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Marroquinos, ex muçulmanos se tornam evangélicos na Espanha

 

Um relatório publicado pelo jornal espanhol ‘El País’ contou como é uma cerimônia de batismo evangélico. “Você acredita em Jesus Cristo como único e suficiente salvador?” Ele pergunta, com voz firme, o pastor José Luis Fernández. “Sim”, responde no mesmo tom e é imerso no tanque batismal, do tamanho de uma pequena piscina.

Este modo de batismo é repetido todos os domingos na paróquia protestante de Espanha, mas, desta vez, na igreja em Les Roquetas de San Pere de Ribes (Barcelona), é especial: o batizado é Mohamed Karami, um engenheiro industrial de 37 anos, imigrantes marroquino . “É o primeiro ex-muçulmano que se batizou”, diz José Luis orgulhoso.

Entre os fiéis, existem também dois marroquinos, como Mohamed, que renunciaram do islamismo para se tornarem cristãos. Há também, duas mulheres marroquinas, que preferem não se identificar

Mohamed, o batizado, disse que sua mãe, 73 anos e seu pai militares morreram durante a guerra no Sahara Ocidental, sem a conversão. “Algum dia eu vou a Marraquexe, eu vou contar meu testemunho da minha conversão”, diz ele.

Mohamed recorda que começou no cristianismo através de sua sogra, ela “gostava de orar e cantar com alegria.” “Para nós muçulmanos, é um pouco difícil demonstrar sentimentos”, lamenta. “O batismo é para mim a maneira para anunciar que você acredita e você deu sua vida ao Senhor”.

Data: 15/6/2011 09:18:52
Fonte: O Diário

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Meia evangélico Kaká é prioridade de clube italiano

 

Depois de muita especulação envolvendo o nome do craque brasileiro Kaká, o Real Madrid finalmente recebeu uma proposta oficial pelo jogador. Segundo reportagem publicada pelo diário espanhol Marca nesta quarta-feira, a Internazionale ofereceu 30 milhões de euros (cerca de R$ 68 milhões) para tentar tirar o ex-atleta do rival do Milan de Santiago Bernabéu.

A pedida inicial da Inter não teria alcançado o que pedem os dirigentes do clube merengue, que não admitem liberar Kaká, em quem investiram tão alto em 2009, por menos de 40 milhões de euros (R$ 90,7 milhões). Mas os cartolas do Real também não descartam o negócio de antemão e aceitam continuar discutindo com os italianos.

Kaká recebe atualmente 10 milhões de euros por temporada (algo em torno de R$ 22,6 milhões) e ainda tem quatro anos de contrato pela frente com o clube espanhol. Há dois anos, o Real pagou 67 milhões de euros (hoje, R$ 152 milhões) para contratar o jogador, então no Milan.

Inicialmente, o clube madrilenho não estaria disposto a envolver nenhum outro jogador na negociação, diz o Marca. No início da semana, surgiu a informação de que o lateral direito brasileiro Maicon poderia ser usado como moeda de troca pela Inter, o que agradaria ao técnico José Mourinho. O clube italiano, por sua vez, gostaria de contar com o defensor Sergio Ramos, que o Real não aceita liberar.

Entretanto, de acordo com o jornal madrilenho, a direção do Real Madrid só aceita iniciar conversas sobre Kaká desde que fique claro que não há interesse de que outro jogador seja incluído em uma possível troca para viabilizar o negócio. Também há outra forte corrente em Santiago Bernabéu que defende a permanência de Kaká e confia que o brasileiro reencontre seu melhor futebol nesta temporada.

Na última sexta-feira, Kaká participou do programa Bola da Vez, da ESPN Brasil, e deixou claro seu desejo de continuar no Real Madrid e vencer no time merengue.

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Sintomas clássicos da paixão têm explicação hormonal, diz médico

10/06/2011 10h37 – Atualizado em 11/06/2011 14h42

 

Bem Estar desta sexta (10) recebeu o endocrinologista Alfredo Halpern.
Psicólogo Ailton Amélio da Silva falou sobre o "mapa do amor" no Brasil.

Do G1, em São Paulo

 

A explicação da paixão vai muito além da bioquímica. Envolve gostos, cheiros, memórias e sensações particulares. Mas os sinais típicos desse sentimento, como palpitação, frio na barriga, suor, brilho nos olhos, leveza e perda de fome e sono, também têm uma base hormonal.

Glândulas e neurotransmissores são responsáveis pelas mudanças do corpo e da mente nessa fase. Para aprofundar como age a paixão – que vem do gregopathos e significa sofrimento, como em Paixão de Cristo –, o Bem Estar desta sexta-feira (10) convidou o endocrinologista Alfredo Halpern e o psicólogo Ailton Amélio da Silva, que coordenou uma pesquisa sobre o "mapa do amor" em quatro cidades brasileiras.

Paixão (Foto: Arte/G1)

Segundo Halpern, a paixão é uma união química, que só ocorre quando se trata de uma via de mão dupla, ou seja, há reciprocidade. Ela faz bem para a alma, o coração e a saúde em geral – mas, quando acontece o afastamento, pode vir a depressão, porque existe uma dependência provocada pela dopamina. Esses sintomas duram de 1 ano e meio a 3 anos, que é o tempo em geral, sob o ponto de vista biológico, de os indivíduos casarem e terem filhos.

A maioria das pessoas conhece o grande amor da vida no trabalho, na escola ou na academia – locais que os dois já frequentavam. E a chance de um relacionamento dar certo depende também se o casal tinha uma amizade anterior, com identificações e afinidades percebidas previamente ao envolvimento amoroso.

Há também quem se conheça inesperadamente, no trânsito, no supermercado ou pela internet. Mas o campeão de encontros e parcerias é mesmo o ambiente profissional. E alguns dizem que o rendimento é maior nesse caso, porque o outro serve de inspiração no dia a dia.

Na opinião do dr. Ailton, para que a paixão nasça, é necessário que haja admiração, idealização e esperança de ser correspondido. Um dia, porém, ela acaba, e o sentimento pelo companheiro se solidifica e vira amor. Ou, então, ela começa por outra pessoa.

Segundo o psicólogo, para se relacionar, é importante oferecer sempre mais coisas boas que ruins. Pode ser uma comida, uma conversa, a celebração de uma data ou sexo. A unidade entre os dois é fundamental, mas a individualidade não pode deixar de existir.

A internet pode ser uma forma eficiente de aproximação, principalmente para os mais tímidos, mas é preciso saber escrever a palavra certa para o alvo certo. Muitas vezes, a paixão do mundo virtual desaparece após um clique, já que a realidade é bem diferente e, ao vivo, as máscaras caem e cada um se mostra como realmente é.

Para ajudar pacientes com o coração partido, o dr. Ailton "baixa a bola" do parceiro, fazendo com que a pessoa veja quem ele é de verdade, não idealizado nem demonizado.