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Lula no SUS?

 

No SUS falta quase tudo. Por que Lula deveria arriscar a vida ali?

Julio Severo

Câncer é coisa séria, que precisa ter tratamento qualificado. É por isso que Lula não está se tratando no SUS (Sistema Único de Saúde). Ele optou por um caro hospital particular, não porque seja o homem mais inteligente do Brasil, mas porque qualquer brasileiro minimamente inteligente sabe que o sistema público de saúde geralmente faz muito menos, e às vezes nada, para os pacientes e sua saúde.

FOTO - LULA NO SUS

Um paciente no SUS tem pouca chance de ser bem tratado e sair vivo. Se a doença é grave, ele geralmente sai morto. Se a doença não é grave, ele corre o risco de sair com infecção hospitalar. Alguém pode condenar Lula por riscar o SUS de suas opções de tratamento?

Sandra Ribeiro, leitora do meu blog, resumiu muito bem o dilema do ex-presidente:

Lula está perdendo sua melhor chance para honrar seus princípios populistas. Como bom demagogo, deveria continuar fingindo que gosta de povo e ir pra fila do SUS, esperando com paciência tupiniquim por uma vaga. Assim, ele saberia o que fez pela saúde pública do país durante o seu governo. Seria sua melhor tacada eleitoral. Pena que — ao fim da fila — ele não estaria vivo pra cantar vitória, pois a espera pelo tratamento seria muito longa e aí… (Tá, tá, eu sei: os petistas não gostam de beber do próprio veneno! Afff!!!)

Sim, Lula é homem do povo — assim diz ele. Mas na hora crucial, se ele ficar com o povo no SUS, ele terá as mesmas probabilidades de sobrevivência do povo. É nessa hora que ele sabe que seu discurso sobre as maravilhas do SUS não tem o mínimo valor.

A função do Estado não é e nunca foi cuidar da saúde e educação da população. Quando o Estado tenta, fracassa. Sua responsabilidade é cuidar da ordem e da segurança. Quando o Estado cuida da saúde, saia de perto. É exatamente por isso que Lula saiu de perto.

Com sua opção de não escolher o SUS, Lula prova que os milhões de impostos roubados da população para suspostamente financiar um SUS que ele julga maravilhoso não fazem nada a não ser inchar o Estado e o bolso de seus corruptos.

O sistema de saúde ideal não virá com um Estado que mente e rouba impostos com a desculpa eterna de investir na melhoria da saúde do povo. Virá com a compreensão de que a saúde é melhor tratada de forma particular. Lula — o socialista, o homem do povo — provou isso.

Muitos anos atrás, li a biografia do escritor inglês A. J. Cronin. Seu primeiro emprego, como jovem recém-saído de uma faculdade de medicina, foi como médico assistente numa zona rural da Escócia. Essa era a época em que os médicos trabalhavam para ajudar o povo, não para explorá-lo. Cronin conta em sua biografia, publicada pela Editora Melhoramentos, como tinha, em pleno inverno com neve, de acordar no meio da noite para atender aos seus pacientes aflitos. E o pagamento era muitas vezes galinhas, verduras, frutas e o oferecimento de serviço braçal, tal como cuidar da horta dele ou capinar seu terreno.

Um amigo médico de Cronin morreu de pneumonia, ao dar atendimento no meio da noite, se expondo aos ventos de uma gélida noite de inverno. Hoje, quem morre não são médicos que atendem seus pacientes, mas pacientes nas filas ou atendimentos do SUS — a não ser, é claro, que o “paciente” privilegiado em questão seja um homossexual querendo operação de “mudança” (mutilação) de sexo. Aí o tratamento é caro e preferencial!

Cronin não tinha um carro da última geração. Não tinha uma conta bancária gorda. Não tinha amantes nem vícios. Ele era um médico católico de princípios. Ele trabalhava muito e ganhava, em termos financeiros, pouco. Mas ele era o amigo da população local. Os médicos de sua geração, formados na base da ética, eram treinados para cuidar dos pacientes na máxima medida possível. O rigor da ética imperava desde a faculdade de medicina até o exercício da profissão.

Em contraste, a ética e a moralidade são espécies em extinção num ambiente universitário moderno onde estudantes de medicina se ocupam com farras e noitadas. Com esse treinamento com a mente cheia de drogas e sexo, mais tarde eles exercem sua “profissão”, enfiando bisturis nos pacientes e a faca em seus bolsos. Muitos trabalham pouco e ganham muito.

Claro que há exceções à regra, mas tenho certeza de que Lula, o defensor do SUS para o povo, preferiria um Cronin a um médico do SUS. Afinal, com a saúde não se brinca.

Mais do que uma necessária privatização dos serviços médicos, com uma consequente e igualmente necessária baixa de impostos, a população precisaria de médicos particulares com a ética e moralidade rigorosa de Cronin. Mas nos tornamos um Brasil com uma população que gosta de dar um “jeitinho”, com políticos que igualmente gostam de dar um “jeitinho”, produzindo uma sociedade de corruptos que não dá espaço para uma ética e moralidade rigorosa que contam muito quando você está com uma doença mortal.

O Brasil não merece um Cronin, mas Lula certamente merece o SUS, pois cada um deve colher o que plantou. Se ele não colher aqui, a justiça de Deus na eternidade será perfeita.

Fonte: www.juliosevero.com

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População bebe água que brota de túmulo por crença divina no MS

À ESPERA DE UM MILAGRE

 

Um dos túmulos mais visitados do cemitério Santo Amaro, em Campo Grande (MS), no Dia de finados, foi o da menina Fátima Aparecida Vieira porque devotos acreditam que a água que ali brota é milagrosa.

A dona de casa Nailde do Amaral, por exemplo, disse que a sua filha só se curou de uma bronquite depois que bebeu a água do túmulo. “A minha filha estava desenganada pelos médicos.”

A administração do cemitério canalizou a água, que abastece três jarros do mausoléu da menina. Como a quantidade é pouca, as pessoas misturam essa água com a de torneira para beber ou levá-la em garrafas plásticas a parentes doentes.

Fátima morreu aos 7 anos em 1979 em consequência de queimadura de primeiro grau.

Paulo Eduardo Vieira, 49, irmão de Fátima, contou que ela sofreu as queimaduras quando, a pedido de uma professora, rezava com uma vela a Nossa Senhora Aparecida para que tirasse boa nota em uma prova. A vela incendiou o vestido de tecido sintético da menina e houve dificuldade em socorrê-la porque estava trancada em um quarto. A menina morreu no hospital.

Alguns devotos contam uma história diferente, a de que a menina foi estuprada antes de ser queimada por seu suposto algoz.

A administração do cemitério informou que a água do túmulo é adequada para o consumo, embora não tenha sido analisada por um laboratório.

Água do subsolo desse tipo de terreno costuma ser contaminada por causa da decomposição dos corpos.

Data: 4/11/2011 08:28:00
Fonte: Adiberj

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PATRIARCA RENÊ PROPÕE NOVA REFORMA

 

Segundo o líder Igreja em Células é a segunda reforma protestante

FOTO RENE TERRA NOVA II

Por: Redação Creio

    Com a comemoração da Reforma Protestante na última segunda-feira, 31 de outubro, o bispo Robinson Cavalcanti pediu atitude da igreja brasileira para um aprimoramento da atual reforma. Já com outra visão sobre o movimento, o apóstolo Renê Terra Nova disse que o modelo de igrejas celulares e os crentes nelas inseridos serão a segunda fase desta reforma.

Renê publicou um texto onde afirma que os “velhos modelos que se mostraram ineficazes estão sendo removidos para dar lugar ao Modelo proposto por Deus: a Igreja Celular, a Segunda Reforma”. Diferentemente do apóstolo Terra Nova, o bispo Cavalcanti repudia com veemência aquele que considera a ‘primeira Reforma Protestante’ ultrapassada e vencida. Pois para ele não é necessário uma nova ou segunda reforma e sim desenvolvimento com sinceridade, determinação, convicção, com discernimento, com coragem, com atualização da sua herança, tornando-a não somente autêntica, mas renovada, atual e relevante.

   O apóstolo Terra Nova, líder do Ministério Internacional da Restauração diz que esse modelo de igreja é o sonho de Deus e que pode fazer com que a Igreja avance. “A Igreja em Células é a resposta ao grito da Igreja, que, por passar por tantos processos traumáticos, estava sem uma alternativa. Mas, agora, a nossa posição é outra no contexto de mudança: sabemos o que queremos e vamos avançar com outra qualidade de vida”.

Confira o texto na íntegra do apóstolo Renê Terra Nova.

A Reforma Protestante ainda é um dos assuntos mais ventilados na História da Igreja, tanto do passado como do presente. Tivemos tempos expressivos que deram novos rumos à vida eclesial através das reformas. Deus levantou muitos homens para fazer marcos e promover uma grande vicissitude, como Zwinglio, Calvino, Orígenes, Tertuliano, John Knox, o nosso querido Lutero e tantos outros. Este ano, em Jerusalém, na Festa de Tabernáculos, promovida pela ICEJ/BR, houve até Ato Profético sobre o assunto.

    A História da Igreja tem experimentado muitas reformas e a principal começou com Jesus, o Cristo. Hoje a nossa geração está vivendo um dos momentos mais revolucionários de todos os tempos, onde velhos modelos que se mostraram ineficazes estão sendo removidos para dar lugar ao Modelo proposto por Deus: a Igreja Celular, a Segunda Reforma que estamos vivendo.

Quais lições podemos tirar da Reforma?

1. Que não devemos fugir da proposta inicial

    O início da Reforma Protestante trouxe para a humanidade a introdução de grandes mudanças, que proporcionaram benefícios por uma parte, mas que, por outra, deixaram muito a desejar, pois a obra inicial foi negociada, e não sustentada, durante o processo histórico. Qual era a proposta inicial? Devolver a Igreja ao cristianismo genuíno, saindo dos conselhos de Roma e voltando para a visão de Jerusalém. Infelizmente, a visão política da Igreja, que foi contaminada pela proposta romana, saíra absolutamente do propósito, vivendo os seus próprios interesses e não o interesse do Pai.

2. Que devemos buscar uma nova mentalidade

    Nesse processo, a Igreja manteve os seus remanescentes, que persistiram na visão, que não se renderam aos altares levantados, que continuaram fazendo exatamente o que era justo diante do Senhor. A mentalidade da Igreja começou a ganhar um novo espaço: a Igreja se tornou mais reflexiva e, com muita maturidade, não menosprezou o que o Senhor havia confiado às suas mãos. Hoje caminhamos na viva convicção de que algo mudou, e nós, com certeza, por essa proposta, conquistaremos novos territórios.

3. Que devemos vencer tradições humanas para restaurar o sonho de Deus

    Somente vencendo as tradições humanas poderemos restaurar o sonho de Deus: a visão da Igreja em Células. Hoje podemos notar claramente que os reformistas estão surgindo com uma outra unção: o desejo vivo de restaurar a História da Igreja e do seu povo sofrido, de trazer uma nova reflexão, e de não se render às propostas de uma tradição crônica e infrutífera, que têm matado o avanço da Igreja em nome de uma ética e de uma fidelidade para as quais não existe nenhum respaldo bíblico. “Por causa das vossas tradições transgredis as leis de Deus.” (Mateus 15:6). A Igreja em Células é a resposta ao grito da Igreja, que, por passar por tantos processos traumáticos, estava sem uma alternativa. Mas, agora, a nossa posição é outra no contexto de mudança: sabemos o que queremos e vamos avançar com outra qualidade de vida.

    Deus tem elegido a nossa geração para reescrever a História da Igreja. Por isso, a nossa responsabilidade se amplia. Nós vamos não apenas mudar nosso discurso, mas, também, buscar forças do Alto, para que possamos estrategicamente vencer todas as intempéries que surgem contra a Igreja. Cada crente que está na Visão Celular é um discípulo reformista. Vamos fazer a parte que nos cabe sem nos rendermos a esse sistema desnorteador e infrutífero. Vamos nos empenhar num papel de um bom discípulo que sabe fazer o que o seu Mestre manda: gerar outros discípulos.

    É tempo de reforma e você é um reformista de Deus. A Reforma apenas começou, e esta obra que Jesus começou, será aperfeiçoada até o dia de Cristo Jesus. “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a por em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.” (Isaías 61:1-3)

Data: 4/11/2011 08:33:02
Fonte: Com colaboração Gospel Prime