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JUSTIN BIEBER : Mãe de ídolo teen pede oração pelo filho em site de ministério

 

A mãe de Justin Bieber pediu oração pelo seu filho no site do ministério Hollywood Prayer Network (Rede de Oração Para Hollywood) ela pede para que Deus proteja seu filho contra o mal da cultura de Hollywood.

O ministério Hollywood Prayer Network foi criado há 10 anos com o objetivo de orar pelas pessoas que trabalham em toda a indústria de entretenimento de Hollywood.

O pedido da mãe de Justin diz: “Justin tem 17 anos e se tornou um fenômeno global, ainda não entende que a celebridade pode ser mais uma maldição do que uma bênção. Sua mãe pediu para que nós oremos por ambos, para manter seus olhos em Jesus, para tomar decisões sábias e não ser arrastado pela mentalidade perigosa que a fama e a celebridade trazem às pessoas”.

De acordo com a fundadora do site Rede de Oração para Hollywood, Karen Covell, “tem sido uma batalha espiritual incrível quando se trata de celebridades. Entendemos quão sério é para os jovens que se deparam com as armadilhas das celebridades. Pedimos a Deus para ajudar Justin e outros a manobrarem o poder da celebridade que pode confundir suas mentes ou afastá-los do que é certo.” Covell também diz que muitos cristãos no lugar de orar, se unem para protestar contra Hollywood. “Nos EUA, enquanto Washington é a sede mundial do poder, Hollywood é a sede global da influência. Mas ao invés de reunir em oração, como muitos têm feito por Washington, os Cristãos têm frequentemente se reunido para protestar contra Hollywood.”

Ela acredita que o poder da oração pode mudar o coração das pessoas e assim mudar o conteúdo da indústria de entretenimento, como filmes, música, teatro e etc.

“Devemos amar os nossos semelhantes em nossa indústria e pedir a Deus para tocá-los e movê-los, para que se humilhem diante dele, e para mudar a nós de maneira que nossos corações se aquebrantem por eles. Assim então veremos vidas mudarem.”

Data: 13/6/2011 08:52:10
Fonte: Christian Post

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Passaporte diplomático: Família de Macedo desfruta ilegalmente de documento

 

Por: Redação Creio

Ester Bezerra, mulher de bispo Edir Macedo, e Maria Madalena Bezerra, esposa de R. R. Soares, também têm passaporte diplomático. Maria Madalena é irmã do líder da Iurd. Os quatro vão ter de devolver o documento até 15 de agosto, conforme pedido da AGU (Advocacia-Geral da União) ao Itamaraty em relação aos 68 passaportes especiais concedidos em caráter excepcional.

Esta é a segunda vez que membros da Universal se envolvem no escândalo. Recentemente, o nome do bispo Romualdo Panceiro Filho veio à tona pelo mesmo motivo. Como CREIO apurou em fevereiro, o documento, conseguido com uma boa ajuda de Marcelo Crivella (PRB –RJ), ainda não foi devolvido ao Itamaraty, apesar da promessa feita por Romualdo.

A rigor, os passaportes diplomáticos somente poderiam ser concedidos a funcionários do governo ou a autoridades que viajam em missão oficial representando o Brasil. O que, de fato, não acontece.

Os portadores de passaporte diplomático obtêm tratamento diferenciado nos aeroportos e alfândegas, como dispensa da revista e, em consequência, são poupados das filas, muitas vezes enormes.

Macedo, o líder da Igreja Universal, e a sua mulher desfrutam do privilégio há anos. O Itamaraty não divulga exatamente há quanto tempo. Soares, da Igreja da Graça de Deus, e sua mulher obtiveram o documento recentemente, no final de 2010 ou início deste ano. Os dois pastores possuem modernos aviões.

Outra vez, por interferência do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), o Senado solicitou ao Itamaraty o passaporte diplomático para R.R. Soares e sua mulher no dia 21 de dezembro. Antes disso, Crivella já tinha obtido informalmente do governo a certeza da concessão do documento. Ele é sobrinho de Soares e de Macedo.

Pressionado pela imprensa, o governo aprovou no começo deste ano nova lei para concessão de passaportes especiais. Agora, entre outras medidas, os nomes dos portadores do documento terão de ser publicados no Diário Oficial.

Data: 13/6/2011 09:09:59
Fonte: Com Adiberj

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Musical ‘The Book of Mormon’ é o grande vencedor do Tony 2011

 

13/06/2011 02h58 – Atualizado em 13/06/2011 04h06

 

Peça conta história de jovens mórmons que viram missionários em Uganda.
Premiação é conhecida como o ‘Oscar do teatro’ nos Estados Unidos.

Da EFE

 

O compositor Robert López e os criadores do musical, Matt Stone e Trey Parker, com alguns dos prêmios recebidos no Tony Awards. (Foto: Lucas Jackson / Reuters)O compositor Robert López e os criadores do musical, Matt Stone e Trey Parker, com alguns dos prêmios recebidos no Tony Awards neste domingo. (Foto: Lucas Jackson / Reuters)

O irreverente musical "The Book of Mormon", que conta de forma bem-humorada a história de dois jovens mórmons que se tornam missionários em Uganda, foi o grande nome da 65ª edição do prestigioso prêmio Tony ao vencer na noite deste domingo (12) em nove categorias, inclusive a de melhor musical.

Neil Patrick Harris, da série "How I Met Your Mother", foi o principal apresentador da noite e não deixou faltar piadas sobre os últimos escândalos ocorridos nos Estados Unidos, como a revelação de uma nova paternidade de Arnold Schwarzenegger e as fotos inapropriadas do congressista democrata Anthony Wiener divulgadas no Twitter.

"The Book of Mormon" aborda a expedição de dois otimistas missionários a um lugar devastado pela fome e pela aids, tudo com melodias e coreografias típicas da Broadway. Por trás da obra, estão os criadores da satírica série de desenhos "South Park", Trey Parker e Matt Stone, e o compositor Robert López, autor do musical "Avenue Q", já consagrado no Tony.

O concorrente mais forte era "The Scottsboro Boys", musical sobre o caso real de nove adolescentes afro-americanos acusados injustamente de estuprar duas mulheres brancas nos anos 1930 no Alabama, que recebeu 12 indicações.

Ambos disputavam a categoria de Melhor Musical com "Catch Me If You Can" e "Sister Act", produções bem-sucedidas baseadas respectivamente nos filmes "Prenda-me Se For Capaz" e "Mudança de Hábito".

Além da categoria mais cobiçada, "The Book of Mormon" venceu também os prêmios de Melhor Direção (Casey Nicholaw e Trey Parker), Melhor Libreto (Trey Parker, Robert Lopez e Matt Stone), Melhor Música (Trey Parker, Robert Lopez e Matt Stone), Melhor Atriz Coadjuvante (Nikki James), Melhor Orquestra (Larry Hochman e Stephen Oremus), Melhor Engenharia de Som (Brian Ronan), Melhor Cenografia (Scott Pask) e Melhor Iluminação (Brian MacDevitt).

"Anything Goes" levou os prêmios de Melhor Revival, Melhor Atriz (Sutton Foster) e Melhor Coreografia (Kathleen Marshall). Já o prêmio de Melhor Ator foi para Norbert Leo Butz, de "Catch Me If You Can", enquanto John Larroquette ("How to Succeed in Business Without Really Trying") recebeu o de Melhor Ator Coadjuvante.

Sucesso no cinema e no teatro, a comédia musical "Priscilla, a Rainha do Deserto" ganhou o Tony de Melhor Figurino, com os designers Tim Chappel e Lizzy Gardiner. Os trajes excêntricos das drag queens que atravessam o deserto australiano repetiram a façanha que o filme homônimo fez no Oscar de 1995.

Já nas categorias não-musicais, o prêmio de Melhor Peça foi para "War Horse", adaptação de Nick Stafford do romance homônimo publicado em 1982 pelo autor de contos infanto-juvenis Michael Morpugo, que fala sobre os laços entre um adolescente e seu cavalo.

Essa história, ambientada na Primeira Guerra Mundial, levou também os prêmios de Melhor Direção (Marianne Elliott e Tom Morris), Melhor Desenho de Som (Christopher Shutt), Melhor Cenografia (Rae Smith) e Melhor Iluminação (Paule Constable).

No que diz respeito ao elenco, Frances McDormand ("Good People") ganhou o prêmio de Melhor Atriz, enquanto Mark Rylance ("Jerusalem") foi agraciado como Melhor Ator, desbancando inclusive o bem cotado Al Pacino, protagonista de "O Mercador de Veneza".

A emocionante "The Normal Heart", que aborda a expansão da Aids em Nova York nos anos 1980, também foi destaque no Tony 2011. Escrita por Larry Kramer, que a definiu como uma "autêntica obra de amor", a peça venceu nas categorias de Melhor Atriz Coadjuvante (Ellen Barkin), Melhor Ator Coadjuvante (John Benjamin Hickey) e Melhor Revival.

Por fim, o prêmio de Melhor Figurino entre as peças não-musicais foi para "The Importance of Being Earnest" (Desmond Heeley), escrita em 1895 por Oscar Wilde.

O prêmio Tony, criado em 1947 e assim nomeado para homenagear a atriz Antoinette Perry, é considerado o mais importante da cena teatral americana, e equivale ao que o Oscar é para o cinema, o Grammy à música e o Emmy à televisão.