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Deputados Evangélicos Criam PL em Defesa dos Valores da Família

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

Os deputados da bancada evangélica Marcelo Aguiar (PSC), Lauriete (PSC) e Acelino Popó (PRB) protocolaram na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 733/11, que trata da criação de distinções e preferências entre brasileiros que estariam ferindo a proteção do Estado à família.

O Projeto de Lei foi elaborado em reação ao avanço das políticas de inclusão de homossexuais na Câmara, questão abraçada por políticos ligados à causa GLBTT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais), e pede proteção especial do Estado à família.

Ao diário baiano Correio 24 horas, o trio de deputados declarou: “nada mais pretendemos que a efetivação constitucional no sentido de assegurar que o Estado brasileiro não seja controlado por grupos minoritários que queiram impor a sua visão de mundo".

O texto recebeu parecer contrário do deputado baiano Jean Wyllys (PSOL-RJ). De acordo com o deputado, o projeto é inconstitucional. Ele acredita que, ainda que não mencione grupos específicos, pelo teor religioso da sua justificação, as políticas públicas e leis que hoje atuam diretamente com o público de gays, bissexuais, transexuais e travestis, seriam interrompidas.

"A discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero é uma discriminação por motivo de sexo, violando o caput do artigo 5º da Constituição da República", pontuou o deputado ao diário baiano.

O projeto deverá passar por reformulação para continuar atendendo à reivindicação dos Cristãos, mas sem ferir a Constituição.

O PL já tramita em caráter conclusivo e deverá ser encaminhado nos próximos dias para análise das comissões de Direitos Humanos e Minorias, de Seguridade Social e Família, de Constituição e Justiça e Cidadania.

O texto, antes de virar lei, terá que se submeter ao plenário da Câmara, ao Senado Federal e também a sanção da presidência da república.

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Venezuela investiga se Universal lava dinheiro do tráfico de drogas

 

Promotores na Venezuela enviaram, ao Ministério Público Federal do Brasil, um pedido de cooperação para troca de informações sobre a Universal.

Promotores do Ministério Público da Venezuela estão investigando a acusação de um ex-pastor segundo a qual a Igreja Universal participa ou participou naquele país de um esquema de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas.

A revista Veja informou que esses promotores enviaram ao Ministério Público Federal do Brasil, que também investiga a Universal, um pedido de cooperação para troca de informações.

O ex-pastor afirmou que ao final de 1989, quando ele ainda estava na Universal, fez uma viagem à Colômbia de onde viajou ao Brasil em um avião fretado com dinheiro que lhe foi dado por um traficante do Cartel de Cali. Essa quantia teria sido usada para a compra da TV Record.

Embora a denúncia seja antiga, os promotores da Venezuela não a descartaram porque temem que a expansão da Igreja Universal no país, desde aquela época, se deva a algum tipo de colaboração com os traficantes.

“Estamos na presença de uma organização criminosa internacional que também atua na Venezuela”, disse um dos promotores.

O Ministério Público de Nova Iorque também está investigando a movimentação de dinheiro da Universal em bancos americanos. O órgão está tentando quebrar o sigilo de contas de cinco empresas ligadas ao bispo Edir Macedo, fundador da Universal.

Os templos da Universal estão espalhados por 170 países.

Fonte: http://folhagospel.com/modules/news/article.php?storyid=19428

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Menina de 13 anos morre durante ritual de exorcismo no Japão

 

O sacerdote budista e o pai da garota foram presos um mês após o incidente

No mês passado uma adolescente de 13 anos morreu durante uma sessão de exorcismo na cidade Jumamoto, sul do Japão. A jovem Tomomi Maishigi foi amarrada em uma cadeira pelo sacerdote, com autorização de seu pai, e teve água jogada sobre sua cabeça por diversas vezes, segundo determina o ritual budista para espantar maus espíritos.

Apesar de o incidente ter ocorrido em agosto, somente nesta terça-feira, 27, é que as autoridades comentaram o caso informando a prisão de Atsushi Maishigi, 50 anos, pai da garota, e do sacerdote Kazuaki Kinoshita, 56 anos. Os dois negam que planejaram a morte da adolescente e dizem que queriam apenas “exorcizar os maus espíritos” sem cometer abuso físico.

De acordo com informações do jornal Yomiuri, Tomomi perdeu a consciência na sessão de afogamento, na noite de 27 de agosto e, apesar de ter sido transferida para um hospital próximo, morreu na madrugada seguinte.

Os pais de Tomomi pediram ajuda do sacerdote porque estavam preocupados com uma doença física e mental que a filha sofria. O sacerdote então encomendou o ritual da “cascata” dizendo que esse ritual curaria a menina que passou por esse procedimento por mais de 100 vezes desde março

Irmão Garcia | Notícias | 09 28th, 2011 |