer com um brasileiro, a mídia se focou apenas em uma palavra. é só isso que se pode aproveitar dessa reportagem?” lamentou.

Em 24 horas, mais de 300 pessoas “curtiram” a resposta, além de ter sido compartilhada por 35 seguidores da página social do pastor e de mais de 95 pessoas terem respondido.

Entre as respostas, a maioria conrcorda que o uso do termo foi um erro e também lamenta a mudança de foco que se deu por causa disso.

O pastor Ivete Bertolazzi postou: “ lamentável que o foco da entrevista tenha sido apenas numa palavra mal colocada”.

Já outros urgem que os Cristãos usem termos que não sejam agressivos. Marcio Andrade, por exemplo, respondeu “acho que como Cristãos devemos usar termos menos agressivos pois só assim evitamos esse tipo de maldade nas interpretações.”

Houve também manifestações mais ríspidas e contra a atitude de Malafaia, como postou Jayme Dannu Pinheiro Rabelo: “como chamar alguém ou seu trabalho de "vagabundo" sem querer ofender a honra? Se alguém afirma que todo seu trabalho de evangelização + TV é vagabundo, certamente está tentando ofender a sua honra.. pq com vc seria diferente?”

Até o momento, Eliane Brum ainda não publicou nenhuma resposta sobre o caso, e ainda não foi divulgado se ela respondeu ao pedido de desculpas de Silas.