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Universal comemora 12 anos da sede, mas enfraquece, segundo Ibge

 

A Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostrou dados sobre a religião no Brasil, e além de apontar o crescimento de evangélicos sem ligação com alguma igreja também mostrou que a Igreja Universal do Reino de Deus tem perdido fiéis nos últimos anos. Os dados dizem que entre 2003 e 2009 24% dos membros deixaram a igreja da Edir Macedo.

O IBGE entrevistou 56 mil famílias em todo o Brasil para fazer um mapa preliminar do Censo 2010 que ainda não foi divulgado. Em um gráfico da reportagem a IURD aparece em 9º lugar entre as dez maiores igrejas do país com 2 milhões de membros. O mesmo quadro mostra a variação de 24% em relação aos anos pesquisados o que daria 480 mil de pessoas que deixaram o ministério do bispo Edir Macedo.

O texto da FSP diz que essa queda pode estar relacionada com a criação de igrejas dissidentes, como a Igreja Mundial do Poder de Deus.

Os dados divulgados nessa matéria só poderão ser confirmados quando o IBGE lançar o Censo 2010.

Aniversário

Contrapondo as estatísticas do Instituto brasileiro, comemorou no último dia 15 mais um ano de vida o templo sede da Iurd, no Rio de Janeiro. O Cenáculo Matriz de Del Castilho comemora 12 anos de existência. Por causa da imponência do templo, o Rio de Janeiro chegou a ser batizado como a ‘Cidade da Fé’.

Data: 16/8/2011 08:55:12
Fonte: Gospel Prime / Arca Universal

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Coco Chanel era espiã nazista, revela nova biografia da estilista

 

15/08/2011 – 19h32

DA FRANCE PRESSE, EM NOVA YORK

Coco Chanel teria sido espiã dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial e conseguiu escapar da prisão e da morte como colaboradora para se reinventar, no exílio na Suíça, revela uma explosiva biografia sobre a estilista francesa que será lançada nesta terça-feira, nos Estados Unidos.

"Sleeping with the Enemy: Coco Chanel’s Secret War" (Dormindo com o Inimigo: a Guerra Secreta de Coco Chanel, numa tradução livre) do jornalista Hal Vaughan afirma ter juntado todas as peças do quebra-cabeças sobre os rumores nunca verificados sobre o passado nazista desta rainha da moda.

"Sleeping with the Enemy’ fala sobre como Coco Chanel tornou-se parte da operação de inteligência alemã; como e porque foi alistada em missões de espionagem; como escapou da prisão na França depois da guerra, apesar do conhecimento de suas atividades", afirma a editora Knoff em comunicado.

Entre as revelações do livro estão incluídas documentação com o número de agente nazista de Chanel, uma missão que realizou na Espanha, em troca da libertação de um sobrinho detido e sua relação com líderes do nazismo, como Hermann Goering e Joseph Goebbels, entre outros.

Alexander Liberman/Reprodução

A estilista Coco Chanel, nos jardins de Tuilleries, em 1951

A estilista Coco Chanel, nos jardins de Tuilleries, em 1951

O livro do escritor e jornalista americano Hal Vaughan também apresenta provas sobre as ações de Chanel para encobrir outros espiões nazistas e uma tentativa de apropriar-se de bens de seus sócios judeus, afirma a editora na nota à imprensa.

Hal Vaughan descreve em detalhes a relação de Chanel com o barão Hans Gunther von Dincklage, um oficial alemão dos serviços secretos, mencionada em outras biografias da estilista, mas cuja verdadeira influência é apresentada pela primeira vez.

"Dincklage é revelado aqui como um mestre da espionagem nazista e um agente da inteligência militar alemão que tinha a seu dispor uma rede de espões no Mediterrâneo e em Paris que reportava diretamente ao ministro de propaganda nazista Joseph Goebbels, considerado a mão direita de Hitler", diz o comunicado.

A vida de Coco Chanel (1883-1971) é um filme em si, já que de órfã pobre transformou-se numa das grandes estilistas do século 20 e que ainda fascina, 40 anos depois de sua morte.

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Monge tibetano morre após queimar o próprio corpo no sudoeste da China

 

DA EFE

Um monge tibetano morreu após atear fogo ao corpo na província chinesa de Sichuan, informou nesta terça-feira a agência oficial Xinhua, no segundo incidente do tipo que ocorre neste ano na região, localizada na "fronteira" entre as comunidades da maioria étnica chinesa han e os tibetanos.

Tsongwon Norbu, um monge de 29 anos que fazia parte do mosteiro de Nyitso, no distrito de Dawu, ateou fogo em seu corpo nesta segunda-feira, informou o governo local.

Segundo um comunicado da organização Free Tibet, com sede em Londres, o monge bebeu gasolina e a espalhou pelo corpo e pela túnica para dar início à sua imolação, e antes de morrer gritava "Vida longa ao Dalai Lama" e outras palavras de ordem em referência ao líder religioso tibetano no exílio.

Em março, Rigzin Phuntsok, um monge tibetano de 16 anos, também morreu após atear fogo ao corpo na mesma província, em um incidente que coincidiu com o terceiro aniversário dos protestos contra o governo chinês ocorridas na região em 2008.

O incidente deu início a semanas de fortes tensões entre as autoridades chinesas e o mosteiro de Kirti, ao qual o monge pertencia e onde outros religiosos foram levados a campos de reeducação por conta do episódio.