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DO BBB PARA A ASS. DE DEUS

 

Em participante do reality hoje é pastora e diz que saiu das trevas

Quem se lembra de Bruna Tavares do BBB 7? A loira, que ficou com o vilão da edição, Alberto Cowboy, deixou de lado a imagem que exibiu durante o reality e se converteu em 2008.

Em um vídeo da internet em que aparece pregando, Bruna – agora de cabelos escuros – diz que foi resgatada das trevas.

Um texto em seu site oficial explica como Bruna decidiu se tornar missionária: "Ao sair e ver o que havia acontecido aqui fora, frustrou-se e a infelicidade tomou conta de sua vida. Em março de 2008, terminou um relacionamento, se converteu e segurou firme em Jesus para não soltar nunca mais (…) Com o seminário de teologia concluído em dezembro de 2010, Bruna é Missionária e ministra da Palavra do Senhor em tempo integral desde outubro de 2008".

Em recente entrevista a uma rádio carioca, Bruna declarou que mudou completamente: "Aquela outra Bruna que vocês conheceram tinha um enorme vazio".

Em 2007 Bruna chegou a posar quase nua ao lado das também ex-BBBs Carol Honório e Flávia Vianna para a revista "VIP". Na mesma época também estrelou um ensaio para o Paparazzo.

Data: 23/11/2011 08:15:00
Fonte: G1

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Deputado gay questiona regalias da bancada evangélica

JEAN WILLYS SOLTA O VERBO

 

Depois de criticar emissão de passaporte diplomático a religiosos, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) afirma que combaterá a PEC que beneficia associações religiosas.

Primeiro parlamentar homossexual assumido do Brasil, eleito com a bandeira de defender os direitos do movimento LGBT, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) tem questionado constantemente o que acredita ser um favorecimento aos evangélicos.

Recentemente, ele ficou em segundo lugar no Prêmio Congresso em Foco 2011 , que reconhece os políticos mais atuantes. Ao receber o troféu, disse: “É um recado político direto de que a política precisa de renovação, ser honesta e trabalhar para estender a cidadania para o conjunto da população brasileira, não importando sua sexualidade e a sua religiosidade”, e completou: “Gay is beautiful” [Ser gay é bonito].

Esta semana, protestou ao saber da notícia que depois que o Itamaraty concedeu passaporte diplomático ao bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, decidiu fazer o mesmo com R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça, e alguns bispos da Igreja Católica.

Jean Wyllys reclamou publicamente: “A falta de ciência política ou o partidarismo cego embotam a honestidade. Pergunta ao Governo Dilma: cadê o passaporte diplomático de Mãe Stela de Oxóssi? E o do rabino Nilton Bonder?”.

Seu questionamento tem por base a premissa de igualdade de direitos para representantes de outros credos, uma vez que o passaporte diplomático deveria ser destinado apenas a funcionários do Itamaraty e representantes do governo em viagens ao exterior. Wyllys lembrou que Edir Macedo é réu em um processo que tramita na Justiça Federal em São Paulo sobre lavagem de dinheiro, e esse deveria ser mais um motivo para que não houvesse a concessão do privilégio.

Ontem, o deputado do PSOL criticou duramente o PEC [Projeto de Emenda Constitucional] 99/11, que dá às Associações Religiosas o poder de propor ações de inconstitucionalidade e ações declaratórias de constitucionalidade de leis ou atos normativos.

O argumento de Wyllys é que, se aprovado, os grupos que defendem a fé cristã poderão questionar leis favoráveis ao movimento LGBT: “Não bastasse à imunidade tributária concedida às associações religiosas cristãs, estas querem, com a PEC, interferir no Poder Judiciário. Caso essa PEC vigore, qualquer ato legislativo em favor de LGBTs, de adeptos da umbanda, espiritismo ou ateísmo será contestado”.

A PEC em questão surgiu quando João Campos (PSDB-GO), presidente da Frente Parlamentar Evangélica questionou, sem sucesso, a decisão do STF sobre da união homoafetiva. A via utilizada foram os projetos de decretos legislativos (PDL), mas a Mesa da Câmara dos Deputados entendeu que a decisão do STF não era de competência do Legislativo, portanto não poderia ser revista por PDL.

A opção da bancada evangélica foi a criação de um Projeto de Emenda Constitucional. Se for aprovada, qualquer associação religiosa, ou várias delas podem propor uma ação no STF considerando, por exemplo, o casamento homoafetivo inconstitucional. Isso, no entendimento dos opositores, fere o princípio de que o Estado é laico e não poderia beneficiar este ou aquele grupo religioso. Seria, uma tentativa de influência da religião organizada sobre o Estado, o que por si só já é inconstitucional. Mesmo assim, 186 deputados assinaram a PEC, permitindo assim que ela pudesse tramitar na Câmara.

Além do deputado Jean Wyllis, vários grupos que afirmam defender as minorias (religiosas, sexuais, etc.) se manifestaram contrários, alegando que os membros da bancada evangélica “querem impor um único modelo de religião cristã, que é diversa também, aos que não compartilham de suas filosofias e ideologias. O Governo pouco tem feito para proteger as minorias. Nada o impede que não o faça no futuro, mas o que mostra é que, quando precisam atuar neste campo, precisam da bênção dos caciques políticos evangélicos para se protegerem da “maldição do eleitorado religioso”.

Data: 22/11/2011 08:39:48
Fonte: FG News

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Com Padre Marcelo, "Domingo Legal" tem o pior ibope do ano

 

RICARDO FELTRIN
EDITOR E COLUNISTA DO F5

Nem mesmo o polêmico sorteio de uma benção do padre Marcelo na casa de um telespectador serviu para alavancar o ibope do "Domingo Legal", do SBT. Aliás, muito pelo contrário: o programa ontem registrou o menor público de 2011.

Das 11h às 15h, a atração dominical do SBT teve 4,7 pontos de média de ibope, o menor desde janeiro. Para piorar, os minutos em que o padre participou do "concurso da benção com Celso Portiolli tiveram audiência ainda menor: apenas 4,5 pontos. O resultado deixou o SBT em terceiro no ibope, atrás de Globo (9,3) e Record (8).

Cada ponto equivale por cerca de 58 mil domicílios assistindo ao programa na Grande São Paulo.

Padre Marcelo entrou na guerra do ibope do domingo a pedido de Portiolli.

Na semana passada, o SBT divulgou o "concurso da benção" Um dos telespectadores seria sorteado para que o padre Marcelo fosse até sua casa e a abençoasse (não é o sorteio de uma casa, apenas de uma benção).

Segundo o F5 apurou, o "sorteio" irritou membros e fiéis da igreja Católica em São Paulo, que consideraram "descabida" a participação do padre no programa.