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Líder religioso afirma que legalização do casamento gay provocou terremoto nos Estados Unidos

 

O rabino Yehuda Levin (foto) postou um vídeo no Youtube atribuindo o terremoto de 5,8 graus que sacudiu na terça-feira (23) a costa leste dos Estados Unidos à ira de Deus com a legalização do casamento gay em Washington DC e Nova Iorque.

O rabino, que é de Nova Iorque, não é o primeiro a responsabilizar a homossexualidade por desastres naturais. Ele fez coro com o muçulmano Hajatoleslam Kazem Sedighi, de Teerã (Irã), e com o televangelista americano Pat Robertson.

Ele disse que não odeia os gays – como tem reiterado no Brasil o também polêmico pastor Silas Malafaia – e criticou os homossexuais adeptos da pedofilia

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Discriminação e ameaças contra igrejas

 

     Desafiando a chuva e as ruas alagadas, mais de duas dúzias de pessoas se reuniram em frente à igreja de Putalisadak, que fica  no coração da capital, Kathmandu, na quinta-feira, para sua reunião de estudo bíblico, trazendo um sorriso de satisfação ao rosto do pastor Dev Kumar Chetri.
     O sorriso desaparece, porém, quando ele fala sobre os problemas da igreja do Nepal, a segunda mais antiga a enfrentar perseguição. Centenas de outras igrejas espalhadas pelo país têm o mesmo problema.
     “De acordo com as antigas leis, as igrejas não foram autorizadas a se registrar como instituições religiosas”, disse Chari Gahatraj, um pastor protestante. “Em 2006, quando o Parlamento declarou formalmente que o Nepal era uma nação secular, pensamos que tudo iria mudar e que as igrejas seriam reconhecidas como instituições religiosas.”
     Cinco anos mais tarde, no entanto, a discriminação contra os cristãos continua, segundo Gahatraj. “Nem sequer fomos mencionados nas novas políticas e programas que o governo propôs ao Parlamento este ano”, disse ele.
     A igreja de Putalisadak também sofreu uma crise, quando os dois homens que eram coproprietários daquela terra foram ao tribunal para pedir suas partes. O terreno da igreja teve de ser retalhado para se resolver a disputa.
     “Esta é a história mais triste”, disse o pastor Chetri. “Nossa igreja possui registros que dizem que existem cerca de dois milhões de cristãos e quatro mil igrejas no Nepal atualmente. Mas a maioria deles não tem um lugar para realizar os cultos, pois o cristianismo ainda não é reconhecido no Nepal. É como se nós não existíssemos.”
     A estimativa de dados internacionais é de que o número de cristãos no Nepal é inferior aos dados da igreja – 850 mil. Mas a última pesquisa estima um número maior de congregações – 9.780 – do que os dados da igreja de Putalisadak.
     A terceira igreja mais antiga do Nepal, Nepali Isahi Mandali, fundada em 1957, também foi levada ao tribunal por causa de um vizinho ressentido.
     “Quando nossa congregação começou a crescer, em 2006, começamos a construir um grande templo para acomodar todos”, disse o pastor Samuel Karthak. “Mas houve oposição de um vizinho, que foi ao tribunal reclamar. Sentiríamos mais confiança se fôssemos considerados instituições religiosas. No entanto, ainda somos considerados cidadãos de segunda classe e nossas igrejas, lugares que convertem pessoas. Nós ainda não temos uma voz ativa.”

Data: 29/8/2011
Fonte: Portas Abertas

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Ataque suicida mata 28 em mesquita sunita de Bagdá

 

     Um atentado suicida matou, no domingo, 28, pelo menos 28 pessoas e feriu cerca de 30 dentro da maior mesquita sunita da capital do Iraque, Bagdá. O ataque ocorreu durante as orações na mesquita sunita de Umm Al Qura, no oeste da capital.

     O ataque ocorreu no final do Ramadã, o mês sagrado dos muçulmanos, quando fazem jejum e orações. A mesquita abriga também a sede da Waqf, a entidade semigovernamental responsável pela manutenção de locais religiosos sunitas em Bagdá.

     Segundo relatos, um homem-bomba entrou na área principal da mesquita e detonou os explosivos que levava no corpo. Por enquanto, os grupos radicais que atuam na região não assumiram a autoria do ataque.

     De acordo com organizações não governamentais, aumentou o número de casos de violência em vários países muçulmanos. No Iraque, as ocorrências de ataques a bomba ocorrem desde 2006. Na última sexta-feira (26), pelo menos 13 pessoas foram mortas em uma série de ataques pelo país, em Basra, Falluja e Bagdá.

Data: 29/8/2011
Fonte: Agência Brasil