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COMBATE A HOMOFOBIA

 

Até bancada evangélica aprova projeto de lei no PA

Por unanimidade, os deputados estaduais do Pará aprovaram projeto de lei que proíbe discriminação de qualquer cidadão em virtude de sua orientação sexual.

De autoria da deputada Bernadete Ten Caten (PT), o projeto apresentado em 2010 não havia recebido parecer da Comissão de Justiça, mas a autora utilizou o artigo 11 da Constituição Estadual para levar a matéria à pauta em plenário, já que prevê a votação sem parecer em casos em que os projetos permanecerem mais de três meses na comissão.

Todos os deputados presentes à sessão de ontem aderiram ao projeto, inclusive toda a bancada evangélica, após o deputado Martinho Carmona (PMDB), que é pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular, apresentar emenda à matéria.

Carmona propôs que a proibição da discriminação por orientação sexual fosse expandida também às pessoas pelo credo que praticam, ou mesmo pela cor e raça. Todos os evangélicos presentes firmaram apoio à emenda e ao projeto em geral. Além do peemedebista, Raimundo Santos (PR) e Hilton Aguiar (PSC) também votaram com os outros deputados.

O acordo para aumentar o alcance da nova lei foi quem propiciou a unanimidade do projeto, colocando o parlamento paraense à frente de muitos outros que ainda não tiveram a ousadia de se posicionar contra a discriminação sexual.

PIONEIRISMO

Caso seja sancionada pelo governador Simão Jatene, o Pará será o primeiro estado a punir uma série de atos homofóbicos como impedimento de doar sangue aos homossexuais, impedir acesso , ou constranger LGBTs em estabelecimentos comerciais, entre outros. O projeto de lei 25/2010 é de autoria da deputada Bernadete Ten Caten.

A coordenadora da ONG Gretta (Grupo de Resistência de Travestis e Transexuais da Amazônia), Symmy Larrat, diz que o grupo concordou com as alterações de Carmona. “Somos contra qualquer forma de discriminação”

Data: 2/9/2011 08:10:00
Fonte: Diário do Pará

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Assaltantes invadem paróquia em Cuiabá e furtam objetos religiosos

 

Ladrões invadiram o prédio da paróquia e furtaram sacrário.
Suspeitos de ter cometido furto na paróquia Santo Antônio estão foragidos.

Dhiego MaiaDo G1 MT

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 Assaltantes furtaram utensílios de hóstias em Cuiabá. (Foto: Eldeberto de Oliveira/Arquivo pessoal)Assaltantes furtaram utensílios de hóstias em Cuiabá.
(Foto: Eldeberto de Oliveira/Arquivo pessoal)

A polícia está à procura dos criminosos que invadiram o prédio da paróquia Santo Antônio, localizada no Jardim Industriário, em Cuiabá, e furtaram objetos utilizados nas missas da igreja católica. O crime ocorreu na tarde desta quarta-feira (31).

De acordo com a Polícia Militar, os assaltantes arrombaram uma porta do prédio da paróquia, tiveram acesso à sala paroquial e levaram o sacrário, utensílio que acondiciona cálices e hóstias. O objeto, folheado a ouro, foi furtado pelos criminosos. Eles também levaram três aparelhos de DVD e mais dois microfones. Ninguém estava no prédio durante a ação criminosa.

Também na igreja, os ladrões arrombaram três armários. Sem o sacrário, o padre terá que improvisar outro objeto para celebrar as missas. Esta não é a primeira vez que a igreja é alvo de assaltantes.

Na semana passada, o barracão da paróquia também foi invadido por criminosos que levaram alimentos da Pastoral da Criança. A polícia suspeita que os mesmos ladrões estejam envolvidos nas duas ações. Porém, nenhum envolvido no furto foi preso até o momento.

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Confrontos entre cristãos e muçulmanos matam ao menos 22 na Nigéria

 

DA REUTERS

Ao menos 22 pessoas morreram em confrontos entre jovens cristãos e muçulmanos e forças de segurança na cidade nigeriana de Jos nesta quinta-feira, afirmou um funcionário do necrotério local, no segundo dia de violência nesta semana.

"Houve confrontos na área de Dusu Uku entre jovens cristãos e muçulmanos. Não temos certeza sobre o que aconteceu, mas em algum momento as forças de segurança se envolveram", disse à Reuters por telefone Mohammed Kabiro, que trabalha no necrotério central para onde os corpos foram enviados.

"Até agora recebemos 22 mortos aqui no necrotério, a maioria jovens, mas nos disseram que há mais por vir", ele disse, acrescentando que a maioria dos corpos que ele viu tinha ferimentos de tiros.

O porta-voz para a Força-Tarefa Militar Conjunta responsável pela segurança em Jos, capitão Charles Eckeocha, disse que não tinha informações sobre o número de vítimas.

"Não tenho os detalhes do que aconteceu, exceto de alguns de nossos soldados que foram baleados e feridos. Pedimos reforços e eles chegaram. A situação está calma agora", disse.

Treze pessoas morreram em confrontos entre jovens cristãos e muçulmanos que celebravam o festival Eid al Fitr em Jos na segunda-feira, informou o Exército.

Não estava claro se essa última onda de violência estava ligada àquele incidente.

Jos, entre o norte muçulmano e o vasto sul cristão, é, às vezes, o centro de tensões sectárias e étnicas entre as duas fés.