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Golpista se passa por irmão de padre famoso e rouba agricultor na PB

 

Um agricultor foi vítima de um golpe aplicado por três estelionatários, sendo que um deles se passou por irmão do padre Marcelo Rossi.

O caso aconteceu na manhã desta segunda-feira em São José de Piranhas, no sertão da Paraíba. Segundo a polícia da Paraíba, os golpistas prometeram abençoar uma quantia de R$ 1,5 mil da família, que seria usada para o tratamento de uma doença do filho do agricultor. Quando ele entregou o dinheiro, os estelionatários fugiram.

Segundo descrição da vítima feita à polícia, os golpistas tinham ‘barbas brancas’. Eles disseram ao agricultor que estavam construindo uma igreja, numa cidade próxima, e levariam a família do agricultor para conhecer o local.

A vítima disse que foi abordada na rodovia PB-400. Foi nessa abordagem que o agricultor contou que tinha um filho doente. O trio então pediu para ir até o sítio do agricultor, onde rezariam pelo rapaz. Foi no sítio que o agricultor contou que tinha guardado o dinheiro para o tratamento do filho.

Um deles disse ser irmão do padre Marcelo Rossi. Eles pediram para toda a família deixar a casa para que o dinheiro fosse abençoado. Quando voltaram, os ladrões já tinham fugido e roubado os R$ 1,5 mil.

A polícia faz buscas para capturar o trio.

Data: 6/9/2011 08:40:07
Fonte: Paraiba Online

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Condenada, Igreja Universal terá de indenizar ex pastor

FALSA ACUSAÇÃO

 

A Igreja Universal do Reino de Deus não conseguiu, por meio de um Agravo de Instrumento, rever condenação por ter acusado, sem provas, um ex-pastor de subtrair o dízimo dado pelos fiéis. Com a negativa da 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, o religioso deve ser indenizado em R$ 70 mil.

O homem atuou como pastor da instituição de 1992 a 2005. Além da atividade de evangelização, ele era responsável, conta, “pela arrecadação e contabilização dos dízimos arrecadados na igreja em que atuava, sempre observando as metas de arrecadação estabelecidas”. O homem arrecadava e transportava os dízimos recolhidos em toda região de Campinas (SP) até o departamento financeiro da igreja, em São Paulo (SP).

Os dirigentes da instituição, desconfiados de que o homem estivesse desviando o dinheiro, plantaram notas marcadas durante o culto. No dia seguinte, durante uma reunião com outro bispo, ele foi acusado de ter adquirido, com os valores desviados, uma fazenda para seu pai. No entanto, uma contagem feita nos sacos revelou que toda a quantia estava arrecadada estava ali.

Não satisfeito, o bispo enviou os seguranças até o imóvel onde o pastor morava, com o propósito de “localizar algum dinheiro escondido”. A revista no apartamento teria ocorrido de “forma violenta, quebrando móveis e jogando todos os pertences do reclamante e de sua família ao chão”. Mais uma vez, nada foi encontrado. Ele e família foram, mesmo assim, expulsos do apartamento. Todas as roupas foram jogadas na calçada em frente ao edifício.

A ação apresentada pelos pastor tinha três pedidos: verbas rescisórias, vínculo de emprego e danos morais. Em primeira instância, apenas o último foi atendido. A 12ª Vara do Trabalho de Campinas fixou a indenização em R$ 70 mil. Na segunda instância, o valor foi considerado suficiente para punir eficazmente a igreja, levando em conta sua capacidade econômica.

O ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, relator do caso no TST, declarou que a prova colhida deixava claro o dano causado ao autor da ação.

Data: 6/9/2011 08:45:11
Fonte: TST

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Denúncia: Exército estaria ajudando muçulmanos a matarem cristãos

PERIGO NA NIGÉRIA

 

Ao menos 24 cristãos foram mortos na Nigéria por extremistas muçulmanos com a ajuda de pessoas ligadas ao exército. Os crimes aconteceram em agosto no estado Plateau, centro do país, segundo informações da área.

Os ataques perpetrados em 11 de agosto na aldeia de Ratsa Foron e em 15 de agosto deixaram 6 pessoas mortas. Extremistas muçulmanos mataram nove membros de uma família cristã, juntamente com outro cristão, afirmam fontes.

“Eles estavam com uniformes do exército. Eu mesmo conheço alguns deles, pois vieram junto com os muçulmanos para nos atacar”, disse Nnji John, que perdeu sua família no ataque. “Eu posso jurar pelo Deus Todo-Poderoso que o ataque foi realizado com o apoio de soldados, pois eu os vi.”

No dia 14 de agosto outros dois cristão foram mortos por extremistas muçulmanos, dessa vez na comunidade de Chwelnuyap, em Jos. Além dos mortos uma mulher foi ferida, de acordo com moradores. Relatos confirmam os ataques e testemunhas garantem que a Força Tarefa do Exército, que deveria protegê-los, não fez nada.

Jonah Jang, governador da região, exigiu a retirada imediata do exército nigeriano da área, porque, segundo ele, os muçulmanos e o exército exerceram posições de violência contra os cristãos.

“Estou certo de que as forças armadas estão sendo poluídas com esta crise religiosa no país”, disse Jang. “Antes os soldados costumavam ficar mais no quartel, mas hoje as forças armadas começaram a tomar partido nesta crise religiosa. Se não lhes chamarem a atenção, a ordem do país estará em perigo.”

Data: 6/9/2011 09:04:43
Fonte: Portas Abertas